O PSB aguarda para o próximo dia 5 a filiação do ex-ministro Joaquim Barbosa (STF) ao partido para ser o seu candidato a presidente da República. O ex-ministro já disse àqueles que o procuraram que não tem temperamento para ser político, que não tem estômago para “engolir sapo” e que o Brasil não está culturalmente amadurecido para colocar um negro na Presidência da República como fizeram os Estados Unidos com Barack Obama.
Mesmo assim o PSB insiste nessa tecla pelo simples fato de o ex-ministro ser uma figura popular. Presidia o STF quando foi julgada a Ação Penal 470 (mensalão) que levou vários petistas à cadeia. Mas afora essa popularidade momentânea, que qualidades tem Joaquim Barbosa para presidir o Brasil? Nunca passou pelo parlamento onde se exercita o princípio do contraditório, tem enormes dificuldades para conviver com os que pensam diferente dele (foi por isso que largou o STF aos 59 anos de idade), é arrogante, autoritário e não reúne nenhuma qualidade para exercer a arte da política.
Guardadas as devidas proporções, temos o PSB imitando o finado PFL, que sem candidato competitivo em 1989 foi atrás de Sílvio Santos e mais recentemente o PPS que bateu à porta de Luciano Huck para ser seu candidato presidencial. Se o PSB quer ter candidato próprio a presidente, que procure em seus próprios quadros alguém que venha da política. Ir atrás de um juiz aposentado só porque ele se tornou popular é tão condenável quanto a atitude do PPS que foi atrás de um animador de TV para entrar na competição. Política é coisa séria.
Vereador demonstrou mágoa por não conseguir presidir o Legislativo de Afogados da Ingazeira. Por André Luis Nesta terça-feira (25), o programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, recebeu o vereador Raimundo Lima, membro histórico do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e da frente Popular de Afogados da Ingazeira. Durante a entrevista, o político discutiu diversos […]
Vereador demonstrou mágoa por não conseguir presidir o Legislativo de Afogados da Ingazeira.
Por André Luis
Nesta terça-feira (25), o programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, recebeu o vereador Raimundo Lima, membro histórico do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e da frente Popular de Afogados da Ingazeira. Durante a entrevista, o político discutiu diversos assuntos relacionados à política local, cenários para as próximas eleições e a disputa pela vice-prefeitura dentro do seu grupo político.
Raimundo Lima iniciou a conversa ressaltando a estabilidade política do município, defendendo a ideia de que “time que se ganha não se mexe”. Segundo o vereador, a população politizada e inteligente de Afogados da Ingazeira tem demonstrado confiança nas gestões da Frente Popular, proporcionando grandes votações aos governantes do partido.
O vereador destacou ainda as boas gestões realizadas pelo PSB em Afogados da Ingazeira, citando a expressiva votação do prefeito Sandrinho e o apoio recebido pelo ex-prefeito Patriota durante sua gestão. Raimundo Lima enfatizou o compromisso do partido em trabalhar pelo desenvolvimento do município.
Questionado sobre a possibilidade de disputar uma eleição majoritária, como prefeito ou vice-prefeito, Raimundo demonstrou interesse, mas ressaltou que a decisão dependeria do povo e do partido.
Demonstrando um pouco de mágoa, Raimundo também mencionou seu desejo de ser presidente da Câmara Municipal, mas revelou que algumas discordâncias com o formato das eleições internas do legislativo o fizeram refletir sobre essa possibilidade. “Está mais fácil ser prefeito ou vice-prefeito, do que presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira”, disparou.
A entrevista também abordou a disputa pela vice-prefeitura na chapa do prefeito Sandrinho Palmeira que irá disputar a reeleição. O vereador mencionou nomes que podem ser candidatos, demonstrando naturalidade nas disputas internas do grupo. Ele destacou a importância de que os candidatos apresentem o trabalho realizado e o que ainda pode ser feito pelo município como estratégia para conquistar o apoio da população.
Questionado sobre os ataques do vereador Vicentinho, que pleiteia o direito de disputar a vaga de vice na chapa, ao atual vice-prefeito, Daniel Valadares, Lima disse que cada um tem a sua estratégia, mas que ele não usaria o ataque como forma. “Acredito que se deva enaltecer o adversário, visto que é do mesmo grupo e mostrar o que pode fazer de melhor. Defendo que o respeito deva existir acima de tudo”, disse Raimundo.
