Notícias

Serra: Prefeitura investe quase R$ 800 mil em pavimentação na Cohab

Por Nill Júnior

A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura, inaugurou a pavimentação em paralelepípedos de mais cinco ruas e travessas no bairro da Cohab, com investimento de quase meio milhão de reais.

Foram inauguradas as ruas 11, Onofre Magalhães, Maria Vanete Almeida, Travessa Luiz Cordeiro de Siqueira e Travessa da Igreja, totalizando 4.517,87 metros quadrados de área pavimentada, com investimento na ordem de R$438.298,14, sendo R$ 71.647,23 de contrapartida.

Na oportunidade, o prefeito Luciano Duque assinou ainda a ordem de serviço para pavimentação da Rua Luiz Cordeiro de Siqueira (Rua 01, localizada nos fundos do novo Fórum), orçada em R$ 310.427,92. Serão 2.648,23 metros quadrados de pavimentação, calçadas com acessibilidade e sinalização vertical.

O prefeito Luciano Duque destacou a importância de mais investimentos no bairro e anunciou a construção de uma nova creche na Cohab. “Queremos agradecer ao deputado Augusto César e ao senador Armando Monteiro que viabilizaram os recursos para que a gente pudesse voltar ao bairro da Cohab trazendo mais de oitocentos mil reais em pavimentação e ordem de serviço”, comemorou.

Ele anunciou que em breve haverá o início da construção de uma nova creche no bairro. Em dezembro de 2017, o governo municipal entregou outras dez ruas pavimentadas na Cohab, somando quase R$ 800 mil.

Outras Notícias

Mais um: depois de Inocêncio, José Sarney anuncia que não disputará novo mandato

Depois de Inocêncio Oliveira, que formalizou semana passada sua decisão de não mais disputar mandato eletivo, mais um político tradicional do Nordeste anuncia sua saída da vida pública: o senador José Sarney (PMDB-AP), mas com longa história no Maranhão, não vai tentar a reeleição ao Senado no pleito deste ano, segundo o site do jornal […]

Depois de Inocêncio Oliveira, que formalizou semana passada sua decisão de não mais disputar mandato eletivo, mais um político tradicional do Nordeste anuncia sua saída da vida pública: o senador José Sarney (PMDB-AP), mas com longa história no Maranhão, não vai tentar a reeleição ao Senado no pleito deste ano, segundo o site do jornal O Globo.

A informação foi divulgada em nota por um assessor de Sarney no Macapá, nesta segunda-feira. O comunicado acontece após o senador ser vaiado, com gritos de “Fora, Sarney!”, em inauguração de condomínio do programa Minha Casa Minha Vida, ao lado da presidente Dilma Rousseff.

“O senador, de 84 anos, também confirmou aquilo que seus amigos mais próximos e os aliados em Macapá foram comunicados na semana passada, de que não vai disputar a reeleição para o Senado em outubro próximo”, afirma a nota, que credita a Sarney declaração sobre o ato, na qual afirma que a decisão foi tomada na semana passada, e que ele entende que “é chegada a hora de parar um pouco com esse ritmo de vida pública que consumiu quase 60 anos de minha vida e afastou-me muito do convívio familiar”.

Segundo o comunicado, Sarney tem acompanhado sua mulher, que faz tratamento de saúde, e afirma que o senador vai participar da eleição este ano dando apoio a correligionários.

Dória lidera intenção e rejeição em São Paulo

O ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) lidera a corrida pelo governo do Estado, segundo pesquisa Datafolha divulgada na madrugada desta segunda-feira, 16. Doria tem 29% das intenções de voto, à frente do presidente da Fiesp, Paulo Skaf (MDB), com 20%; do governador de São Paulo, Márcio França (PSB), com 8%; e do ex-prefeito […]

O ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) lidera a corrida pelo governo do Estado, segundo pesquisa Datafolha divulgada na madrugada desta segunda-feira, 16.

