Quadrilha volta a aplicar golpes no entorno de bancos no Pajeú
Por André Luis
Um velho golpe voltou a ser aplicado em Afogados da Ingazeira. Segundo uma leitora do blog, a mãe e outras pessoas foram vítimas.
Ela conseguiu identificar a imagem de um dos acusados, que seria de Mossoró.
Vídeos e imagens o mostram agindo entre a Travessa Major Antônio César, o Beco de Zezé e a Manoel Borba.
Ele monitora quem sai do banco com dinheiro em espécie. Escolhe pelo perfil principalmente idosas.
“Ele fica observando a vítima para aplicar o golpe e a segue. Começa a conversar e diz que a vítima ganhou um par de sapato. Ao ganhar a confiança, diz que a pessoa pode deixar a bolsa com ele. Quando a pessoa chega na sapataria percebe que é um golpe”, explica.
Há variações do mesmo golpe. Outro tipo é o que mostra o criminoso derrubando algo no chão na frente da vítima. Ela apanha, ele diz que ali havia algo de muito valor e promete um prêmio. Consegue ganhar a confiança, fica com o cartão ou bolsa da vítima.
Ainda há o golpe da senha: a pessoa se aproxima dizendo ajudar com a senha e faz uma transferência para sua conta.
Em apenas dois episódios relatados, os prejuízos passam de R$ 12 mil.
Segundo informações que vítimas colheram junto à Polícia Civil, a quadrilha atua em todo o Nordeste. No Pajeú, além de Afogados, outras cidades polo como São José do Egito, Serra Talhada e Tabira estão entre os alvos.
Na manhã desta terça-feira (17), Pernambuco amanheceu com a triste notícia do falecimento do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e deputado estadual José Patriota. Aos 63 anos, Patriota faleceu no Hospital da Unimed, em Recife, após uma luta contra o câncer. Líder popular e defensor incansável do interior do estado, Patriota deixa um legado marcante […]
Na manhã desta terça-feira (17), Pernambuco amanheceu com a triste notícia do falecimento do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e deputado estadual José Patriota. Aos 63 anos, Patriota faleceu no Hospital da Unimed, em Recife, após uma luta contra o câncer. Líder popular e defensor incansável do interior do estado, Patriota deixa um legado marcante na política pernambucana.
Em entrevista à Rádio Pajeú, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, expressou sua tristeza pela perda do ex-prefeito, destacando sua trajetória política e o impacto que teve na vida dos pernambucanos, especialmente na região do Sertão.
“A todos os ouvintes da Rádio Pajeú, quero dizer que hoje Pernambuco amanheceu mais triste. Perdemos um grande líder popular, que entre tantas outras coisas, sempre foi uma pessoa de muita luta, sempre defendeu os interesses do povo, né? Um homem forjado na defesa, especialmente dos homens e mulheres que vivem no campo”, declarou a governadora.
Raquel Lyra ressaltou a importância de Patriota na defesa das cidades do interior e sua atuação como presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE) por 10 anos, período em que ele elevou o nome do estado no cenário nacional.
“Tive a oportunidade de conviver com Patriota por muitos anos. Trabalhamos juntos no mesmo governo. Depois, convivemos também enquanto eu era prefeita de Caruaru e ele de Afogados. Agora, como governadora, e ele na Assembleia Legislativa, Patriota vai fazer muita falta à política, sem dúvida.”
A governadora também fez questão de enfatizar o espírito público e a capacidade de diálogo de Patriota, características que, segundo ela, o tornaram uma figura inspiradora para várias gerações, inclusive para ela mesma. “Seu espírito público e sua capacidade de diálogo sempre foram características marcantes que o ajudaram a construir uma trajetória tão linda e rica na política pernambucana e brasileira.”
Lyra compartilhou momentos pessoais que viveu com o ex-prefeito, lembrando da longa conversa que tiveram na varanda da casa de Patriota, ao lado de sua esposa, Madalena, e do prefeito, Sandrinho Palmeira quando fez uma visita ao deputado. “A doença foi muito avassaladora, mas ele lutou muito, pois era apaixonado pela vida. Tive a oportunidade de vê-lo como o Patriota de sempre, aquele que todos conhecíamos.”
Sobre o legado de Patriota, Raquel Lyra foi enfática ao afirmar que sua trajetória política será lembrada e servirá de inspiração para futuras gerações. “Ele fez da política um instrumento de mudança. Afogados da Ingazeira, Pernambuco e o Brasil têm muito a aprender com sua trajetória. Seu trabalho na defesa das cidades e das pessoas é um exemplo para todos nós.”
Em reconhecimento à sua importância para o estado, a governadora decretou luto oficial de três dias e reafirmou o compromisso do governo em continuar honrando o legado de José Patriota. “Vamos continuar honrando o legado de Patriota com trabalho. Ele sempre foi um defensor incansável das causas mais importantes para a população, como a luta pela água e pela dignidade dos pernambucanos.”
