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Principais lideranças do PV seguem fechadas com João Campos

Por André Luis

Um dia após o presidente do PV do Recife, Marco Aurélio Filho, reforçar o alinhamento do partido à reeleição do prefeito João Campos (PSB), deputados estaduais da legenda, vereadores e candidatos a vereador ratificaram o apoio ao projeto comandado pelo gestor recifense. 

Nesta terça-feira (13), João Campos se reuniu com os verdes no Recife. “A federação já estava junto e vai continuar junto com o prefeito. Os interesses pessoais ficam restritos a cada um. Temos um projeto aqui de servir a cidade e ratificar isso aqui (o apoio a João)”, afirmou o deputado estadual pelo PV, João de Nadegi.

Já o vereador do PV e candidato à reeleição, Victor André Gomes, ressaltou o caminho que vem sendo trilhado junto à Frente Popular. “A linha é uma só. Estamos em um campo de construção ao lado da Frente Popular do Recife. E não cabe discussão”, disse. 

“O apoio à reeleição do prefeito João Campos é muito natural. De forma real, João mostra com a sua equipe como o Recife caminhou a passos largos nos últimos quatro anos. A gente não tem como seguir o caminho contraditório ao povo recifense, vamos caminhar de maneira irrestrita e ratifico o nosso compromisso com a cidade e com João”, completou Flávia de Nadegi, candidata a vereadora pelo PV.

Presente na reunião, o vereador e presidente municipal dos verdes, Marco Aurélio Filho, reafirmou o posicionamento da legenda: “A nossa coalização de forças partidárias vêm defendendo o fortalecimento da Frente Popular e, também por isso, o apoio à candidatura de João Campos é natural para nós. O PV do Recife já estava com o prefeito, referendou o nome dele e do companheiro Victor Marques para vice na convenção partidária. Hoje, inclusive, foi um momento muito festivo e emocionante porque todos os nossos candidatos tiveram contato com o prefeito. Vamos andar em cada comunidade e levantar as bandeiras programáticas do Partido Verde dentro desse conjunto de siglas que está com João”, completou.

“Aprendi a somar, juntar, agregar… Contem com a gente nessa eleição. A nossa coordenação política está presente aqui para não só firmar esse compromisso com vocês do PV, mas para fazer valer o nosso apoio. A gente quer todo mundo animado e certo de que vai caminhar junto. Time é time. Tem que jogar unido para fazer a defesa ou para dar uma goleada”, frisou João Campos.

Outras Notícias

Desembargador afogadense toma posse hoje na vice-presidência do TRE

Está marcada para esta quinta-feira às 17h a posse dos novos presidente e vice do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Antonio Carlos Alves da Silva e o desembargador filho de Afogados da Ingazeira, Alberto Nogueira Virgínio, respectivamente. Alves da Silva substituirá o desembargador Fausto Campos, que completou o seu período à frente da Corte Eleitoral. Ele […]

virginioEstá marcada para esta quinta-feira às 17h a posse dos novos presidente e vice do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Antonio Carlos Alves da Silva e o desembargador filho de Afogados da Ingazeira, Alberto Nogueira Virgínio, respectivamente.

Alves da Silva substituirá o desembargador Fausto Campos, que completou o seu período à frente da Corte Eleitoral.

Ele aproveitou a terça-feira para entregar o convite da posse ao governador Paulo Câmara, ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Guilherme Uchoa (PDT) e ao presidente do TCE, conselheiro Valdecir Pascoal.

Aliado de Márcia Conrado bota fogo no parquinho e diz que prefeita tem direito de exonerar duquistas

O empresário e ex-candidato a deputado federal em Serra Talhada, Marcos Oliveira, avaliou – em entrevista à TV FAROL no YouTube – que a prefeita Márcia Conrado (PT) já cumpriu seu compromisso com o ex-prefeito Luciano Duque. A principal prova disso teria sido a eleição do seu ‘padrinho político’ à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Apesar disso, Marcos discordou de […]

O empresário e ex-candidato a deputado federal em Serra Talhada, Marcos Oliveira, avaliou – em entrevista à TV FAROL no YouTube – que a prefeita Márcia Conrado (PT) já cumpriu seu compromisso com o ex-prefeito Luciano Duque.

