PT de Afogados sinaliza que terá candidatura própria em 2020
Em reunião realizada domingo, 24 de março, na chácara do vice presidente do PT, Emídio Vasconcelos, o Diretório municipal do partido em Afogados da Ingazeira, avaliou a conjuntura política nacional e municipal, além de dar mais um passo na preparação do partido nas eleições do próximo ano.
Foi debatida a estratégia do partido no lançamento de várias candidaturas ao poder legislativo visando retomar espaço na Câmara de Vereadores. De acordo com a discussão, é a melhor estratégia a ser tomada já que a legenda há anos não tem uma cadeira na Câmara.
Quanto à questão da eleição majoritária, para prefeito, por unanimidade dos presentes houve a compreensão de que assim como em 2012, com Jair das Baterias e em 2016 com Emídio Vasconcelos, o melhor caminho a ser seguido é o fortalecimento do partido com o objetivo de disputar as eleições em 2020 com candidatura própria.
“Mesmo tendo o nome de Emídio como o mais apropriado no momento o partido ainda não encaminhou nenhuma definição de nome”, conclui em nota.
A definição no primeiro momento esfria a possibilidade ventilada de aliança com o bloco governista em Afogados caso José Patriota apoie Alessandro Palmeira, o que vem se desenhando. Em sua última entrevista na Rádio Pajeú Emidio disse concordar “conceitualmente” com a candidatura de Sandrinho.



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar a composição do Congresso Nacional e a postura da classe política em relação à população mais pobre. Em entrevista ao podcast Papo de Crente, concedida nesta sexta-feira (19) ao lado da primeira-dama Janja, Lula afirmou que muitos direitos sociais previstos na Constituição não são regulamentados porque “a maioria dos deputados não são trabalhadores, não têm compromisso com os trabalhadores, são gente de classe média alta… que pouco tá ligando pro povo”.
O governo Raquel Lyra tem aprovação de 46% e desaprovação de 40% em Arcoverde, de acordo com a pesquisa do Instituto Múltipla divulgada hoje pelo blog. Nesse questionamento, 14% não opinaram.



G1













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