Lyra também destacou o papel dos políticos do interior na construção de um estado mais justo e equilibrado. Segundo ela, a visão diferenciada trazida por esses líderes, como José Patriota, é essencial para fortalecer a presença do interior no cenário estadual e nacional.
“A política carece de pessoas como ele, com valores sólidos. Vai fazer muita falta para todos nós”, pontuou Raquel.
Portugal terá 134.797 brasileiros aptos a votar nas eleições de 2026, formando o segundo maior eleitorado brasileiro no exterior. O país fica atrás apenas dos Estados Unidos, que concentram aproximadamente 265,4 mil eleitores. O principal destaque português é Lisboa. A capital reúne 78.833 brasileiros habilitados a participar da eleição e aparece como a cidade com […]
Portugal terá 134.797 brasileiros aptos a votar nas eleições de 2026, formando o segundo maior eleitorado brasileiro no exterior. O país fica atrás apenas dos Estados Unidos, que concentram aproximadamente 265,4 mil eleitores.
O principal destaque português é Lisboa. A capital reúne 78.833 brasileiros habilitados a participar da eleição e aparece como a cidade com o maior número de eleitores brasileiros fora do país.
Porto também está entre as maiores concentrações, com 47.676 eleitores. A votação em Portugal ocorrerá ainda em Faro.
No exterior, os brasileiros participam exclusivamente da eleição para presidente e vice-presidente da República. O primeiro turno será realizado neste domingo (4) e, caso seja necessário, o segundo está marcado para 25 de outubro.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 918.876 brasileiros com domicílio eleitoral fora do país estão aptos a votar neste ano. O contingente está distribuído por 186 cidades de 134 países e representa pouco mais de 0,5% do eleitorado nacional.
Depois dos Estados Unidos e de Portugal, aparecem entre os países com maior quantidade de eleitores brasileiros o Japão, com aproximadamente 88,3 mil; o Canadá, com 46,4 mil; e a Alemanha, com 41,5 mil.
O eleitorado brasileiro no exterior cresceu 31,82% em comparação com as eleições de 2022, quando aproximadamente 697 mil pessoas estavam habilitadas a votar fora do país.
As mulheres são maioria nesse grupo e representam 57% dos eleitores. Os homens correspondem a 43%. Em relação à escolaridade, 38% possuem ensino superior completo.
Os eleitores podem consultar o local de votação pelo aplicativo e-Título ou pelos serviços disponibilizados pela Justiça Eleitoral.
Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução
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Por Emídio Vasconcelos* Me sinto atraído novamente ao debate, justamente quando vejo tantos desencontros daqueles que comandam os destinos de Afogados. Ao mesmo tempo que vejo notícias de que a Avenida Rio Branco será requalificada, com contemplação de ciclovias, pistas de cooper e área verde, vejo o contrassenso de observar uma obra de duplicação da […]
Me sinto atraído novamente ao debate, justamente quando vejo tantos desencontros daqueles que comandam os destinos de Afogados.
Ao mesmo tempo que vejo notícias de que a Avenida Rio Branco será requalificada, com contemplação de ciclovias, pistas de cooper e área verde, vejo o contrassenso de observar uma obra de duplicação da entrada na nossa cidade para quem vem de Carnaíba e notar que essa obra parece ter sido projetada no século XVIII.
No primeiro caso, modernidade, área verde, espaço para a população praticar atividade física, acessibilidade, mobilidade. No segundo caso, atraso, retorno na contramão para entrar em Hospital, ausência de ciclovia, de área de cooper, dificuldades de acesso até mesmo para entrar no Cemitério Parque da Saudade.
Hoje vivemos os maiores problemas urbanos, como mobilidade/acessibilidade, em função da falta de governantes com visão humanista da gestão, onde pensaram as cidades para os carros, fazendo avenidas, viadutos e tuneis e desprezando as necessidades reais dos cidadãos das cidades onde vivem.
Hoje a população clama por mais espaço para o lazer, para a prática de esportes, desde uma mera corrida a uma pedalada com os amigos. A contemplação desses meios modernos de mobilidade contribuem duplamente em benefício ao cidadão, pois viabiliza o acesso com o bônus de contribuir com a saúde. A cidade fica mais viva, os munícipes integrados. A cidade fica mais bela, mais viva.
Qual gestor de Afogados que está conduzindo essas mudanças da nossa cidade? O do primeiro caso, que tem em mente a necessidade de dar mais vida à cidade, requalificando a Avenida Rio Branco, lhes dando um ar moderno?
Ou o do segundo caso, inspirado no ultrapassado “rodoviarismo”. Esquecendo o cidadão – sem ciclovia, pista de cooper, etcétera – desrespeitando os doentes, pois dificulta o acesso ao Hospital e ignorando os que já se foram, quando obriga a fazer um enorme retorno aquele que deseje ir ao cemitério?
