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Presidente do TRF reforma decisão e mantém válida eleição da OAB

Por Nill Júnior

O Presidente do TRF da 5ª região, Desembargador Edilson Pereira Nobre Júnior manteve válida a eleição da OAB Pernambuco.

Ele reformou a decisão do juiz federal titular da 6ª Vara da Seção Judiciária de Pernambuco (SJPE), Hélio Silvio Ourém Campos, que havia suspendido por liminar os efeitos da eleição.

A chapa de Almir Reis,  da oposição,  acusou a chapa governista de Fernando Ribeiro,  vencedor do pleito por 237 votos, de  práticas graves e reiteradas de abuso de poder econômico, político, dos meios de comunicação social e demais irregularidades. 

Mas decidiu o presidente do TRF: “Constatada, pois, a plausibilidade do direito alegado no presente recurso, uma vez o fato apontado na decisão recorrida como ensejador do abuso de direito não se enquadrar dentre as condutas vedadas pelo Provimento 146/2011, da OAB, bem como o risco de dano irreversível ou de difícil reparação, haja vista a posse da nova diretoria da OAB e consequentemente o término da atual gestão estar prevista para o dia 1º de janeiro de 2022, defiro o pedido de efeito suspensivo ao presente agravo”. Clique aqui e veja a decisão na íntegra.

Outras Notícias

Gabinete de Transição: Alckmin anuncia integrantes de mais 16 grupos técnicos

Anúncio dos nomes dos integrantes foi realizado no CCBB em Brasília, sede da transição de governo O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, anunciou na manhã desta quarta-feira (16/11), integrantes de grupos técnicos de trabalho do Gabinete de Transição. Coordenador da transição governamental, Alckmin fez o anúncio no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília (DF). Ao […]

Anúncio dos nomes dos integrantes foi realizado no CCBB em Brasília, sede da transição de governo

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, anunciou na manhã desta quarta-feira (16/11), integrantes de grupos técnicos de trabalho do Gabinete de Transição. Coordenador da transição governamental, Alckmin fez o anúncio no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília (DF).

Ao todo, 16 grupos foram anunciados, nas seguintes áreas: Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Ciência, Tecnologia e Inovação; Comunicação Social; Desenvolvimento Agrário; Desenvolvimento Regional; Justiça e Segurança Pública; Meio Ambiente; Minas e Energia; Pesca; Povos Originários; Previdência Social; Relações Exteriores; Saúde; Trabalho; Transparência, Integridade e Controle; e Turismo.

Abaixo, os integrantes dos grupos anunciados nesta quarta-feira (16/11):

GT de Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Carlos Favaro – agropecuarista e político brasileiro, Senador pelo estado de Mato Grosso.

Evandro Gussi – doutor em Direito do Estado. Ex-deputado federal pelo Estado de SP. É presidente e CEO da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica).

Joe Valle – engenheiro florestal, empresário. Ex-deputado do Distrito Federal.

Katia Abreu – empresária, pecuarista. Foi a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento durante o segundo governo da ex-presidente Dilma Rousseff. É senadora pelo Tocantins.

Luiz Carlos Guedes – doutor em engenharia agrônoma, foi ministro da Agricultura no governo Lula.

Neri Gueller – produtor rural, empresário. Foi ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Deputado federal de Mato Grosso

Silvio Crestana – professor, físico e pesquisador brasileiro. Foi diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária durante o governo Lula.

Tatiana Deane de Abreu Sá – doutora em Biologia Vegetal. Foi diretora-executiva da EMBRAPA de 2005 a 2011.

GT de Ciência, Tecnologia e Inovação

Alexandre Navarro: Vice-Presidente da Fundação João Mangabeira e membro da Câmara de Mediação e Arbitragem da Fundação Getúlio Vargas – FGV

André Leandro Magalhães – mestre em Engenharia Aeronáutica. Ex-presidente da DataPrev e da Frente Parlamentar da Ciência e Tecnologia.

Celso Pansera: Ex-Deputado Federal do PT no Rio de Janeiro. Foi Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação no governo Dilma.

Glaucius Oliva: cientista, ex-Reitor da USP. Ex-presidente do CNPQ.

Ildeo de Castro Moreira – professor-doutor do departamento de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ex-Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC.

Ima Viera: doutora em Ecologia pela University of Stirling, Escócia. É pesquisadora titular do Museu Paraense Emilio Goeldi.

Iraneide Soares da Silva – Doutora em História Social. Professora da Universidade Estadual do Piauí e pesquisadora.

