Programa Bom Prato é implantado em São José do Egito
Por Nill Júnior
A Prefeitura de São José do Egito, em parceria com o Governo de Pernambuco reinaugurou a Cozinha Comunitária Vital Lucas.
Segundo o Blog do Erbi, a reinauguração contou com a presença do prefeito Evandro Valadares, da Secretária Isabelle Valadares e de Larissa Torres, que representou o Secretário de Assistência Social do Estado, Carlos Braga.
A reinauguração da Cozinha Comunitária, que começou a funcionar em 2010, sendo inclusive uma das primeiras do Estado, marca o inicio do Programa Bom Prato, do Governo do Estado em São José do Egito.
A Cozinha já funcionava distribuindo sopa e pão para centenas de famílias egipcienses. Agora, passará a distribuir mais 200 refeições por dia para famílias carentes do município.
Também participaram do momento de reinauguração, vários secretários do governo municipal além de vereadores e servidores municipais.
Na rápida coletiva em Afogados da Ingazeira, a governadora Raquel Lyra manteve o tom que tem adotado de tratar rigorosamente de agenda administrativa, para evitar questionamentos por misturar eleição e pauta institucional. Quando Marcello Patriota perguntou para a Ello Tv sobre o time de Raquel, referência aos nomes para o Senado na disputa entre Eduardo […]
Na rápida coletiva em Afogados da Ingazeira, a governadora Raquel Lyra manteve o tom que tem adotado de tratar rigorosamente de agenda administrativa, para evitar questionamentos por misturar eleição e pauta institucional.
Quando Marcello Patriota perguntou para a Ello Tv sobre o time de Raquel, referência aos nomes para o Senado na disputa entre Eduardo da Fonte e Miguel Coelho, ela brincou. “Cadê minha Pepsi?” E depois citou Vini Júnior aos risos.
Já Juliana Lima mal terminou de formular pergunta sobre a pesquisa Múltipla, a governadora se esquivou. “Tu sabe que eu não falo em pesquisa, né?” Depois, agradeceu aos aliados, com ênfase ao anfitrião Danilo Simões.
Depois de um período de sol intenso, uma boa chuva foi registrada nesta quarta em áreas da região do Pajeú. As temperaturas também caíram na região. Em Afogados da Ingazeira, foram 19,5 milímetros de chuva. Segundo relatos de ouvintes ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, esta manhã, choveu também em comunidades de Carnaíba, como […]
Depois de um período de sol intenso, uma boa chuva foi registrada nesta quarta em áreas da região do Pajeú. As temperaturas também caíram na região.
Em Afogados da Ingazeira, foram 19,5 milímetros de chuva. Segundo relatos de ouvintes ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, esta manhã, choveu também em comunidades de Carnaíba, como Serra Branca e Ibitiranga e em outras áreas.
Choveu bem também em Serra Talhada, com registros em todo o município. Registros também em São José do Egito, Quixaba e Itapetim.
Cientistas tem tido uma tendência de dizer que as chuvas devem se intensificar até 2017. Com o enfraquecimento do El Ñino, vem ganhando corpo outro fenômeno: a La Niña.
O oposto do “Menino” produz um esfriamento no oceano Pacífico. Um episódio climático, de influência global e regional, com possibilidade de favorecer o Semiárido no ano que vem.
A Petrobras informou, nesta segunda-feira (20) que José Mauro Coelho pediu demissão da presidência e, também, do Conselho de Administração da companhia. O anúncio foi feito quase um mês após o executivo começar a ser pressionado pelo próprio governo diante reajuste no preço de combustíveis. “A nomeação de um presidente interino será examinada pelo Conselho de Administração […]
A Petrobras informou, nesta segunda-feira (20) que José Mauro Coelho pediu demissão da presidência e, também, do Conselho de Administração da companhia. O anúncio foi feito quase um mês após o executivo começar a ser pressionado pelo próprio governo diante reajuste no preço de combustíveis.
“A nomeação de um presidente interino será examinada pelo Conselho de Administração da Petrobras a partir de agora”, disse a companhia em comunicado publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O provável substituto de Coelho é Caio Paes de Andrade, secretário de Desburocratização do Ministério da Economia. Ele foi indicado ao cargo pelo pelo governo há um mês, mas a troca esbarrou nos trâmites legais definidos para a substituição.
Terceiro executivo a comandar a estatal no governo Jair Bolsonaro, José Mauro Coelho ficou no cargo pouco mais de dois meses – foi o segundo menor período de gestão da empresa desde o fim da ditadura militar.
A saída dele era aguardada desde o dia 23 de maio, quando o Ministério de Minas e Energia anunciou que seria realizada a terceira troca no comando da empresa. Na ocasião, a pasta alegou que “diversos fatores geopolíticos conhecidos por todos resultam em impactos não apenas sobre o preço da gasolina e do diesel, mas sobre todos os componentes energéticos”.
Os dois executivos que antecederam José Mauro na presidência da Petrobras – Roberto Castello Branco e o general Joaquim Silva e Luna – também deixaram o comando da estatal diante pressão do próprio governo por conta da alta de preços dos combustíveis.