Senhor Prefeito, mesmo sendo opositor, vibro quando vejo nossa cidade em obras, mas os votos que tive me levam ao dever de fazer um diagnóstico responsável. O que vejo nessa obra de duplicação da entrada da cidade é ser jogada fora uma tremenda possibilidade de se dar um benefício perpétuo à sociedade afogadense.
Mais que opositor, me comporto como cidadão que quer ver seu município não apenas se desenvolvendo no presente, mas sim, assegurando as futuras gerações, qualidade de vida melhor que a atual.
*Emídio Vasconcelos é vice-presidente do PT de Afogados e foi candidato a prefeito em 2014
O prefeito Sandrinho Palmeira disse ao Frente a Frente como vê a discussão em torno da vice na Frente Popular. Ontem, foi revelada a posição de Totonho Valadares sobre não abrir em relação à escolha da vice para Daniel Valadares. “A Frente Popular tem maturidade grande em relação a isso. Quando fui pré-candidato a vice […]
O prefeito Sandrinho Palmeira disse ao Frente a Frente como vê a discussão em torno da vice na Frente Popular.
Ontem, foi revelada a posição de Totonho Valadares sobre não abrir em relação à escolha da vice para Daniel Valadares.
“A Frente Popular tem maturidade grande em relação a isso. Quando fui pré-candidato a vice disputei com seis nomes e consolidamos o nome sem nenhum racha, nenhum rompimento. Qualquer pessoa pode colocar o nome, inclusive até a prefeito. Todos os dias tenho que matar um leão para consolidar minha candidatura, dada a quantidade de quadros”.
Sandrinho afirmou que em nenhum momento José Patriota falou com ele de outro nome pra vice. “O que ouvi em alguns momentos é que não se pode impedir outras pessoas de colocarem nome, o que também é verdade”.
Mas sinalizou preferir manter a dobradinha com Daniel Valadares. “O que eu tenho colocado é que a gente junto, eu e Daniel temos uma aprovação média de 70%. E não governo sozinho. Governo com a equipe e com o vice. O que eu tenho sentido da população é a (preferência pela) manutenção da chapa. E também não escondo de ninguém e acredito que esse vá ser o caminho que vá acontecer”.
E seguiu: “em algum momento uns colocaram o nome e retiraram, outros colocaram agora. A Frente Popular é isso. Estamos para ouvir, discutir. Tem que ter perguntas, como o porquê de tirar A ou B, os critérios, porque você quer ser. E vamos no processo democrático com maturidade chegar a um denominador comum”.
Em entrevista ao JC Online, José Patriota (PSB), presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Afogados da Ingazeira, dá como certo o uso político não só das operações policiais que têm sido feitas no País durante a campanha, como também dos outros efeitos pandemia, sobretudo contra gestores que buscarão reeleger-se. “A oposição […]
Em entrevista ao JC Online, José Patriota (PSB), presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Afogados da Ingazeira, dá como certo o uso político não só das operações policiais que têm sido feitas no País durante a campanha, como também dos outros efeitos pandemia, sobretudo contra gestores que buscarão reeleger-se.
“A oposição leva vantagem porque os prefeitos tiveram que tomar medidas antipáticas nesse período e isso vai ser usado para desgastar a imagem deles. E aí entra a polêmica que está acontecendo com relação às compras feitas durante a pandemia. Ora, se o mundo todo está precisando de uma dúzia de laranjas, mas o mercado produz apenas seis, essas seis laranjas vão ficar muito caras. Eu não estou dizendo que não tem maldade em alguns casos, mas a maldade não é o que predomina”, detalhou o gestor.
Patriota critica, ainda, a maneira espetacularizada como, segundo ele, as corporações policiais têm conduzido as operações que buscam irregularidades nos gastos para combater a covid-19. Para o prefeito, essa forma de atuação não teria efeito prático relacionado à punição de quem comete esse tipo de crime.
“Divulgação sem apurar até o fim é uma coisa complicada. Você deve correr atrás dos ratos e punir severamente, mas tem que ter muito cuidado porque o pré-julgamento é terrível. O ideal é notificar o ‘cara’ e pedir o que se quer. Se ele não der, que se faça uma busca. Não precisa fazer um espetáculo ainda na fase de apuração. Em nome da transparência o ‘cabra’ virou o satanás e sua reputação nunca mais ele recupera”, ressaltou.
Sobre o impacto das operações policiais no pleito deste ano, a cientista política Priscila Lapa, da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (Facho), disse acreditar que a proximidade temporal entre as investigações e a campanha automaticamente coloca esse tema no centro do debate eleitoral, mas outros temas, como a condução das ações voltadas ao enfrentamento à doença, também estarão em xeque.
“A pauta da pandemia, principalmente o olhar sobre a Saúde, o que foi feito sob esse ponto de vista, a capacidade de apoio ou recuperação econômica da gestão, isso está com um dado fortíssimo para a eleição, por causa dessa distância temporal. Então essa questão das ações da polícia que podem revelar fatos, falhas, desvios em relação à pandemia, com certeza tendem a ser profundamente explorados no processo eleitoral agora de 2020”, explicou Priscila.
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