Leone Andrade: diretor de Tecnologia e Inovação do SENAI CIMATEC, complexo tecnológico localizado no Polo de Camaçari que é essencial para a estratégia de desenvolvimento da indústria baiana e nacional.

Luis Manuel Rebelo Fernandes: doutor em Ciência Política, professor da PUC/RJ e UFRJ. Ex-Presidente da Finep – Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Luiz Antônio Elias: Ex-Secretário-Executivo do Ministério de Ciência e Tecnologia durante o Governo Lula

Ricardo Galvão: Doutor em Física. Professor titular do Instituto de Física da Universidade de São Paulo. Membro da Academia Brasileira de Ciências. Foi diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Sérgio Machado Rezende: doutor em Física, ex-Ministro da Ciência e Tecnologia do Governo Lula. Foi presidente da FINEP e Secretário Estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente em Pernambuco.

GT de Comunicação Social

André Janones – Advogado, influenciador digital. Deputado federal por Minas Gerais desde 2019, reeleito em 2022.

Antônia Pelegrino – Mestra em Letras, roteirista e produtora premiada pela Academia Brasileira de Letras e Academia do Cinema Brasileiro.

Flávio Silva Gonçalves – Mestre em Políticas de Comunicação. Diretor-geral do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia. Já trabalhou no gabinete da diretoria-geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC)

Florestam Fernandes Junior – jornalista, comentarista e articulista. Passou pelas principais redações e emissoras do país.

Helena Chagas – Jornalista. Foi ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República do Brasil durante o governo Dilma Rousseff. 

Hélio Doyle – jornalista, consultor em comunicação e política e professor aposentado da Universidade de Brasília. Foi secretário de governo, de articulação institucional e da Casa Civil em três governos do DF.

Joao Brant – doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, com mestrado em Regulação e Políticas de Comunicação pela London School of Economics. Foi Secretário Executivo do Ministério da Cultura no governo Dilma Rousseff.

Laurindo Leal Filho (Lalo) – doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, jornalista, sociólogo, professor universitário, escritor e apresentador de televisão brasileiro. Foi secretário municipal de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo durante a gestão Luiza Erundina

Manuela Dávila – jornalista. Foi deputada federal pelo Rio Grande do Sul, deputada estadual e candidata a vice-presidente da República na eleição de 2018

Octávio Costa – jornalista. Presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI)

Tereza Cruvinel – Jornalista. Trabalhou em diversos veículos de comunicação. Foi Presidenta da Empresa Brasileira de Comunicação no governo Lula.

Viviane Ferreira: Advogada, diretora, roteirista, produtora e cineasta brasileira. Ativista do movimento de mulheres negras e fundadora da Odun Filmes, empresa produtora voltada para o audiovisual identitário.

GT de Desenvolvimento Agrário

Célia Hissae Watanabe – mestra em gestão de políticas públicas. Pesquisadora em desenvolvimento rural sustentável.

Elisângela Araújo: coordenadora de Formação e Educação Profissional da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar – CONTRAF-Brasil/CUT e do Fórum Baiano da Agricultura Familiar.

Givanilson Porfirio da Silva: Assessor da Presidência da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares – CONTAG

João Grandão: ex-Deputado Federal de Mato Grosso do Sul por dois mandatos, já foi Deputado Estadual e vereador em Dourados.

José Josivaldo Oliveira: membro da coordenação Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB.

Luiz Henrique Gomes de Moura (Zarref): engenheiro florestal, foi Professor Substituto da Universidade de Brasília em Educação do Campo. Possui mestrado em Agroecossistemas pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010) e assessor do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST)

Maria Josana de Lima Oliveira: Coordenadora Geral da CONTRAF-BRASIL/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar

Miguel Rosseto: Ex-Ministro do Desenvolvimento Agrário nos governos Lula e Dilma. Foi também ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República e Ministro do Trabalho e Previdência Social. Além disso, Rosseto foi vice-governador do Rio Grande do Sul durante a gestão de Olívio Dutra.

Pedro Uczai: Deputado Federal por Santa Catarina, reeleito, ex-deputado estadual e ex-prefeito de Chapecó.

Robervone Nascimento – doutora em agronomia. Engenheira agrônoma, servidora do INCRA.

Vanderley Ziger: Presidente da União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (UNICAFES)

GT de Desenvolvimento Regional

Camilo Santana: Senador eleito pelo PT/CE, foi Governador do Ceará, Deputado estadual e secretário do desenvolvimento agrário e das cidades nos governos Cid Gomes

Esther Bemerguy: Ex-secretária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República no governo Lula e Ex-Secretária de Planejamento e Investimento Estratégico do Ministério do Planejamento no governo Dilma.

