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Prefeitura de Tuparetama e empresa são econômicas em informações sobre suspensão de concurso

Por Nill Júnior
Quando clica, o link joga pro site da Amupe. Lá, há uma confusão para achar a informação, se é que ela existe. tratamento bem diferente quando do chamamento para as inscrições.
Quando clica, o link joga pro site da Amupe. Lá, há uma confusão para achar a informação, se é que ela existe. Tratamento bem diferente quando do chamamento para as inscrições.

A Prefeitura de Tuparetama,  informou em nota que o Concurso Público, que objetivava preencher 52 vagas, foi suspenso. O documento de suspensão tem base na recomendação do TCE – PE, até o dia 9 de janeiro de 2017, segundo a nota.

Segundo a prefeitura, mais informações podem ser obtidas nos editais disponíveis no site da Prefeitura. O fato de só disponibilizar a informação na internet e não informar um telefone gera confusão e reclamações.

Também registre-se que a informação mais detalhada deveria estar também no site da prefeitura. Mas no banner que traz a informação da suspensão, há um direcionamento para o Diário Oficial da Amupe. E lá, nem o blog conseguiu ver o edital.

A promessa de acordo com a prefeitura é de, no Diário Oficial da Amupe, divulgar novas datas para realização das provas e outras providências administrativas ligadas ao certame. vale lembrar que geralmente há ampla mídia para divulgar o concurso, mas toda essa dificuldade agora que foi cancelado em soltar nota à imprensa, dando publicidade ao que os candidatos devem fazer.

Jovens como Daniel Soares, de São José do Egito, reclamam da falta de esclarecimentos. “Nem empresa organizadora nem prefeitura não se manifestam. Tentei entrar em contato com a empresa várias vezes por email. Há muita falta de informação”.

Outras Notícias

Se SAMU não funcionar em até 90 dias, prefeitos terão que devolver ambulâncias e repasses

Uma informação confirmada pelo ex-prefeito Luciano Duque (PT) mostra o pepino que gestores terão que descascar depois de anos se arrastando com a falta de solução para o início do funcionamento do SAMU Regional, que envolve mais de 30 cidades. Segundo ele, uma comissão que conta com a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, o […]

Uma informação confirmada pelo ex-prefeito Luciano Duque (PT) mostra o pepino que gestores terão que descascar depois de anos se arrastando com a falta de solução para o início do funcionamento do SAMU Regional, que envolve mais de 30 cidades.

Segundo ele, uma comissão que conta com a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, o Secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Arthur Amorim e outros nomes, foi formada para em até 90 dias tentar resolver as questões que emperram o início das atividades nas mais de 30 cidades da III Macro Região.

Em dezembro de 2019, foi assinado o convênio para adesão ao SAMU. Mas parte das cidades que aderiram não honrou os repasses, há preocupação com a obrigatoriedade de 25% de repasses do Estado – algumas regionais reclamam atrasos – e dúvida sobre quem fará a operacionalização. O ex-prefeito de Triunfo, João Batista, sugeriu que o SAMU seja gerido por uma OS. Ainda há a luta pelo convencimento daqueles que ainda não aderiram, nas regiões do Pajeú, Moxotó e Itaparica.

E não tem choro nem vela. Se os municípios não formalizarem o início das atividades em até 90 dias, terão que devolver ao Ministério da Saúde as ambulâncias que seriam destinadas ao programa, mas servem para mera transferência fora da região, a famigerada ambulancioterapia e os recursos repassados, inclusive corrigidos. Uma bolada que pode afetar a saúde dos municípios.

Frente Popular diz ter promovido maior carreata da história de Afogados da Ingazeira

A Frente Popular diz em nota que “fez uma carreata que pode ser considerada a maior da história política recente de Afogados da Ingazeira”. A concentração se deu no anel viário, nas imediações do Vianão, a partir das 18h. “Várias caravanas de candidatos a vereador participaram, engrossando o cordão desta que pode ser considerada, pelo quantidade […]

A Frente Popular diz em nota que “fez uma carreata que pode ser considerada a maior da história política recente de Afogados da Ingazeira”.

A concentração se deu no anel viário, nas imediações do Vianão, a partir das 18h.

