Projeto para resolver problemática do lixo será lançado em junho, diz Daniel Valadares
Por Nill Júnior
Foto: Bruna Verlene
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares (MDB), disse ao Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que a gestão Sandrinho Palmeira lança em junho o Plano de Tratamento de Resíduos Sólidos.
Em mais de momento, Valadares afirmou que o plano é amplo e envolve vários setores da sociedade, indo da educação à punição em casos de descumprimento das regras de descarte regular do lixo. Ainda que, assim como em outras cidades, citando Curitiba, não se resolve o problema de uma hora pra outra, mas que o pontapé do projeto representará um grande impacto. Também que no bojo do projeto estão previstos incentivos para o processo de coleta seletiva.
Pelo que o blog apurou, a gestão prepara um.plano que lançará três projetos ousados e cobrados pela sociedade: tratamento de resíduos sólidos, programa Prefeitura no Bairro e disciplinamento do trânsito.
Falou também de temas como o da ponte sobre o Rio Pajeú, ligando São Cristóvão e São Francisco. “A ponte teve a licitação assinada a licitação e a gente espera abrir o prazo para as empresas se apresentarem. Dentro desses nove dias eu tive o prazer de assinar a sua licitação. Logo logo o prefeito vai fazer o lançamento da pedra fundamental.”
Daniel disse que não houve publicidade ao licenciamento do prefeito Sandrinho porque na prática ele continuou atuando, sem gozar da licença de 15 dias, diferente por exemplo do que houve entre Eclérinston Ramos e Evandro Valadares.
Disse que, como disse o prefeito em outra oportunidade, a gestão irá realizar concurso público. Também que o município vem mantendo diálogo com professores e outras categorias.
Sobre política, disse que ainda é cedo para definir o novo Federal alinhado com sua atividade. Ele perdeu os dois federais com quem dialogava, Gonzaga Patriota e Raul Henry, não reeleitos. Admitiu que quadros do MDB como a Deputada Iza Arruda chegaram a sondá-lo, mas disse ter tempo para definir.
Sobre 2024 e seu desejo de manter-se candidato a vice, manteve o mesmo discurso. De que quer continuar trabalhando alinhado com Sandrinho e que, como consequência, espera dar continuidade ao projeto. Mas que é cedo para debater o tema.
Zeca descartou ser o candidato, mas diz que terá nome forte na próxima eleição Participando do Debate das Dez da Rádio Pajeú, os deputados eleitos Zeca e Júlio Cavalcanti avaliaram a votação obtida no primeiro turno das eleições. Zeca conquistou seu primeiro mandato Federal com 97.057 votos. Júlio foi reeleito com 47.685 votos. O Federal eleito […]
Zeca descartou ser o candidato, mas diz que terá nome forte na próxima eleição
Participando do Debate das Dez da Rádio Pajeú, os deputados eleitos Zeca e Júlio Cavalcanti avaliaram a votação obtida no primeiro turno das eleições. Zeca conquistou seu primeiro mandato Federal com 97.057 votos. Júlio foi reeleito com 47.685 votos.
O Federal eleito afirmou que toda votação em se tratando de projeção é muito subjetiva. “Toda previsão é subjetiva. Mas fomos reconhecidos no Sertão do Moxotó e Pajeú, por cidades como Serra, Afogados, Itapetim, Solidão, Quixaba”, disse. Júlio prometeu projetos nas áreas de desenvolvimento hídrico, saúde, apoio à população.
Duplicação de BR até Arcoverde: Zeca falou também de sua principal bandeira em campanha, a duplicação da BR 232 até Arcoverde. Ele defendeu que ela vá até Cruzeiro do Nordeste. “No legislativo, vamos fiscalizar e cobrar. Vamos pegar o fio da meada. Saber se existe projeto junto à Câmara. A duplicação desenvolveu a região por onde passou. Somarei forças na base da presidenta Dilma”.
Ele afirmou também que tem tido contato permanente com Armando. Afirmou ser um grande quadro para um Ministério, mesmo admitindo desafios na montagem da equipe. “Ele tem envergadura política para isso. Mas a decisão é da Presidenta Dilma”.
Júlio Cavalcanti cobrou promessas de campanha de Paulo Câmara na política de valorização do servidor. “Ele tinha as contas do Estado nas mãos e prometeu muito para
Zeca foi perguntado sobre a decisão de Madalena Brito em apoiar “Desde o início não concordamos com a posição que a prefeita tomou, mas respeitamos. Foi uma decisão unilateral de apoiar Câmara. Antes, tínhamos compromisso firmado com Armando e ela participou disso. Na eleição dela o Senador se empenhou. Fomos pegou de surpresa. Respeitamos, mas não mudamos de lado ou de caminho”.