Helder Barbalho: Atual governador do Pará. Foi ministro da Pesca e Aquicultura e ministro-chefe da Secretaria Nacional dos Portos no governo Dilma Rousseff e ministro da Integração Nacional no governo Michel Temer.

Jonas Paulo Neres – Sociólogo, foi coordenador-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do estado da Bahia.

Otto Alencar: Senador da República pela Bahia, filiado ao PSD e com atuação destacada durante a CPI da Covid. Foi Governador, Deputado Estadual e Presidente da Assembleia Legislativa da Bahia.

Randolfe Rodrigues: Senador da República pelo Amapá filiado na Rede Sustentabilidade. Liderança destacada na CPI da Covid, é líder da oposição ao Governo Bolsonaro no Senado Federal.

Raimunda Monteiro: mestre em planejamento de Desenvolvimento Regional, doutora em ciências socioambientais e ex-Reitora da Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA

Tania Barcelar: Economista reconhecida nacionalmente pelo seu trabalho em prol do desenvolvimento regional, foi Secretária Nacional de Políticas Regionais pelo Ministério da Integração Nacional. Atuou na Sudene por mais de 20 anos, tendo sido foi secretária de Planejamento e de Fazenda de Pernambuco.

GT de Justiça e Segurança Pública

Andrei Passos Rodrigues – Delegado da Polícia Federal

Camila Nunes – Doutora em Sociologia pela USP. Professora adjunta da UFABC e pesquisadora colaboradora do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da Universidade de São Paulo.

Carol Proner – Doutora em Direitos Humanos. Professora de Direito Internacional da UFRJ.

Cristiano Zanin – Advogado com especialização em Direito Processual Civil.

Flávio Dino – ex-juiz, ex-governador do Maranhão, Senador eleito pelo PSB/MA

Gabriel Sampaio – Advogado, foi Secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça durante o governo Dilma Rousseff.

Jaqueline Sinhoretto – Doutora em Sociologia pela USP. Professora da UFSCar. Lidera o grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos da UFSCar.

Márcio Elias Rosa – Procurador de Justiça aposentado, ex-secretário de Estado da Justiça de São Paulo e ex-presidente da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (CASA).

Marco Aurélio Carvalho – Advogado especializado em Direito Público.

Marivaldo Pereira – Advogado. Ex-secretário executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo Dilma Rousseff.

Marta Machado – professora da Fundação Getúlio Vargas.

Omar Aziz – Engenheiro civil. Senador pelo AM.

Paulo Teixeira – Advogado. Deputado Federal PT/SP

Pierpaolo Cruz Bottini – professor de Direito Penal da USP. Foi Secretário da Reforma do Judiciário durante o primeiro mandato do presidente Lula.

Sheila Carvalho – advogada Internacional de Direitos Humanos, professora e ativista.

Tamires Gomes Sampaio: advogada, mestra em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pesquisadora na área de segurança pública, política criminal e racismo estrutural. Foi Secretária Adjunta de Segurança Cidadã em Diadema.

Wadih Damous – advogado. Ex-presidente da OAB/RJ. Ex-deputado Federal PT/RJ.

GT de Meio Ambiente

Carlos Minc, geografo, ambientalista, foi ministro do meio-ambiente (2008-2010), secretario de meio-ambiente do RJ e deputado federal.

Izabella Teixeira, bióloga, foi ministra do meio-ambiente (2010-2016), copresidente do painel de recursos naturais da ONU.

Jorge Viana, engenheiro florestal, foi governador do Acre e senador pelo mesmo estado e prefeito de Rio Branco.

José Carlos Lima da Costa, advogado com especialização em direito ambiental, foi secretário-chefe da casa civil do governo do estado do Pará e deputado estadual pelo mesmo estado.

Marilene Corrêa da Silva Freitas, professora da Universidade Federal do Amazonas, foi reitora da Universidade do Estado do Amazonas.

Marina Silva, historiadora, psicopedagoga, ambientalista, foi ministra do meio-ambiente (2003-2008), foi senadora e deputada estadual pelo Acre, é deputada federal eleita.

Pedro Ivo, ambientalista e dirigente nacional da Rede Sustentabilidade, foi candidato ao senado.

Silvana Vitorassi, doutora em educação ambiental, especialista em gestão ambiental, foi gerente da divisão de educação ambiental em Itaipu Binacional.

GT de Minas e Energia

Anderson Adauto: Ministro dos Transportes durante o primeiro mandato do Presidente Lula. Foi prefeito de Uberaba, por dois mandatos de 2005 a 2012 e deputado Estadual em Minas por 16 anos, de 1987 a 2003.

