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Presidentes da CUT e FETAPE rechaçam apoio do PT à reeleição do Governador Paulo Câmara

Por Nill Júnior
Veras e Barros tem feito giro pelo Pajeú discutindo projeto das candidaturas do MSTR er CUT, como nessa entrevista ao programa do STR na Rádio Pajeú

Se depender dos Presidentes da CUT-PE Carlos Veras e Doriel Barros da FETAPE, o PT terá candidatura própria ao governo de Pernambuco em 2018.

Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, o tabirense Carlos Veras, pré-candidato a Deputado Federal diz não ser contra a política de alianças, mas cita que a coligação da última eleição estadual prejudicou o PT que hoje não tem nenhum representante na Câmara Federal.

“Pela fragilidade do Governo Paulo Câmara, e pelo voto do PSB a favor impeachment, então o melhor caminho será a candidatura própria”, disse o sertanejo. Questionado sobre a possível aliança do PT com o PMDB em 8 estados para a eleição de 2018, o Presidente da FETAPE Doriel Barros disse que o Partido do Presidente Temer, na condição de adesista inveterado não surpreende.

“Surpresa mesmo foi o PSB de PE, estado que mais recebeu do Governo Lula e mesmo diante das acusações contra o ex-presidente, não publicou uma só nota de solidariedade”, disse.

Questionado sobre a “cara fechada” do Senador Humberto Costa durante encontro do Partido em Serra Talhada que serviu para defender o nome de Marília Arraes, Doriel revelou que logo depois uma reunião aconteceu para esclarecer o mal estar. “No PT todos estão do mesmo lado, em defesa da candidatura própria”.

Defendendo a inocência de Lula, os Presidentes da CUT e da Fetape reforçaram que não existe plano B e que o ex-presidente será o candidato do PT em 2018.

Mesmo dizendo respeitar a posição do Prefeito Sebastião Dias (PTB) por já ter o seu Federal (Ricardo Teobaldo), Carlos Veras disse que o PT teve participação importante da vitória do gestor tabirense e que vem conversando com o vice-prefeito Jose Amaral, com o ex-prefeito Josete e outras lideranças da Cidade das Tradições.

Outras Notícias

Legislação sobre notícias falsas divide opiniões no Congresso

Da Agência Brasil A preocupação com as chamadas notícias falsas também mobilizou parlamentares dos mais variados partidos. Tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, foram apresentadas iniciativas buscando alterar legislações como o Código Penal e o Marco Civil da Internet para instituir formas de coibir a disseminação de conteúdos falsos e punir responsáveis, […]

Foto: Elza Fiúza/ Agência Brasil

Da Agência Brasil

A preocupação com as chamadas notícias falsas também mobilizou parlamentares dos mais variados partidos. Tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, foram apresentadas iniciativas buscando alterar legislações como o Código Penal e o Marco Civil da Internet para instituir formas de coibir a disseminação de conteúdos falsos e punir responsáveis, dos que elaboram aos que compartilham. Mas as propostas estão longe de serem consensuais dentro do Parlamento.

Boa parte dos projetos apresentados propõe regras de dois tipos: ou criminalizam os usuários que produzem ou difundem as chamadas notícias falsas ou impõem às plataformas digitais (como Facebook, Google e Instagram) a obrigação de fiscalizar o conteúdo que circula em seu interior, sujeitando essas empresas a multas caso não removam mensagens falsas ou consideradas prejudiciais. Em regra, alteram leis como o Código Penal, o Código Eleitoral e o Marco Civil da Internet.

Há polêmicas em relação às duas soluções. No caso da criminalização de produtores e distribuidores, os defensores apontam a medida como eficiente para coibir a prática, com sanções proporcionais, uma vez que a difusão desses conteúdos tem potencial de arruinar reputação de pessoas, marcas e instituições, bem como de influenciar eleições.

Já os críticos pontuam que não há necessidade de tipificar a prática, pois a legislação brasileira já prevê os crimes contra a honra – calúnia, injúria e difamação. Além disso, consideram a prisão, por exemplo, uma penalidade desproporcional em um cenário em que a capacidade de checagem dos usuários é reduzida.

Já a proposta de responsabilizar as plataformas, punindo Facebook e Google caso não removam notícias falsas, é defendida pelos autores como a forma mais eficaz diante da lentidão da Justiça para determinar a exclusão de um conteúdo e da rapidez da disseminação dessas mensagens. Os favoráveis a essa proposta se inspiram em legislação aprovada na Alemanha, com regras neste sentido.

