Prefeitura emite nota por morte de ex-prefeito de Sta Cruz da Baixa Verde
Por Nill Júnior
A Administração Municipal de Santa Cruz da Baixa Verde, através do Prefeito Tassio Bezerra, emitiu nota prestando condolências oficiais à família do Ex-Prefeito Armando Nunes.
Ele faleceu neste sábado (29), no Janga, na cidade de Paulista, deixando esposa e três filhos.
“Lamentamos mais essa perda de um Santacruzense que deixa seu nome registrado na história da cidade. Decretamos luto oficial por três dias. Que Deus, em sua infinita misericórdia, possa confortar amigos e familiares”. Disse o prefeito Tassio Bezerra.
Armando tinha 69 anos, natural de Santa Cruz, foi policial militar e prefeito na Gestão 1993-1996. Era amigo do saudoso ex-governador Miguel Arraes e foi de muita importância no processo de emancipação política de Santa Cruz. Foi ele também quem criou a Feira da Rapadura, até hoje o principal evento artístico da nossa cidade.
Bispo titular da diocese de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, Dom Limacêdo tem sido alvo de ataques e ameaças após posicionamento a favor de pautas associadas à classe trabalhadora Do Diário de Pernambuco Negro, admirador de Dom Hélder Câmara e filho de um cortador de cana e de uma costureira. Há oito anos […]
Bispo titular da diocese de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, Dom Limacêdo tem sido alvo de ataques e ameaças após posicionamento a favor de pautas associadas à classe trabalhadora
Do Diário de Pernambuco
Negro, admirador de Dom Hélder Câmara e filho de um cortador de cana e de uma costureira. Há oito anos bispo titular da diocese de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, Dom Limacêdo Antônio da Silva foge aos estereótipos relacionados ao episcopado também em sua insistência em defender publicamente a democracia brasileira e causas ligadas à classe trabalhadora, como o fim da escala 6×1 e as cotas para estudantes negros.
Embora já fosse conhecido na cena católica de Pernambuco pelo engajamento histórico no combate às desigualdades sociais, ele se tornou alvo de ataques e ameaças nas redes sociais após a repercussão de uma homília que celebrou durante o Natal do ano passado. Na ocasião, Dom Limacêdo pediu punição para quem pratica atos antidemocráticos e criticou a Lei da Dosimetria, promulgada em 8 de maio de 2026 pelo Congresso Nacional para viabilizar a redução de penas e a aceleração da progressão de regime para condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito, notadamente favorecendo os envolvidos no 8 de Janeiro de 2023.
“O propósito da Igreja é formar consciências”, disse Dom Limacêdo ao ser questionado sobre o papel da Igreja na atualidade, em entrevista concedida ao Diario de Pernambuco.
Nascido em Nazaré da Mata no dia 29 de setembro de 1960, ele comentou sobre sua intimidade de longa data com a pauta política, que teve início com a atuação pastoral junto a catadores de recicláveis, trabalhadores rurais e movimentos sociais. A vivência prática ganhou esteio intelectual durante sua formação em teologia no Mosteiro de São Bento em Olinda, onde Limacêdo se aproximou de Dom Fernando Saburido, agora Arcebispo emérito de Olinda e Recife, e dos estudos filosóficos. Confira a entrevista na íntegra:
DP: Desde quando o senhor tem sofrido ataques por seus posicionamentos?
Mais intensamente, desde a pregação que fiz na noite de Natal. Todo mundo aprendeu que na homília a gente faz primeiro a interpretação da bíblia. De quais são os feitos de Jesus, seus gestos. O texto bíblico não é todo passado, é todo presente.
Natal quer dizer o quê? Que Deus se encarnou, se fez homem e desceu até nós para que subíssemos. Vou negar a encarnação? A encarnação pressupõe o assumir da história, das lutas, dos sonhos e esperanças humanas.
O documento do Concílio Vaticano II- Gaudium et Spes fala do relacionamento da Igreja com o mundo. Segundo ele, as dores, medos e esperanças das pessoas de hoje são as dores, esperanças e medos dos discípulos de Cristo.
DP: Na sua visão, qual é o papel da Igreja diante de temas sociais e políticos que agora dividem a sociedade brasileira?
O nosso papel é anunciar o evangelho que salva e liberta. O evangelho que faz servir as pessoas que estão caídas. Pessoas, muitas vezes, que vivem na solidão, por parte dos familiares e de alguns governantes.
O propósito da Igreja é formar consciências. Se Deus é nosso pai, qual a consequência imediata? Somos todos irmãos. Todo mundo tem inteligência, tem valor e quer colocar isso à disposição da sociedade. Para isso, a gente precisa de muitas coisas.
O anjo de Jesus diz: ‘Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância’. Quando Jesus fala de vida, é uma vida digna, em que a gente possa gozar de fato dos direitos que todo ser humano tem. E o que estamos vendo? Tentativas de golpe contra a democracia, deputados que são eleitos e votam contra os trabalhadores e as trabalhadoras. Essa falta de coerência me leva, de fato, a não ficar quieto.