Deyvid Barcelar: graduado em Administração, com especializações em Gestão de Pessoas, coordenador geral da Federação Única dos Petroleiros, também foi representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás (2015-2016)

Fernando Ferro – engenheiro, com especialização em Sistemas Elétricos de Potência. Ex-deputado federal pelo Estado de Pernambuco.

Giles Azevedo – geólogo, ex-secretário executivo do Gabinete Pessoal da presidente eleita Dilma Rousseff.

Guto Quintela: Agrônomo de formação, empresário do agronegócio, é membro do conselho diretor do Centro de Empreendedorismo da Amazônia.

Ikaro Chaves: Engenheiro Eletricista da Eletronorte e Diretor da Associação dos Engenheiros e Técnicos do Sistema Eletrobras.

Jean Paul Prates: advogado e economista, Senador do PT pelo Rio Grande do Norte e Presidente do Sindicato das Empresas do Setor Energético do RN

Magda Chambriend: Mestre em Engenharia Química pela COPPE/UFRJ e Engenheira Civil pela UFRJ é coordenadora de pesquisa na FGV Energia. Foi Diretoria da ANP em 2008 e a Diretoria Geral em 2012.

Mauricio Tolmasquim: Engenheiro de produção pela UFRJ é professor titular da COPPE/UFRJ. Foi Secretário-Executivo e Ministro interino do Ministério de Minas e Energia no governo Lula e Presidente da Empresa de Planejamento Energético.

Nelson Hubner: Engenheiro, atua na área de energia. Foi secretário executivo e ministro interino do Ministério de Minas e Energia. Foi, também, diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica e presidente do conselho de administração da Light/SA.

Robson Sebastian Formica: especialista em Energia e Sociedade, integra a Coordenação Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

William Nozaki: professor de ciência política e economia da Escola de Sociologia e Política de São Paulo e diretor técnico do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (INEEP)

GT de Pesca

Altemir Gregolin, foi ministro da pesca e aquicultura (2006-2011), é veterinário com especialização em administração rural, mestrado em desenvolvimento, agricultura e sociedade pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.  

Antônia do Socorro Pena da Gama, professora da UFOPa em Santarém. Doutora em Educação.

Carlos Alberto da Silva Leão, foi superintendente de pesca e aquicultura no Pará.

Carlos Alberto Pinto dos Santos, secretário-executivo da Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas e Povos Tradicionais Costeiros e Marinhos.

Cristiano Wellington Norberto Ramalho, professor de sociologia da Universidade Federal de Pernambuco, especialista em pesca e aquicultura.  

Ederson Pinto da Silva, foi diretor geral do departamento de pesca, aquicultura, quilombolas e unidades indígenas da secretaria do desenvolvimento rural, pesca e cooperativismo do Rio Grande do Sul.

Flávia Lucena Frédou, professora titular da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), pós-doutora em ciências da pesca e da aquicultura pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da França.  

Joao Felipe Nogueira Matias, engenheiro de pesca, doutor em biotecnologia dos recursos pesqueiros, foi secretário de planejamento e ordenamento da aquicultura, do Ministério da Pesca.

GT dos Povos Originários

Benki Piyãko, também conhecido Benki Ashaninka representante político e xamânico do povo Ashaninka.

Célia Nunes Correa, também conhecida como Célia Xakriabá, é uma professora ativista indígena do povo Xakriabá em Minas Gerais. Integra a Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade. Deputada Eleita por Minas Gerais.

Davi Kopenawa Yanomami: um escritor, ator, xamã e líder político yanomami. Atualmente, é presidente da Hutukara Associação Yanomami, uma entidade indígena de ajuda mútua e etnodesenvolvimento.

João Pedro Gonçalves da Costa: ex-deputado estadual, ex-senador pelo Amazonas, servidor do Incra aposentado, ex-Superintendente do INCRA e ex-Presidente da Funai.

Joênia Batista de Carvalho: conhecida como Joênia Wapichana, é uma advogada, sendo primeira mulher indígena a exercer a profissão no Brasil. Joênia é a primeira mulher indígena a ser eleita deputada federal, representando Roraima, durante as eleições de 2018.

Juliana Cardoso: educadora, ativista dos movimentos sociais e sindical, vereadora pelo Partido dos Trabalhadores na cidade de São Paulo. Foi eleita deputada federal pelo estado de São Paulo.

Marcio Augusto Freitas de Meira: Historiador e antropólogo do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém do Pará. Foi presidente da Funai entre 2007 e 2012.

Marivelton Baré: presidente da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro – FOIRN.

