Queiroga anuncia antecipação de 2 milhões de doses da Pfizer
Por Nill Júnior
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira (14) que o governo antecipará o recebimento de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19 até o mês de junho, totalizando 15,5 milhões de doses do imunizante.
“Trago para o senhores uma boa notícia: a antecipação de doses da vacina da Pfizer, fruto de ação direta do presidente da República, Jair Bolsonaro, com o principal executivo da Pfizer, que resulta em 15,5 milhões da Pfizer já no mês de abril, maio junho”, disse o ministro, em entrevista após a 2ª reunião do comitê para o enfrentamento da pandemia.
“Ou seja, conseguimos antecipar, no calendário anteriormente previsto, das 100 milhões de doses, 2 milhões de doses da vacina da Pfizer que vai fortalecer nosso calendário de vacinação.” Anteriormente, o governo federal tinha estimado que receberia até 13,5 milhões de doses do imunizante da Pfizer até junho.
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, informou na madrugada deste sábado (3) que testou positivo para Covid-19 após apresentar sintomas da doença. Ele cumpre isolamento. O diagnóstico positivo ocorreu em um teste rápido do tipo antígeno. Fernández aguarda o resultado do exame RT-PCR, o mais indicado e recomendado por especialistas. O líder argentino, que completou 62 anos […]
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, informou na madrugada deste sábado (3) que testou positivo para Covid-19 após apresentar sintomas da doença. Ele cumpre isolamento.
O diagnóstico positivo ocorreu em um teste rápido do tipo antígeno. Fernández aguarda o resultado do exame RT-PCR, o mais indicado e recomendado por especialistas.
O líder argentino, que completou 62 anos nesta sexta-feira (2), afirmou que cumpre isolamento e já falou sobre o resultado com as pessoas com quem teve contato nas últimas 48 horas.
Fernández afirmou nas redes sociais que teve 37,3ºC de febre e sentiu uma leve dor de cabeça.
Em 21 de janeiro, Fernández recebeu a primeira dose da vacina Sputnik V. Fontes da Presidência da Argentina informaram ao jornal “Clarín” que o presidente recebeu a segunda dose três semanas depois.
A Coligação União por Arcoverde que tem Wellington da LW candidato à prefeito e Delegado Israel à vice, esteve na segunda-feira dia 09 de novembro em audiência com o governador do estado Paulo Câmara. Na ocasião Wellington e a prefeita Madalena Britto solicitaram o reforço do policiamento no município. Alegam que há acirramento “provocado pela […]
A Coligação União por Arcoverde que tem Wellington da LW candidato à prefeito e Delegado Israel à vice, esteve na segunda-feira dia 09 de novembro em audiência com o governador do estado Paulo Câmara.
Na ocasião Wellington e a prefeita Madalena Britto solicitaram o reforço do policiamento no município. Alegam que há acirramento “provocado pela Coligação do candidato Zeca que estimula os seus militantes a atitudes beligerantes, tentando criar com factoides estado emocional nas pessoas e passando informações que não condizem com a verdade”.
“Não custa lembrar que na primeira eleição do candidato Zeca, seu cunhado e outras pessoas próximas foram detidas pela polícia militar com pacotes de dinheiro para distribuição com eleitores em escancarada compra de votos”, diz a nota.
“Dessa forma, a Coligação União por Arcoverde entende que a presença reforçada da Polícia Militar e da Polícia Federal a qual à época o candidato Zeca respondeu inquérito e posterior processo judicial, se faz oportuna para coibir tal prática”.
“A Coligação União por Arcoverde está atenta a possíveis medidas que na surdina estão sendo perpetradas e pronta para responder a altura, repondo a verdade dos fatos. Não vão ganhar no tapetão”, conclui.
Advogado, o leitor Paulo Arruda entrou em contato para se manifestar sobre a polêmica que norteia em relação a alguns municípios sobre o rateio do FUNDEB, como em Arcoverde. Segundo ele, o fato de o município pagar valores menores do FUNDEB, apesar da grita dos servidores, não quer dizer necessariamente que houve má gestão. “Pelo […]
Advogado, o leitor Paulo Arruda entrou em contato para se manifestar sobre a polêmica que norteia em relação a alguns municípios sobre o rateio do FUNDEB, como em Arcoverde.
Segundo ele, o fato de o município pagar valores menores do FUNDEB, apesar da grita dos servidores, não quer dizer necessariamente que houve má gestão.
