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PSB de Tabira procura outro candidato para substituir Zé de Bira

Por Nill Júnior
Zé-de-Bira
Por Anchieta Santos

O chove não molha do PSB em busca de um candidato para disputar a sucessão do Prefeito Sebastião Dias (PTB), em Tabira, continua.

O partido do governador Paulo Câmara, que dias atrás tinha cerca de 5 pré-candidatos a prefeito, hoje está sem nenhum.

Depois da tumultuada reunião do PSB/PRB na semana que passou, os socialistas promoveram uma rápida reunião onde o vereador Zé de Bira alegando problemas pessoais, comunicou a sua desistência.

Resta saber quem será o próximo nome a ser “abençoado” ou “queimado” pelo partido. Lideranças não faltam: ex-vice-prefeito Joel Mariano, e os vereadores Marcos Crente, Edmundo Barros e Sebastião Ribeiro.

Outras Notícias

Em virtude da chuvas, show de Léo Magalhães em Afogados é cancelado

O show com o cantor Léo Magalhães, que comemoraria um ano da Chácara Vitoriah em Afogados da Ingazeira foi cancelado em virtude das chuvas que caem em Afogados da Ingazeira e toda a região. Segundo a organização, uma nova data será marcada para o evento. A capacidade da casa era de 4 mil pessoas para […]

O show com o cantor Léo Magalhães, que comemoraria um ano da Chácara Vitoriah em Afogados da Ingazeira foi cancelado em virtude das chuvas que caem em Afogados da Ingazeira e toda a região.

Segundo a organização, uma nova data será marcada para o evento. A capacidade da casa era de 4 mil pessoas para o encontro, que ainda teria o DJ W.Rocha e Odair dos Teclados.

A organização informou que quem adquiriu ingressos antecipados vai poder guardar para a nova data.

Desde o início da noite, chove vem em toda a região do Pajeú. A chuva, contante e permanente, alterna momentos de maior e menor intensidade. Como o espaço é aberto, inviabiliza a realização do show.

Veja comunicado da organização:

Devido ao respeito que temos por todos que adquiriram os ingressos para o show de Léo Magalhães, informamos que o evento de hoje será adiado por motivos climáticos.

Pedimos desculpas e esperamos a compreensão de todos. Aos que compraram os ingressos, guardem, pois os mesmos valerão para o show que será remarcado em breve para que o artista Léo Magalhães retorne a nossa cidade.

Certamente tal fato não diminuirá nossa dedicação em continuar a proporcionar diversão e alegria a todos e não mediremos esforços para continuarmos produzindo grandes festas com grandes atrações.

Atenciosamente,

Erik e Lívia –  Proprietários da Chácara Vitoriah

Prefeito Arquimedes e deputado Fernando Monteiro debatem obras e fortalecimento do Buíque Frio

Antes de participar das festividades do São João de Guanumbi, zona rural de Buíque, o deputado federal Fernando Monteiro (PP) teve uma reunião de trabalho com o prefeito Arquimedes Valença (MDB) e a Secretária de Finanças, Telma Valença. Em pauta investimentos na saúde, infraestrutura com recursos para pavimentação, projetos e ações que deverão ser desenvolvidos […]

Antes de participar das festividades do São João de Guanumbi, zona rural de Buíque, o deputado federal Fernando Monteiro (PP) teve uma reunião de trabalho com o prefeito Arquimedes Valença (MDB) e a Secretária de Finanças, Telma Valença. Em pauta investimentos na saúde, infraestrutura com recursos para pavimentação, projetos e ações que deverão ser desenvolvidos ao longo do mandato do parlamentar em favor da população de Buíque, além do apoio ao Buíque Frio 2019.

“Colocamos para o deputado Fernando Monteiro a questão da reforma da casa de saúde, pavimentação em diversas ruas da cidade, custeio das unidades de saúde, construção de novas obras que beneficiem a população e o apoio e ampliação do Buíque Frio, um evento que estamos consolidando no nosso calendário de festividades, numa parceria com o comércio local”, ressaltou Arquimedes Valença.

O deputado Fernando Monteiro informou que já está se dedicando ao estudo de ações e projetos para o município de Buíque e espera em breve anunciar boas novas para a população do município. Outra informação importante nos repassada pelo parlamentar é que ele já está agendando com a Casa Civil, a pedido do prefeito, uma reunião para tratar do apoio do Governo do Estado ao Buíque Frio.

“Somos parceiros do prefeito Arquimedes, nosso trabalho será atrair mais projetos, recursos e ações para ampliar a atuação do governo municipal e entre eles está o Projeto Buíque Frio”, afirmou Monteiro, que espera integrar o Buíque Frio no calendário estadual de eventos.

Ponte gera riscos de acidentes entre Serra e Floresta, denuncia vereador

O vereador serra-talhadense Pinheiro do São Miguel, do AVANTE  cobrou às autoridades estaduais através do blog uma ação urgente em uma ponte da PE 390. O trecho fica entre Serra Talhada e Floresta, nas imediações da tradicional Fazenda São Miguel, cantada em muitas músicas de artistas regionais. Há uma fissura e galhos de árvore sinalizando […]

O vereador serra-talhadense Pinheiro do São Miguel, do AVANTE  cobrou às autoridades estaduais através do blog uma ação urgente em uma ponte da PE 390.

O trecho fica entre Serra Talhada e Floresta, nas imediações da tradicional Fazenda São Miguel, cantada em muitas músicas de artistas regionais.