Sônia Bone de Souza Silva Santos: conhecida como Sônia Guajajara, é uma líder indígena brasileira e política filiada ao Partido Socialismo e Liberdade. É formada em Letras e em Enfermagem, especialista em Educação especial pela Universidade Estadual do Maranhão. Recebeu em 2015 a Ordem do Mérito Cultural. Deputada federal eleita pelo estado de SP.

Tapi Yawalapiti: é liderança e cacique do povo Yawalapíti da região do alto Xingu.

GT de Previdência Social

Alessandro Antônio Stefanutto, procurador federal, ex-Coordenador-Geral de Administração das Procuradorias, ex-chefe da Procuradoria Federal Especializada do INSS (PFE/INSS).

Eduardo Fagnani: Professor Doutor do Instituto de Economia da Unicamp, Coordenador da Pós-Graduação em Desenvolvimento, pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e do Trabalho, e editor da Revista Política Social e Desenvolvimento.

Fabiano Silva: Coordenador na Comissão de Direitos e Prerrogativas da OAB-SP, membro da Comissão de Previdência da OAB-SP e da Comissão de Previdência do Conselho Federal da OAB.

Jane Berwanger: Professora, advogada e doutora em direito previdenciário.

José Pimentel: Ex-Senador do Ceará pelo PT, foi Ministro de Estado da Previdência Social durante o governo Lula, além de deputado federal por quatro mandatos consecutivos

Luiz Antônio Adriano da Silva: Secretário-geral nacional do Solidariedade. Militou no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e também no Sindicato de Tatuí. Fez parte do Conselho de Assistência Social e do Conselho de Previdência Social.

GT de Relações Exteriores

Aloisio Nunes Ferreira – advogado, ex-senador da República por São Paulo, ex-ministro das Relações Exteriores.

Audo Faleiro – agrônomo, diplomata, ex-assessor para assuntos internacionais da Presidência da República nos governos Lula e Dilma.

Celso Amorim – professor e diplomata brasileiro. Foi ministro das Relações Exteriores e da Defesa durante os governos Itamar Franco, Lula e Dilma Rousseff

Cristovam Buarque – economista, foi governador do Distrito Federal, ex-reitor da Universidade de Brasília, ex-senador da República, ex-ministro da Educação governo Lula.

Monica Valente – psicóloga, foi Secretária de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores.

Pedro Abramovay – Advogado, doutor em ciência política, ex-secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça no governo Lula.

Romênio Pereira – secretário de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores

GT de Saúde

Alexandre Padilha: Médico e político brasileiro filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), é atualmente deputado federal por São Paulo. Foi ministro das Relações Institucionais no Governo Lula e ministro da Saúde no Governo Dilma Rousseff.

Arthur Chioro: Político, médico sanitarista e professor da Unifesp. Foi ministro da Saúde no governo Dilma. Antes disso, foi secretário de saúde do município de São Bernardo do Campo.

Fernando Zasso Pigatto: Presidente do Conselho Nacional da Saúde.

Humberto Costa: Senador por Pernambuco, é o líder do PT no Senado. Foi Ministro da Saúde durante o governo Lula, bem como deputado federal e estadual.

José Gomes Temporão: Pesquisador da Fiocruz, membro da Academia Nacional de Medicina. Foi Ministro da Saúde nos governos Lula e Dilma.

Lúcia Souto: Presidenta do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde, Médica sanitarista e Pesquisadora da Fiocruz, foi deputada estadual no Rio de Janeiro pelo PPS.

Ludhmila Abrahão Hajjar: Professora associada da Faculdade de Medicina da USP. Coordenadora de Cardio-Oncologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas e Coordenadora de Cardiologia do Instituto do Câncer do estado de São Paulo

Maria do Socorro de Souza: Doutora em educação e em ciências da saúde. É pesquisadora da Fiocruz e foi a primeira mulher a presidir o Conselho Nacional de Saúde.

Miguel Srougi: Professor Titular de Urologia da Faculdade de Medicina da USP e da Escola Paulista de Medicina, é uma personalidade de destaque e uma das principais referências nacionais na Oncologia.

Nísia Trindade Lima: Cientista social e socióloga, é a atual presidente da Fundação Oswaldo Cruz. É a primeira mulher a comandar a Fiocruz em 120 anos de história da instituição, tendo sido a mais votada na eleição interna.

Regina Fatima Feio Barroso: Doutora em odontologia. Atualmente é Superintendente do Complexo Hospitalar Universitário da UFPA.

Roberto Kalil Filho: Médico cardiologista, fundou o Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês, é diretor clínico do Instituto do Coração (InCor) e professor titular da disciplina de cardiologia da Faculdade de Medicina da USP.