“Pelo contrário, pode indicar que o município planeja bem. Municípios que pagam melhores salários, tem um plano de cargos de carreiras eficiente pagam melhores salários durante o ano e o rateio é menor”.
Uma exceção pode ser no caso de uma folha muito inchada o que determinaria um custo maior da folha e também menor rateio. “Mas tem município que paga mal e o rateio é maior. A crítica direta a quem paga menor rateio pode criminalizar quem paga melhor”, alertou.
Ele também disse que por outro lado, o repasses de recurso pelo Governo Federal foi maior, o que também deve ser levado em consideração.
Neste sábado, dia 25, Arcoverde recebe o Seminário Pernambuco em Ação. Será momento para o governador Paulo Câmara fazer um balanço do seu desempenho nos últimos dois anos de governo e ouvir representantes da sociedade civil. A agenda começa às 9h, na Escola Técnica Estadual Professor Francisco Jonas Costa, com a exibição de um vídeo […]
Neste sábado, dia 25, Arcoverde recebe o Seminário Pernambuco em Ação.
Será momento para o governador Paulo Câmara fazer um balanço do seu desempenho nos últimos dois anos de governo e ouvir representantes da sociedade civil.
A agenda começa às 9h, na Escola Técnica Estadual Professor Francisco Jonas Costa, com a exibição de um vídeo e está aberta a todos.
A prefeita Madalena Britto vai fazer o discurso de abertura e, em seguida, será apresentada a prestação de contas do Governo. Às 10h30, começa a plenária, quando a sociedade civil organizada e autoridades poderão falar.
Ao meio-dia, o governador Paulo Câmara faz o discurso de encerramento do evento. O Pernambuco em Ação começou na quinta-feira (23), em Afogados da Ingazeira e na sexta-feira (24), chegou a Petrolândia.
Depois do Seminário em Arcoverde, o governador vai inaugurar um ambulatório no Hospital Regional Rui de Barros Correia e, em seguida, viaja para Buíque onde vai inaugurar a escola técnica. Essas ações ocorrem paralelamente as atividades do Pernambuco em Ação.
O Partido Socialista Brasileiro (PSB) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar artigos da Medida Provisória nº 1.060/21, que cancelam o prazo para o repasse de recursos da Lei Conectividade, 14.172/2021. Esta prevê a compra de tablets e internet para alunos e professores da rede pública básica […]
O Partido Socialista Brasileiro (PSB) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar artigos da Medida Provisória nº 1.060/21, que cancelam o prazo para o repasse de recursos da Lei Conectividade, 14.172/2021. Esta prevê a compra de tablets e internet para alunos e professores da rede pública básica de ensino.
Um dos autores da lei aprovada pelo Congresso, o líder do PSB na Câmara, deputado Danilo Cabral, afirmou que além de atacar a educação ao não garantir os investimentos para o acesso igualitário ao ensino na pandemia, o governo federal desrespeita o Congresso Nacional com a edição da MP.
“A medida provisória não atende os princípios que fundamentam sua edição. O que o governo pretende, na prática, é burlar uma decisão do Congresso que aprovou e promulgou a lei neste ano, com ampla participação da sociedade”, argumentou o socialista.
A Lei nº 14.172/21 foi vetada pelo presidente Bolsonaro. O Congresso derrubou o veto e o governo entrou na justiça para tentar barrar a lei que prevê o repasse, no prazo de 30 dias a partir de sua publicação, de cerca de R$ 3,5 bilhões pela União a estados, Distrito Federal e municípios, para aplicação das ações previstas. Não satisfeito, o governo edita a MP na tentativa de “burlar a negativa ao veto presidencial proferida pelo Congresso Nacional”, como afirma o PSB no texto da ADI.
O documento apresentado pelo PSB no STF justifica ainda que, ao editar a medida provisória para excluir o prazo de realização dos repasses, o presidente Bolsonaro promoveu modificação substancial no texto aprovado, desrespeitando a vontade e a deliberação do Poder Legislativo.
“A MP contraria, portanto, o princípio da separação de poderes, a previsão de derrubada do veto presidencial e a vedação à edição de medidas provisórias sobre matéria já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso.”
Pela MP, a obrigação de transferir os recursos foi adiada indefinidamente. De acordo com a ADI, esse adiamento compromete decisivamente a promoção do direito à educação, devendo ser declarada a sua inconstitucionalidade com a suspensão imediata dos efeitos da medida.
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