A política de preços da Petrobras segue a mesma adotada em 2016 pelo governo Michel Temer. Ela é submetida ao critério de paridade internacional, o que significa que os preços dos combustíveis levam em consideração a cotação do barril de petróleo no mercado internacional e, também, as oscilações do dólar.
O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, cobrou dos três executivos nomeados por ele para o comando da Petrobrasque os preços dos combustíveis fossem contidos. Já de olho na reeleição, ele elevou o tom das críticas e chamou de “estupro” o lucro da estatal e pressionou a empresa a não aplicar reajustes.
Habeas corpus foi impetrado por advogado sem relação com o caso O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido de prisão domiciliar em favor de Jair Bolsonaro feito pelo advogado Paulo Emendabili Barros de Carvalhosa, que não compõe a banca oficial de defesa do ex-presidente. A decisão é desta sexta-feira (16). […]
Habeas corpus foi impetrado por advogado sem relação com o caso
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido de prisão domiciliar em favor de Jair Bolsonaro feito pelo advogado Paulo Emendabili Barros de Carvalhosa, que não compõe a banca oficial de defesa do ex-presidente. A decisão é desta sexta-feira (16).
O habeas corpus (HC) com pedido de prisão domiciliar foi apresentado no dia 10 de janeiro e alegava não existirem condições adequadas de atendimento médico continuado a Bolsonaro na cela onde cumpria pena, na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. Há dois dias, no entanto, o ex-presidente foi transferido, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, para a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), no Complexo Penitenciário da Papuda, também no DF, onde deverá seguir cumprindo, em regime fechado, a pena de 27 anos e três meses de prisão por liderar tentativa de golpe de Estado.
Inicialmente, o pedido de prisão domiciliar foi distribuído por sorteio à ministra Carmen Lúcia, mas, como o Judiciário está de recesso, o processo foi redistribuído a Moraes, vice-presidente do STF, que responde pelo plantão durante o recesso forense. Como o HC questionava uma decisão do próprio Moraes, relator da ação penal da trama golpista, o ministro redistribuiu o processo para Gilmar Mendes, decano da Corte, conforme previsão do Regimento Interno que determina o encaminhamento de ações por ordem decrescente de antiguidade no tribunal.
“Considerando as peculiaridades do caso concreto, não é cabível o manejo da via do habeas corpus por terceiro, mormente se considerado que há defesa técnica constituída e atuante em favor do paciente. Compreensão diversa, além de possibilitar eventual desvio de finalidade do writ [remédio] constitucional, poderia propiciar o atropelo da estratégia defensiva, consequência que não se compatibiliza com a protetiva destinação constitucional do remédio processual”, escreveu o ministro Gilmar Mendes, em sua decisão.
O ministro ponderou ainda que, embora exercendo competência legítima na análise do pedido, uma decisão divergente significaria uma “indevida substituição da competência previamente estabelecida” pelo STF em relação ao princípio do juiz natural, já que Alexandre de Moraes é o magistrado relator da ação penal envolvendo o ex-presidente Bolsonaro.
O habeas corpus é um dispositivo previsto na Constituição Federal que pode ser apresentado por qualquer pessoa, seja em favor próprio ou de terceiros, e não requer proposição assinada por um advogado. Além disso, por se tratar de um remédio jurídico que busca garantir liberdade de locomoção a pessoas presas, sua tramitação é gratuita, e a análise é considerada de urgência. As informações são da Agência Brasil.
No meu comentário para o Jornal Itapuama, relacionei alguns fatos que marcaram o ano no Portal do Sertão. A cidade foi marcada pelo primeiro ano da gestão Zeca, que em linhas gerais, dada a decepção com a gestão Wellington Maciel, veio cercado de expectativa. Seu governo teve como marca imprimir um ritmo que indicasse a […]
No meu comentário para o Jornal Itapuama, relacionei alguns fatos que marcaram o ano no Portal do Sertão.
A cidade foi marcada pelo primeiro ano da gestão Zeca, que em linhas gerais, dada a decepção com a gestão Wellington Maciel, veio cercado de expectativa.
Seu governo teve como marca imprimir um ritmo que indicasse a retomada nos trilhos. Zeca não teve oposição, já que arregimentou alianças com aqueles que o fizeram oposição. Nem Madalena Britto, vencida por ele em outubro, se prestou a ocupar o espaço que a cabia.
Assim, Zeca nadou de braçada e até quando teve problema, quando na fatídico entrega dos kits escolares no Sport lotado, não arranhou sua popularidade.
Na Câmara, os vereadores até debateram, mas refirmaram que o Legislativo arcoverdense teria 10 vereadores e não sofreria alterações, mesmo com um FPM que lhe permitisse ter 17 nomes.
O caso Claudelino carcomeu a imagem do vereador e respingou no Legislativo. A novela ficou pro ano que vem.
Ao final do ano, o presidente Luciano Pacheco doou um carro para a Terra da Misericórdia, do Padre Adilson Simões, e devolveu R$ 100 mil à prefeitura, pouco mais de 10% do duodécimo mensal.
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