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Presidente eleito terá difícil tarefa da reconciliação

Por André Luis
Foto: AFP

A crise política que começou em 2015 culminou em uma eleição extremamente polarizada, com discursos de ódio contra oponentes

Do Estadão Conteúdo

Há os que acreditam que a sociedade se refaz rapidamente. Outros, que vai ser difícil. Mas é consenso entre empresários, artistas e personalidades da sociedade ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo que o presidente eleito será o responsável pela reconciliação do País a partir de amanhã.

“A primeira coisa a ser feita por quem quer que vença é um discurso claro de que a eleição acabou, que vai governar com todo mundo e teremos uma construção coletiva no País”, diz o diretor executivo da Fundação Lemann, Deniz Mizne.

“Temos que baixar o tom, sair dessa guerra, mas isso depende do líder da nação. É preciso chamar a população à responsabilidade de manter a ordem e a paz”, completa o coordenador do movimento Agora, Leandro Machado. O grupo foi criado pela sociedade civil para influenciar uma renovação na política.

A crise política que começou em 2015 culminou em uma eleição extremamente polarizada, com discursos de ódio contra oponentes. O candidato Jair Bolsonaro (PSL) foi esfaqueado em setembro quando fazia campanha em Juiz de Fora (MG). Foi ainda alvo de um movimento iniciado nas redes sociais, o #Elenão, que reuniu milhares de pessoas em protestos nas ruas. Fernando Haddad, que carregou uma rejeição avassaladora ao PT, se disse alvo de fake news que segundo ele atingiram até sua família.

“Nunca mais teremos uma democracia silenciosa, ela é barulhenta”, afirma o cientista político e professor do Insper Fernando Schuler. Já o antropólogo Roberto DaMatta não tem dúvidas de que o cotidiano e a rotina vão acabar reconstruindo as relações e deixando as questões políticas de lado. “Vamos aprender a discordar e concordar, é o princípio fundamental da democracia. E lembrar que temos um sistema político móvel, não é um rei, não vamos entregar o país a ele.”

Para o presidente do conselho de administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, as necessidades concretas se sobrepõem às convicções políticas. Ele acredita que ajuste fiscal, novos investimentos e a redução do desemprego vão construir a “pacificação social”.

A atriz Fernanda Montenegro classifica o atual momento como “trágico”. “Mas não tem jeito. Vamos ter de pacificar esse País, e não vai ser com metralhadoras.”

Outras Notícias

Elepe seleciona jovens para o Prevupe

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), por meio da sua Escola do Legislativo (Elepe), realizou nesta sexta-feira (10), o exame de classificação para o curso de pré-vestibular da Universidade de Pernambuco (UPE), o Prevupe. São 60 vagas disponíveis, prioritariamente, para filhos e dependentes de servidores da Casa Joaquim Nabuco. De acordo com o superintendente da […]

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), por meio da sua Escola do Legislativo (Elepe), realizou nesta sexta-feira (10), o exame de classificação para o curso de pré-vestibular da Universidade de Pernambuco (UPE), o Prevupe. São 60 vagas disponíveis, prioritariamente, para filhos e dependentes de servidores da Casa Joaquim Nabuco.

De acordo com o superintendente da Elepe, Sebastião Rufino, o curso é gratuito e tem como finalidade ampliar o conhecimento de alunos vindos de escolas da rede pública e egressos que pretendem fazer o vestibular. “O Prevupe é uma excelente oportunidade para os nossos jovens. Esse preparatório tem contribuído significativamente para o alto índice de aprovação nos vestibulares das universidades públicas do Estado”, destacou Rufino.

Fátima Galvão, coordenadora pedagógica da Elepe, explicou que para todos os estudantes inscritos foi aplicada uma prova eliminatória e classificatória, com conteúdos de português e matemática. “A participação exigiu comprovante de escolaridade do candidato. Isso porque, é necessário ter concluído ou estar cursando o 3° ano do ensino médio para ingressar no Prevupe”, ressaltou. O resultado será divulgado no próximo dia 14 de março e a matrícula será realizada no dia 15 do mesmo mês.

Parcerias – Além da parceria com a UPE, no curso de “Pré-Vestibulares (Prevupe)” e de “Pós-Graduação Latu Sensu – Gestão Pública”, a Elepe executa, ainda, em conjunto com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), o programa de “Educação de Jovens e Adultos” (EJA) – mais conhecido como “Travessia”.

Patriota tem última agenda de prefeito na Educação

Na última agenda administrativa dos seus oito anos de gestão, o Prefeito José Patriota entregou, de forma simbólica, o fardamento escolar para o ano letivo 2021, tanto para os alunos da educação infantil e do ensino fundamental (anos iniciais e finais), quanto para os alunos da Educação de Jovens e Adultos. O fardamento havia sido […]

Na última agenda administrativa dos seus oito anos de gestão, o Prefeito José Patriota entregou, de forma simbólica, o fardamento escolar para o ano letivo 2021, tanto para os alunos da educação infantil e do ensino fundamental (anos iniciais e finais), quanto para os alunos da Educação de Jovens e Adultos.