A principal prova disso teria sido a eleição do seu ‘padrinho político’ à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Apesar disso, Marcos discordou de um eventual racha entre Duque e Márcia e afirmou que dentro da proposta de uma reforma administrativa no governo, a prefeita tem total autonomia para retirar secretários indicados por Luciano, sem parecer uma retaliação.

“O pessoal fala em rompimento, porque vai romper. Não vejo, se ela (Márcia) fizer alguma alteração de pessoas nas secretarias. Não vejo nenhum motivo para haver nenhum rompimento com o ex-prefeito Luciano Duque, não vejo! Quem tem que formar o time é ela, é ela que é a gestora. Se ela acha que o secretário de uma pasta não está funcionando ela tem todo o direito de colocar uma outra pessoa. Seja indicada pelo ex-prefeito ou dela mesma, ela tem todo esse direito e não vejo nenhum motivo”, disse Marcos.

“Por que a pessoas falam ah, mas se tirar um secretário tal é rompimento. Eu não vejo. Não vejo motivo para isso. Acho que ela cumpriu o motivo que ela tinha com o ex-prefeito Luciano Duque, não vejo nenhum motivo para rompimento. Luciano Duque vai ser um deputado que também vai estar trabalhando por Serra Talhada. Teve esse alinhamento aí com Sebastião que a Márcia não acompanhou com Marília Arraes e tal. Mas nem por isso eu vejo motivo”.

Eleições 2022: o que é violência política de gênero e como denunciar

Previsto no art. 326-B do Código Eleitoral, o crime eleitoral de violência política de gênero se caracteriza pelo assédio, constrangimento, humilhação, perseguição ou ameaça, fora ou dentro do meio virtual, contra candidatas ou políticas ocupantes de cargos eletivos, com a finalidade de impedir ou dificultar a sua campanha eleitoral ou seu mandato eletivo, com menosprezo […]

Previsto no art. 326-B do Código Eleitoral, o crime eleitoral de violência política de gênero se caracteriza pelo assédio, constrangimento, humilhação, perseguição ou ameaça, fora ou dentro do meio virtual, contra candidatas ou políticas ocupantes de cargos eletivos, com a finalidade de impedir ou dificultar a sua campanha eleitoral ou seu mandato eletivo, com menosprezo ou discriminação em relação a seu gênero, cor, raça ou etnia.

Se você reconheceu qualquer uma dessas condutas, pode denunciar ao Ministério Público Eleitoral. A pena prevista para esse crime é de 1 a 4 anos de reclusão e multa, podendo chegar a 5 anos e 4 meses se for praticado contra mulher de mais de 60 anos, gestante ou pessoa com deficiência.

Características – Qualquer ação ou omissão, ainda que indireta, praticada em razão do gênero, que cause dano ou sofrimento físico, sexual, psicológico, moral, econômico ou simbólico a uma ou várias pessoas e que tenha como objetivo ou resultado minimizar ou anular o gozo ou exercício de direitos políticos é considerada violência política de gênero.

Esse tipo de violência se baseia na percepção de que o gênero de uma pessoa pode ser usado para deslegitimá-la. As vítimas podem ser mulheres, trans ou cis.

Representam formas de violência política de gênero ameaçar ou ofender a dignidade de mulheres, por meio de palavras, gestos ou outras formas, imputando-lhes crimes ou fatos que ofendam a sua reputação, bem como violar a sua intimidade, divulgando fotos íntimas ou dados pessoais, e questionar suas vidas privadas.

Ratos soltos na hora do depoimento de Vaccari Neto

O depoimento de João Vaccari Neto iniciou às 10h02. No momento em que o dirigente petista entrou no plenário, um funcionário da Câmara soltou cinco ratos no recinto. Os animais geraram gritos e confusão (assista ao vídeo ao lado). A assessoria da Câmara informou que o homem que soltou os ratos no plenáriose chama Márcio […]

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O depoimento de João Vaccari Neto iniciou às 10h02. No momento em que o dirigente petista entrou no plenário, um funcionário da Câmara soltou cinco ratos no recinto. Os animais geraram gritos e confusão (assista ao vídeo ao lado).