Perguntado sobre o corpo mole de Madalena em pedir votos para eles com a “fadiga de material político”, Zeca foi direto. “Pensei que só a gente tinha notado isso. Vocês acertaram. Isso aconteceu, mas ainda saímos vitoriosos”, afirmou.
Apoio do grupo em 2016 em Arcoverde: Zeca foi perguntado sobre que nome o grupo deve apoiar contra Madalena daqui a dois anos, entre nomes como o dele, Luciano Pacheco, Júlio ou Eduíno, Zeca disse ser muito cedo. Essas coisas tem que ser pensadas com muita calma e tranquilidade. Pode ser qualquer nome menos o meu. Temos nomes como Luciano Pacheco, que é muito leal e vários outros nomes”. Questionado se a eleição contra Madalena seria um clássico como Rosa Barros x Israel, Zeca brincou. “Estou pronto pra clássico, pra pelada, pra o que vier”.
Ouça declaração de Zeca sobre decisão de Madalena e análise do grupo sobre sucessão em 2016:
Da Folha Sérias dúvidas sobre a capacidade do rio São Francisco de gerar água suficiente para a bilionária obra da transposição fizeram o governo lançar um novo programa de revitalização do rio. Batizado de Novo Chico, conforme antecipou o “Painel” da Folha, o programa visa terminar obras de saneamento nas cidades na bacia do rio, desassorear o leito […]
Sérias dúvidas sobre a capacidade do rio São Francisco de gerar água suficiente para a bilionária obra da transposição fizeram o governo lançar um novo programa de revitalização do rio.
Batizado de Novo Chico, conforme antecipou o “Painel” da Folha, o programa visa terminar obras de saneamento nas cidades na bacia do rio, desassorear o leito e recuperar mananciais, entre outras intervenções. Estão acertados gastos de, no mínimo, R$ 10 bilhões até 2026.
Mas o valor vai aumentar porque o governo ainda trabalha no orçamento de algumas intervenções, como dragagem, e também pedirá aos Estados da região que invistam mais recursos no projeto. O presidente interino, Michel Temer, deverá ir à região para se reunir com governadores para tratar do tema.
A revitalização do rio foi anunciada pelo governo do ex-presidente Lula com a obra dos canais da transposição, como forma de reduzir a resistência dos opositores ao desvio das águas.
Mas, quase dez anos depois, o governo já gastou R$ 10 bilhões na obra dos canais e R$ 2,2 bilhões na revitalização, e nenhuma delas está pronta. Além disso, em ambas há suspeitas de desvio de recursos, corrupção e ineficiência. A construção dos canais é alvo da Lava Jato.
No caso da revitalização, os desvios de recursos estão em apuração no TCU (Tribunal de Contas da União). No processo, o tribunal aponta para problemas num dos principais projetos para a revitalização do rio, que é o saneamento das cidades do semiárido. Segundo o TCU, num conjunto de cerca de 194 obras, 74 estavam paradas ou nem começaram.
Em 54 projetos prontos, a maioria não atingiu o objetivo de fazer chegar mais água para a população.
MUDANÇAS
O governo interino de Michel Temer agora promete fazer funcionar, de fato, um comitê gestor para integrar as ações de vários ministérios, dos Estados e municípios e do setor privado. Segundo o presidente do Comitê de Bacia do Rio, Anivaldo Miranda, além da descoordenação, não houve participação da sociedade na elaboração do projeto anteriormente e, por isso, ele não deu certo.
“Se nada for feito ou se for feito de forma tímida, a tendência é que os problemas de degradação socioambiental do rio aumentem a ponto em que chegue a ser irreversível, e isso será um desastre.”
Sem a revitalização, a vazão do rio é cada vez menor.
Mesmo com as chuvas deste ano, Sobradinho, a principal represa, ainda está com 25% da capacidade. Segundo João Suassuna, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, a qualidade da água do rio é cada vez pior e há risco de que doenças de veiculação hídrica possam ser espalhadas pela água que chegar aos canais da transposição.
“A cidade de Januária, que é banhada pelo rio, não bebe mais a água dele. Só de poço.”
Eleita como obra prioritária do governo de Michel Temer, a transposição do rio São Francisco deve ser inaugurada no fim do ano sem levar água às famílias ribeirinhas.
Em maio, o governo decidiu ampliar os repasses mensais para as empreiteiras responsáveis pela obra para concluí-la em dezembro.
Mas os sistemas de abastecimento para as 294 comunidades só devem ser concluídos em dezembro de 2017 e entrar em operação em 2018.
