Combustível gasto por Presidente da Câmara de Arcoverde em dois meses dava pra ir a Curitiba
Por Nill Júnior
A denúncia da vereadora Zirleide Monteiro (PTB), do gasto de quase R$15 mil em combustíveis pela então presidente interina da Câmara de Arcoverde, Luiza Margarida (PSB), em apenas dois meses, tem chamado a atenção.
O blog também havia recebido esses dados do Portal da Transparência. A Câmara de Vereadores de Arcoverde possui apenas três veículos, sendo dois carros e uma moto, e nada justifica tantos deslocamentos.
Se a conta for feita considerando o valor médio do combustível a R$ 5,00 o litro, teríamos um total de 2.830 litros de combustível, podendo rodar aproximadamente 28.300 km, como destacou a vereadora.
Para que se tenha ideia desse consumo, a distância entre Arcoverde e Curitiba é de 2.842,2 quilômetros. Ou seja, o consumo é equivalente a essa distância, algo no mínimo suspeito. Nos bastidores, há quem diga que há mais atos suspeitos da ex-presidente, que ainda não se manifestou.
“Governadora assina ordem de serviço em julho” O prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim , disse em entrevista ao programa Manhã Total, da Radio Pajeú que a Governadora Raquel Lyra assina em julho, dentro do Festival de Inverno, a licitação para o recapeamento da PE 350, a Estrada do Brocotó, principal acesso à cidade turística. Ele […]
O prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim , disse em entrevista ao programa Manhã Total, da Radio Pajeú que a Governadora Raquel Lyra assina em julho, dentro do Festival de Inverno, a licitação para o recapeamento da PE 350, a Estrada do Brocotó, principal acesso à cidade turística.
Ele lembrou que a via foi originalmente construída em seu primeiro mandato, em 2001, e agora passa por renovação.
“O projeto estrutural já está pronto. Ela disse a mim mesmo que tem a intenção de licitar essa obra até o mês de julho”, comemorou.
Ele também defendeu os investimentos e a parceria com a governadora para o município.
“Não só Estrada. Ela liberou a creche pra Triunfo, já são duas cozinhas comunitárias, ajuda nos festivais. Nós temos festivais quase todos os meses. Temos convênios importantes com o Governo do Estado. Como Triunfo pode botar uma banda de R$ 600 mil? E ela tem cumprido. Em Triunfo não posso reclamar. Ela tem cumprido o que prometeu”.
José Mojica Marins, criador do Zé do Caixão, morreu nesta quarta-feira (19) aos 83 anos. O cineasta, responsável por dar o pontapé no cinema de horror brasileiro, estava internado em um hospital de São Paulo devido a uma broncopneumonia. O anúncio foi feito por sua filha, Liz Marins, também cineasta. A informação é da Folha […]
José Mojica Marins, criador do Zé do Caixão, morreu nesta quarta-feira (19) aos 83 anos.
O cineasta, responsável por dar o pontapé no cinema de horror brasileiro, estava internado em um hospital de São Paulo devido a uma broncopneumonia. O anúncio foi feito por sua filha, Liz Marins, também cineasta. A informação é da Folha de São Paulo. Ele já havia passado por duas paradas cardíacas em 2014.
O diretor foi responsável por popularizar o gênero de terror no Brasil, ao criar a fábula de um coveiro psicopata que procurava uma mulher para gerar seu herdeiro. Assim, protagonizou filmes como À Meia-Noite Levarei Sua Alma, Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver e Encarnação do Demônio. A vida do criador e seu personagem foram retratados na série Zé do Caixão, com protagonismo de Matheus Nachtergaele.
No entanto, apesar de ser conhecido principalmente como diretor de cinema de terror, teve trabalhos cinematográficos de faroestes, dramas, aventura e até mesmo pornochanchada.
Os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) vão decidir nesta quarta-feira (07) se apoiam o voto do relator Augusto Nardes, que vai recomendar ao Congresso Nacional a rejeição ou aprovação das contas públicas de 2014. O grupo também vai analisar, antes da sessão, um pedido feito pelo governo para afastar Nardes da relatoria […]
Reunião de parlamentares da oposição com presidente do TCU, Augusto Nardes (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) vão decidir nesta quarta-feira (07) se apoiam o voto do relator Augusto Nardes, que vai recomendar ao Congresso Nacional a rejeição ou aprovação das contas públicas de 2014.
O grupo também vai analisar, antes da sessão, um pedido feito pelo governo para afastar Nardes da relatoria do caso, alegando que ele cometeu irregularidade ao antecipar, na semana passada, a informação de que vai recomendar a rejeição das contas.
Os ministros do TCU vão dedidir, entre outras questões, se o governo usou as chamadas “pedaladas fiscais” como manobra para aliviar momentaneamente as contas de 2014 – que mesmo assim fecharam o ano passado com o pior resultado da história.
O parecer do TCU é apenas técnico. Não tem efeito prático sobre as contas públicas, mas funciona como uma recomendação aoCongresso, sugerindo ou não a rejeição.
Esse parecer é então encaminhado ao Poder Legislativo que, aí sim, faz o julgamento político da atuação do governo. Em votação, os parlamentares decidem se o governo descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal, que exige o uso correto do dinheiro público.
Há três possíveis consequências para a rejeição das contas no Congresso: a primeira é política e pode implicar a responsabilização da presidente da República e de membros do Executivo.
A segunda é administrativa, podendo gerar restrições na transferência de recursos públicos. E a terceira é penal, com possíveis punições que podem resultar até na perda de direitos políticos de membros do Executivo, segundo analistas ouvidos pelo G1.
Na votação, o Plenário do TCU – formado em sessão extraordinária pelos nove ministros e por um representante do Ministério Público –, avalia o parecer prévio do relator, ministro Augusto Nardes.