Eles podem ter vários dias de folga e descanso, expedientes muito limitados, e o trabalhador não pode. Essas são questões que interessam a Igreja católica, porque ela está preocupada com a pessoa humana integral.
DP: De onde vem essa sua formação mais engajada, ligada às causas sociais?
Eu venho de uma família simples de Pernambuco e fui crescendo vendo muitos exemplos de pessoas comprometidas com os outros. Minha formação foi acontecendo ouvindo as lideranças populares, acompanhando as campanhas da Igreja, lendo as histórias dos mártires e, sobretudo, olhando para a prática de Jesus. Não apenas aquele Jesus distante, divino, mas o Jesus humano, que se encarnou e assumiu as dores e os sonhos do povo.
Na Diocese de Nazaré, vivi experiências muito importantes. Havia semanas populares, encontros com sindicalistas, reuniões para discutir os problemas dos trabalhadores. Meu caminho foi sendo construído nesse contato com a vida do povo e com a compreensão de que o Evangelho precisa dialogar com a realidade concreta das pessoas.
Depois, no seminário, aprofundei meus estudos em Filosofia e Teologia, inclusive no Mosteiro de São Bento, onde tive contato com grandes referências da Igreja. Tudo isso foi me formando. Mas a essência sempre foi essa: compreender que seguir Jesus é também se preocupar com a dignidade humana, com justiça social e com a defesa da vida.
DP: Parte dos seus críticos afirma que religiosos não deveriam “fazer política”. É possível separar completamente fé, defesa de direitos sociais e debate público?
Essa separação não deveria existir, porque o próprio Jesus, no seu tempo, questionou os poderosos de sua época. Jesus não ficou em cima do muro. Um cristão não pode ficar alheio ao debate político e a Igreja não pode ser omissa, pois minha omissão, no fundo, é apoio para alguns.
Segundo o Vaticano Segundo, um grande momento de concílio no Brasil, a Igreja é sinal sacramento de salvação para a humanidade e ponto de diálogo para unir as pessoas, levá-las a refletir e viver enquanto pessoas humanas dignas.
DP: O senhor acredita que o ambiente político mais polarizado dos últimos anos também impactou as relações dentro das comunidades religiosas?
O impacto é dentro das famílias. Desde a última eleição, famílias não se reconciliaram ainda. Isso é um desmonte da própria pessoa, das relações humanas saudáveis.
Sempre existiram direita e esquerda. Isso é importante para que haja cobrança, educada, dialógica e que concorra para o bem. No Brasil, não há espaço para regimes autoritários, nossa educação e nossa história não podem ceder a isso.
Está faltando formação política, que é o que impede que as trevas tomem o lugar da luz. Se os sindicatos, a Igreja e os partidos não formam as pessoas, dá nessas loucuras que estamos vendo por aí. É importante estudar o que foi o regime militar e que, agora, aconteceu uma nova tentativa de golpe, no dia 8 de janeiro de 2025. Precisamos qualificar o jovem, fazê-lo sonhar, pois sua capacidade criativa precisa ser alimentada.
DP: Como lida com as reações negativas, dentro e fora da Igreja, a seus posicionamentos?
A princípio, a gente fica chocado, porque quando defendo a democracia, estou defendendo o óbvio. Os últimos papas têm dito que a política é uma das formas especiais para viver o bem do mundo das pessoas, da sociedade, das famílias, porque os políticos têm capacidade de contribuir para o bem comum. É uma tarefa muito bela, mas o que tem acontecido é que a gente sente vergonha do modo como ela tem sido conduzida.
Eu fico triste muitas vezes, mas isso não me tira a alegria do evangelho. Como dizia o Papa Francisco, não deixe que ninguém tire a sua esperança. E eu tenho esperança em um Brasil participativo, cheio de vitalidade, porque Deus nos deu tudo.
Temos direito ao sol, à lua, ao mar, temos direito de contemplar a natureza e defendê-la. Aqui, eu trabalho com uma equipe muito boa de sacerdotes e leigos engajados na defesa do Rio Pajeú e da caatinga, esse bioma tão profundo, tão belo, que nos permite viver.
A Terra é a nossa casa, a casa comum. Temos que nos lembrar disso. E os meios que ela tem, pode deixar de ter, se não tivermos cuidado.
Nome que disputou as eleições do ano passado pelo bloco socialista, o odontólogo George Borja comemorou o encontro de lideranças que apoiam o pré-candidato a Deputado Estadual Breno Araújo, para um café da manhã. Foi na casa do presidente da Câmara, Romerinho Dantas. Além deles, estiveram presentes a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, os […]
Nome que disputou as eleições do ano passado pelo bloco socialista, o odontólogo George Borja comemorou o encontro de lideranças que apoiam o pré-candidato a Deputado Estadual Breno Araújo, para um café da manhã. Foi na casa do presidente da Câmara, Romerinho Dantas.