GT de Trabalho

Adilson Araújo: Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

André Calixtre: Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, foi Chefe da Assessoria Técnica da Presidência do IPEA e Assessor no Gabinete do Ministro da Secretaria-geral da Presidência da República durante o governo Dilma.

Clemente Gantz Lucio: sociólogo, foi diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

Fausto Augusto Júnior: Professor universitário e Diretor Técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE)

Laís Abramo: socióloga, mestre e doutora em Sociologia pela USP; foi Diretora da Divisão de Desenvolvimento Social da CEPAL (2015-2019), Diretora da OIT no Brasil (2005-2015) e Especialista Regional em Gênero e Trabalho da OIT para a América Latina (1999-2005). É autora de diversas publicações obre mercado de trabalho, sindicalismo, desigualdades e relações raciais e de gênero no mundo do trabalho.

Miguel Torres: Presidente da Força Sindical, possui uma longa trajetória no movimento sindical e uma vida inteira dedicada às lutas sociais no país.

Patrícia Vieira Trópia, doutora em Ciências Sociais pela Unicamp, docente do Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Uberlândia. Presidiu a Associação Brasileira de Estudos do Trabalho no período 2020-2021.

Ricardo Patah: Presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), também é o presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo.

Sandra Brandão: é economista, mestre em Economia pela Unicamp.

Sérgio Nobre: Presidente Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Também coordenou o Setor Automotivo da Confederação Nacional dos Metalúrgicos.

GT de Transparência, Integridade e Controle

Ailton Cardozo, advogado e Procurador do Estado na Procuradoria Geral do Estado da Bahia.

Claudia Aparecida de Souza Trindade:  Procuradora da Fazenda Nacional desde 1993. Atuou como Coordenadora da Atuação Judicial da Fazenda Nacional perante o STF e como Assessora Parlamentar da PGFN. É Conselheira Seccional da OAB/DF.

Cléucio Santos Nunes: Doutor em Direito do Estado pela UnB e Mestre em Direito Ambiental pela Universidade Católica de Santos. Especialista em Direito Tributário e Processo Tributário pela PUC/SP.

Eugênio Aragão: advogado, Subprocurador-Geral da República aposentado, ex-Ministro da Justiça.

Jorge Messias: Procurador da Fazenda Nacional, ex-Subsecretário de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, ex-Consultor Jurídico do MEC e do MCTI.

Juliano José Breda: advogado, pós-doutor em Direitos Fundamentais e Democracia pela Universidade de Coimbra.

Luiz Augusto Fraga Navarro de Britto Filho: advogado e ex-ministro de Estado da Controladoria-Geral da União (CGU).

Luiz Carlos Rocha (Rochinha): advogado, mestre em direitos fundamentais, ex-Procurador-Geral de Município e ex-Presidente da Comissão de Direito do Consumidor da OAB/PR.

Manoel Caetano Ferreira Filho: procurador de Estado aposentado, escritor, Professor da UFPR e advogado.

Mauro Menezes: advogado e ex-Presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência da República.

Paulo Henrique Saraiva Câmara: governador de Pernambuco, economista e auditor do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE/PE).

Vânia Viera: Ex-diretora de Prevenção à Corrupção da CGU e ex-secretária de Transparência e Controle do governo do Distrito Federal.

GT de Turismo

Arialdo Pinho: ex-secretário da Casa Civil do Ceará. Secretário de Turismo do Estado do Ceará.

Chieko Aoki: administradora e empresária do setor hoteleiro

Carina Câmara: Superintendente da Secretaria de Estado do Turismo do estado do Piauí.

Luiz Barreto: Sociólogo, foi presidente do Sebrae e ministro do Turismo.

Marcelo Freixo: Professor e deputado federal.

Veneziano Vital do Rego: advogado e Senador da República.

Marta Suplicy: psicóloga, psicanalista e sexóloga. Foi prefeita de São Paulo, ministra da Cultura e ministra do Turismo.

Orsine Oliveira Júnior: ex-secretário de Turismo do Amazonas.

Carlos Véras defende mobilização por povos indígenas

Em texto publicado hojeh o Deputado Federal Carlos Véras (PT-PE) afirmou que o Brasil  já é o país mais perigoso do mundo para ativistas e defensores da terra e do meio ambiente. Ele tratou da ameaça aos povos indígenas. Só em Pernambuco, são sete grupos indígenas: os Fulni-ô, em Águas Belas; os Pankararu, nos municípios de Petrolândia e Tacaratu; […]

Em texto publicado hojeh o Deputado Federal Carlos Véras (PT-PE) afirmou que o Brasil  já é o país mais perigoso do mundo para ativistas e defensores da terra e do meio ambiente. Ele tratou da ameaça aos povos indígenas.

