Quatro pessoas de Salgueiro morrem em acidente de caminhão na Bahia
Por Nill Júnior
Quatro salgueirenses não identificados morreram na tarde da última terça-feira (9) em um acidente envolvendo o capotamento de um caminhão na cidade de Vitória da Conquista (BA).
As vítimas estavam na cabine do veículo, que perdeu o controle em uma descida perto da ponte sobre o Rio Pardo. Em seguida, o caminhão capotou.
As vítimas moravam no bairro Nossa Senhora das Graças, em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da Bahia, da Polícia Rodoviária e do Corpo de Bombeiros prestaram a assistência necessária.
Os corpos foram encaminhados ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Vitória da Conquista e depois seguiram para Salgueiro, onde vão ser sepultados. Confira a reportagem de Roberto Gonçalves.
Ulysses Gadêlha – Folha de Pernambuco É praticamente maio e as chapas majoritárias que disputam Governo e Senado por Pernambuco ainda não estão postas. Os candidatos conhecidos são, apenas, o governador Paulo Câmara (PSB), que disputa a reeleição, e a advogada Daniella Portela (PSOL). Em 2014, a corrida já estava definida em fevereiro, no Carnaval, com Paulo Câmara caminhando ao lado do ex-governador Eduardo Campos e Armando […]
Em fevereiro de 2014, Paulo e Eduardo já tinham dado a largada na disputa para o Palácio
Ulysses Gadêlha – Folha de Pernambuco
É praticamente maio e as chapas majoritárias que disputam Governo e Senado por Pernambuco ainda não estão postas. Os candidatos conhecidos são, apenas, o governador Paulo Câmara (PSB), que disputa a reeleição, e a advogada Daniella Portela (PSOL).
Em 2014, a corrida já estava definida em fevereiro, no Carnaval, com Paulo Câmara caminhando ao lado do ex-governador Eduardo Campos e Armando Monteiro Neto (PTB) colado no ex-presidente Lula (PT) e na presidente Dilma Rousseff. Já em 2018, “situação” e “oposição” estão na retaguarda, esperando que o adversário dê primeiro a lista de nomes. Na visão dos analistas, a última disputa transcorreu com mais espontaneidade devido à maior estabilidade política no cenário nacional, onde se deu a manutenção da polarização recorrente entre PT e PSDB. Agora, quase todas as variáveis estão em aberto.
Uma coisa é certa: a corrida presidencial com 15 candidatos contribui fortemente para a indefinição nos estados. Quando a polarização ameaça sair de cena, todos enxergam uma chance de surpreender nas urnas. O provável afastamento do ex-presidente Lula (PT), que tem forte aceitação em Pernambuco, é um dos fatores preponderantes para a campanha desse ano: a disputa da herança lulista. Por outro lado, a possibilidade de diversos partidos terem presidenciável dificulta o entendimento no campo regional.
No passado, Armando Monteiro contou com Lula. Hoje, oposição divide-se entre ele e Mendonça Filho
Enquanto o PSB busca ampliar o tempo de televisão para garantir a reeleição de Paulo Câmara, o PT pensa em oferecer um palanque forte para seu presidenciável no Estado, além de eleger nomes para o Legislativo federal e estadual. Só na Assembleia Legislativa, a base do governo conta com PSB, PP, MDB, SD, PSC, PR, PMN, PSD e PSDC. Esse grupo permite a Paulo um tempo de mídia semelhante ao que a Frente Popular tem praticado nas últimas eleições. O risco é justamente o MDB mudar de lado, no meio do caminho, aumentando a margem da oposição.
A briga jurídica entre o senador Fernando Bezerra Coelho e o vice-governador Raul Henry pelo comando do MDB mexeu com as expectativas da corrida eleitoral. Na hora da campanha, quem tiver o controle do partido, sairá em vantagem no tempo de televisão e rádio, contando também com o recurso do fundo eleitoral. Acontece que FBC esperava levar o partido para a oposição antes do fechamento da janela eleitoral, na tentativa de trazer aliados e se viabilizar como candidato a governador. Isso não aconteceu e deixou todas as legendas da frente “Pernambuco Quer Mudar” em pé de igualdade.
