Preso em Afogados traficante procurado em Rondônia
Por Nill Júnior
Foi preso hoje em Afogados da Ingazeira, após levantamentos do Serviço Reservado do 23ºBPM Espedito Rodrigues da Silva, 34 anos, residente no bairro Padre Pedro Pereira. Ele vinha fazendo trafico de drogas nos conjuntos habitacionais Miguel Arraes e Laura Ramos.
Foragido da justiça, foi preso após bloqueio policial na entrada do conjunto habitacional Laura Ramos. Estava com 34 pedras de crack e cocaína. É foragido da Justiça do estado de Rondônia, e tem contra se mandado de prisão em aberto.
Acompanhado da secretária executiva da Cáritas, Neilda Pereira, religioso convidou Paulo Câmara para as comemorações do Dia do Agricultor O governador Paulo Câmara recebeu, na tarde desta sexta-feira (12), o Bispo de Pesqueira, Dom José Luiz Ferreira Salles, acompanhado da secretária executiva da Cáritas Diocesana de Pesqueira, Neilda Pereira. Ele recebeu das mãos do Bispo […]
Acompanhado da secretária executiva da Cáritas, Neilda Pereira, religioso convidou Paulo Câmara para as comemorações do Dia do Agricultor
O governador Paulo Câmara recebeu, na tarde desta sexta-feira (12), o Bispo de Pesqueira, Dom José Luiz Ferreira Salles, acompanhado da secretária executiva da Cáritas Diocesana de Pesqueira, Neilda Pereira.
Ele recebeu das mãos do Bispo o convite para participar das comemorações do Dia do Agricultor, festa que há 6 anos celebra a agricultura familiar, com a participação de 5 mil trabalhadores, e que acontece entre os dias 25 e 26 deste mês. A Cáritas, organização católica internacional, atua na Diocese de Pesqueira, que reúne 13 municípios, e está à frente dessa celebração.
De acordo com o Bispo José Luiz, a festa é um momento de celebração e de fortalecimento da luta do homem do campo. “É uma festa no bom sentido, de alegria, de partilha, porque, no momento em que a gente faz a festa, a gente amplia o desejo do homem do campo de continuar sua luta, seus desafios, que são tantos”, afirmou, acrescentando que a comemoração é também um momento de dar visibilidade à produção da agricultura familiar, que muitas vezes passa despercebida.
O Bispo acrescentou que a festa permite ainda uma troca de experiências e técnicas entre agricultores de várias regiões, em questões como plantio, irrigação e outros assuntos da área. Uma troca de ideias que permite vencer dificuldades no trabalho.
Do blog de Jamildo Pré-candidato a deputado federal pelo PDT, Túlio Gadelha criticou a condução do próprio partido, o PDT, em Pernambuco, em entrevista ao cientista político Antônio Lavareda que foi exibida no programa 20 Minutos deste sábado (28), na TV Jornal. “Ainda falta muita democracia interna no meu partido, infelizmente”, afirmou. Gadelha tem criticado […]
Pré-candidato a deputado federal pelo PDT, Túlio Gadelha criticou a condução do próprio partido, o PDT, em Pernambuco, em entrevista ao cientista político Antônio Lavareda que foi exibida no programa 20 Minutos deste sábado (28), na TV Jornal. “Ainda falta muita democracia interna no meu partido, infelizmente”, afirmou.
Gadelha tem criticado o presidente estadual da legenda, o deputado federal Wolney Queiroz. Ex-presidente do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco (Iterpe), ele foi demitido do governo Paulo Câmara (PSB) em janeiro, dois meses depois de assumir.
“Você percebe que tem uma resistência dos próprios partidos políticos com essas novas figuras”, afirmou. “Renovam-se as caras na política brasileira, mas não se renovam as práticas”.
Aliado do presidenciável do PDT, Ciro Gomes, Túlio Gadelha se disse feliz com o afastamento do centrão e citou o PP, partido de Paulo Maluf, embora tenha minimizado alegando a necessidade de formar alianças pelo tempo de televisão. “Prezo por uma coligação que esteja mais nesse campo que eu vejo meu partido. O PDT é um partido de esquerda na sua essência”, disse.
“As alianças que são feitas entre os partidos políticos são alianças muito pragmáticas no intuito de eleger sempre aqueles deputados que já estão no poder, aqueles presidentes de partidos e não são alianças programáticas”, opinou.
Túlio Gadelha também criticou a manutenção de famílias de políticos no poder. “Em Pernambuco e no Nordeste a gente vive uma situação de oligarquias familiares no poder. A gente vê filhos de prefeitos, de deputados, de senadores. São pessoas que não têm um histórico de lutas em causas sociais e estão ali para defender o espaço daquele oligopólio”, afirmou.
Fátima Bernardes
Namorado da apresentadora e jornalista Fátima Bernardes desde o fim do ano passado, o pré-candidato virou celebridade nas redes sociais. “Meu relacionamento nada tem a ver com minha vida política, minha vida pessoal, só traz a visibilidade, que não tem conteúdo político. Talvez seja interessante essa visibilidade para esse momento político que a gente vive, principalmente da importância das redes sociais, mas eu costumo separar bem as coisas”.
Por André Luis A Prefeitura de Triunfo divulgou em suas redes sociais, nesta sexta-feira (21), comunicado informando sobre a realização de uma audiência pública de prestação de contas. Segundo o comunicado, a audiência é referente a prestação de contas do segundo quadrimestre de 2022 da Secretaria Municipal de Saúde. A audiência pública será realizada na […]
A Prefeitura de Triunfo divulgou em suas redes sociais, nesta sexta-feira (21), comunicado informando sobre a realização de uma audiência pública de prestação de contas.