Os segmentos contrários alertam para dois problemas nessa medida. O primeiro seria a incapacidade de as plataformas definirem o que é verdade e o que não é ou julgar as diferentes formas de desinformação. O segundo seria o estímulo a uma cultura de censura, já que as plataformas podem, com receio das multas, passar a derrubar qualquer conteúdo que possa ser levemente apontado como notícia falsa.

Câmara

Mais de 10 projetos de lei sobre o tema tramitam na Câmara. O PL 8.592 de 2017, do deputado Jorge Corte Real (PTB-PE), inclui no Código Penal a prática de “divulgar ou compartilhar, por qualquer meio de comunicação social capaz de atingir um número indeterminado de pessoas, informação falsa ou prejudicialmente incompleta, sabendo ou devendo saber que o são”. O texto prevê penas menores, de um a dois anos de prisão.

O PL 7.604 de 2017, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), prevê a responsabilização de provedores de conteúdo nas redes sociais em casos de divulgação de informações falsas, ilegais ou prejudicialmente incompletas. A multa nesses casos seria de R$ 50 milhões no caso de a plataforma não retirar o conteúdo em até 24 horas.

Na opinião de Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), a necessidade de regulação é justificada pelo alcance deste tipo de conteúdo atualmente, a despeito do fenômeno das mentiras e desinformação ser uma marca história da política. “É um momento em que o Brasil e toda a humanidade estão preocupados com os efeitos negativos que recaem sobre a sociedade, empresas, pessoas e poderes. No processo eleitoral não é diferente”, comenta.

Já o deputado Celso Pansera (PT-RJ), relator de alguns projetos sobre o tema, considera que a legislação atual, em especial o Marco Civil da Internet e o Código Civil (que prevê os crimes de calúnia, injúria e difamação), já têm instrumentos suficientes para punir os autores de fake news. Ele cita a provável aprovação da Lei de Proteção de Dados Pessoais, que já está na pauta do Senado, como outra legislação importante. Além disso, acrescenta o parlamentar, a Justiça Eleitoral vem adotando medidas, e se multiplicam os projetos de checagem de dados e informações – patrocinados inclusive pelos veículos de imprensa. “Há uma mobilização para enfrentar essas eleições com instrumentos que já temos disponíveis”, disse à Agência Brasil.

Contudo, a regulação do tema tem um aliado de peso. Em audiência sobre o tema realizada na Câmara dos Deputados no dia 19 de junho , chamada de comissão geral, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), posicionou-se entre os que defendem a necessidade de estabelecer regras sobre o assunto. “Se as pessoas estão sendo manipuladas por notícias falsas, precisamos encarar este fenômeno e regulá-lo”, pontuou. Em seu texto, Maia convocou os presentes a debater uma “legislação de consenso” sobre as notícias falsas e o discurso de ódio na internet.

Senado

No Senado, Ciro Nogueira (PP-PI) também apresentou um PL alterando o Código Penal tornando crime “divulgar notícia que sabe ser falsa e que possa distorcer, alterar ou corromper a verdade sobre informações relacionadas à saúde, à segurança pública, à economia nacional, ao processo eleitoral ou que afetem interesse público relevante”, com pena de um a três anos no caso de uso da internet.

Para além da proposição, na Casa, o principal palco de discussões sobre o tema vem sendo o Conselho de Comunicação Social (CCS), órgão criado pela Constituição para auxiliar o Congresso nas matérias na área. No início de junho, o CCS aprovou relatório sobre as matérias em discussão no Parlamento.

O parecer apresentado pelo relator, Miguel Matos, integrante do conselho e editor do Portal Migalhas, concluiu que “as referidas matérias não conseguem abarcar a complexidade do fenômeno das notícias fraudulentas” e sugeriu a continuidade das discussões dentro do Legislativo sobre a temática.

Riscos

A Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom) divulgou documento em que alerta para o risco de medidas de combate às fake news provocarem violações à liberdade de expressão e ao direito à informação por criminalizar a difusão de informações e fomentar uma cultura de remoção de conteúdos pelas plataformas . “A nossa democracia precisa, sim, se debruçar sobre este fenômeno sem, entretanto, incorrer em medidas que cerceiem a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários da internet no Brasil”, opina.