Só em Pernambuco, são sete grupos indígenas: os Fulni-ô, em Águas Belas; os Pankararu, nos municípios de Petrolândia e Tacaratu; os Xucuru, em Pesqueira; os Kambiwá, em Ibimirim, Inajá e Floresta; os Kapinawá, em Buíque os Atikum, em Carnaubeira da Penha e os Truká, em Cabrobó.

Conforme Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil (2017), publicado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), foram registrados 128 casos de suicídio, 110 assassinatos e 702 ocorrências de mortalidade infantil.

“O genocídio indígena no país se agrava com os ataques sistemáticos e criminosos do desgoverno Bolsonaro aos direitos dos povos indígenas, a exemplo do desmonte dos organismos governamentais de proteção das populações originárias, com destaque para a Funai e para o Serviço Florestal Brasileiro”.

Segue: “Tais medidas visam pagar as dívidas contraídas com os setores do agronegócio, madeireiras e mineradoras que apoiaram seu plano presidencial, assim como objetivam cooptar a bancada do boi para avalizar seus projetos antipovo. Tudo isso indica que a estratégia do atual governo brasileiro não será orientada para o ordenamento do território e para a solução de conflitos, mas para a concentração fundiária e a submissão do interesse nacional a interesses corporativos de ruralistas, madeireiras e mineradoras, legitimando assim a invasão das terras indígenas e o extermínio dessas nações”.

Para Véras, ao tomar tais medidas que promovem o genocídio dos povos indígenas, “o capitão e seu exército” mancham de sangue a Constituição Brasileira de 1988, que assegura o respeito à organização social, aos costumes, às línguas, crenças e tradições e o direito à terra definido como “originário”, isto é, anterior à própria criação do Estado. “Portanto, seu cumprimento não é uma opção de governo, mas um dever do Estado, ao passo que seu descumprimento é a expressão máxima da barbárie”.

“Contudo, não passarão diante da brava resistência de mais de 800 mil indígenas de 305 etnias que bravejam em mais de 270 línguas: O sangue indígena é o sangue do Brasil, e nenhuma gota a mais de sangue será derramada!. Esses povos originários brasileiros são forjados na luta, pois já enfrentaram durante séculos os colonizadores europeus para defender a natureza, suas culturas e terras ancestrais e prosseguem resistindo bravamente contra a invasão neocolonizadora intentada atualmente por essas poderosas corporações do capital nacional e internacional com a total cumplicidade do atual desgoverno”.

E conclui: “em nome dos Direitos Humanos e da importância histórica e cultural dos povos indígenas, a nação brasileira não pode ignorar as atrocidades que vêm sendo cometidas por esse desgoverno infame que de todas as maneiras ameaça a dignidade e a integridade de nossas irmãs e irmãos indígenas e, portanto, atenta contra a vida de todas e de todos nós. Por isso, devemos nos mobilizar para o grande ato no dia 31 de janeiro em todo o Brasil, convocado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB)”.

A vitória de Bolsonaro na visão do aliado Edgley Freitas e do adversário Carlos Veras

“O que parecia loucura deu certo”. Assim Edgley Freitas, ex-candidato a vice-prefeito de Tabira resumiu a vitória de Jair Bolsonaro como Presidente da República, em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Edgley foi o nome mais expressivo da política tabirense que já no primeiro turno anunciou apoio ao candidato do PSL. No segundo […]

“O que parecia loucura deu certo”. Assim Edgley Freitas, ex-candidato a vice-prefeito de Tabira resumiu a vitória de Jair Bolsonaro como Presidente da República, em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

Edgley foi o nome mais expressivo da política tabirense que já no primeiro turno anunciou apoio ao candidato do PSL. No segundo turno nomes como a Presidente da Câmara Nelly Sampaio e mais os vereadores Marcílio Pires e Alan Xavier, decidiram pelo apoio a Bolsonaro.

Freitas disse que a roubalheira do PT foi determinante para a insatisfação da sociedade brasileira.

Por seu lado, o Deputado Federal eleito do PT Carlos Veras disse ser difícil fazer uma previsão positiva do futuro governo uma vez que por sua ausência nos debates, não se sabe o que Bolsonaro pensa.

“Não sabemos como vai ser o governo. Não sabemos se vai ser o Bolsonaro do antes, ou de agora que amenizou o discurso para se eleger. Os dois políticos foram provocados a falar sobre a eleição de 2020. Edgley negou interesse em voltar a disputar mandato.

