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Prefeitura e Sebrae reafirmam compromisso com parcerias estratégicas para Afogados

Por André Luis

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o SEBRAE tiveram uma reunião na manhã desta quarta (20), onde reafirmaram o compromisso de ambas com a manutenção e ampliação das parcerias estratégicas para o desenvolvimento de Afogados.

A reunião contou com as presenças do Prefeito Alessandro Palmeira, Secretário de Administração, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Ney Quidute, do Gerente Regional do SEBRAE, Henrique Malaquias, da gestora de projetos da entidade, Naidjanne Souza, e da Secretária executiva do gabinete da Prefeitura, Sara Cavalcanti. 

Na pauta, cursos profissionalizantes e qualificação, tanto para o aperfeiçoamento da atividade empreendedora quanto para formação de mão-de-obra especializada, quanto os serviços permanentes de orientação aos empreendedores ofertados na sala do empreendedor. 

“Estamos muito felizes com os resultados obtidos ao longo dos últimos anos com a parceria com o SEBRAE. Afogados, depois da implantação da política pública municipal de empreendedorismo, avançou muito. Queremos ampliar essa parceria para todas as atividades, incluindo aí também o aproveitamento de todo o nosso potencial turístico,” destacou o Prefeito Alessandro Palmeira.

Segundo o Secretário Ney Quidute, uma das marcas dessa parceria tem sido o sucesso na realização das diversas feiras de empreendedorismo em Afogados, uma das maiores da região. 

“Infelizmente não pudemos realizar esse ano por conta da pandemia, mas estamos esperançosos que, com a chegada de mais vacinas e com a nossa população imunizada, possamos realizar até o final do segundo semestre mais uma edição da feira,” avaliou Ney Quidute. 

À tarde, Ney teve reunião com o gerente local do Banco Santander, Jorge Guerra, onde foram discutidas as diversas linhas de crédito que o banco oferece para a atividade empreendedora, inclusive uma especial para o fomento da implantação da energia solar, mais econômica, além de sustentável e renovável. 

Outras Notícias

O direito de ser macho

Este blog não tem preconceito. Pelo contrário, é aberto a todas as tendências, opiniões e opções, salvo aquelas cuja lei veda ou combate. Aqui mesmo, defendemos  direito das minorias e sempre estivemos a favor do combate a qualquer tipo de descriminação, entendendo que essa posição não se opõe à defesa da família tradicional. Mas aqui estamos […]

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Rodrigo Lima no bloco as Malvinetes e a cara de insatisfação do Heitor, que de tão bravo nem olhou pra foto. Blog defende seu direito de ser macho… sem preconceito…

Este blog não tem preconceito. Pelo contrário, é aberto a todas as tendências, opiniões e opções, salvo aquelas cuja lei veda ou combate. Aqui mesmo, defendemos  direito das minorias e sempre estivemos a favor do combate a qualquer tipo de descriminação, entendendo que essa posição não se opõe à defesa da família tradicional.

Mas aqui estamos na defesa de outra causa. Na defesa do “direito de ser macho”. Veja o constrangimento imposto pelo Assessor de Comunicação da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, Rodrigo Lima, no último carnaval, ao pequeno Heitor Lima Galindo, que este blog acompanha desde de seu nascimento.

A questão tem relação  com a participação do pequeno no bloco “As Malvinetes”, que surgiu a partir de uma quadrilha junina, As Malvinas, de 1982. Tem esse nome por alusão à torcida pela Argentina contra a Inglaterra na guerra das Malvinas, vencida pelos ingleses. O pai de Rodrigo foi um dos fundadores. “Apenas seguimos os passos de meu pai, que me fantasiou de índia quando eu tinha a idade do Heitor”, defende Rodrigo.

O problema está no fato de o garoto de sete meses, contra sua natureza, ter sido forçado a ir ao bloco sem ter sido ouvido. E mais, fantasiado de Mulher Maravilha. Em rápida conversa com este blogueiro, Heitor desabafou: “Gá…gá…dá..gú..aaaaahhh…dá…dá…arrghhh”. Ou seja, não acatou a decisão do pai e a omissão da mãe, a senhora Zara Galindo. É isso aí Heitor… você tem o direito de ser macho!! O blog está com você!