O fardamento havia sido adquirido no primeiro semestre, mas não pode ser entregue devido à pandemia e suspensão das aulas presenciais.

Além do fardamento, o Prefeito Patriota também entregou um veículo zero quilômetro Spin, para o trabalho de supervisão e acompanhamento do trabalho das escolas, e uma moto zero quilômetro Honda, modelo broz 160, para a fiscalização do transporte escolar, num investimento total de mais de R$ 110 mil, com recursos próprios.

O Prefeito também assinou a ordem de serviço para a reforma e ampliação do Centro de Educação Infantil José Rodrigues de Brito.

Na solenidade, ocorrida no auditório da Secretaria Municipal de Educação, o Prefeito José Patriota esteve acompanhado da Secretária Veratânia Lacerda, da adjunta, Maria José Aciolly e do vereador e vice-prefeito eleito, Daniel Valadares.

Foram entregues aos gestores das escolas municipais certificados em reconhecimento ao desempenho nos indicadores do desenvolvimento da educação em Pernambuco – IDEPE.

Internações e casos de covid voltam a subir e geram alerta de 4ª onda

Depois de quase três meses de estabilidade, a Rt (taxa de transmissão) do novo coronavírus voltou a romper o teto de segurança, indicando novo crescimento da doença no país. Com ele, houve também aumento de testes positivos e alta nas hospitalizações em São Paulo, dando indícios de que uma quarta onda de casos pode estar […]

Depois de quase três meses de estabilidade, a Rt (taxa de transmissão) do novo coronavírus voltou a romper o teto de segurança, indicando novo crescimento da doença no país. Com ele, houve também aumento de testes positivos e alta nas hospitalizações em São Paulo, dando indícios de que uma quarta onda de casos pode estar prestes a ocorrer, segundo especialistas consultados pelo UOL.

Apesar de a vacinação em massa impedir que o aumento das mortes atinja a proporção das primeiras ondas da pandemia, esta semana outro sinal de alerta acendeu: no dia 17 de maio, a média móvel de óbitos registrou a primeira alta em duas semanas. Ontem, ela voltou a ficar estável.

Cientistas consideram o número 1 como o teto da Rt. Com esse valor, cada pessoa infectada pode contaminar outra, mantendo a estabilidade de casos. A meta é baixar esse número porque, se ele ultrapassar esse patamar, cada doente poderá contaminar mais de uma pessoa.

O ano de 2022 começou em meio à terceira onda da pandemia no Brasil, com o Rt permanecendo acima de 1 até o dia 5 de fevereiro, quando atingiu o pico de 2,1 —o que significa que cem pessoas infectavam outras 210, aumentando o número de casos.

Desde então, o índice começou a cair, mas só ficou abaixo de 1 no dia 22 de fevereiro. A curva despencou até o dia 16 de março, quando bateu em 0,5, mas voltou a subir lentamente sem nunca ultrapassar o número 1.

Tudo mudou no dia 9 de maio, quando voltou a romper o teto e não parou de crescer: no dia 18 de maio, estava em 1,25 (cem pessoas contaminavam 125), indica levantamento da Info Tracker, a plataforma de monitoramento da pandemia da USP (Universidade de São Paulo) e Unesp (Universidade Estadual Paulista).

O Rt já ultrapassou a marca em quatro das cinco regiões do Brasil: Centro-Oeste: 1,29; Sudeste: 1,26; Sul: 1,26; Nordeste: 1,13; e Norte: 0,82.

No estado de São Paulo, apenas três das 22 macrorregiões têm índice abaixo de 1: a Grande São Paulo Sudoeste, São João da Boa Vista e Barretos. Na média, o Rt paulista está em 1,15.

Esse aumento já reflete nas internações em leito covid no estado de São Paulo, embora em ritmo muito menor do que o auge da pandemia, quando ainda não havia imunizante.

O aumento das internações no último mês foi de 55% no estado na comparação com as quatro semanas anteriores. No interior chegou a 88%, na capital, a 49%, enquanto na Grande São Paulo ficou estável e na Baixada Santista caiu 25%.

Apesar da subnotificação dos autotestes, os resultados disponíveis em testagem de laboratório e farmácia comprovam o recrudescimento da pandemia.

Apenas nos 15 primeiros dias de maio, os 49,3 mil resultados positivos para covid-19 em testes de farmácia já superaram os 32 mil registrados em todo o mês de abril.

“O índice de positivados [nos testes de farmácia] saltou 54%”, diz Sérgio Mena Barreto, CEO da Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias). “É um forte indício da resiliência do coronavírus, que já apresentava crescimento desde a segunda quinzena de abril.”