Segundo o comunicado, a audiência é referente a prestação de contas do segundo quadrimestre de 2022 da Secretaria Municipal de Saúde.
A audiência pública será realizada na próxima segunda-feira (24), às 8h30, na Câmara de Vereadores.
O deputado disse que “ninguém é candidato a vice, mas seria para mim um privilégio” Da Folha PE O deputado Silvio Costa (Avante-PE) é cotado para assumir a vaga de vice na chapa de Ciro Gomes (PDT). Ele, que foi um ferrenho opositor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e hoje defende a liberação da […]
O deputado disse que “ninguém é candidato a vice, mas seria para mim um privilégio”
Da Folha PE
O deputado Silvio Costa (Avante-PE) é cotado para assumir a vaga de vice na chapa de Ciro Gomes (PDT).
Ele, que foi um ferrenho opositor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e hoje defende a liberação da candidatura de Lula, segundo aliados, se decepcionou com a decisão do PT de rifar a pré-candidatura de Marília Arraes (PT-PE) ao governo de Pernambuco. Ele vinha apoiando pesadamente o lançamento de Marília.
Costa tem boa relação pessoal com Ciro e seu partido, o Avante, está solteiro na eleição nacional. Procurado, o deputado disse que “ninguém é candidato a vice, mas seria para mim um privilégio”.
Do Estadão Conteúdo No sétimo ano consecutivo de mandato, o deputado Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PR-SP), está desiludido com a política e propenso a encerrar a carreira parlamentar em 2018. Em entrevista ao Broadcast Político nesta quinta-feira (3), um dia após votar pela abertura de investigação contra o presidente Michel Temer (PMDB) por […]
No sétimo ano consecutivo de mandato, o deputado Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PR-SP), está desiludido com a política e propenso a encerrar a carreira parlamentar em 2018. Em entrevista ao Broadcast Político nesta quinta-feira (3), um dia após votar pela abertura de investigação contra o presidente Michel Temer (PMDB) por corrupção passiva, ele criticou o Congresso Nacional e diz não ter o “jogo de cintura” exigido para ser político. “Não vai mudar. O sistema é esse. É toma lá, dá cá”, afirmou.
Um dos deputados mais assíduos da Câmara, mas que só usou o microfone três vezes no plenário, Tiririca vê a maioria dos parlamentares trabalhando para atender interesses próprios, em detrimento do povo. Ele avalia que há parlamentares bem intencionados, mas que não conseguem trabalhar porque o “sistema” não deixa.
“A partir do exato momento que você entra, ou entra no esquema ou não faz. É uma mão lava a outra. Tu me faz um favor, que eu te faço um favor. Eu não trabalho dessa forma”, desabafou.
Tiririca conta que, certo dia, um rapaz o procurou para oferecer um “negócio” de aluguel de carro. “O cara disse, ‘bicho, vamos fazer assim, tal, o valor tal’. Eu disse: acho que você está conversando com o cara errado. Não uso carro da Câmara, o carro é meu. Ele disse: ‘não, é porque a maioria faz isso'”, relatou o parlamentar, sem dar nomes e mais detalhes sobre o fato. “Fiquei muito decepcionado com muita coisa que vi lá”, acrescentou.
Após se eleger duas vezes deputado com mais de um milhão de votos em cada uma das eleições, Tiririca acha que não tem como continuar na política. “Do fundo do meu coração, estou em dúvida, e mais para não disputar”, confessou.
Questionado se a aversão a políticos tradicionais não poderia favorecê-lo, ele respondeu: “Pode ser que sim ou que não. Mas, para fazer o que? Passar oito anos e aprovar um projeto”, disse o deputado, que só conseguiu aprovar uma de suas propostas em sete anos de mandato: a que inclui artes e atividades circenses na Lei Rouanet.
Tiririca confessa que disputou o primeiro mandato, em 2010, apenas para tentar ganhar visibilidade como artista. Mudou de ideia quando foi eleito com 1,3 milhão de votos, o que o tornou o deputado mais votado do País. “Aí disse: opa, espera aí. Teve voto de protesto, teve. Mas teve voto de pessoas que acreditam em mim. Não posso brincar com isso”, afirmou. À época, o deputado foi eleito ao usar o slogan “Pior do que está não fica” durante sua campanha.
Em 2014, decidiu disputar reeleição “para provar que não estava de brincadeira e que fiz a diferença na política”. E foi reeleito com 1,016 milhão de votos.
No segundo mandato, Tiririca votou tanto a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e pela abertura de investigação contra Temer, mesmo com a pressão da direção partidária sobre ele. “Tem um ditado que minha mãe fala sempre: errou, tem que pagar”, disse.
Para o deputado, os indícios apresentados contra o presidente “era coisa muito forte”. “Acho que ele tinha que entregar os pontos e pedir para sair. Foi muito feio, muito agressivo para o País essas denúncias”, afirmou.
Quando perguntado se o Brasil tem jeito, lembrou uma música “das antigas” de Bezerra da Silva, cujo refrão diz “para tirar meu Brasil dessa baderna, só quando morcego doar sangue e saci cruzar as pernas”.
Com toda a desilusão e os planos de deixar a política, Tiririca voltou a fazer shows como palhaço há cinco meses. O espetáculo conta a história de vida dele e é exibido de sexta a domingo, cada fim de semana em um Estado. De segunda a quinta-feira fica em Brasília, onde mora com a esposa e uma das filhas.
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