Coordenador do Centro Sabiá fala sobre o aumento da desigualdade no Brasil

Alexandre Pires lembrou que questões passam também por cenários locais e afirmou que governo de Pernambuco não abre espaço para alianças com a sociedade civil Por André Luis O coordenador geral do Centro de Desenvolvimento Ecológico Sabiá, Alexandre Pires, falou em entrevista na última sexta-feira (19), ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, sobre como […]

Alexandre Pires lembrou que questões passam também por cenários locais e afirmou que governo de Pernambuco não abre espaço para alianças com a sociedade civil

Por André Luis

O coordenador geral do Centro de Desenvolvimento Ecológico Sabiá, Alexandre Pires, falou em entrevista na última sexta-feira (19), ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, sobre como o Centro Sabiá tem se posicionado com o aumento da desigualdade no Brasil.

Alexandre que também participa do debate da Articulação do Semiárido – ASA, sendo inclusive um agente importantíssimo no debate nacional sobre políticas de distribuição de renda e sobre acesso à alimentação num país que vê aumentar a fila do osso e das desigualdades.

Para ele a situação de crise, do aumento de número de pessoas em situação de fome, de pobreza e desemprego não é decorrente da pandemia, mas sim de uma crise econômica que se vive no Brasil. 

“Essa crise se estica desde 2014 para cá, sobretudo depois do processo eleitoral que a gente teve naquele ano. Agora, evidentemente que o contexto da pandemia agravou ainda mais, sobretudo na gestão do atual presidente da Republica, que vem desconstruindo um conjunto de políticas públicas que de alguma forma atendia e buscava corrigir esses índices de desigualdade que a gente tem no Brasil”, afirmou.

Alexandre citou como exemplo o programa de cisternas que nos últimos anos, praticamente parou por falta de recursos e gestão por parte do governo para dar continuidade, quando ainda se tem uma demanda de 350 mil famílias em todo o semiárido que não tem água.

“Olhando um pouco pra esse foco da fome, da miséria, do aumento das pessoas em situação de pobreza a gente tem buscado tanto no Centro Sabiá, como na ASA construir alianças com os movimentos, com as organizações, com os próprios agricultores e agricultoras familiares que é de um modo objetivo e direto buscar doação de alimentos para atender essa população que de um modo específico e urgente precisa de comida pra agora”, destacou.

Pires disse ainda que é preciso pensar em como buscar estruturar e resgatar políticas que foram importantes como as de distribuição de renda entre outras mais estruturantes, “mas a gente sabe que as pessoas precisam de comida pra hoje”, lembrou.

Ele falou sobre a dificuldade de se entender como que o Brasil, que tem uma produção alimentar capaz de alimentar toda a população com folga ver tanta gente vivenciando o cenário de insegurança alimentar.

Alexandre disse ver duas questões que ajudam a explicar o fenômeno. A primeira segundo ele é que o governo brasileiro abandonou qualquer possibilidade politica de abastecimento alimentar no país. 

Para ele a elite brasileira, sobretudo representada pelo agronegócio e pelos grandes setores empresariais “olham de costas para o Brasil”.

“Ou seja, interessa, na verdade, a venda para o mercado internacional dessa grande produção que temos. Somos um dos maiores produtores de carne bovina e de carne de aves do mundo. Aquilo que estamos produzindo, o mercado interno teria capacidade de absorver se a gente tivesse política destinada a garantia da segurança alimentar da população brasileira e o estado cumprisse o papel inclusive de mediar, entre quem produz e quem consome”, destacou Alexandre.