A assessoria da Câmara informou que o homem que soltou os ratos no plenáriose chama Márcio Martins de Oliveira. Ele era funcionário em cargo de comissão da Segunda-Vice-Presidência da Casa. Depois do espisódio, a assessoria do órgão informou que ele foi exonerado.

Segundo a assessoria da Câmara, Oliveira foi admitido no cargo em março deste ano. Entre abril de 2014 e 8 de março de 2015, ele atuava como secretário legislativo do deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força.

Conforme informações do Portal da Transparência da Câmara, Oliveira ocupava um Cargo de Natureza Especial (CNE) 15, com remuneração de R$ 3.020,85.

No início da sessão, Paulinho afirmou ao G1 que o “povo” faria um ato público na CPI, mas não especificou o que ocorreria. Após a confusão, policiais legislativos passaram a barrar a entrada de pessoas não-credenciadas no plenário.

A assessoria da Câmara informou que Márcio Oliveira poderá responder judicialmente por tumulto em ato público, uma contravenção penal. A denúncia poderá ser oferecida após a conclusão das investigações pela Polícia Legislativa.

Conforme a assessoria, no depoimento que prestou aos policiais legislativos, Oliveira negou ter soltado os roedores e afirmou estar sendo vítima de um equívoco. Imagens do circuito interno de TV da Câmara dos Deputados serão analisadas para verificar o que ocorreu durante a audiência. (G1)

Danilo leva Caravana Acelera 55 à comunidade São João

Nesta quarta-feira (2), a Caravana Acelera 55, liderada pelo candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões (PSD), e seu vice, Edson Henrique (PP), percorreu a comunidade do São João Novo, na zona rural do município.  Acompanhados pelos candidatos a vereador da Coligação União Pelo Povo, o evento reuniu apoiadores e militantes, que se […]

Nesta quarta-feira (2), a Caravana Acelera 55, liderada pelo candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões (PSD), e seu vice, Edson Henrique (PP), percorreu a comunidade do São João Novo, na zona rural do município. 

Acompanhados pelos candidatos a vereador da Coligação União Pelo Povo, o evento reuniu apoiadores e militantes, que se concentraram na Praça do Conjunto Habitacional Miguel Arraes e seguiram em carreata até o local do evento.

Edson Henrique, em sua fala, destacou a necessidade de uma gestão que realmente olhe para as comunidades rurais, criticando o atual governo por ter “governado de costas” para o Polo São João. “O prefeito esqueceu da zona rural, mesmo tendo recebido uma votação expressiva aqui. Nós, ao contrário, já estamos comprometidos com melhorias, como a instalação de uma ambulância, patrulhas rurais e maior acesso à água, para dar dignidade ao homem e à mulher do campo”, afirmou Edson Henrique.

Além disso, o candidato a vice-prefeito também ressaltou que, caso eleito, sua gestão irá se empenhar em oferecer equipamentos agrícolas permanentes à comunidade, como tratores e caminhões-pipa, reforçando o compromisso de transformar o futuro da zona rural de Afogados da Ingazeira.

Danilo Simões, por sua vez, enfatizou que sua gestão será de total transparência e proximidade com o povo, reforçando que um bom gestor é aquele que lidera e inspira, não o que segue ordens. “Afogados da Ingazeira não pode mais ser governada por uma pequena elite. Vamos devolver a cidade ao povo, com um governo participativo onde a zona rural terá vez e voz”, declarou.

Danilo também anunciou ações práticas já em andamento, como a perfuração de poços e a construção de barreiros na zona rural, frutos de parcerias com o governo do estado, liderado pela governadora Raquel Lyra. “Antes mesmo de assumirmos, já estamos trabalhando para resolver problemas, como o reforço na energia elétrica do São João Novo e manutenção de estradas rurais. Nossa meta é avançar ainda mais, com apoio do nosso deputado estadual Romero Sales Filho e do governo estadual”, acrescentou o candidato.