Doria tem 29% das intenções de voto, à frente do presidente da Fiesp, Paulo Skaf (MDB), com 20%; do governador de São Paulo, Márcio França (PSB), com 8%; e do ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), com 7%.

O Datafolha testou um cenário sem Skaf na disputa, o qual Doria também lidera, com 36%. Nesse caso, França aparece com 10% e Marinho, com 9%.

Doria e Skaf também lideram em termos de rejeição: 34% do eleitorado afirmou que não votaria “de jeito nenhum” no presidente da Fiesp; em Doria, o índice é de 33%. Marinho tem 27% e França, 22%. Na capital paulista, a rejeição a Doria chega a 49% do eleitorado.

A pesquisa Datafolha ouviu 1.954 eleitores em 68 municípios paulistas, entre os dias 11 e 13. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número SP 04706/2018.

Tuparetama vai festejar emancipação política com shows de Batista Lima e Guilherme Ferri

Para celebrar os 61 anos de Emancipação Política de Tuparetama, o Prefeito Sávio Torres, anunciou em suas redes sociais, os shows de Batista Lima, Guilherme Ferri e Forró do ZD, que irão se apresentar no Pátio de Eventos, na próxima segunda, dia 10 de abril, a partir das 21 horas. A programação tem sequência na […]

Para celebrar os 61 anos de Emancipação Política de Tuparetama, o Prefeito Sávio Torres, anunciou em suas redes sociais, os shows de Batista Lima, Guilherme Ferri e Forró do ZD, que irão se apresentar no Pátio de Eventos, na próxima segunda, dia 10 de abril, a partir das 21 horas.

A programação tem sequência na terça-feira (11), iniciando o dia com a tradicional alvorada festiva da Filarmônica Paulo Rocha. Na parte da tarde, haverá o hasteamento das bandeiras na sede do Governo Municipal, desfile das escolas municipais, entrega de uma retroescavadeira e um veículo para a Secretaria de Educação. Para encerrar as festividades, haverá o tradicional corte do bolo.

Confira a programação completa:

Dia 10/04 – Pátio de Eventos

21h- Forró do ZD

22h30- Guilherme Ferri

00h- Batista Lima

Dia 11/04

05h- Alvorada Festiva com a Filarmônica Paulo Rocha pelas principais ruas da cidade.

07h- Hasteamento das bandeiras na Sede do Governo Municipal

16h- Entrega de um veículo Toro para a Secretaria Municipal de Educação e de uma Retroescavadeira.

17h- Desfila das Escolas Municipais:

18h- Corte do bolo

Relator apresenta parecer favorável ao PL que trata dos direitos dos agentes comunitários de saúde

O Projeto de Lei nº 1628/15, que trata dos direitos dos agentes comunitários de saúde, teve parecer favorável do seu relator, o deputado Pedro Chaves (PMDB-GO). Agentes comunitários de saúde de todo país lotaram o auditório para acompanhar as discussões em torno da proposta. O deputado federal Gonzaga Patriota, que é membro efetivo da Comissão, […]

{a1e825edc732fa7a30793ced5863ee09}_agente_comunitario__2_

O Projeto de Lei nº 1628/15, que trata dos direitos dos agentes comunitários de saúde, teve parecer favorável do seu relator, o deputado Pedro Chaves (PMDB-GO).

Agentes comunitários de saúde de todo país lotaram o auditório para acompanhar as discussões em torno da proposta. O deputado federal Gonzaga Patriota, que é membro efetivo da Comissão, também esteve presente na reunião.

O projeto regulamenta as atividades dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias, suas condições de trabalho, e seus direitos previdenciários, oriundos da regulamentação da Emenda Constitucional 51, de 2006.

Até 2006 eles eram contratados praticamente sem nenhum direito, mas uma série de leis deu garantias trabalhistas à categoria, como piso salarial, plano de carreira e processo de seleção com regras públicas. O projeto (PL 1628/15) que está sendo discutido na Câmara quer garantir mais direitos, como adicional de insalubridade de 20% a 40%, cursos técnicos e ajuda de custo.