“Agora, outro aspecto que queria trazer é: a Forbes que é uma revista internacional que ranqueia os bilionários do planeta terra, na sua última edição mostra, por exemplo, que no Brasil neste contexto de pandemia, de crise, de aumento da situação de pobreza – só para que a gente tenha clareza desses dados, a Rede de Pesquisadores e Pesquisadoras em Segurança Alimentar Nacional, fizeram uma pesquisa no final de 2020 e descobriram que 113 milhões de brasileiros e brasileiras estavam em situação de insegurança alimentar, ou seja, não come nem em quantidade, nem em qualidade aquilo que o organismo precisa. Metade da população. Quando temos essa produção inteira… 20 milhões desses 113, estavam passando fome. Literalmente não tem o que comer e não sabe se vai ter”, lembrou Alexandre.

A Forbes ranqueou 49 novos bilionários no Brasil nos anos de 2020 e 2021. “Por onde é que a gente está caminhando com esse modelo de desenvolvimento de nosso país em que grande parte da população cai no abismo da pobreza, da extrema pobreza, da miséria e da fome enquanto um pequeno grupo seleto de empresários, de famílias da elite brasileira consegue ascender a classificação de bilionários?”, questionou.

Alexandre lembou ainda que o Brasil carrega a marca de ser um dos paises mais desiguais do mundo, embora esteja entre as 20 potências econômicas. “Ter recursos no país não significa necessariamente que o povo daquele país viva com qualidade de vida e com dignidade”, destacou.

Pernambuco não tem diálogo com sociedade civil

Alexandre ainda lembrou que Pernambuco é um dos estados mais desiguais da federação e “a cidade do Recife é a capital que já está aí no seu sétimo aniversário da capital mais desigual entre as capitais, ou seja, me parece que é preciso olhar para essa política mais local e entender como ela ajuda nessas demarcações desses números”, alertou.

Falando sobre as experiências das organizações que podem ser levadas pra frente e serem potencializadas nacionalmente, Alexandre disse que existe uma ideia cultural sobretudo na política de que os governos podem governar sozinhos, mas que a sociedade civil e os movimentos entendem que é necessária uma aliança entre sociedade civil e governos.

“As experiências que temos de governos mais abertos democraticamente para construir uma relação com a sociedade civil na elaboração, na gestão e no monitoramento de políticas públicas nos mostram que esse é um caminho de sucesso que pode mudar essa realidade. Então o que temos defendido é que não adianta, nem no nível municipal, nem no estadual, nem no federal os governos quererem fazer a gestão da política, gerir os processos de desenvolvimento que não seja em parceria com a sociedade”, alertou.

Alexandre lembra ainda que: “essa ideia que esta na nossa cultura de que sociedade civil é de um lado, governo do outro e setor empresarial do outro é um equivoco gigantesco. De fato cada um de nós temos responsabilidades diferentes com papéis distintos e isso não está em questão. O que está em questão é que a gente não pode achar que por ter papeis distintos e diferentes não podemos nos unir e se aliar em defesa do desenvolvimento dos nossos municípios, do nosso território, do nosso estado e acho que é isso que não temos conseguido encontrar. Não tem conseguido encontrar inclusive no governo do estado de Pernambuco essa abertura de construção com a sociedade sobre os caminhos para a mudança da realidade que se vive no nosso estado”, destacou Alexandre.

Justiça cancela transferências de títulos no Pajeú

Blog do Magno Numa ação impetrada pelo advogado Cláudio Soares, a justiça eleitoral cancelou vários títulos eleitorais que haviam sido transferidos entre os anos de 2019/2020 entre os municípios de São José do Egito e Brejinho, no Sertão do Pajeú. Isso se configurou na intenção maldosa de políticos no campo da oposição de querer usar […]

Blog do Magno

Numa ação impetrada pelo advogado Cláudio Soares, a justiça eleitoral cancelou vários títulos eleitorais que haviam sido transferidos entre os anos de 2019/2020 entre os municípios de São José do Egito e Brejinho, no Sertão do Pajeú.

Isso se configurou na intenção maldosa de políticos no campo da oposição de querer usar de forma criminal o voto de eleitores não cadastrados e não residentes em seus municípios.