Por estarem à frente da máquina estadual, partidos como PP, PSC e Solidariedade buscaram formar chapas proporcionais competitivas, na tentativa de aumentar seus pesos na disputa. Essas agremiações esperam ter um espaço na chapa majoritária, mas o governador Paulo Câmara tem dado sinais de que deve contemplar o ex-governador Jarbas Vasconcelos (MDB) e o ex-prefeito do Recife, João Paulo (PCdoB), explorando a aceitação maior na região metropolitana. O nome do ex-prefeito de Caruaru, Zé Queiroz (PDT), também é considerado e seria uma forma de contemplar a maior cidade do agreste, como é o costume na formação dos palanques.
Nos bastidores, a candidatura de Marília Arraes é mal vista pelo Palácio, porque retiraria a propriedade do PSB de recorrer às figuras de Miguel Arraes e do ex-presidente Lula
Na oposição, o senador Armando Monteiro e o deputado federal Mendonça Filho (DEM) estão entre os mais cotados para ocuparem a candidatura ao governo. Porém, o grupo tem tido dificuldade em alcançar um consenso, uma vez que os partidos agrupados ali têm projetos de poder diferentes, o que torna a coligação inédita. “É muito cacique para pouco índio, como se diz no ditado popular”, interpreta o cientista político Alexsandro Ribeiro.
Enquanto Armando se projetou no Estado com o apoio de Lula, Mendonça Filho já era ex-governador e cresceu como ministro do governo Temer. O problema é que o PSB já tenta colar, nesse conjunto, a pecha de “palanque de Temer”, aproveitando a alta reprovação do atual presidente para atacar os adversários.
Depois de pouco mais de três anos, trilhões de dólares em perdas e 20 milhões de mortos, a emergência internacional causada pela covid-19 chega ao fim, uma data que entra para a história recente da ciência e do mundo. Nesta sexta-feira, a OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou que seus especialistas chegaram à conclusão de […]
Depois de pouco mais de três anos, trilhões de dólares em perdas e 20 milhões de mortos, a emergência internacional causada pela covid-19 chega ao fim, uma data que entra para a história recente da ciência e do mundo.
Nesta sexta-feira, a OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou que seus especialistas chegaram à conclusão de que o vírus não representa mais uma ameaça sanitária internacional e que, portanto, a crise é oficialmente declarada como encerrada. Central para o fim da fase mais aguda foi a expansão da vacina.
Pelas regras da agência, não existe uma declaração oficial do final da pandemia. Assim como a Aids, portanto, a covid-19 continuará a ter o status de pandemia. O regulamento sanitário criado pelos governos há quase 20 anos apenas permite que os cientistas anunciem o início de uma emergência global ou seu ponto final. Não há uma definição de pandemia e o termo está em negociação para o estabelecimento de um acordo que permitirá modificar a resposta global a novos surtos.
Michael Ryan, diretor-executivo da OMS, confirmou que a emergência acabou. “Mas a ameaça não. A batalha não acabou. Provavelmente não haverá um ponto em que a OMS anunciará o fim da pandemia”, disse. “O vírus continua a contaminar. Levou anos para que a pandemia [da gripe espanhola] de 1918 terminasse”, afirmou.
Didier Houssin, chefe do comitê de Emergência da OMS, indicou que a decisão de encerrar a emergência foi apoiada por 95% dos cientistas do grupo. Segundo ele, três critérios foram estabelecidos para definir se a crise havia sido superada e, agora, a agência irá constituir um grupo que permitirá monitorar a evolução do vírus. As informações são de Jamil Chade/UOL.