Em vez das propostas de legislação, a frente defende combater as notícias falsas com mais informação, fomentando a diversidade na internet; reconhecendo a legislação brasileira e fortalecendo-a com a aprovação da Lei de Proteção de Dados; garantindo neutralidade e transparência nas plataformas e promovendo programas de educação para a mídia e as tecnologias digitais.

Calendário apertado

A falta de consenso é um dos obstáculos à aprovação de uma legislação ainda a tempo das eleições deste ano. Nenhum dos muitos projetos de lei está na pauta do plenário nas duas Casas. Em razão do pleito de outubro, o Congresso deve ter um calendário apertado com uma disputada pauta de votações. Embora a aprovação de uma legislação tenha no presidente da Câmara um aliado, na avaliação do deputado Celso Pansera dificilmente proposições sobre o assunto devem ser votadas a tempo da disputa eleitoral.

Câmara altera dias e horários das sessões em Afogados

Uma alteração no Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira através da resolução 001/2029, foi aprovada pela Casa. Agora, as sessões passarão a acontecer às terças e quintas às três e meia da tarde. A alteração, segundo os vereadores, não deve necessariamente melhorar o público na Casa, mas pode favorecer à agenda […]

Uma alteração no Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira através da resolução 001/2029, foi aprovada pela Casa.

Agora, as sessões passarão a acontecer às terças e quintas às três e meia da tarde.

A alteração, segundo os vereadores, não deve necessariamente melhorar o público na Casa, mas pode favorecer à agenda dos parlamentares.

Para suprir a pequena presença de público nas sessões, a Câmara manterá as transmissões das sessões através de emissoras de rádio e redes sociais.

O Presidente Igor Mariano comemorou a aprovação. “Chegamos a um entendimento na casa, o horário fica melhor pra todos. Inclusive a população também se mostrou favorável em enquete da Rádio Pajeú”, afirmou.

Ministro Lewandowski autoriza Lula a conceder entrevista para Folha de S. Paulo 

Do Diário de Pernambuco  O ministro do STF Ricardo Lewandowski autorizou o ex-presidente Lula a conceder entrevista para a Folha de São Paulo. O petista está preso desde 7 de abril, na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba após ter sido condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) a 12 anos e um […]

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Do Diário de Pernambuco 

O ministro do STF Ricardo Lewandowski autorizou o ex-presidente Lula a conceder entrevista para a Folha de São Paulo. O petista está preso desde 7 de abril, na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba após ter sido condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso triplex, investigação no âmbito da Lava Jato. 

A Folha da Manhã (Grupo Folha) e a colunista Mônica Bergamo haviam requerido uma realização de entrevista jornalística com Lula, na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba. O ex-presidente teria concordado ‘expressamente’ com o encontro.  

No entanto, o pedido foi negado pela 12ª Vara Criminal Federal de Curitiba alegando que ‘não há previsão constitucional ou legal que embase direito do preso à concessão de entrevistas ou similares’. Além de suposta ilegitimidade dos reclamantes para o auto. O jornal argumentou ao STF que o entendimento da Vara afronta decisão da corte na ADPF 130, que discutiu a Lei de Imprensa. 

A decisão assinada, nesta manhã, por Lewandowski ajuiza a reclamação em favor da empresa Folha de São Paulo, comunicando ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região que a jornalista, acompanhada dos equipamentos necessários à captação de áudio, vídeo e fotojornalismo, tenha acesso ao ex-presidente Lula, caso seja de seu interesse.

Revista Movimentto Documenta presta homenagem ao deputado Gonzaga Patriota‏

O sábado (25), véspera do aniversário de Gonzaga Patriota, foi um marco na vida do deputado, uma noite de homenagem e emoção em que o parlamentar, familiares e amigos puderam conferir o lançamento da Revista Movimentto Documenta – intitulada ‘Gonzaga Patriota: um Parlamentar a Serviço do Brasil’- durante solenidade na Câmara de Vereadores de Petrolina. Depois […]

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O sábado (25), véspera do aniversário de Gonzaga Patriota, foi um marco na vida do deputado, uma noite de homenagem e emoção em que o parlamentar, familiares e amigos puderam conferir o lançamento da Revista Movimentto Documenta – intitulada ‘Gonzaga Patriota: um Parlamentar a Serviço do Brasil’- durante solenidade na Câmara de Vereadores de Petrolina.