Esse prazo, porém, pode acabar sendo estendido por atrasos nas obras. Seis meses após a assinatura dos convênios que asseguraram recursos para os governos de Pernambuco, Paraíba e Ceará, as obras dos sistemas de abastecimento nem começaram.
Ao todo, são previstos R$ 285 milhões para a construção de sistemas que vão ligar os canais da transposição às comunidades ribeirinhas.
Mas só R$ 15 milhões foram liberados pelo governo federal —R$ 5 milhões para cada Estado. O restante dos recursos será repassado à medida que as obras avançarem.
O governo do Ceará, por exemplo, nem sequer licitou a obra. Segundo a secretaria estadual das Cidades, foi preciso readequar os projetos executivos feitos pelo Ministério da Integração Nacional. Em Pernambuco, o cronograma prevê a execução das obras por etapas. Inicialmente, seis comunidades rurais serão atendidas num investimento de R$ 21,1 milhões, levando água a 10 mil pessoas.
A obra também precisou de ajustes no projeto executivo e ainda não foi licitada. Também há previsão de investimento de R$ 20,8 milhões para abastecer quatro aldeias indígenas. Mas as obras ainda estão na fase de elaboração de edital e nenhum recurso foi repassado.
O total de R$ 285 milhões previsto pelo governo também não será suficiente para atender a todas as comunidades.
Contemplado com R$ 35 milhões, o governo da Paraíba vai atender inicialmente apenas as cidades de Piancó, Riacho dos Cavalos, Triunfo e Princesa Isabel.
O plano do governo é construir reservatórios, estações elevatórias e de tratamento em outras 47 cidades. Mas, para isso, dependerá de financiamento de R$ 120 milhões pedido ao Banco Mundial.
OUTRO LADO
O Ministério da Integração Nacional disse que as obras que ligarão os canais aos ribeirinhos são de responsabilidade dos Estados e da Secretaria Nacional de Saúde Indígena, ligada ao Ministério da Saúde.
O governo do Ceará atribuiu atrasos ao fato de os projetos executivos estarem sendo refeitos. A Compesa, empresa de água de Pernambuco, diz que não se pode falar em atraso. O governo da Paraíba não se pronunciou.
Diante do agravamento da pandemia pela Covid-19, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) decidiu ampliar, para a próxima segunda-feira (30), o prazo estabelecido pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para que os deputados estaduais destinem suas emendas a ações de combate ao novo coronavírus. Até o momento, mais de R$ 30 milhões […]
Diante do agravamento da pandemia pela Covid-19, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) decidiu ampliar, para a próxima segunda-feira (30), o prazo estabelecido pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para que os deputados estaduais destinem suas emendas a ações de combate ao novo coronavírus.
Até o momento, mais de R$ 30 milhões das emendas já foram destinadas, dentro das reservas dos parlamentares.
O novo prazo será até o meio-dia de segunda (30), permitindo que os deputados tenham uma margem maior para definir os remanejamentos de suas cotas, o que sinaliza que esse valor deve aumentar.
As ações estão sendo coordenadas pela Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação (CFOT) com o apoio da presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco. A cota parlamentar é uma disponibilidade de recursos, dentro da Lei Orçamentária Anual (LOA), que os deputados estaduais têm direito de indicar onde será empregada. Desde 2013, a execução das emendas ganhou status impositivo.
Cada deputado dispõe de até R$ 1,88 milhão que podem ser destinadas a ações executadas pelo governo do estado, pelas prefeituras, organizações sociais e fundações. Diante das necessidades surgidas no enfrentamento ao coronavírus, a Alepe entendeu que a prioridade, hoje, é fortalecer o orçamento da Saúde.
A ampliação do prazo se deu a pedido de vários parlamentares, que continuam mantendo diálogo com os prefeitos para articulação da liberação e recebimento de emendas destinadas para a área de saúde, importante reforço ao enfrentamento da pandemia. A Casa Civil do Governo do Estado também fez apelo para prorrogação do prazo.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), Pernambuco já registrou a primeira morte causada pelo novo coronavírus e tem 46 casos confirmados de infecção, distribuídos em seis municípios, além de cinco casos de cura.
O presidente da Comissão de Finanças da Alepe, deputado Lucas Ramos (PSB), esclarece que a destinação dos recursos está sendo feita em sintonia com as necessidades dos 184 municípios pernambucanos.
“Está sendo feito um trabalho de escuta permanente com os gestores, para que a gente compreenda as necessidades e faça a destinação mais precisa da emenda”, esclarece. Os recursos estão sendo empregados na aquisição de equipamentos e insumos hospitalares.