Levantamento da Conecta sugere que dupla formada por Humberto Costa e Marília Arraes seria mais vantajosa para o palanque de Lula e João Campos Do Jamildo.com Uma nova pesquisa enviada ao site Jamildo.com pelo Instituto Conecta aponta que João Campos (PSB) tem um cenário amplamente favorável. No recorte estadual, a disputa para governador mostra João […]
Levantamento da Conecta sugere que dupla formada por Humberto Costa e Marília Arraes seria mais vantajosa para o palanque de Lula e João Campos
Do Jamildo.com
Uma nova pesquisa enviada ao site Jamildo.com pelo Instituto Conecta aponta que João Campos (PSB) tem um cenário amplamente favorável.
No recorte estadual, a disputa para governador mostra João Campos (PSB) à frente da atual governadora Raquel Lyra (PSDB), com 53% contra 34%, no melhor cenário. Caso Eduardo Moura entrasse na disputa, teria 4% dos votos e levaria Raquel Lyra para 31%.
Mesmo assim, uma evolução, se consideradas as demais pesquisas divulgadas antes, na faixa dos 24%. Há cinco meses, em outra pesquisa, no cenário principal, o prefeito do Recife apareceu com 55,78% das intenções de voto, enquanto Raquel somou 17,07%.
Briga pelo Senado
Em relação ao Senado, na pesquisa estimulada, os números apontam liderança de Marília Arraes (Solidariedade) com 28%, seguida por Humberto Costa (PT) com 9%, Anderson Ferreira (PL) com 9%, Miguel Coelho (União Brasil) com 8%, Armando Monteiro (Podemos) com 7%, Eduardo da Fonte (PP) com 5% e Sílvio Costa Filho (Republicanos) com 2%. Brancos e nulos 22%. Não sabe não respondeu 11%.
Na pesquisa espontânea, Marília teria 34% e Humberto, 20%. Miguel 14%, Gilson Machado 12, Anderson Ferreira 8%, Eduardo da Fonte e Silvio Filho com 3% cada um, Teresa Leitão 2%, Maria Arraes 2% e Daniel Coelho 2%.
Quando o levantamento avalia as chapas mais prováveis de receber o voto dos pernambucanos, a composição que reúne João Campos com Marília Arraes e Humberto Costa alcança 44%.
Já a chapa formada por João Campos com Miguel Coelho e Humberto Costa soma 14%, enquanto a que inclui Humberto Costa e Sílvio Costa Filho chega a apenas 7%.
“Esse quadro sugere que, ao lado de Humberto e Marília, a eleição pode ser mais tranquila, tanto para João Campos quanto para Lula. Como o presidente tem destacado a importância de construir maioria no Senado, os dados reforçam que só há possibilidade concreta de eleger dois senadores se a composição unir João, Lula e Marília”, afirma Juliana Coelho, da Conecta.
“Qualquer outro arranjo abre brecha para que um candidato da direita tenha chance real de vitória. Miguel Arraes foi pragmático, Eduardo Campos também, e muitos já enxergam que João Campos terá que ser igualmente”.
Cenário nacional
Nos cenários testados para a Presidência em 2026, Lula (PT) aparece com ampla vantagem: contra Jair Bolsonaro (PL), Lula tem 57% e Bolsonaro 24%; contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula soma 58% e Tarcísio 16%; e contra Michelle Bolsonaro (PL), Lula marca 57% e Michelle 20%.
Dados técnicos fornecidos pela Conecta
O levantamento foi realizada entre os dias 22 e 25 de agosto em Pernambuco. A pesquisa de opinião de forma presencial.
A distribuição das entrevistas entre os segmentos pesquisados foi feita por quotas proporcionais a cada localidade sorteada – com base em processo estatístico, técnicas de aleatorização e pós-estratificação com ponderação.
A pesquisa contemplou proporcionalmente as localidades selecionadas de: Abreu e Lima, Afogados da Ingazeira, Aliança, Araripina, Arcoverde, Barreiros, Belo Jardim, Bezerros, Bodocó, Bom Conselho, Brejo da Madre de Deus, Buíque, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Carpina, Caruaru, Custódia, Escada, Exu, Garanhuns, Goiana, Gravatá, Igarassu, Ipojuca, Itambé, Jaboatão dos Guararapes, Lajedo, Limoeiro, Moreno, Olinda, Ouricuri, Palmares, Paudalho, Paulista, Pesqueira, Petrolina, Petrolândia, Recife, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria Da Boa Vista, Serra Talhada, Sertânia, Sirinhaém, Surubim, São Bento do Una, São José do Belmonte, São José do Egito, São Lourenço da Mata, Timbaúba, Toritama, Vitória de Santo Antão e Águas Belas.