Os procuradores eleitorais, segundo Cláudio, entenderam que se configurou, na prática, um crime em violar ou tentar violar a referência de títulos. “O objetivo das ações foi conter as transferências irregulares de eleitores entre os municípios, principalmente de São José do Egito para Brejinho”, disse a advogado, adiantando que dois Irmãos do pré-candidato da oposição, Gilsomar Bento, são os alvos da justiça eleitoral.

Jonielson Bento da Costa (empresário e proprietário de posto de gasolina em São José do Egito) e Gilmar Bento da Costa, entre outros, são os principais responsáveis por essa prática nociva e que confirma manipulação grotesca impulsionada pelo poderio econômico.

Diretor Geral da FVP visita Expocrato 2024 e confirma a 1ª AgroFVP para março de 2025

O diretor geral da FVP – Dr. Cleonildo Lopes (Painha) visitou a Expocrato, na última quinta-feira (18), sendo recebido por diversas autoridades entre elas: Dr. Francisco Leitão Moura (Dr. Leitão), Pedro Henrique Bezerra e Suellem Fortaleza Pinheiro – da diretoria da AccoA – Associação de Criadores de Caprinos e Ovinos da Região do Araripe. Painha […]

O diretor geral da FVP – Dr. Cleonildo Lopes (Painha) visitou a Expocrato, na última quinta-feira (18), sendo recebido por diversas autoridades entre elas: Dr. Francisco Leitão Moura (Dr. Leitão), Pedro Henrique Bezerra e Suellem Fortaleza Pinheiro – da diretoria da AccoA – Associação de Criadores de Caprinos e Ovinos da Região do Araripe.

Painha esteve acompanhado dos coordenadores da 1ª AgroFVP – Fausto Campos e do jornalista João Carlos Rocha, bem como dos egipciense: Marquinhos da Serrinha (aluno do curso de Medicina Veterinária da FVP), Dr. Ricardo Moura, Jairinho e Paulo Barba.

Durante a visita a Expocrato, Painha visitou toda a estrutura do parque e manteve contatos com expositores e criadores para participarem do 1ª AgroFVP em março de 2025.

Chamou a atenção os espaços destinados à Agricultura Familiar buscando o fortalecimento e desenvolvimento comunitário.

Tendo como foco o protagonismo do agricultor e da agricultora familiar, envolvendo as comunidades e fazendo com que elas se tornem participantes conscientes dos processos de decisões que afetam suas vidas. Ao fortalecer o pequeno produtor e reforçar o benefício de atuar em grupos, Painha deseja que a 1ª AgroFVP fomentar essas populações a criar e implementar soluções próprias, referenciando políticas públicas e programas de investimento locais.

“Essa visita a Expocrato reforça o desejo de realizar a AgroFVP e de oportunizar nossas comunidades a encontrar próprias, praticando políticas públicas e programas de investimento locais para o crescimento e desenvolvimento de nossas comunidades rurais”. Afirmou Painha.

SAMU é criticado por excesso de protocolos em caso de jovem que morreu

Ouvintes da Rádio Pajeú criticaram o excesso de protocolos do SAMU para atendimento de urgência e emergência da na região. No episódio que culminou na morte de Diolinda Manoela Gomes, a Manu, 17 anos, pessoas que tentaram acionar o SAMU reclamaram do excesso de perguntas sobre a identidade da jovem. Na hora, o caso exigia […]

Ouvintes da Rádio Pajeú criticaram o excesso de protocolos do SAMU para atendimento de urgência e emergência da na região.

No episódio que culminou na morte de Diolinda Manoela Gomes, a Manu, 17 anos, pessoas que tentaram acionar o SAMU reclamaram do excesso de perguntas sobre a identidade da jovem. Na hora, o caso exigia ação rápida e como ela estava sozinha e sem documentos, era impossível passar detalhes.

Resultado: os próprios populares a socorreram em estado muito grave para o Hospital Regional Emília Câmara. ”O estado dela era gravíssimo, mas uma abordagem correta poderia ao menos aumentar sua chance de sobreviver”, disse Jeffersson Almeida, do Afogados Conectado, à Rádio Pajeú.