“Várias caravanas de candidatos a vereador participaram, engrossando o cordão desta que pode ser considerada, pelo quantidade de veículos e pela animação dos participantes, a maior já realizada no município”, diz a nota.

Antes do início do evento, Sandrinho Palmeira recebeu, em sua residência, que fica próximo ao Vianão, o candidato a vice, Daniel Valadares, e os ex-prefeitos José Patriota e Totonho Valadares. A carreata percorreu as principais ruas de Afogados, com mais de mil veículos, entre carros e motos, encerrando em frente ao comitê, na Avenida Rio Branco.

“Fico muito feliz pela alegria e pela participação da população em nossa carreata. Seja participando e acompanhando o trajeto, seja assistindo de suas calçadas a nossa passagem. Quero agradecer todo o carinho com que fui recebido por onde passamos, e dizer que esse carinho me motiva ainda mais para fazer uma grande gestão à frente da Prefeitura de Afogados,” avaliou Sandrinho Palmeira.

Dilma diz ser estarrecedora divulgação de áudio de Costa em meio à campanha

A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, afirmou nesta sexta-feira (10) que “acha muito estranho” e “estarrecedora” a divulgação dos áudios da investigação da operação Lava Jato “no meio da campanha eleitoral”. Ontem foram revelados os áudios do depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso pela Polícia Federal por participação […]

Dilma Rousseff: 'Do I look happy, Mr Obama?'

A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, afirmou nesta sexta-feira (10) que “acha muito estranho” e “estarrecedora” a divulgação dos áudios da investigação da operação Lava Jato “no meio da campanha eleitoral”.

Ontem foram revelados os áudios do depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso pela Polícia Federal por participação de um esquema milionário de desvio de dinheiro público, e do doleiro Alberto Youssef, que também participaria do esquema. Segundo Costa, três partidos se beneficiaram do esquema: PT, PMDB e PP.

“Sei que essas informações estão ainda sob sigilo e eu pedi essas informações, então eu acho muito estranho e estarrecedor que no meio da campanha eleitoral façam esse tipo de divulgação”, disse a presidente em entrevista coletiva no Palácio da Alvorada, em Brasília.  “É muito importante que a gente não deixe uma coisa se misturar com a outra. Agora que não se use isso de forma leviana em momentos eleitorais porque nós não temos acesso a todas as informações.”

Em seu programa de rádio desta sexta-feira no horário eleitoral gratuito, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, explorou o escândalo da Petrobras. A propaganda de Aécio chamou Costa de “ex-presidente” da estatal, cargo que ele nunca ocupou.

Na entrevista, a presidente afirmou que não se pode acusar as pessoas citadas no depoimento sem provas.

“Nós vamos investigar todas as pessoas. Porque tem uma premissa nisso tudo. Em toda campanha eleitoral há denúncias, que não se comprovam e assim que acaba a eleição ninguém se responsabiliza por ela. Não se pode cometer injustiças. E não se pode ser resiliente com malfeitos, o que estamos fazendo é conversar com o servidor da Petrobras [Sergio Machado]. Quem está fazendo isso é ministro Edson Lobão, no sentido de esclarecer o que há e o que não há. Ninguém pode em sã consciência acabar com o direito de defesa”, disse a presidente.

Segundo o jornal “Folha de S.Paulo”, Dilma cogita demitir Machado da presidência da Transpetro, subsidiária da Petrobras no setor de logística. Machado foi indicado pelo PMDB e foi citado por Costa em seu depoimento, na quarta-feira (8), como uma das pessoas que participavam de irregularidades na estatal.

Questionada sobre se o PT participou do esquema, Dilma disse que o caso será investigado e que, se for comprovado, os responsáveis devem ser punidos. “Se o PT errou enquanto pessoas do partido erraram, elas têm de punidas. Se alguém errou tem que pagar”, declarou Dilma. “Qual é a diferença nossa? Nós investigamos. Eu não varro para baixo do tapete.”

Em Arcoverde, Regina da Saúde propõe novo hospital para ampliar atendimento regional

Candidata a deputada estadual apresentou proposta durante encontro com apoiadores nessa terça-feira (1º). A candidata a deputada estadual Regina da Saúde (Podemos) defendeu a construção de um novo hospital regional em Arcoverde. A proposta foi apresentada durante encontro com apoiadores realizado nessa terça-feira (1º), no município. Segundo Regina, uma nova unidade poderia ampliar a capacidade […]

Candidata a deputada estadual apresentou proposta durante encontro com apoiadores nessa terça-feira (1º).