A votação do Plenário pode ser suspensa se algum ministro pedir vista, alegando algum conflito de interesse ou necessidade de mais tempo para analisar o caso. O Plenário precisa decidir, em conjunto, se aceita ou rejeita a recomendação feita pelo relator sobre as contas do governo.
A pré candidata a Deputada Estadual Aline Mariano (PSDB) acredita que o prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota não deverá anunciar nome de candidato formal a Deputado Estadual . “A orientação do palácio é de que o prefeito, que é presidente da Amupe, trabalhe de igual para igual com todos os candidatos da base”, […]
A pré candidata a Deputada Estadual Aline Mariano (PSDB) acredita que o prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota não deverá anunciar nome de candidato formal a Deputado Estadual . “A orientação do palácio é de que o prefeito, que é presidente da Amupe, trabalhe de igual para igual com todos os candidatos da base”, disse.
Aline afirmou que deve haver tratamento igualitário para o que ela chamou de “candidaturas parceiras”. Ela afirmou que já haveria essa orientação no sentido de que Patriota mantivesse posição de neutralidade. Ela disse que também tem conversado com nomes ligados à União Pelo Povo.
Fazendo as contas ela garante que são necessários 34 mil votos para tentar garantir um mandato.
Aline prometeu defender melhorias no HR Emília Câmara, , ampliação de política hídrica para a região, efetivação da Delegacia da Mulher e efetivo maior da PM, além de garantir manter um escritório permanente de trabalho em Afogados da Ingazeira.
Ela também falou em cobrar manutenção permanente das estradas que cortam o Pajeú. “Já tivemos uma audiência com o governador João Lira e falamos da situação da PE 292”.
Na política, o imponderável pode determinar os rumos de uma eleição. Em 2014, Armando Monteiro liderava a maioria dos levantamentos contra o candidato de Eduardo Campos, Paulo Câmara, até a morte do presidenciável naquele agosto fatídico. A tragédia que levou Eduardo deu um nó na campanha de Armando. Eles sabiam que o voto emocional, da […]
Na política, o imponderável pode determinar os rumos de uma eleição.
Em 2014, Armando Monteiro liderava a maioria dos levantamentos contra o candidato de Eduardo Campos, Paulo Câmara, até a morte do presidenciável naquele agosto fatídico.
A tragédia que levou Eduardo deu um nó na campanha de Armando. Eles sabiam que o voto emocional, da gratidão a Eduardo, teria um efeito imediato na campanha de Paulo Câmara. De candidato relativamente pesado pela dificuldade de discurso e desconhecimento, a morte de Eduardo praticamente o elegeu.
E a campanha de Armando? Ficou perdida. Em 21 de agosto de 2014, o blog noticiou que, apesar de o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco ter barrado, a pedido da família, a utilização da imagem do ex-presidenciável Eduardo Campos (PSB) pela oposição durante o horário eleitoral gratuito, o candidato da coligação “Pernambuco vai mais longe”, Armando Monteiro Neto (PTB), dedicou todo o tempo disponível na TV para enaltecer o seu ex-aliado e ex-adversário.
Ele prometeu dar continuidade ao legado do socialista, que foi governador por duas gestões seguidas. Armando foi eleito com a ajuda de Campos em 2010 para o Senado, mas afastou-se do PSB para disputar a sucessão estadual em Pernambuco, contando com o apoio da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Há de se buscar, agora, no momento em que compartilhamos essa perda, a inspiração para aqueles que continuarão a militar na vida pública, dar continuidade à obra de Eduardo”, disse o petebista, que acrescentou:
“É missão que não estava prevista dessa maneira. Sua ausência representa mais um desafio que se impõe não apenas a mim, mas seguramente a todos os candidatos que pleiteiam governar Pernambuco”.
Por fim, ele concluiu: “Esta certamente será a melhor forma de reverenciar um homem, um líder, um grande governador e um amigo dos pernambucanos”, prometeu Monteiro Neto, em sua estreia no programa eleitoral.
Por pedido da viúva Renata Campos, o PSB entrou na segunda-feira com solicitação no TRE para que fosse impedida a veiculação de “imagem” ou “som” relacionados a Eduardo nas campanhas dos adversários.
Na segunda-feira à noite, o desembargador eleitoral José Ivo de Paula Guimarães negou a ação cautelar justificando que o artigo 53 da Lei das Eleições veta censura prévia aos programas eleitorais. De posse da liminar a seu favor, o petebista preparou o primeiro programa para homenagear Eduardo Campos, de quem se afastou por “divergências ocasionais, naturais da política”.
Na manhã daquela quarta-feira, entretanto, o desembargador Alexandre Hermes Renato, do TRE, acatou o pedido da família, que recorreu da decisão anterior, dessa por meio de mandado de segurança. Ao saber da decisão, o petebista, que estava em caminhada pelas ruas do Recife, afirmou que a imagem de um governador “é pública”. De acordo com a sua assessoria, o programa já estava pronto, e não havia mais como mudar. Seu advogado, Walder Abra, recorreu da decisão para impedir o que considera “censura prévia”.
Para que se tenha ideia do impacto eleitoral da morte de Eduardo, a pesquisa mais recente sobre eleição em Pernambuco apontava Armando Monteiro com 47% de intenções de votos contra 13% de Paulo .
Na mesma data, o programa de Paulo Câmara mostrou imagens do velório e sepultamento do socialista, “seu amigo”. A atriz Hermila Guedes apelou: “Não devemos desistir do sonho pelo qual lutamos”. Ela lembrou que Pernambuco perdeu “um grande homem”. Eduardo sem estar nesse plano virou o jogo e venceu Armando, que não mais se achou naquela disputa.
Você precisa fazer login para comentar.