“A amostra permite representatividade para o conjunto de moradores do estado de Pernambuco e conta com 1200 casos válidos, a grandeza da amostra assegura um grau de confiança de 95% e uma margem de erro máxima de 2.83%. Isto significa que para cada 100 levantamentos simultâneos realizados, com a mesma metodologia, em 95 deles os resultados estariam dentro da faixa de erro prevista”, diz a empresa.
Do SBT News O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e seu irmão Eduardo Bolsonaro se apressaram para negar qualquer tipo de influência sobre a decisão do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) de propor um novo tarifaço de 25% sobre alguns produtos brasileiros. Horas depois do anúncio da decisão, os Bolsonaros concederam […]
O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e seu irmão Eduardo Bolsonaro se apressaram para negar qualquer tipo de influência sobre a decisão do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) de propor um novo tarifaço de 25% sobre alguns produtos brasileiros.
Horas depois do anúncio da decisão, os Bolsonaros concederam entrevistas dizendo que pediram na conversa que tiveram com o presidente Donald Trump na última terça-feira (26) para que não houvesse a sobretaxa.
“Eu pedi expressamente nas três reuniões que nós tivemos com o presidente Trump, com o vice JD Vance e com o secretário de Estado, Marco Rubio: ‘Não taxem as empresas brasileiras’”, afirmou Flávio Bolsonaro em entrevista à Rádio Itatiaia nesta terça-feira (2).
O ex-prefeito de Iguaracy e atual assessor especial do Governo de Pernambuco, Zeinha Torres, participou nesta quinta-feira (28) da edição do programa Ouvir para Mudar, em Serra Talhada, e destacou a relevância da presença da governadora Raquel Lyra no Sertão do Pajeú e do Moxotó. “Ficamos felizes em participar desse evento com a governadora e […]
O ex-prefeito de Iguaracy e atual assessor especial do Governo de Pernambuco, Zeinha Torres, participou nesta quinta-feira (28) da edição do programa Ouvir para Mudar, em Serra Talhada, e destacou a relevância da presença da governadora Raquel Lyra no Sertão do Pajeú e do Moxotó.
“Ficamos felizes em participar desse evento com a governadora e mais ainda em tê-la aqui na nossa região, porque isso significa mais obras para Serra Talhada e todo o Sertão. Hoje, por exemplo, ela deve anunciar o IML, que é um sonho antigo da população e que finalmente vai se tornar realidade”, afirmou Zeinha.
Além do Instituto de Medicina Legal (IML), o assessor ressaltou que outras ações devem ser confirmadas para o município e região.
Questionado sobre o cenário político para 2026, em que pesquisas apontam o prefeito do Recife, João Campos (PSB), à frente da governadora Raquel Lyra (PSD), Zeinha avaliou que ainda é cedo para conclusões.
“Falta mais de um ano para a eleição. Pesquisa não significa vitória. Tivemos um exemplo claro quando Armando Monteiro tinha 27 pontos e Paulo Câmara apenas quatro, e depois a realidade mudou. Quando os prefeitos começam a trabalhar e pedir voto, a eleição se transforma”, lembrou.
Segundo ele, o trabalho já realizado pela governadora deve se refletir no crescimento da sua aceitação popular.
“Em dois anos, Raquel fez o que não fizeram em vinte. E ainda tem gente cobrando o que não cobraram dos que ficaram duas décadas no poder. Tenho certeza que essa diferença nas pesquisas vai diminuir e que até o final do ano ela estará na frente. Se Deus quiser, vamos ganhar a eleição no primeiro turno com Raquel Lyra”, completou.
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