Para o presidente da Alepe, deputado Eriberto Medeiros (PP), essa mobilização é fundamental para o andamento das ações de enfrentamento ao coronavírus no Estado.
“A situação excepcional exige medidas excepcionais. A grande necessidade do povo pernambucano, hoje, é o reforço no atendimento, na testagem dos casos suspeitos e na disponibilidade de leitos para atender casos graves. Isso precisa de recursos para acontecer. E se nós temos a capacidade de contribuir para o caixa do governo, vamos dar o máximo para que Pernambuco esteja forte pra enfrentar essa luta”, afirma o presidente.
Em Serra Talhada, ocupação chega a 65% Por André Luis Primeira mão No dia em que o Governo do Estado determinou toque de recolher nos municípios ligados às Gerências Regionais de Saúde de Limoeiro, Caruaru e Ouricuri, o Hospital Regional Emília Câmara (HREC), em Afogados da Ingazeira, apesenta na noite desta terça-feira (23), 100% da […]
No dia em que o Governo do Estado determinou toque de recolher nos municípios ligados às Gerências Regionais de Saúde de Limoeiro, Caruaru e Ouricuri, o Hospital Regional Emília Câmara (HREC), em Afogados da Ingazeira, apesenta na noite desta terça-feira (23), 100% da UTI (20 leitos) e 70% da Ala Respiratória, ocupadas com pacientes infectados pela novo coronavírus. A informação foi passada, ao blog, pelo diretor da Unidade, Sebastião Duque.
Segundo o diretor do HREC, em Serra Talhada, o Hospital Eduardo Campos, apresenta uma ocupação de 65% dos leitos de UTI, porém o médico destaca, que uma situação que precisa ser observada, além da taxa de ocupação é a complexidade dos casos.
“São pacientes que a metade deles (50%) ou mais, evoluem com necessidade de hemodiálise. O que mesmo com vagas em UTI dificulta a admissão em alguns locais”, destacou.
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, teve uma reunião de trabalho com Taciana Ferreira, Presidente da CTTU, autarquia da Prefeitura do Recife que gerencia o trânsito em nossa capital. A reunião aconteceu na manhã desta terça-feira (29), na sede da CTTU, no bairro de Santo Amaro, e contou com as participações de Daniel […]
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, teve uma reunião de trabalho com Taciana Ferreira, Presidente da CTTU, autarquia da Prefeitura do Recife que gerencia o trânsito em nossa capital.
A reunião aconteceu na manhã desta terça-feira (29), na sede da CTTU, no bairro de Santo Amaro, e contou com as participações de Daniel Valadares, vice-prefeito de Afogados; Gabriel Pereira, diretor-geral de trânsito do Recife; e de Flaviana Rosa, secretária de transportes e trânsito de Afogados.
O objetivo foi conhecer a expertise da CTTU no gerenciamento do trânsito do Recife e colher sugestões para aprimorar o projeto de municipalização do trânsito de Afogados. Taciana Ferreira assumiu a presidência da CTTU em 2013, e é a gestora mais experiente a ocupar a presidência da autarquia de trânsito.
Monitoramento do trânsito por câmeras, estratégias de fiscalização, educação para o trânsito, capacitação para condutores, sistemas eletrônicos de autuação e notificação, dentre outros.
A presidente da CTTU fez questão de apresentar, pessoalmente, a sala de videomonitoramento do trânsito do Recife e os diversos setores da autarquia. “A municipalização do trânsito deve ter por objetivo melhorar a mobilidade das pessoas, a qualidade de vida delas,” afirmou Taciana Ferreira, colocando a CTTU à disposição para colaborar com o processo de municipalização do trânsito de Afogados.
“Foi uma reunião bastante produtiva, aprendemos bastante com a experiência de Taciana, e vamos trazer nossos agentes de trânsito para conhecer de perto o trabalho da CTTU. A parte prática do curso que estão fazendo, será feita aqui, com os nossos agentes acompanhando de perto o trabalho dos agentes da CTTU nas ruas,” afirmou o Prefeito Sandrinho Palmeira.
Na parte da tarde, já no congresso da Amupe, o vice-prefeito Daniel Valadares, e a secretária Flaviana Rosa, tiveram reunião com gestores do SERPRO, órgão de tecnologia da informação do Governo Federal. O objetivo foi conhecer as ferramentas tecnológicas do SERPRO para gestão do trânsito nas cidades, a exemplo do software “Radar” e do aplicativo “autua”, ambos integrados ao sistema nacional de monitoramento de trânsito.
A ideia é implantar os sistemas nos celulares dos agentes de trânsito, para que as notificações de infração ocorram em tempo real.
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