Um dos assuntos levantados foi a possibilidade de Danilo Simões se candidatar pela oposição. Raimundo ressaltou o histórico político da família de Danilo e sua postura como um nome que reforçaria a política local. No entanto, o vereador expressou dúvidas sobre o sucesso dessa candidatura e disse haver a possibilidade de que Danilo se junte a Frente Popular.
Ao ser questionado sobre como os membros da Frente Popular lidam com as críticas em relação ao tempo no poder e a necessidade de mudança, Raimundo afirmou que a política é democrática e que a alternância de poder faz parte do processo. No entanto, ele enfatizou que vê a gestão atual como positiva e com capacidade de fazer mais pelo município.
Raimundo também fez uma comparação destacando que assim como em um time de futebol bem-sucedido, onde o elenco se mantém vitorioso, a frente Popular busca continuar seu trabalho em prol de Afogados da Ingazeira.
Após uma semana de atividades paralisadas em função da morte do ex-governador Eduardo Campos, a coligação Pernambuco Vai Mais Longe retoma a campanha nesta quarta-feira (20), em Jaboatão dos Guararapes. Os candidatos a governador, Armando Monteiro (PTB), a vice-governador, Paulo Rubem (PDT), e a senador, João Paulo (PT), estiveram no mercado público de Cavaleiro, onde […]
Após uma semana de atividades paralisadas em função da morte do ex-governador Eduardo Campos, a coligação Pernambuco Vai Mais Longe retoma a campanha nesta quarta-feira (20), em Jaboatão dos Guararapes. Os candidatos a governador, Armando Monteiro (PTB), a vice-governador, Paulo Rubem (PDT), e a senador, João Paulo (PT), estiveram no mercado público de Cavaleiro, onde fizeram visita, acompanhados lideranças políticas da Região Metropolitana do Recife.
Ainda na quarta-feira (20), Armando, Paulo Rubem e João Paulo participaram, às 20h, de um encontro com lideranças políticas ligadas à vereadora do Recife Isabella de Roldão (PDT), candidata à Câmara Federal, a reunião aconteceu no tradicional Clube das Pás, no bairro de Campo Grande, Zona Norte do Recife.
Na quinta-feira (21), Armando, Paulo Rubem e João Paulo tomam café da manhã com empresários, em Santo Amaro, na região central da capital. Às 10h30, o candidato a governador será sabatinado por empreendedores dos setores de tecnologia, informática e comunicação, no Porto Digital (Rua do Apolo, 181, Bairro do Recife, na área central do Recife). Às 16h, a chapa majoritária vai realizar um grande encontro com lideranças que integram a coligação: candidatos, coordenadores e militância de todo o Estado. O evento ocorre na casa de recepções Rose Beltrão, no bairro de Apipucos, na Zona Norte do Recife.
Ainda na quinta-feira, Armando vai a Paulista, na Região Metropolitana do Recife, para a inauguração do comitê do candidato a deputado Edmilson do Pagode (PTB), vereador do município. O espaço fica na PE-15, na entrada de Arthur Lundgren.
FIM DE SEMANA – A sexta-feira (22) reserva na agenda de Armando um almoço com integrantes do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), às 12h30, em local ainda a ser definido. À noite, Armando participa de entrevistas na Rede Globo e no portal G1, em Ouro Preto, Olinda.
No sábado (23) o destino da caravana de Armando, Paulo Rubem e João Paulo é a Região Metropolitana e a Zona da Mata. Pela manhã, às 9h, Ouro Preto volta a receber Armando, junto com os demais candidatos majoritários, para uma caminhada pelo centro comercial do bairro.
À tarde, Armando se deslocará para Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, onde almoça com lideranças políticas, às 12h, e comanda carreata que percorrerá 15 bairros da cidade, a partir das 14h. Ao final, por volta das 16h30, será realizado um comício, na Praça Águas Brancas.
A última parada é a cidade de Carpina, na Zona da Mata Norte, onde a majoritária da coligação Pernambuco Vai Mais Longe participa de caminhada e comício, às 19h30, no lançamento da candidatura do ex-prefeito Manoel Botafogo (PDT) a deputado estadual.
