Dois importantes partidos do Bloco de apoio ao Governo Paulo Câmara se reuniram no final de semana em Tabira para tratar da sucessão do Prefeito Sebastião Dias do PTB.
As duas legendas compõem o Grupão da oposição em Tabira e defendem a unidade em torno de um projeto que mude Tabira. Até aí tudo se encaixa nos planos do primeiro debate da oposição.
Acontece que nos últimos dias, muita coisa mudou entre parentes do ex-prefeito Josete Amaral. Elias Manú retirou a candidatura e anunciou apoio à reeleição do Poeta.
Aumentaram os rumores de que Mário Amaral, irmão de Josete, vai ingressar no governo. Outros já dizem que Zé Amaral se reuniu com Sebastião e definiu com ele que uma pesquisa entre os dois vai definir o candidato e o vice.
Da parte do Dr. Josete, ele nada adiantou. Assim o PSB representado pelo Presidente Pipi da Verdura e os seus vereadores se reuniu com a vice-Prefeita Genedy Brito e o médico Alan Xavier, ambos do PR para abrir o debate sobre um plano B em caso do grupão não avançar.
Os dois partidos confirmam presença na reunião da sexta-feira para tratar de sucessão.
Da Itapuama FM E lá se foi a tão esperada paz na sessão da Câmara de Vereadores de Arcoverde da noite desta segunda-feira (1°/06). O vereador João Taxista tocou fogo no cachimbo da paz. Do nada, entre outras peripécias: arrumou briga pra ele falando no ex-prefeito Wellington e na esposa dele; atrapalhou apresentação de requerimentos; […]
E lá se foi a tão esperada paz na sessão da Câmara de Vereadores de Arcoverde da noite desta segunda-feira (1°/06).
O vereador João Taxista tocou fogo no cachimbo da paz.
Do nada, entre outras peripécias: arrumou briga pra ele falando no ex-prefeito Wellington e na esposa dele; atrapalhou apresentação de requerimentos; transgrediu ‘questão de ordem’ e foi eleito a “metralhadora giratória” da noite.
Atirou pra todo lado e o tiro, mais uma vez, foi no próprio pé.
Internautas que ouviam e assistiam a sessão questionaram o descontrole sem motivo e o comportamento intempestivo/desequilibrado do parlamentar.
“Quem é esse? Que coisa feia!”, questionou um espectador, sem reconhecer o comportamento de Taxista. “Quem mandou ele fazer isso na sessão?”, se perguntava outro. “Só foi pra sessão fazer bagunça e agir como moleque”, repudiou outra internauta.
O presidente da Casa, Luciano Pacheco, cassou a palavra do seu par e afirmou que esse tipo de comportamento configura quebra de decoro parlamentar.
Até agora, a mágoa de Miguel Coelho não chegou à governadora Raquel Lyra. Parou e ficou em Eduardo da Fonte e no Progressistas, que lhe tiraram a chance de disputar o Senado. Nas declarações públicas, ele mantém o discurso de apoio à reeleição da governadora. Claro, precisa provar. A palavra tem que estar casada com […]
Até agora, a mágoa de Miguel Coelho não chegou à governadora Raquel Lyra. Parou e ficou em Eduardo da Fonte e no Progressistas, que lhe tiraram a chance de disputar o Senado.
Nas declarações públicas, ele mantém o discurso de apoio à reeleição da governadora. Claro, precisa provar. A palavra tem que estar casada com a postura, a ação. Arregaçar as mangas, evitar sangria na base e participar dos atos da governadora, dentre outros gestos, vão provar seu nível de envolvimento.
Até agora, pelo menos, Miguel tem reafirmado o apoio à reeleição da gestora nas eleições deste ano.
“O projeto individual não pode se sobrepor a um projeto maior. Estou dando mais uma demonstração disso: de não fazer nenhum ‘cavalo de pau’, fazer a pequena política. O Brasil e Pernambuco precisam de uma política de mais responsabilidade, que a gente brinque menos com sonhos e com o futuro do povo pernambucano”, declarou.
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado A CPI da Pandemia aprovou nesta quarta-feira (30) uma série de requerimentos de quebras de sigilos, pedidos de informações e de convocações, entre elas a do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara. O depoimento foi marcado para a quinta-feira (8) da próxima semana. A iniciativa partiu do […]
A CPI da Pandemia aprovou nesta quarta-feira (30) uma série de requerimentos de quebras de sigilos, pedidos de informações e de convocações, entre elas a do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara. O depoimento foi marcado para a quinta-feira (8) da próxima semana.
A iniciativa partiu do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). No dia 25 de junho, ao depor à comissão de inquérito, o deputado Luis Miranda (DEM-DF) disse aos senadores que o presidente Jair Bolsonaro sabia que Barros estava envolvido em supostas irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin.
