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Prefeitura diz que exigiu 2 anos do Sicoob em Iguaracy após convênio. “Banco não garantiu”, afirma Secretário

Por Nill Júnior

O Secretário de Administração de Iguaracy, Marcos Henrique, falou hoje ao programa Manhã Total sobre o fechamento da agência  Sicoob do município. De fato, a agência amanheceu fechada esta manhã.

“Pra nós, nada chegou oficialmente. Agradecemos ao Sicoob que tem serviço prestado. Mas precisa ter segurança em se tratando de uma folha de quase R$ 1 milhão. A prefeitura deu total apoio para a agencia vir”, disse.

Segundo ele, folha e tributos estavam sendo repassados para o Sicoob. “Porém, a assinatura de um contrato precisa de compromissos dos dois lados. Estamos tratando de dinheiro público”.

Na última sexta seria assinado o convênio. Em fevereiro as contas foram abertas no Sicoob. Mas, diz Marcos, a negociação travou segundo ele por que o banco não atendeu algumas exigências. Uma delas, permanecer no mínimo por 2 anos no município. “Como estou migrando uma folha de quase R$ 1 milhão e o banco não assume essa responsabilidade?”

Outra foi implantação de mais um caixa eletrônico e condições de pagamento dos servidores no mesmo dia da transferência. Marcos disse que, apesar de a agência ter fechado as portas hoje, considera que por não ter havido comunicação oficial ainda há margem para negociar sua reabertura. “Estamos abertos”, disse em nome da gestão Zeinha Torres.

Outras Notícias

Morte de médico sertanejo que fundou o Procape comove o estado

Morreu nesta sexta-feira (1º), no Recife, o médico Ênio Cantarelli. Era natural de Belém do São Francisco. Ele presidiu a Sociedade Brasileira de Cardiologia e fundou, em 2006, o Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco (Procape), localizado na área central da capital pernambucana. O médico tinha 73 anos e passou mal em casa, no bairro das Graças, […]

Morreu nesta sexta-feira (1º), no Recife, o médico Ênio Cantarelli. Era natural de Belém do São Francisco.

Ele presidiu a Sociedade Brasileira de Cardiologia e fundou, em 2006, o Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco (Procape), localizado na área central da capital pernambucana.

O médico tinha 73 anos e passou mal em casa, no bairro das Graças, na Zona Norte. De acordo com parentes, o enterro ocorrerá no sábado (2), no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, no Grande Recife. Viúvo, Cantarelli deixa três filhos e seis netos.

Formado em medicina pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Ênio Cantarelli foi diretor do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), referência em tratamento de doenças infecto-contagiosas.

Enio Cantarelli foi casado com a médica Eliane de Lima Cantarelli, falecida em 2007. Ele deixa três filhos: Fabiano, Enio Filho e Marina, casada com o secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Rodrigo Novaes.

Homenagens: a morte do cardiologista foi lamentada por políticos pernambucanos.

Por meio de nota, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) lamentou a perda de “um grande nome da medicina” e “acima de tudo, um humanista”. “Imortalizado pela Academia Pernambucana de Medicina, doutor Ênio deixa um amplo legado de serviços prestados ao Estado, como fundador do antigo Hospital Unicordis, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, ex-diretor do Hospital Universitário Oswaldo Cruz e como fundador e diretor por oito anos do Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco – PROCAPE, um dos mais modernos hospitais do coração do País e referência em cardiologia de Pernambuco. Quero me solidarizar com seus familiares e amigos neste momento de profundo pesar”, afirmou.

Genro de Ênio, o secretário de Turismo e Lazer do Estado, Rodrigo Novaes, prestou homenagem nas redes sociais. “O que eu vou falar desse homem? Um ser humano extraordinário. Um verdadeiro pai. Fez de todos os sertanejos seus primos. Esteve nesse mundo para fazer o bem, fazer amigos, servir ao povo. Um homem de princípios, valores muito firmes. Resistente, forte, sua caminhada foi sempre ao lado de Deus, todo tempo! Dr. Enio mereceu reconhecimento por sua capacidade de realizar e de juntar”, disse.

O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Eriberto Medeiros (PP) também prestou solidariedade aos familiares e amigos do médico. “A medicina pernambucana perde um grande exemplo de profissional, que se engajou em tudo que fez em prol de cuidar das pessoas. Entre seus muitos gestos em favor da sociedade, Dr. Ênio Cantarelli fundou o PROCAPE, foi diretor do Hospital Universitário Oswaldo Cruz e serviu à nossa população, especialmente os mais necessitados, honrando sua profissão, orgulhando a todos nós. Deixamos nossas condolências a seus familiares e amigos”.

O episódio foi repercutido ainda pelo senador Humberto Costa (PT). “Triste notícia a da morte do cardiologista Ênio Cantarelli, um grande profissional de Pernambuco e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Tinha uma visão humanizada da medicina e deu grande contribuição nessa área. Meus sentimentos aos familiares e amigos”.