Depois de quase dois meses de pesquisa e dedicação, a edição com 40 páginas retrata todos os detalhes da história do socialista, desde a infância em Sertânia, passando pelo primeiro mandato e os cargos que ocupou, até os dias atuais – reúne fotos, curiosidades, desafios e conquistas ao longo desses anos vividos por Gonzaga Patriota.

Para Arijaldo Carvalho, diretor da Revista Movimentto, esse é um reconhecimento pelo empenho que Gonzaga tem dedicado a Pernambuco e o Brasil.

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“O deputado federal Gonzaga tem uma trajetória pessoal e, principalmente, política de sucesso. É um legislador combativo e de expressão na Câmara Federal. Sempre defendeu os interesses de Pernambuco e do Brasil. Ele merece todo o nosso reconhecimento”, avaliou.

Arijaldo ainda informou que está é a 19º edição da Revista Movimentto Documenta destinada a personalidades pernambucanas, dentre elas: Os ex-governadores Miguel Arraes; Marco Maciel; Roberto Magalhães; Eduardo Campos e João Lyra; Ariano Suassuna, ícone da cultura brasileira e tantos outros pernambucanos também tiveram sua vida narrada através da Revista.

Ao lado da esposa Rocksana e do filho Gennedy Patriota, o deputado Gonzaga agradeceu a presença de todos e se surpreendeu com a repercussão da Revista.

“Fico profundamente agradecido com tamanha homenagem. Nunca pensei em ser homenageado por uma revista tão importante como esta e nunca imaginei que o evento de lançamento fosse um grande sucesso. Não consigo descrever o tamanho da minha alegria e gratidão. Obrigado a todos os amigos e familiares que compartilharam comigo esse momento tão especial da minha vida”, ressaltou.

Na ocasião, Patriota fez questão de autografar a revista de todos que estavam no evento.

Dentre tantas autoridades presentes, uma mereceu destaque: Audrey Nogueira, afilhado do deputado. Gonzaga Patriota lembrou que teve a honra de batizá-lo na Igreja Nossa Senhora da Conceição, no Sítio Ribeiro, no mesmo local em que se batizou e, onde fez questão de batizar pelo menos seis de seus filhos.

Auditorias do TCE apontam irregularidades no transporte escolar‏

O início do ano letivo 2016, nesta primeira segunda-feira de fevereiro, chega trazendo uma preocupação a mais para pais e alunos, que diz respeito à qualidade do transporte escolar, oferecido pelos municípios pernambucanos, aos estudantes da rede pública de ensino. Por meio de fiscalizações e auditorias, o Tribunal de Contas de Pernambuco vem acompanhando o […]

ImageProxyO início do ano letivo 2016, nesta primeira segunda-feira de fevereiro, chega trazendo uma preocupação a mais para pais e alunos, que diz respeito à qualidade do transporte escolar, oferecido pelos municípios pernambucanos, aos estudantes da rede pública de ensino.

Por meio de fiscalizações e auditorias, o Tribunal de Contas de Pernambuco vem acompanhando o funcionamento do serviço para tentar auxiliar no controle e na diminuição de acidentes. A Resolução do TCE Nº 06/2013 estabelece critérios a serem adotados pelos gestores públicos, como cuidados com a segurança, controle de trajetos por meio de GPS e controle dos registros dos custos com transporte escolar.

Irregularidades – No ano de 2015, o TCE realizou 93 auditorias em 68 municípios pernambucanos para fiscalizar a qualidade do transporte escolar. A maior parte delas foi de auditorias de acompanhamento (51) e análises de procedimento licitatório (24). Esses trabalhos geraram a formalização de 14 processos de auditoria especial. Também foi avaliado o transporte escolar em 03 processos de prestação de contas e em 01 de denúncia. Os relatórios apontaram diversas irregularidades no serviço, como veículos sem requisitos mínimos de conforto e segurança, excesso de passageiros, motoristas sem habilitação e utilização indevida do transporte escolar. Os dados são de novembro de 2015.

A prática de irregularidades pode levar à responsabilização dos gestores públicos, com punições que vão desde a aplicação de multa e devolução de recursos, até a rejeição de contas dos prefeitos. Eles ainda podem responder a processos de improbidade administrativa no Ministério Público Estadual. O Tribunal de Contas, através de sua sede e das Inspetorias Regionais, está à disposição dos gestores para orientações e esclarecimentos.