Representantes de empresas da área farmacêutica e funcionários do Ministério da Saúde também serão ouvidos. É o caso de Túlio Silveira e Emanuela Medrades, da Precisa Medicamentos, empresa que faria a intermediação com a Bharat Biotech, produtora do imunizante. O requerimento também foi apresentado por Alessandro Vieira.
A denúncia de Luis Miranda levou ainda o senador Humberto Costa (PT-PE) a pedir a convocação de Regina Celia Silva Oliveira, servidora do Ministério da Saúde e fiscal do contrato que estava para ser celebrado entre a governo federal e a Bharat Biotech. Segundo ele, a funcionária é peça-chave para elucidar as suspeitas de corrupção nas negociações.
Bloqueio
A CPI aprovou também pedido de explicações do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, sobre o bloqueio do servidor Luis Ricardo Miranda aos sistemas de informática do ministério. O funcionário público de carreira é irmão do deputado Luis Miranda e também depôs à CPI no dia 25 de junho, quando fizeram as denúncias de irregularidades no processo de aquisição da Covaxin.
“É necessário entender o porquê desse bloqueio, uma vez que o mesmo só se justifica pela demissão do funcionário ou a instauração de um processo administrativo”, justificou Randolfe Rodrigues (Rede-AP) em seu requerimento.
Diante da afirmação do deputado Luis Miranda de que teria mais fatos a revelar à comissão de inquérito, os senadores decidiram ouvi-lo mais uma vez. A partir de dois requerimentos — de Randolfe e de Alessandro —, a CPI fará uma reunião reservada com o denunciante, que será tratado como testemunha, sob compromisso de dizer a verdade.
Eduardo Pazuello
A maioria oposicionista na CPI conseguiu aprovar a quebra dos sigilos telefônico, bancário, fiscal e telemático do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. O pedido partiu do senador Rendolfe Rodrigues, que pretende investigar uma denúncia apresentada em maio pelo Jornal Nacional. Conforme o noticiado pela TV Globo, na gestão de Pazuello, militares escolheram, sem licitação, empresas para reformar prédios antigos no Rio de Janeiro. E, para isso, usaram a pandemia como justificativa para considerar as obras urgentes.
“Foram identificadas dispensas de licitação a duas empresas contratadas para reformas de galpões na Zona Norte da capital e para a reforma na sede do Ministério da Saúde no estado do Rio de Janeiro”, explicou.
Ainda segundo o senador, o general Eduardo Pazuello reforçou a presença de militares na Superintendência Estadual do Ministério no Rio de Janeiro. Na ocasião, ele nomeou o coronel da reserva George Divério para chefiar a instituição no estado. “Em novembro, num período de dois dias, Divério autorizou duas contratações sem licitação que somam cerca de R$ 28,8 milhões”, esclareceu.
Amazonas
A reunião desta quarta-feira foi aberta com uma longa discussão entre os senadores a respeito de requerimentos colocados em pauta pelo presidente, Omar Aziz (PSD-AM), que acusa a conselheira do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas Yara Lins de ter sido beneficiada pelo governo local em troca de proteção ao governador Wilson Lima.
Yara é mãe do deputado estadual Fausto Junior (MDB), que prestou depoimento à CPI da Pandemia na terça-feira (29). Fausto foi relator de uma comissão de inquérito na Assembleia Legislativa do Amazonas e, em seu relatório final, não pediu o indiciamento do governador, o que causou estranheza a vários senadores.
O senador Eduardo Braga (MDB-AM) alegou que os requerimentos relativos ao tema foram apresentados na noite de terça-feira, desrespeitando o prazo regimental de 48 horas de antecedência.
— Essa comissão não pode ser destinada a uma disputa regional. O senhor está colocando a família da conselheira entre os requerimentos de quebra de sigilo com qual argumentação? Será que os senadores ficam à vontade para votar isso dessa forma? […] O senhor quer trazer para esta CPI a disputa de 2022 no estado do Amazonas. Não faça isso, senador! — afirmou, irritado, Eduardo Braga.
O presidente Omar Aziz alegou não se tratar de uma questão regional e que irregularidades no Amazonas fazem parte do escopo inicial da comissão parlamentar de inquérito.
— A maioria desses requerimentos foram feitos por mim, assinados por mim, e tratam basicamente do Amazonas, onde eu afirmo que tem fortes indícios de que uma conselheira estaria recebendo vantagens para que o filho dela não indiciasse o governador Wilson Lima — esclareceu.
Os dois prosseguiram a discussão e foi preciso que outros senadores interviessem, pedindo calma. Diante do impasse, os requerimentos sobre o assunto foram retirados de pauta.
Consórcio Nordeste
O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) voltou a cobrar investigações sobre denúncias de irregularidades ocorridas no âmbito do Consórcio Nordeste. Já na abertura da reunião desta quarta-feira, ele pediu a inclusão de requerimentos sobre o assunto, entre eles, o da convocação secretário-executivo grupo, Bruno Dauster.