O deputado federal Tadeu Alencar lamentou a morte do amigo. “Conviver com ele foi um privilégio para todos os que desfrutaram da sua presença, da sua visão à frente do seu tempo, da sua lealdade e generosidade”, afirmou por meio das redes sociais.

O presidente nacional do PSDB, o ex-ministro Bruno Araújo relembrou o tempo em que conviveu com o cardiologista. “Recebi com pesar a notícia do falecimento de Dr Ênio Cantarelli. Convivi de perto com o médico dedicado quando chefiou o departamento médico da Assembleia Legislativa. Professor e referência na cardiologia de Pernambuco deixa inúmeros serviços prestados ao nosso estado. Deixo aqui o meu abraço à família e a seus inúmeros pacientes e amigos neste momento de despedida.”

A presidente estadual da legenda, a deputada Alessandra Vieira também se somou ao reconhecimento da trajetória de Cantarelli. “O PSDB de Pernambuco lamenta o falecimento de Dr Ênio Cantarelli, cardiologista e professor que fez muito a Pernambuco. Registramos aqui a nossa solidariedade à família e seus muitos amigos”.

Teresa Leitão felicita Ângelo e comemora novo campus da UFPE em Sertânia

Além de Ângelo, anúncio do governo Lula teve articulação e apoio do reitor Alfredo Gomes e também do senador Humberto Costa Pernambuco terá mais um campus da UFPE. O presidente Lula anunciou, na manhã desta segunda (10), que o município de Sertânia vai abrigar o novo campus. A iniciativa contou com a articulação da senadora […]

Além de Ângelo, anúncio do governo Lula teve articulação e apoio do reitor Alfredo Gomes e também do senador Humberto Costa

Pernambuco terá mais um campus da UFPE. O presidente Lula anunciou, na manhã desta segunda (10), que o município de Sertânia vai abrigar o novo campus. A iniciativa contou com a articulação da senadora Teresa Leitão junto ao governo federal.

“É uma grande conquista! Tive o prazer de entregar ao ministro Camilo Santana, da Educação, o ofício requerendo a instalação desse campus da UFPE em Sertânia”, lembrou Teresa Leitão, em entrevista à Rádio Sertânia. “É uma política de interiorização do ensino superior firmada desde o primeiro governo do presidente Lula, e que agora volta com força total!”.

A parlamentar explicou que o pleito partiu de um coletivo de professores: Edvânia Torres, Álvaro Góes, Janilton Ferreira, Maria do Carmo Martins Sobral, Antônio Siqueira, João Henrique Lúcio, Valter Fabiano dos Santos Feitosa e Mariana Albuquerque. Em agosto passado, o grupo pediu a interlocução da senadora junto ao governo federal para conseguir o campus. A articulação teve apoio fundamental do reitor Alfredo Gomes, do prefeito Ângelo Ferreira, e também do senador Humberto Costa.

O prefeito ofereceu um terreno para o campus, e se comprometeu a enviar para a Câmara Municipal, com urgência, um projeto de lei para formalizar a doação do imóvel.

Além da disponibilidade de cursos de ensino superior para a população da região, a iniciativa gera empregos. Haverá vagas na construção civil, mas também se cria uma estrutura de empreendedorismo para atender à nova demanda. E ainda, cada unidade nova vai necessitar de 388 servidores, o que implica na realização de novos concursos públicos.

“Tanto no aspecto desenvolvimento social, do desenvolvimento educacional, um centro acadêmico de uma universidade federal numa cidade como Sertânia… vai ser plantar uma semente num terreno fértil. Sertânia vai crescer, abrangendo inclusive outras cidades da região, e vai também favorecer a geração de empregos ”, resumiu a senadora.

Kelvin Cavalcanti aumenta vantagem para Adrianno do Posto, diz Múltipla

Em novo levantamento, ele tem 52,8% das intenções de voto contra 38,4% do oposicionista. Ernandes da Farmácia cai para 1,6%. O candidato governista Kelvin Cavalcanti ampliou sua vantagem sobre o principal opositor, Adrianno do Posto. É o que indica nova pesquisa do Instituto Múltipla, em parceria com o blog. Na pesquisa estimulada, em que são […]

Em novo levantamento, ele tem 52,8% das intenções de voto contra 38,4% do oposicionista. Ernandes da Farmácia cai para 1,6%.

O candidato governista Kelvin Cavalcanti ampliou sua vantagem sobre o principal opositor, Adrianno do Posto.

É o que indica nova pesquisa do Instituto Múltipla, em parceria com o blog.

Na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o eleitor, ele tem 52,8% das intenções de voto, contra 38,4% do oposicionista Adrianno do Posto.

O candidato Ernandes da Farmácia despencou para 2% das intenções. Disseram votar branco ou nulo 2,8%, contra 4% que se disseram indecisos ou não opinaram.

Em relação à pesquisa anterior, de 7 e 8 de agosto, Kelvin foi de 48,4% para 52,8%. Adrianno do Posto se manteve estável, de 37,6% para 38,4%. Ernandes da Farmácia tinha 7,2% e foi a 2%, caindo pouco mais de 5 pontos percentuais.