A tendência também é de alta nos testes laboratoriais. Os exames positivos, que representavam 13% do total das amostras na semana terminada em 1º de maio, saltaram para 17% na semana seguinte.

Há ainda a expectativa de uma “taxa de positividade de 24%” para a semana terminada em 15 de maio (os dados ainda não foram tabulados), segundo a Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnostica), que representa 65% dos laboratórios de diagnóstico do país.

A 4ª onda chegou?

“Com base na dinâmica recente dos dados, é possível que já estejamos vivenciando o início da quarta onda de covid: menos letal que as demais por conta da vacinação, mas ainda muito preocupante em razão da ausência de planos de contenção, abandono das máscaras e testagem por parte do poder público”, avalia Wallace Casaca, coordenador da Info Tracker e professor da Unesp.

Para o médico sanitarista Gonzalo Vecina, o aumento no número de casos e internações por covid-19 não se deve a uma nova onda, mas à flexibilização ao uso de máscaras.

“Isso tudo é fruto do relaxamento social e da falta de máscara, e de levantar o decreto emergência sanitária foi um erro”, afirmou Vecina. Ele se refere ao decreto do presidente Jair Bolsonaro (PL), que em abril pôs fim ao estado de emergência para a covid-19.

Infectologista, a professora de medicina Joana D’arc Gonçalves também diz acreditar na chegada de uma nova onda de contaminações.

“Como a gente vai conviver com esse vírus por muito tempo, acredito que uma quarta onda esteja se aproximando e, possivelmente, haverá até outras ondas, dependendo do nosso comportamento”, afirma a infectologista Joana D’arc Gonçalves.

A professora lembra que a maioria das restrições sanitárias caiu no Brasil por decisão de estados e municípios. No começo da semana, por exemplo, a Prefeitura de São Paulo acabou com a obrigatoriedade de usar máscara em táxi e de apresentar comprovante de vacinação em eventos na capital. O abandono das máscaras ocorre em todo o país.

“Além disso, a transmissão de doenças respiratórias é mais alta no frio porque as pessoas ficam mais próximas”, diz a médica. “E tivemos o Carnaval recentemente, com muita gente aglomerada. Tudo isso traz consequências.”

A especialista diz não acreditar no retorno das restrições sanitárias, mas espera que o poder público organize campanhas educativas em períodos sazonais, como em tempos de frio.

“O que temos em mãos é a vacina. É preciso focar nos mais vulneráveis”, afirma a infectologista ao prever convivência longa entre humanos e a Sars-Cov-2.

“Aguardar por uma política restritiva é complicado, não só pelo governo, como pela população, que cansou. Lamentavelmente essa decisão foi passada para o indivíduo”, diz ela, que ainda recomenda o uso de máscaras em ambientes fechados, como transporte público.

“A gente tem sido pego de surpresa. Pensamos que a alta transmissibilidade da variante ômicron iria enfraquecer o vírus, mas ele continua com suas mutações. Pelo jeito vamos conviver com esse vírus por um bom tempo. Depois da pandemia, será uma endemia, talvez com um vírus mais transmissível, mas também menos letal”, alerta Joana D’arc.

MS confirma que irá receber 36 milhões de doses da Janssen até o fim do ano

CNN Brasil O Governo Federal e a Johnson & Johnson, fabricante da vacina de dose única da Janssen, confirmaram que o contrato entre as partes será cumprido. Além da antecipação de 1,8 milhão de doses em junho, 36,2 milhões serão entregues até o final do ano pela J&J. O Brasil recebeu outros 3 milhões de […]

CNN Brasil

O Governo Federal e a Johnson & Johnson, fabricante da vacina de dose única da Janssen, confirmaram que o contrato entre as partes será cumprido.

Além da antecipação de 1,8 milhão de doses em junho, 36,2 milhões serão entregues até o final do ano pela J&J.

O Brasil recebeu outros 3 milhões de doses em julho, por meio de doação do governo dos Estados Unidos. O Ministério da Saúde (MS), não respondeu como esse novo lote de imunizante será utilizado, já que a Janssen é dose única e só está autorizada em adultos.

A empresa informou que os estudos mostraram que quando um reforço da vacina foi administrado seis meses após a dose única, os níveis de anticorpos aumentaram nove vezes após uma semana e continuaram a subir para 12 vezes mais após quatro semanas a partir do reforço.

Já com o reforço administrado dois meses após a primeira dose, os níveis de anticorpos aumentaram de quatro a seis vezes mais do que os observados após a dose única.

A companhia forneceu os dados disponíveis para a Food and Drug Administration (FDA, na sigla em inglês), dos EUA, órgão correspondente à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). E planeja enviar os dados para o governo brasileiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Grupos Técnicos Consultivos Nacionais sobre Vacinação (GTCVs ou NITAGs) em todo o mundo para auxiliar na tomada de decisão e estratégias locais de administração de vacinas, conforme necessário.