Além deles, estiveram presentes a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, os vereadores Adeilton de Brás, Fernanda Jucá e Beto de Marreco.
Ainda Rona Leite, Ricardo Moura (Presidente do PT SJE), Roseane e Romero Borja, Rogaciano Jorge, além de lideranças locais de diversas comunidades.
George avaliou positivamente a agenda, mais uma na largada para as eleições deste ano.
“O encontro demonstrou a unidade do nosso grupo em torno desse projeto”, comemorou.
Mesma impressão foi destacada por Breno Araújo. Ele tem defendido a necessidade de fortalecimento de candidaturas com o seu perfil, para dar força ao bloco socialista na ALEPE em 2026.
A Prefeitura Municipal de Flores anuncia em nota que assegurou através do Projeto de Lei 003/2019, aprovado pela Câmara de Vereadores – aos Agentes de Saúde e aos Agentes de Endemias um piso salarial reajustado em R$ 1250,00. “É uma das melhores formas de reconhecimento que podemos dar aos nossos Agentes de Saúde e de Endemias. […]
A Prefeitura Municipal de Flores anuncia em nota que assegurou através do Projeto de Lei 003/2019, aprovado pela Câmara de Vereadores – aos Agentes de Saúde e aos Agentes de Endemias um piso salarial reajustado em R$ 1250,00.
“É uma das melhores formas de reconhecimento que podemos dar aos nossos Agentes de Saúde e de Endemias. É um justo mérito aos profissionais de nossa terra, que se dedicam todos os dias às ações e aos serviços de promoção da saúde, de vigilância epidemiológica e ambiental e, de combate as endemias, em prol das famílias e das comunidades assistidas”, declarou Marconi Santana, prefeito do município.
A garantia do piso salarial favorece os profissionais que realizam o trabalho integral dedicado às ações e aos serviços de promoção da saúde, de vigilância epidemiológica e ambiental e de combate a endemias em prol das famílias e das comunidades assistidas.
Arcebispo de Olinda e Recife, havia tomado a primeira dose no dia 13 de março. Por André Luis O Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Olinda e Recife, Dom Antônio Fernando Saburido, 73 anos, tomou, na manhã deste sábado (03.04), a segunda dose da vacina Coronavac, produzida no Brasil pela parceria Sinovac/Butantan. Segundo informado no Instagram […]
Arcebispo de Olinda e Recife, havia tomado a primeira dose no dia 13 de março.
Por André Luis
O Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Olinda e Recife, Dom Antônio Fernando Saburido, 73 anos, tomou, na manhã deste sábado (03.04), a segunda dose da vacina Coronavac, produzida no Brasil pela parceria Sinovac/Butantan.
Segundo informado no Instagram da Arquidiocese, Dom Fernando foi atendido no drive-thru do Big Bompreço de Casa Forte, zona norte do Recife.
“Parabéns pelo importante trabalho de vocês. Que a vacinação, chegando para todos, nos permita comemorar em breve o fim da pandemia, sem medos e sem perdas, demonstrando nossa afeição e alegria com muitos e calorosos abraços”, destacou o arcebispo, após tomar a segunda dose da vacina.
Arcebispo de Olinda e Recife, havia tomado a primeira dose no dia 13 de março.
Tempo muito quente, junto as taxas de glicose e imunidade que estavam muito baixas, além do fato do ciclista ter sido infectado pela Covid-19 há alguns dias, contribuíram para a situação O Ciclista afogadense Claudio Kennedy, chegou a desmaiar após pedalar 122km, na manhã da sexta-feira (19), em trecho chegando na cidade de Feira de […]
Tempo muito quente, junto as taxas de glicose e imunidade que estavam muito baixas, além do fato do ciclista ter sido infectado pela Covid-19 há alguns dias, contribuíram para a situação
O Ciclista afogadense Claudio Kennedy, chegou a desmaiar após pedalar 122km, na manhã da sexta-feira (19), em trecho chegando na cidade de Feira de Santana-BA, faltando 7km para chegar à cidade. As informações são do blog do Luciano Pires.
Cláudio foi socorrido por amigos ciclistas, entre eles, o médico José Roberto. Eles estavam a espera de Kennedy na entrada da cidade.
Segundo informações o tempo muito quente, junto as taxas de glicose e imunidade que estavam muito baixas, além do fato do ciclista ter sido infectado pela Covid-19 há alguns dias, contribuíram para Kennedy passar mal, chegando a desmaiar. Agora ele está novamente de repouso.
O ciclista sertanejo de Afogados da Ingazeira, está voltando para completar o desafio do circuito SertAmérica, após pedalar por alguns países da América Latina. Ele deixou Afogados no dia 26 de setembro de 2021 e deve estar de volta até meados de março.
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