Prefeitura de Tuparetama alerta para regularização de loteamentos
Por Nill Júnior
Para garantir a segurança dos empreendimentos habitacionais que se instalaram no município, a Prefeitura de Tuparetama através da Secretaria de Obras e Infraestrutura, convocou os proprietários de loteamentos e condomínios para uma reunião que aconteceu na manhã desta terça-feira (19), na sede do Pajeú Clube.
O engenheiro Moisés Freitas, responsável pela análise e aprovação dos projetos habitacionais na esfera municipal, salientou a importância de se obter o licenciamento prévio da Compesa, Celpe e da Agência Estadual de Meio Ambiente- CPRH, uma vez que os pareceres desses órgãos são de extrema importância para a venda dos lotes e início das obras nos locais.
De acordo com o engenheiro, estavam faltando algumas licenças e outros precisavam alterar os projetos, sendo essas as principais pautas da reunião. “Tuparetama é uma cidade que cresce a cada dia e as construções além de aquecer o comércio, também gera renda através da mão-de-obra local, mas para que isso aconteça de forma correta, necessitamos que tudo esteja de acordo com legislação vigente no que diz respeito aos licenciamentos”, afirmou.
Após a reunião, os proprietários e representantes estiveram na sede da secretaria para o levantamento das documentações necessárias ou dos pontos que necessitavam de alterações nos projetos de engenharia.
A prefeita de Serra Talhada e presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Márcia Conrado, usou as suas redes sociais nesta sexta-feira (22) para destacar a sua participação no encontro do Partido dos Trabalhadores realizado em Recife. Márcia a princípio ignorou a polêmica que domina seu município, com a carta aberta lida por Luciano duque […]
A prefeita de Serra Talhada e presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Márcia Conrado, usou as suas redes sociais nesta sexta-feira (22) para destacar a sua participação no encontro do Partido dos Trabalhadores realizado em Recife.
Márcia a princípio ignorou a polêmica que domina seu município, com a carta aberta lida por Luciano duque anunciando o racha com ela. Márcia foi apoiada por Duque em 2020 e o apoiou em 2022.
Em uma publicação no Instagram, Conrado afirmou que teve a “felicidade de receber a presidenta do nosso Partido dos Trabalhadores – PT, Gleisi Hoffmann”.
A deputada federal e presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, está em Pernambuco nesta sexta-feira (22) e no sábado (23) para cumprir uma agenda de compromissos.
Para dar início a essa série de atividades, Hoffmann participou, na manhã de hoje, de uma reunião com lideranças do partido, prefeitos(as), vice-prefeitos(as), vereadores(as), representantes de Secretarias e Setoriais, no Hotel Jangadeiro, em Boa Viagem.
Conrado disse que tem “muito orgulho em fazer parte do partido fundado pelo nosso presidente Lula, e que conta com a presença de grandes amigos como, Doriel Barros, Teresa Leitão, Humberto Costa, Carlos Veras, Cícera da FETAPE e muitos outros”. Ela terá como trunfo o apio do PT em 2024.
Sobre a resposta a Duque, a informação é de que ela pretende dar uma coletiva ao chegar em Serra Talhada para responder as críticas de Luciano. Márcia deve usar discurso similar ao explorado em nota que circulou em alguns blogs, passada por sua assessoria, de que ela é a traída no processo, e não Luciano Duque.
Por André Luis – Editor executivo do blog Na política, há trajetórias que parecem seguir uma linha lógica. Outras, no entanto, parecem marcadas por uma espécie de repetição de enredos. A de Marília Arraes se encaixa cada vez mais na segunda categoria. Neta do ex-governador Miguel Arraes, Marília construiu uma carreira política própria. Foi vereadora […]
Na política, há trajetórias que parecem seguir uma linha lógica. Outras, no entanto, parecem marcadas por uma espécie de repetição de enredos. A de Marília Arraes se encaixa cada vez mais na segunda categoria.
Neta do ex-governador Miguel Arraes, Marília construiu uma carreira política própria. Foi vereadora do Recife, deputada federal e, em 2022, chegou ao segundo turno da eleição para o Governo de Pernambuco. Ainda assim, sua trajetória recente tem sido marcada por um padrão curioso: sempre que tenta ocupar um espaço maior, surge uma articulação que a empurra para fora da mesa principal.
O primeiro grande episódio ocorreu na eleição de 2022. Filiada ao Partido dos Trabalhadores, Marília despontava como um nome competitivo para disputar o governo estadual. Mesmo assim, acabou rifada quando o partido decidiu preservar a aliança com o Partido Socialista Brasileiro (PSB), que lançou a candidatura de Danilo Cabral. Sem espaço, ela deixou o PT e encontrou abrigo no Solidariedade, disputando o governo por outra frente e chegando ao segundo turno.
Agora, o roteiro parece se repetir — talvez de forma ainda mais simbólica.