— Ele precisa explicar os meandros que envolveram a contratação, com dispensa de licitação e com pagamento antecipado pelos estados consorciados, de 300 respiradores em face da empresa Hempcare Pharma Representações, que comercializa produtos à base da maconha, pelo valor de R$ 48,7 milhões — afirmou.
O presidente Omar Aziz informou que vai agendar uma reunião deliberativa específica para análise de requerimentos, num dia em que não houver oitivas de testemunhas. Ele avisou ainda que a agenda inicial da comissão para a próxima semana terá o depoimento fechado do deputado Luis Miranda, na terça-feira (6); o servidor Roberto Ferreira Dias, do Ministério da Saúde, na quarta-feira (7); o deputado Ricardo Barros, na quinta-feira (8); e o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel, na sexta-feira (9).
Município conta com 18 serra-talhadenses internados em leitos de UTI. A Prefeitura de Serra Talhada reuniu na tarde desta quarta-feira (03/03), através de videoconferência, o Gabinete de Monitoramento e Enfrentamento à Covid-19. De acordo com a prefeita Márcia Conrado, as ações contra a pandemia serão intensificadas no município a partir desta quinta-feira (04/03), uma vez […]
Município conta com 18 serra-talhadenses internados em leitos de UTI.
A Prefeitura de Serra Talhada reuniu na tarde desta quarta-feira (03/03), através de videoconferência, o Gabinete de Monitoramento e Enfrentamento à Covid-19.
De acordo com a prefeita Márcia Conrado, as ações contra a pandemia serão intensificadas no município a partir desta quinta-feira (04/03), uma vez que estamos enfrentando um momento preocupante com recordes de óbitos em todo o país.
“Nós vamos intensificar e fortalecer as ações contra à Covid-19. O Brasil vem vivenciando recordes negativos de óbitos e nós não queremos que isso aconteça em Serra Talhada. Estamos muito preocupados com a evolução da doença e por isso a partir de amanhã as nossas ações serão intensificadas, e para que a gente tenha êxito, é preciso que cada um faça a sua parte”, afirmou.
Uma das principais preocupações do município no momento é o aumento do número de pacientes serra-talhadenses internados nos Leitos de Terapia Intensiva – UTI do Hospital Eduardo Campos e do Hospam.
“Nós temos neste momento um total de 18 pacientes de Covid-19 de Serra Talhada em leitos de UTI, sendo 13 no Eduardo Campos e 05 no Hospam, a maior ocupação de UTIs com pacientes de Serra Talhada desde o início da pandemia, portanto, é um momento de muita preocupação e que requer esforços redobrados”, alertou a prefeita, que fez um comunicado oficial à população nesta quarta-feira.
“Gostaria de registrar, para esclarecimento, o meu entendimento a respeito do momento político que vive o Brasil. Não houve tempo, de minha parte, de conversar sobre esta nota que está circulando como sendo a posição dos Governadores do Nordeste. A nota divulgada, a qual respeito, não teve minha participação. E, por isso, gostaria de externar […]
“Gostaria de registrar, para esclarecimento, o meu entendimento a respeito do momento político que vive o Brasil. Não houve tempo, de minha parte, de conversar sobre esta nota que está circulando como sendo a posição dos Governadores do Nordeste. A nota divulgada, a qual respeito, não teve minha participação. E, por isso, gostaria de externar minha posição.
Entendo que não existe, até aqui, as condições para o impedimento da presidente da República. Mas há agora um fato consumado: foi aberto o processo de impeachment, para o qual, no meu entender, o presidente Eduardo Cunha tem sua legitimidade comprometida na condução da Câmara dos Deputados. Ele precisa deixar a presidência da Casa.
Diante do fato consumado, espero que possamos superar esse impasse político. O que a população quer ver são ações em favor da coletividade, tais como a nossa luta para conter o avanço do mosquito aedes aegypti; o combate ao desemprego, que sobe em velocidade; o esforço para tomar medidas certas para controlar a inflação; e nossa atuação para recolocar o Brasil nos trilhos para que o País volte a crescer e a gerar emprego e renda.
É necessária uma união nacional para a superação dos atuais obstáculos. Temos que trabalhar duro para que em 2016 esta crise política seja ultrapassada e que os problemas econômicos sejam efetivamente enfrentados. Isso só será possível com estabilidade política para resgatar a confiança e a credibilidade na nossa economia.
Esse processo também é uma oportunidade para o Governo, de fato, quem sabe, rearrumar a sua base no Congresso Nacional e aprovar as medidas necessárias para ajustar a economia. É preciso dar um basta na política pequena, de troca de favores para qualquer tomada de posição.
Nosso partido não votou nem na presidente da República e nem no presidente da Câmara dos Deputados. Trilhamos nosso próprio caminho. Essa postura continuará, defendendo as instituições e o respeito à Constituição do País.”
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