O deputado estadual Lucas Ramos (PSB) fez um balanço do trabalho desempenhado pela Frente Parlamentar em Defesa da Chesf desde que foi instalada há um ano na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O colegiado, primeiro a ser criado no Brasil, é presidido pelo socialista e tem entre os objetivos preservar a atual política de usos múltiplos […]
O deputado estadual Lucas Ramos (PSB) fez um balanço do trabalho desempenhado pela Frente Parlamentar em Defesa da Chesf desde que foi instalada há um ano na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O colegiado, primeiro a ser criado no Brasil, é presidido pelo socialista e tem entre os objetivos preservar a atual política de usos múltiplos das águas do Rio São Francisco.
Lucas ressaltou que as audiências públicas e reuniões de trabalho garantiram a transparência nos debates sobre a proposta de privatização do Sistema Eletrobras apresentada pelo Governo Federal: “Foram doze audiências públicas, cinco visitas institucionais e ações de articulação com líderes de diversos setores, além de visitas técnicas aos eixos de transposição do Rio São Francisco e à Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso. Alcançamos um forte poder de mobilização regional e foi a partir da Assembleia Legislativa de Pernambuco que o movimento ganhou musculatura e colocou a questão na pauta nacional”.
O deputado lembrou que a Frente Parlamentar promoveu duas reuniões com o Governo de Pernambuco e em uma delas contou com a presença dos governadores e representantes dos nove estados nordestinos e de Minas Gerais. “Os chefes dos poderes executivos estaduais manifestaram publicamente concordarem com nossa posição contrária à privatização, o que reforçou o movimento”, relatou.
O socialista relembrou a carta escrita por Miguel Arraes nos anos 90 posicionando-se contra a iniciativa de desestatização da Companhia apresentada à época. “Em meados de 1995, o então governador liderava Pernambuco na reação a essa tentativa de se desfazer do patrimônio nacional. Agora, 23 anos depois, nosso estado mais uma vez mostrou-se na vanguarda das lutas e causas nacionais”, destacou.
O arquivamento do Projeto de Lei N° 9463 – que propõe a privatização da Eletrobras – no Congresso Nacional foi comemorado pelo socialista. “Nosso trabalho surtiu efeito e deixou claro que a iniciativa de colocar na prateleira de venda a Eletrobras e suas treze subsidiárias, entre elas a Chesf, tinha como objetivo fazer caixa para cobrir o rombo nas contas públicas provocado pela má gestão do desgoverno que aí está”, lembrou.
Em seu pronunciamento, Lucas também chamou a atenção para os riscos que a venda da Companhia poderia trazer às políticas públicas vinculadas aos recursos hídricos do Rio São Francisco. “O prejuízo seria ainda maior. Estávamos correndo o risco de perder o controle dos usos múltiplos das águas do Velho Chico, o maior rio perene do Nordeste e impulsionador do desenvolvimento regional com ações que promovem a agricultura familiar e irrigada, a pesca artesanal, o abastecimento, o turismo e a geração de energia”, apontou.
A Câmara dos Deputados já gastou R$ 3,3 milhões para bancar os gabinetes de parlamentares presos ou fora do Brasil, sem registro de presença em sessões. O levantamento, divulgado pelo Estadão, mostra que o ex-deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), cassado em abril após um ano preso, e os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Carla Zambelli […]
A Câmara dos Deputados já gastou R$ 3,3 milhões para bancar os gabinetes de parlamentares presos ou fora do Brasil, sem registro de presença em sessões. O levantamento, divulgado pelo Estadão, mostra que o ex-deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), cassado em abril após um ano preso, e os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Carla Zambelli (PL-SP), ambos impedidos de receber salário por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), continuam com gabinetes ativos, servidores e despesas pagas pela Casa.
O caso provocou indignação entre parlamentares e reacendeu o debate sobre a blindagem e os privilégios dentro da Câmara, em meio a uma crise de credibilidade do Legislativo. As informações são do portal Congresso em Foco.
Três gabinetes, milhões em gastos e nenhum trabalho
Em menos de dois anos, os gabinetes dos três deputados consumiram R$ 3,3 milhões dos cofres públicos — R$ 1,9 milhão de Chiquinho Brazão, R$ 900 mil de Eduardo Bolsonaro e R$ 300 mil de Carla Zambelli.
Mesmo presos ou ausentes do país, os parlamentares mantêm equipes numerosas:
Zambelli possui 12 assessores, que custam cerca de R$ 103 mil por mês;
Eduardo Bolsonaro, nove servidores, com R$ 132 mil mensais;
Chiquinho Brazão manteve 24 funcionários, somando R$ 120 mil por mês, até ser cassado por excesso de faltas.