Mas apenas 4,8 milhões de brasileiros poderiam receber a possível dose de reforço, número recebido e aplicado no país. Não existem estudos divulgados sobre a intercambialidade (mistura de diferentes imunizantes). Sobrariam 31,4 milhões de doses. A validade da vacina, a partir da fabricação, é de 2 anos quando armazenada a -20 graus Celsius, e apenas seis meses quando refrigerada a temperaturas entre 2 e 8 graus Celsius, que é o que acontece na imensa maioria dos municípios brasileiros.

Até o momento, a Janssen só conseguiu autorização pra uso emergencial junto a Anvisa. A empresa informou também que “Segue trabalhando em estreita cooperação com a Agência nesse processo para obter todas as certificações necessárias e avançar com o pedido de registro definitivo de sua vacina contra a Covid-19 para indivíduos com 18 anos ou mais até o final de 2021”.

A reportagem também questionou à Anvisa e o Ministério da Saúde sobre o registro definitivo e se a doação de vacinas da Janssen é uma possibilidade. A Anvisa disse que ainda não recebeu pedido de registro definitivo por parte da empresa.

Na última semana o ministro da Saúde Marcelo Queiroga confirmou que pode doar a vacina da Janssen pra outros países caso ela não consiga o registro definitivo da vacina junto à Anvisa.

“Acredito que a Janssen não vai ter dificuldade nenhuma para obter um registro definitivo. Mas qualquer dose, se nós tivemos um excedente de doses, uma das possibilidades a se considerar é apoiar alguém que precise mais do que nós” disse Queiroga, que já afirmou que em 2021 só vai fazer parte do PNI vacinas com registro definitivo, hoje caso apenas de AstraZeneca e Pfizer.

O principal motivo para que o Governo opte apenas por vacinas com registro definitivo é que a “autorização de uso emergencial” só vale até o Ministério da Saúde decretar o fim do estado de emergência em saúde no país, o que pode acontecer quando a Organização Mundial da Saúde decretar o fim do estado pandêmico da covid-19. Ou seja, com o fim da pandemia, as vacinas que tem apenas o uso emergencial não poderiam ser aplicadas.

O Governo e a Janssen não divulgaram a data de entrega do próximo lote do imunizante no Brasil.

Encerramento do São João do Gonzagão reúne autoridades e população em Iguaracy

A programação do São João do Gonzagão foi encerrada nesta segunda-feira (23) no tradicional palhoção montado na Praça Antônio Rabelo, no centro de Iguaracy. O prefeito Doutor Pedro Alves e a primeira-dama, Graça Valadares, estiveram presentes na última noite do evento, que contou com apresentações culturais e shows musicais. As atrações incluíram o Grupo Escolar […]

A programação do São João do Gonzagão foi encerrada nesta segunda-feira (23) no tradicional palhoção montado na Praça Antônio Rabelo, no centro de Iguaracy. O prefeito Doutor Pedro Alves e a primeira-dama, Graça Valadares, estiveram presentes na última noite do evento, que contou com apresentações culturais e shows musicais.

As atrações incluíram o Grupo Escolar Nações Unidas e a Companhia de Dança Filhos do Sol, além dos shows de Encanto de Mulher e do cantor Allysson. O evento contou com a participação de integrantes da gestão municipal, incluindo o vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marcos Melo, acompanhado de sua esposa, Michelle Moura.

Também marcaram presença a chefe de gabinete Marília Duse e seu esposo Rodrigo Valadares; o secretário de Cultura e Turismo, Marcone Melo; o secretário adjunto Rodrigo Faustino; a secretária de Assistência Social, Juliany Rabelo; a secretária de Finanças, Helena Alves, e seu adjunto, Léo Mario; o secretário de Agricultura, Rogério Lins; o secretário de Viação e Serviços Públicos, Fábio Torres; a secretária de Saúde, Joaudeni Cavalcante, e sua adjunta, Maria Alves; a diretora do Centro de Especialidades Médicas, Branca Barros; o técnico em veterinária, Carlinhos de Trindade; o coordenador de limpeza pública, Emanuel Jesus; a coordenadora de controle interno, Lidiane Moura; e o médico Dr. Hógines Alves, entre outros nomes da administração municipal.

Durante o evento, o prefeito Pedro Alves destacou a relevância da iniciativa:

“Foi uma grande alegria ver a comunidade de Iguaracy reunida em uma festa que valoriza nossas tradições e nossa cultura. Agradeço a todos que participaram e colaboraram para o sucesso deste evento.”

O São João do Gonzagão foi promovido pela Prefeitura de Iguaracy, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, com apoio do Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Turismo e Lazer e da Fundarpe.