Na pesquisa espontânea, em que não são oferecidos nomes, ele tem 50% das intenções de voto, contra 35,6% do oposicionista Adrianno do Posto. O candidato Ernandes da Farmácia tem 1,6% das intenções. Disseram votar branco ou nulo 1,6%, contra 11,2% que disseram votar em outro, indecisos ou não opinaram. O quadro também mostra, comprado à pesquisa anterior, crescimento do candidato governista.

Quando o assunto é rejeição, 41,2% dizem não votar em Adrianno do Posto de jeito nenhum. A rejeição de Kelvin Cavalcanti é de 31,2%. Ernandes da Farmácia é rejeitado por 23,2%. Rejeitam todos 1,6%. Não rejeitam, nenhum 9,2%. Não opinaram 4,4%.

O número de identificação da pesquisa é o PE 08799/2024. Contratada pelo blog, foi realizada dia 31 de agosto, com 250 entrevistas, intervalo de confiança de 95% e margem de erro para mais ou menos de 6,2%. Fonte pública para realização da pesquisa:Censo 2010/2022 e TSE (Julho/24)

CPI ouvirá empreiteiros a partir de terça-feira

Do Blog da Folha A CPI da Petrobras começará a ouvir os empreiteiros investigados pela Operação Lava Jato a partir da próxima terça-feira (19). Os primeiros da lista são o presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, e Erton Medeiros Fonseca, diretor da Galvão Engenharia. Na quinta-feira (21), serão ouvidos o vice-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo […]

Do Blog da Folha

A CPI da Petrobras começará a ouvir os empreiteiros investigados pela Operação Lava Jato a partir da próxima terça-feira (19). Os primeiros da lista são o presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, e Erton Medeiros Fonseca, diretor da Galvão Engenharia.

Na quinta-feira (21), serão ouvidos o vice-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo Hermelino Leite, e Gerson de Mello Almada, vice-presidente da construtora Engevix. Na semana seguinte, os parlamentares pretendem ouvir o presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa, João Ricardo Auler, e o presidente da OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, na terça-feira (26). Dois dias depois, acontecerão os depoimentos de José Ricardo Nogueira Breghirolli, funcionário da OAS suspeito de distribuir dinheiro do esquema de corrupção, e do diretor financeiro da OAS, Mateus Coutinho de Sá Oliveira.

O presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB), deixou para 1º de junho os depoimentos de Ricardo Pessoa, dono da UTC, e Sérgio Cunha Mendes, vice-presidente da Mendes Júnior.

Em discurso atrapalhado, Bolsonaro confirma existência de minuta golpista

Silas Malafaia atacou STF e disse que ex-presidente é vítima de perseguição política  No cenário político brasileiro, as manifestações assumem um papel significativo na expressão das vozes e demandas da sociedade. Neste domingo (25), a Avenida Paulista foi palco de mais um desses eventos, porém, com contornos que levantam sérias preocupações quanto aos rumos da […]

Silas Malafaia atacou STF e disse que ex-presidente é vítima de perseguição política 

No cenário político brasileiro, as manifestações assumem um papel significativo na expressão das vozes e demandas da sociedade. Neste domingo (25), a Avenida Paulista foi palco de mais um desses eventos, porém, com contornos que levantam sérias preocupações quanto aos rumos da democracia no país.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, ao discursar durante a manifestação que convocou em seu apoio, protagonizou um momento conturbado ao confirmar a existência da minuta golpista recentemente encontrada durante uma investigação da Polícia Federal. Seu discurso, marcado por hesitações e contradições, não apenas ratificou a existência do documento, mas também trouxe à tona tentativas confusas de negá-lo.

A afirmação de Bolsonaro de que um Estado de Sítio, como previsto na minuta, não seria um golpe se fosse referendado pelo Congresso revela uma interpretação distorcida e perigosa dos princípios democráticos. Negar uma conspiração que está sendo provada pela própria Polícia Federal coloca em xeque a integridade e a transparência do ex-presidente e sua relação com as instituições democráticas do país.

Além disso, a presença e o discurso do pastor Silas Malafaia, que precedeu Bolsonaro, adicionam mais uma camada de preocupação ao evento. Ao atacar o Supremo Tribunal Federal (STF), tentar pregar que o ex-presidente é vítima de perseguição política e deixar claro que o objetivo da manifestação era pressionar o judiciário para não prender Bolsonaro, Malafaia revela uma tentativa descarada de interferência no sistema judiciário, buscando proteger um indivíduo investigado por possíveis crimes.

A manifestação deste domingo na Avenida Paulista não pode ser vista apenas como mais um ato político. Ela traz consigo ingredientes preocupantes: investigados mobilizando pessoas contra a justiça, líderes religiosos incitando ataques às instituições democráticas e uma narrativa de negação dos fatos que mina a confiança na verdade e na transparência.

Diante desse quadro, é essencial que a sociedade brasileira mantenha-se vigilante e atenta aos desdobramentos desses eventos, exigindo o respeito irrestrito às instituições democráticas e o combate incansável contra qualquer tentativa de subverter o Estado de Direito em prol de interesses individuais ou de grupos.