A candidata a deputada estadual Regina da Saúde (Podemos) defendeu a construção de um novo hospital regional em Arcoverde. A proposta foi apresentada durante encontro com apoiadores realizado nessa terça-feira (1º), no município.

Segundo Regina, uma nova unidade poderia ampliar a capacidade de atendimento da região e dividir a demanda atualmente concentrada no Hospital Regional Ruy de Barros Correia.

“Não podemos falar em melhorar a saúde apenas colocando mais profissionais no hospital regional. Precisamos estruturar a rede. Como pode uma região como a de Arcoverde apenas com um hospital? Vamos lutar para trazer mais uma unidade de saúde para a região”, afirmou.

A candidata também defendeu a ampliação das equipes médicas e multiprofissionais e da oferta de consultas e exames especializados no Hospital Regional Ruy de Barros Correia.

Regina argumentou ainda que Arcoverde atende pacientes de municípios vizinhos e, por isso, considera necessária a ampliação da estrutura regional de saúde.

“Quando fortalecemos a saúde de Arcoverde, estamos fortalecendo também o atendimento de milhares de pernambucanos que chegam aqui em busca de cuidado”, declarou.

Foto: Divulgação

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Joesley e Saud dizem ter dado mala de R$ 500 mil ao senador Ciro Nogueira

G1 O empresário Joesley Batista, um dos do donos do grupo J&F, e o executivo da empresa Ricardo Saud afirmaram em depoimento à Polícia Federal nesta segunda-feira (11) que pagaram propina ao senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, inclusive com a entrega de uma mala de dinheiro de R$ 500 mil e doação […]

G1

O empresário Joesley Batista, um dos do donos do grupo J&F, e o executivo da empresa Ricardo Saud afirmaram em depoimento à Polícia Federal nesta segunda-feira (11) que pagaram propina ao senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, inclusive com a entrega de uma mala de dinheiro de R$ 500 mil e doação não contabilizada na campanha de 2016, quando as doações de empresas passaram a ser proibidas.

Joesley disse também que seus maiores interlocutores sobre tudo o que acontecia com a empresa, dona da JBS, no âmbito da Operação Lava Jato nos últimos três anos foram Ciro Nogueira, o atual presidente da República, Michel Temer, e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

Saud afirma que os delatores tentaram gravar a entrega de dinheiro ao senador do PsP do Piauí na casa de Joesley. Ciro teria colocando a mala no porta-malas de um carro dirigido por seu motorista, mas ele estacionou em um local onde a câmera de segurança da casa não capturou a cena.

O executivo também afirma que a perda de gravação mencionada no começo do áudio da conversa entre ele e Joesley que desencanou na prisão de ambos era do vídeo. Saud não faz menção a quando teria sido feito esse pagamento.

Joesley deu outra versão sobre uma entrega de R$ 500 mil ao senador e presidente nacional do PP, mas não está claro se ele se refere ao mesmo pagamento mencionado por Saud. Segundo o empresário, o dinheiro em espécie foi entregue na casa de Ciro Nogueira e eram a primeira parte de um pagamento de R$ 8 milhões para o PP ajudar a então presidente, Dilma Rousseff, na votação contra o impeachment – que ocorreu em abril de 2016.

O delator afirma que o pagamento foi feito após Gilles Azevedo, ex-assessor de Dilma, lhe pedir para falar com o senador um dia após a saída oficial do PMDB do governo – aprovada por aclamação em março de 2016. Segundo ele, Ciro prometeu que ajudaria, inclusive com o PR, em troca dos R$ 8 milhões.

Joesley diz que não relatou esse pagamento na delação porque “a entrega de dinheiro não teve a ver com ato de ofício no governo, mas como membro do partido, para mudar de posição” e acreditava que não se tratava de crime.

O empresário afirmou que o dinheiro foi para adiar a decisão do PP sobre o impeachment, para dar uma chance à então presidente, mas a situação se deteriorou, Dilma sofreu o impeachment e as demais parcelas dos R$ 8 milhões não foram pagas “por razões diversas”.

Procurados, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o Partido Progressista não se manifestaram até o momento.