Qual será o nível do segundo turno em PE? Ouça o Nill Júnior Podcast
Por Nill Júnior
Nível do segundo turno em Pernambuco pode ser baixo, a depender dos sinais. Em meio ao luto de Raquel Lyra, aliados de Marília já tentam ligá-la a Bolsonaro. Priscila contra ataca e diz que posição é típica de Marília.
Movimento do PSDB em Pernambuco sobre neutralidade ou apoio a Lula é aguardado para semana que vem. Marília confia no petista em seu guia. E continua o jogo da adesão, com prefeitos e lideranças decidindo sem esperar por seus partidos.
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Nele, o comentário diário no Sertão Notícias, da Cultura FM, e outros temas analisando os fatos da política pernambucana e do cotidiano.
O formato é de cinco minutos em média, para facilitar sua escuta e avaliação, mantendo você por dia do que é notícia no blog e no nosso trabalho na Rádio Pajeú.
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Do blog do Inaldo Sampaio Excessos de membros do Ministério Público não se restringem apenas à Operação Lava Jato, que investiga desvio de recursos da Petrobras para a compra de apoio político e enriquecimento ilícito de alguns salafrários. A “doença” está se espalhando por todo país e chegou também a Pernambuco por meio de dois […]
Excessos de membros do Ministério Público não se restringem apenas à Operação Lava Jato, que investiga desvio de recursos da Petrobras para a compra de apoio político e enriquecimento ilícito de alguns salafrários. A “doença” está se espalhando por todo país e chegou também a Pernambuco por meio de dois procuradores do Ministério Público do Trabalho.
Eles acabam de expedir uma recomendação a um dos consórcios que tocam a obra da Transposição para que suspendam a construção de um túnel porque os operários que nele trabalham não estão devidamente protegidos do ponto de vista da saúde.
Ora, não seria muito mais lógico, prudente e racional propor à empresa contratada que respeite legislação que os protege em vez simplesmente de parar uma obra que já está com seis anos de atraso? Ausência de cabelos brancos em uns, e o excesso de “holofotes” à disposição de outros, atrapalham a instituição.
A primeira-dama de João Pessoa, Maria Lauremília Assis de Lucena, foi presa na manhã deste sábado, 28, em uma operação da Polícia Federal na Paraíba. A ação investiga o aliciamento violento de eleitores e organização criminosa no pleito municipal na capital paraibana. De acordo com a TV Paraíba, afiliada da Rede Globo, essa é a […]
A primeira-dama de João Pessoa, Maria Lauremília Assis de Lucena, foi presa na manhã deste sábado, 28, em uma operação da Polícia Federal na Paraíba. A ação investiga o aliciamento violento de eleitores e organização criminosa no pleito municipal na capital paraibana.
De acordo com a TV Paraíba, afiliada da Rede Globo, essa é a 3ª Fase da Operação Território Livre e conta com o apoio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).
Ao todo, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Eleitoral. Além de Maria Lauremília, a secretária pessoal dela, Tereza Cristina Barbosa Albuquerque, também foi presa.
A primeira-dama é casada com o prefeito Cícero Lucena (PP), candidato à reeleição em João Pessoa. Em nota, o político afirmou que a prisão foi “um ataque covarde e brutal, ardilosamente arquitetado por seus adversários às vésperas da eleição, envolvendo sua família”.
Ele afirmou que sua esposa “íntegra, respeitada e querida pelo povo paraibano”, uma “vida limpa”, que não teme as investigações e mostrará na “justiça que é vítima”.
“Trata-se de uma prisão política. Lauremília tem residência fixa e jamais se recusaria a prestar depoimento ou esclarecer quaisquer fatos. Houve o uso de força desproporcional, já que ela sequer foi convocada para prestar depoimento. Claramente, os adversários de Cícero estão utilizando todos os meios para conquistar o poder a qualquer custo, sem respeito à sua família ou à cidade de João Pessoa”, declarou nas redes sociais. As informações são do portal Terra.
Do blog de Josias de Souza Os chamados homens públicos poucas vezes estiveram tão por baixo. O principal movimento político do país é extraparlamentar. Usa as ruas como tribuna. Nesse ambiente, congressistas e governantes são vistos como meros homens de ben$. E a única unanimidade positiva é Sérgio Moro, um juiz de primeiro grau que virou popstar por colocar […]
Os chamados homens públicos poucas vezes estiveram tão por baixo. O principal movimento político do país é extraparlamentar. Usa as ruas como tribuna. Nesse ambiente, congressistas e governantes são vistos como meros homens de ben$. E a única unanimidade positiva é Sérgio Moro, um juiz de primeiro grau que virou popstar por colocar atrás das grades a oligarquia corrupta e corruptora do país.
A multiplicidade de alvos dos protestos deste domingo é reveladora do ponto a que chegou a política brasileira. Além de Dilma e Lula, os manifestantes miraram em personagens que estão pendurados na linha de sucessão da República: o pluri-investigado Renan Calheiros e o réu Eduardo Cunha, presidentes do Senado e da Câmara. Hostilizaram também gente como o senador Aécio Neves e o governador Geraldo Alckmin, alternativas presidenciais do PSDB.
Quer dizer: os brasileiros sublevados querem se livrar do governo que levou ao caldeirão os ingredientes que dissolvem a paciência nacional —paralisia política, asfixia econômica e degradação moral. Mas não parece haver grande disposição para aceitar personagens inaceitáveis e arranjos precários.
A onda de protestos deste domingo expôs dois extremos que ajudam a entender os meandros da crise que carcome o mandato de Dilma. Numa ponta, o juiz-celebridade que escancara, a partir de uma vara periférica de Curitiba, as vigarices do poder federal. Noutra extremidade, a política vista como um conto do vigário em que o país já não admite cair.