Outra mudança proposta é a garantia de prioridade em projetos do Minha Casa, Minha Vida. O presidente da comissão especial, deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), lembrou que os agentes precisam morar na localidade onde exercem suas funções, porque é necessário conhecer todas as famílias.

Alguns pontos do projeto inicial ficaram de fora do relatório. Um deles era o reconhecimento do tempo de serviço anterior à lei de 2006 para contagem da aposentadoria, mesmo quando não tivesse sido feita a contribuição previdenciária. Mesmo assim, o relator, deputado Pedro Chaves, confia na aprovação do texto.

“A gente procurou fazer o relatório ouvindo todas as reivindicações. Promovemos audiências públicas aqui em Brasília e em algumas capitais. As limitações foram impostas pela constituição e pela parte orçamentária, não teve como a gente fugir disso”, explicou.

O projeto sobre os agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias tem tramitação conclusiva. Isso quer dizer que, depois de aprovado na comissão especial, vai direto para o Senado, sem precisar ser votado pelo Plenário, a não ser que haja recurso.

Abstenção de 20,3% é a maior desde 1998

G1 Quase 30 milhões de eleitores não compareceram às urnas neste domingo (7), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O nível de abstenção, de 20,3%, é o mais alto desde as eleições de 1998, quando 21,5% do eleitorado não votou. Em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, o índice de abstenção também […]

G1

Quase 30 milhões de eleitores não compareceram às urnas neste domingo (7), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O nível de abstenção, de 20,3%, é o mais alto desde as eleições de 1998, quando 21,5% do eleitorado não votou.

Em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, o índice de abstenção também subiu, dois pontos percentuais, em relação ao último pleito, passando de 19,5% para 21,5%. Em número de eleitores, isso representa mais de 850 mil pessoas, de 6,2 milhões em 2014 para 7,1 milhões este ano.

Em 1994, o percentual havia sido ainda maior: 29,3%, o que significa que 1 em cada 3 eleitores aptos não compareceram.

A abstenção tem crescido desde 2006. Na ocasião, 16,8% dos eleitores não votaram. Quatro anos depois, o índice subiu para 18,1%, e chegou aos 19,4% nas eleições presidenciais passadas, em 2014.

Em número de eleitores, a porcentagem desse ano representa 29,9 milhões de pessoas. No primeiro turno de 2014, 27,7 milhões de votantes se abstiveram do voto.

Dos 26 estados, mais o Distrito Federal, o Mato Grosso aparece com o maior índice de abstenção, com 24,6%. Isso significa que 1 em cada 4 eleitores aptos a votar não votaram.

Na direção oposta, o estado com o menor número de abstenções foi Roraima, 13,9%.

São Paulo foi estado com o maior aumento no número de eleitores que não votaram, com quase 870 mil ausências a mais, na comparação com as eleições de 2014. Em proporção, são dois pontos percentuais a mais, de 19,5% para 21,5%.

No entanto, o Distrito Federal foi o local com o maior aumento percentual de abstenções, passando de 11,7% em 2014 para 18,7% este ano. O Amapá aparece como a segunda maior alta, de 10,4% para 16,7%.

Na comparação com o primeiro turno das eleições de 2014, cinco estados tiveram redução proporcional das abstenções.

A maior delas foi no Piauí, que passou 18,9% há 4 anos para 15,7% neste ano. O Ceará saiu de 20,1% para 17,3%. A Paraíba registrou 17,6% de abstenções em 2014. Esse ano, o índice foi de 15%. Em Pernambuco, abstenção de 17,9%.  O Pará teve queda de 21,1% para 20% este ano. Por fim, Santa Catarina teve redução de 0,1% nas abstenções, de 16,4% para 16,3%.