Carla está presa na Itália, enquanto Eduardo articula sanções contra o Brasil e autoridades brasileiras, alegando que o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, é perseguido judicial e politicamente.
Mesmo com os parlamentares sem desempenhar o mandato, os gabinetes continuaram operando sob justificativas burocráticas. Em nota, a equipe de Zambelli afirmou que segue “desempenhando suas funções legislativas e administrativas”, mesmo com a deputada presa na Itália após ser condenada pelo STF a dez anos de prisão pela invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela foi condenada a mais de cinco anos de prisão por perseguição com arma de fogo a um jornalista.
“Deputado home office” e acordões no Congresso
A manutenção das estruturas levou o vice-líder do governo, Alencar Santana (PT-SP), a apresentar um projeto que proíbe o “deputado home office”, aquele que, mesmo afastado do país, mantém gabinete e equipe pagos com recursos públicos.
“É ilógico ser eleito para exercer função na Câmara e ficar em outro país”, afirmou Santana ao Estadão. “Deputados que não exercem o mandato plenamente não podem custar milhões aos cofres públicos.”
Mas o descontentamento na base governista foi além. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), classificou a situação como “um absurdo e um escárnio”, afirmando que há “um acordão para blindar os bolsonaristas”.
Cassações paradas
Os processos contra Zambelli e Eduardo Bolsonaro seguem travados. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ainda não julgou o pedido de perda de mandato da deputada, e o Conselho de Ética avalia o caso de Eduardo, cujo relator, Delegado Marcelo Freitas (União-MG), pediu o arquivamento.
Mesmo assim, Eduardo poderá perder o mandato em 2026 por excesso de faltas, caso continue sem registrar presença. De acordo com Lindbergh, há um “acordão” na Câmara para que Eduardo perca o mandato por ausências, em vez de ter seu processo analisado pelos colegas. Com a cassação por faltar a mais de um terço das sessões sem justificativa, ele continua elegível para o próximo ano e poderá se candidatar novamente, o que não ocorreria com o julgamento no Plenário.
O Presidente da Câmara Municipal de Santa Terezinha Dr Junior (PODEMOS) participou do quadro Quinta do Vereador, na última quinta feira (16), da sabatina virtual do grupo Tribuna Independente, tratando de temas do mandato e demais questões sobre o desenvolvimento de Santa Terezinha. Na oportunidade do debate, mediado pelo ex vereador Andrade, Dr Junior fez […]
O Presidente da Câmara Municipal de Santa Terezinha Dr Junior (PODEMOS) participou do quadro Quinta do Vereador, na última quinta feira (16), da sabatina virtual do grupo Tribuna Independente, tratando de temas do mandato e demais questões sobre o desenvolvimento de Santa Terezinha.
Na oportunidade do debate, mediado pelo ex vereador Andrade, Dr Junior fez um apanhado das diversas ações que o legislativo municipal tem realizado, do avanço em muitas áreas com a prestação de contas do AGORA É LEI, apresentando os projetos de sua autoria e um balanço da sua gestão à frente do parlamento municipal, relembrando a reforma e ampliação da Câmara de Vereadores e a entrega da galeria dos ex presidentes.
Advogado de formação e empreendedor na cidade, Dr Junior respondeu diversas dúvidas dos mais de 200 participantes da sabatina sobre direito e política. Defendeu que as vocações de Santa Terezinha estão sendo sub utilizadas e que a ausência de investimento em qualificação prejudica a atração de novos empreendimentos e geração de emprego.
Pré candidato a reeleição, Dr Junior ainda enfatizou que o grande desafio de Santa Terezinha é assumir maior protagonismo regional, investir na economia criativa, aproximar a iniciativa privada do poder público e criar uma cadeia produtiva com as vocações locais.
“Santa Terezinha tem diversas potencialidades, estamos bem situados geograficamente, nosso povo tem muito talento. Mas falta uma gestão que enxergue isso e pense no futuro. Qualificar nosso jovem hoje significa garantir um futuro de mais empregos, mais cidadania. Quero, ao lado da juventude, construir alternativas para que possamos vencer essa dependência da velha política que não quer a população qualificada, porque um povo que pensa é um povo independente. Vamos trabalhar para atrair cursos, formações e investir na nossa maior riqueza: o povo de nossa terra.” disse.
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