Ao fundo, uma sociedade com enorme dificuldade para discernir os políticos piores dos melhores num ambiente em que todos os gatunos ficaram ainda mais pardos.
Ele esteve no Revista da Cultura do último sábado ao lado do ex-prefeito Carlos Evandro. O ex-prefeito e deputado estadual eleito Luciano Duque (SD), comentou pela primeira vez a decisão da prefeita Márcia Conrado de apoiar Raquel Lyra no segundo turno das eleições em Pernambuco. Em entrevista no último sábado (15) ao programa Revista da […]
Ele esteve no Revista da Cultura do último sábado ao lado do ex-prefeito Carlos Evandro.
O ex-prefeito e deputado estadual eleito Luciano Duque (SD), comentou pela primeira vez a decisão da prefeita Márcia Conrado de apoiar Raquel Lyra no segundo turno das eleições em Pernambuco.
Em entrevista no último sábado (15) ao programa Revista da Cultura, na Rádio Cultura FM, Duque disse que respeita a decisão da aliada, mas que mostrará ao povo de Serra Talhada que Marília Arraes representa o projeto de Lula no município e em Pernambuco.
“Eu tô no mesmo campo político da prefeita, nosso grupo a elegeu, e eu respeito a posição dela, ela que tá conduzindo os destinos de Serra Talhada e tem direito de tomar posição, e eu tenho também o direito de discordar. Se há uma dificuldade de Márcia apoiar Marília, respeitamos, mas nós vamos dialogar com o povo, mostrar a Serra Talhada que Marília trouxe investimentos, que ela foi importante, que ela representa o projeto do presidente Lula em Serra Talhada e em Pernambuco”, afirmou Duque.
Principal incentivador da candidatura de Marília Arraes à governadora desde 2017, Duque disse que a deputada foi uma grande aliada de sua gestão na Prefeitura de Serra Talhada, destinando recursos para diversas obras que estão sendo tocadas pela prefeita Márcia na cidade e nos distritos.
“Estamos calçando cento e poucas ruas com emendas de bancada de Marília Arraes e do deputado Eurico, recursos que vão calçar vários distritos de Serra Talhada, emenda de bancada de Carlos Veras e Marília Arraes, ou seja, Marília nos legou investimentos importantes para Serra Talhada que me fazem ter uma relação política com ela, porque enquanto eu fui prefeito ela me ajudou muito o povo de Serra Talhada. Hoje vocês estão andando nessas ruas, pisando no calçamento graças a Marília Arraes e ao deputado Eurico. O pessoal da zona rural também, sede de distritos, vamos ter obras com recursos carreados por Marília Arraes”, disse.
Luciano Duque garantiu que a decisão da prefeita de seguir em palanque oposto ao dele nessas eleições não afetou a relação política entre os dois.
“Não há nenhum problema, nenhuma dificuldade. Eu respeito a posição dela, ela respeita a minha. Na Democracia a gente não tem que impor a nossa vontade, a nossa linha de pensamento a ninguém, agora fazer o debate com o povo, explicar ao povo o que é melhor e qual a visão de país e estado que nós temos, isso aí é responsabilidade nossa”.
Ele reforçou também a declaração feita recentemente pelo candidato a vice-governador Sebastião Oliveira assegurando que se Marília for eleita não haverá retaliações ao governo da prefeita Márcia em Serra Talhada.
“Ela não vai retaliar um aliado dela que sou eu. Pelo contrário, se ela for governadora ela vai ajudar Serra Talhada como nenhum governador ajudou na sua história”, concluiu o ex-prefeito. As informações são do Sertão Notícias PE.
O ex-prefeito Totonho Valadares foi submetido a um cateterismo na tarde desta sexta-feira (31) no Hospital São José, em Recife. Cateterização é a introdução de um cateter em um vaso sanguíneo ou em um canal natural, com finalidade diagnóstica ou terapêutica. Totonho teve a indicação do procedimento para checar a situação das artérias e do […]
O ex-prefeito Totonho Valadares foi submetido a um cateterismo na tarde desta sexta-feira (31) no Hospital São José, em Recife.
Cateterização é a introdução de um cateter em um vaso sanguíneo ou em um canal natural, com finalidade diagnóstica ou terapêutica.
Totonho teve a indicação do procedimento para checar a situação das artérias e do coração. Há alguns dias ele passou mal e chegou a ser levado para o Hospital Regional Emília Câmara. Após o episódio vem passando por uma bateria de exames.
Há anos, Valadares foi submetido ao implante de pontes de safena e mamária. Também já teve um episódio de infarto.
As informações colhidas pelo Blog PE Notícias dão conta de que o procedimento transcorreu dentro da normalidade, o ex-prefeito está bem, em repouso e recebeu alta ainda na noite de ontem.
Segundo previsão de Valadares, na próxima terça-feira ele já estará em Afogados da Ingazeira. Segundo um médico escutado pelo blog, o repouso é essencial para cicatrização do local puncionado.
Será liberada uma dieta leve para o paciente, conforme liberação do médico que o atendeu.
Ainda de acordo com o médico, o paciente não deve dirigir ou fazer esforços pesados nos três primeiros dias após o procedimento e terá que manter repouso leve.
Também em casa, deverá procurar ingerir uma quantidade maior de liquido, salvo contraindicações, e uma dieta leve no primeiro dia.
Pequenos hematomas (manchas roxas) no local são comuns e sumirão naturalmente em alguns dias, disse o médico .
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