Eleitores de Bolsonaro lembraram o nome dele para disputar a sucessão do Prefeito Sebastião Dias.

Já Carlos Véras prometeu que o PT participará do processo municipal em Tabira e para isso tem atuado para fortalecer um grupo mais forte. Declarou não ter prometido apoiar o vereador Djalma das Almofadas ou o vice-Prefeito Jose Amaral como candidato a prefeito. E negou ter reservado um cargo de assessor para alguém da família do vereador Djalma.

Na cidade a noticia que corre é de que para Djalma trocar o apoio a Neli Sampaio por Aldo Santana, ganharia também um cargo no gabinete de Carlos Veras em Brasília. O parlamentar disse que somente pensará na formação de sua equipe no mês de dezembro.

TCE-PE recomenda aprovação com ressalvas das contas de 2022 de Zeinha Torres 

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) emitiu, nesta terça-feira (18), parecer prévio recomendando à Câmara Municipal de Iguaracy a aprovação com ressalvas das contas do ex-prefeito Zeinha Torres, referentes ao exercício financeiro de 2022. A decisão foi unânime entre os conselheiros. O processo, de relatoria do conselheiro Eduardo Lyra […]

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) emitiu, nesta terça-feira (18), parecer prévio recomendando à Câmara Municipal de Iguaracy a aprovação com ressalvas das contas do ex-prefeito Zeinha Torres, referentes ao exercício financeiro de 2022. A decisão foi unânime entre os conselheiros.

O processo, de relatoria do conselheiro Eduardo Lyra Porto, tem como interessados, além de Zeinha Torres, a ex-secretária de Saúde Joaudeni Cavalcante Barbosa da Silva, o contador José Josivaldo Rufino da Silva e o responsável pelo controle interno do município, Josenildo Mendes Ferreira. O advogado Fábio da Silva Neto representou os envolvidos na análise da prestação de contas.

Com a recomendação do TCE-PE, a decisão final sobre a aprovação das contas caberá à Câmara Municipal de Iguaracy, que poderá seguir ou não o parecer do tribunal.

Investigadores franceses chegam a local de acidente de avião da Air Asia

A BEA, órgão francês que investiga acidentes aéreos, informou que uma equipe especializada na busca por caixas-pretas chegou nesta sexta-feira (2) à área de buscas pelo avião da Air Asia que caiu no domingo quando ia da Indonésia para Cingapura. A agência disse que um navio carregando dois hidrofones, ou dispositivos que permitem escutar embaixo d’água, atuará […]

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A BEA, órgão francês que investiga acidentes aéreos, informou que uma equipe especializada na busca por caixas-pretas chegou nesta sexta-feira (2) à área de buscas pelo avião da Air Asia que caiu no domingo quando ia da Indonésia para Cingapura.

A agência disse que um navio carregando dois hidrofones, ou dispositivos que permitem escutar embaixo d’água, atuará no local com especialistas franceses, indonésios e de Cingapura a bordo.

Investigadores esperam que as caixas-pretas revelem a sequência de eventos tanto no cockpit quanto nos sistemas da aeronave, mas especialistas em segurança afirmam que ainda é muito cedo para dizer o que causou o acidente.

A BEA participa das investigações de qualquer acidente envolvendo um avião fabricado pela Airbus, porque a companhia é sediada naFrança.

O órgão também ganhou o status de ser especializado em buscas submarinas depois de liderar uma busca de dois anos por um jato da Air France que caiu no Atlântico em 2009.

Até agora, 22 corpos já foram recuperados pelas equipes de busca. eles estão sendo levados em caixões até Surabaya, onde os parentes das vítimas estão reunidos. As autoridades coletaram amostras de DNA dos familiares das vítimas para ajudar na identificação dos corpos.

O mau tempo impediu que mergulhadores chegassem ao local onde possivelmente estão os destroços da aeronave na região de Borneo e, embora a meteorologia estivesse novamente atrapalhando os esforços de busca, especialistas dizem que a profundidade de 50 metros da região onde acredita-se que estão os destroços significam que encontrar as caixas-pretas não deve ser difícil.

Aviões comerciais carregam duas caixas-pretas, uma com os dados do voo e outra com as gravações do cockpit.

Cada uma delas é equipada com um dispositivo que emite sinais por pelo menos 30 dias, segundo os fabricantes.

Reguladores determinaram que os dispositivos emitissem sinais por pelo menos 90 dias após o acidente com o voo 447 da Air France no Atlântico, mas esta regra só passa a valer em 2018.

As caixas-pretas de um voo da Kenya Airways, que caiu no litoral da Costa do Marfim em 2000, foi encontrada intacta a uma profundidade de 50 metros.