Há uma fissura e galhos de árvore sinalizando que ali existe um buraco e o desnível pode ocasionar um acidente. O vereador diz que motoristas inadvertidos já sofreram pequenos acidentes,  sem prejuízos. “Estamos cobrando via Câmara e tentando chegar ao Governo do Estado”, diz.

Pinheiro diz que já havia cobrado e a questão tinha sido resolvida,  mas o problema voltou. “O acesso ao aeroporto também voltou a ficar esburacado”, reclama.

Bolsonaristas reclamam do Nordeste, mas derrota foi no Sudeste

Presidente teve em pontos percentuais mais votos de nordestinos em 2022 do que em 2018; já no Sudeste, foi o oposto Tiago Mali/Poder 360 Os aliados de Jair Bolsonaro (PL) nas redes sociais reclamaram nas últimas semanas dos eleitores do Nordeste, que teriam sido os principais responsáveis pela vitória de Luiz Inácio Lula da Silva […]

Presidente teve em pontos percentuais mais votos de nordestinos em 2022 do que em 2018; já no Sudeste, foi o oposto

Tiago Mali/Poder 360

Os aliados de Jair Bolsonaro (PL) nas redes sociais reclamaram nas últimas semanas dos eleitores do Nordeste, que teriam sido os principais responsáveis pela vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Embora o petista de fato tenha vencido entre nordestinos, a análise dos bolsonaristas está errada. Na realidade, o presidente teve no Nordeste em 2022 mais votos em termos percentuais do que recebeu em 2018.

Há 4 anos, Bolsonaro recebeu 30,3% dos votos válidos dos eleitores nordestinos no 2º turno. Agora, foram 30,7%.

Embora seja uma diferença pequena de só 0,4 ponto percentual, se aplicada ao total de votos válidos de 2022, isso equivaleria a um apoio extra de 130 mil eleitores para o presidente neste ano no Nordeste.

Já no Sudeste, Bolsonaro protagonizou uma débâcle eleitoral. Em 2018, no chamado “Triângulo das Bermudas da política” (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais), o presidente teve 65,5% dos votos válidos. Agora, foram só 54,1%.

Essa expressiva diferença de 11,4 pontos percentuais em São Paulo, Rio e Minas, se aplicada ao número de votos válidos em 2022, representariam 5,4 milhões de votos a mais para o atual presidente.

Como se sabe, Bolsonaro perdeu no Brasil inteiro para Lula por uma diferença de só 2.139.645 votos. Se os sudestinos bolsonaristas (que tanto reclamam dos nordestinos) tivessem dado neste ano o mesmo apoio de 2018, o presidente teria sido reeleito.

São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais têm, somados, 63,8 milhões de eleitores. Isso equivale a 41% do total do eleitorado do Brasil inteiro. Esses 3 Estados são conhecidos como “Triângulo das Bermudas da política” numa alusão à perigosa região do Caribe e que aviões caem e furacões causam devastações de tempos em tempos.

Na política brasileira ocorre o mesmo: de tempos em tempos, algum candidato a cargo relevante acaba sendo tragado pela rejeição de paulistas, mineiros e fluminenses.

Armando culpa governo pela greve e diz que “crise estava contratada”

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) culpou, nesta terça-feira (29), o governo pela alta de preços do óleo diesel que provocou a crise da greve dos caminhoneiros. Em debate com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), o petebista disse que o governo adotou uma política de choque […]

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) culpou, nesta terça-feira (29), o governo pela alta de preços do óleo diesel que provocou a crise da greve dos caminhoneiros.

Em debate com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), o petebista disse que o governo adotou uma política de choque de preços dos combustíveis num momento absolutamente inoportuno, de desaceleração da economia.

“Esta crise já estava contratada. Para resolver o problema do endividamento da Petrobras, que era dramático, o governo endereçou à sociedade uma política de preços maluca do reajuste dos combustíveis, absolutamente imprevisível, numa conjuntura econômica de baixa demanda. Houve imprudência e insensibilidade, que desaguaram na crise aguda pela qual está passando o país inteiro”, declarou.

Segundo Armando, colaborou para a prática de reajustes constantes dos combustíveis num cenário de baixa atividade econômica o fato do governo federal e dos governos estaduais serem “sócios” dessas altas de preços, pela elevada tributação dos combustíveis. O petebista informou que, no primeiro quadrimestre do ano, a receita da União com os impostos sobre derivados de petróleo cresceu 57,8% em relação a igual período de 2017, atingindo cerca de R$ 22 bilhões. “O governo federal e os governos estaduais estavam numa situação confortável e espetaram a conta na sociedade”, assinalou.

REGULAÇÃO FORTE – O senador pernambucano enfatizou que o monopólio da Petrobras permite a prática de reajustes abusivos de preços. Defendeu, por isso, “uma regulação mais forte nos preços da Petrobras, de modo a buscar tarifas próximas dos custos médios de produção e que ao mesmo tempo incentivem a busca de eficiência”.

O ministro da Fazenda não respondeu a duas das cinco indagações que lhe fez Armando Monteiro na audiência pública da CAE. Alegando que os dois temas estavam afetos diretamente ao Ministério dos Transportes e que, por isso, não dispunha de dados, Eduardo Guardia não soube dizer se a isenção do pedágio para eixo suspenso dos caminhões será compensada pelo aumento do pedágio para todos os outros motoristas e se a tabela mínima dos fretes, ao não levar em conta os efeitos sazonais, não terá impacto inflacionário. Ambas as medidas estão contidas em medidas provisórias baixadas pelo governo para acabar com a greve.