Marília já anunciou sua pré-candidatura ao Senado por Pernambuco e marcou para o próximo dia 12 sua filiação ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). A mudança de partido tem um objetivo claro: pavimentar o caminho para disputar uma das vagas ao Senado em 2026.
E há um dado relevante nessa equação: nas pesquisas eleitorais divulgadas até agora, Marília aparece como líder absoluta na disputa por uma vaga no Senado por Pernambuco.
Ou seja, não se trata de uma candidatura sem lastro popular. Ao contrário: eleitoralmente, ela parece forte.
Mas eis que surge mais um capítulo dessa história.
Segundo informação divulgada pelo jornalista Magno Martins, articulações nos bastidores da política estadual estariam discutindo a possibilidade de o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, ser indicado como candidato a vice-governador na chapa liderada pelo prefeito do Recife, João Campos.
Se essa movimentação se confirmar, o efeito colateral pode ser direto: o espaço do PDT na chapa majoritária estaria ocupado — o que dificultaria, ou até inviabilizaria, a presença de Marília na disputa pelo Senado dentro da Frente Popular.
Em outras palavras, mais uma vez a política parece se reorganizar de forma a deixá-la de fora.
É inevitável levantar a pergunta: por quê?
Uma explicação possível é a lógica das alianças. Grandes coalizões muitas vezes sacrificam nomes competitivos em nome de arranjos partidários mais amplos, equilíbrio entre siglas ou acordos nacionais.
Mas talvez essa resposta não seja suficiente.
Porque Marília tem voto. Tem recall eleitoral. Tem um sobrenome político poderoso. E, mesmo assim, parece encontrar resistência dentro do próprio campo da esquerda.
Daí surge uma hipótese incômoda, mas inevitável no debate político: será que o problema é ela?
Na política, não basta apenas ser popular. É preciso também construir consensos, cultivar alianças duradouras e manter relações estáveis dentro das estruturas partidárias. Lideranças muito independentes, ou de perfil mais confrontador, frequentemente enfrentam dificuldades para se acomodar dentro de grandes frentes políticas.
Talvez seja esse o paradoxo de Marília: forte nas urnas, mas nem sempre confortável dentro das engrenagens das coalizões.
Sua trajetória parece dialogar com um trecho da canção Sina, de Djavan:
O luar, estrela do mar O sol e o dom Quiçá, um dia, a fúria desse front Virá lapidar o sonho Até gerar o som Como querer Caetanear O que há de bom
Há algo de destino nessa repetição de episódios. Sempre que parece pronta para ocupar um espaço maior, surge uma nova articulação política redesenhando o tabuleiro.
Mas a política também tem uma característica que desafia qualquer sina: ela é dinâmica.
Se as pesquisas continuarem mostrando Marília Arraes como líder na corrida ao Senado, pode chegar um momento em que ignorar seu peso eleitoral se torne politicamente mais difícil do que acomodá-la.
Até lá, sua trajetória segue marcada por uma pergunta que ecoa nos bastidores da política pernambucana: afinal, por que uma das lideranças mais competitivas do Estado continua encontrando tantas portas entreabertas, e nunca totalmente abertas?
Após participar, em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), de ato político em defesa do Rio São Francisco e contra a venda da Chesf, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), mostrou-se confiante quanto ao papel da sociedade para barrar os planos do governo de Michel Temer de privatizar o setor elétrico. Iniciativa que, […]
Após participar, em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), de ato político em defesa do Rio São Francisco e contra a venda da Chesf, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), mostrou-se confiante quanto ao papel da sociedade para barrar os planos do governo de Michel Temer de privatizar o setor elétrico.
Iniciativa que, segundo ele, já estava nos planos dos que derrubaram o governo de Dilma Rousseff. O ato ocorreu nessa sexta-feira (06) e contou com a participação de lideranças políticas de oposição, parlamentares, líderes sindicais, da CUT e do PT.
“Volto do Sertão do São Francisco muito animado, pois vejo que haverá reação. O governo ilegítimo quer vender a preço de banana patrimônios nacionais como são a Chesf (Companhia Hidrelétrica do São Francisco) e a Eletrobrás. Mas não será fácil. Constatamos que há uma grande mobilização contra essa sanha privatista, no fundo, um dos verdadeiros motivos de terem dado o golpe e afastado do poder uma presidenta legítima (Dilma Rousseff)”, declarou Humberto, que denunciou a decisão de vender o patrimônio nacional como uma estratégia dos golpistas derrubaram o governo do PT.
“Tudo é resultado do golpe perpetrado contra a presidenta Dilma, quando eles mentiam que era para equilibrar as contas do Brasil e acabar com a corrupção. Na verdade, era para tirar direitos dos trabalhadoras, desmontar as políticas sociais. E para fazer essa privatização selvagem, especialmente nesse setor tão estratégico como a da energia”, disse o senador petista em discurso para uma plateia atenta, às margens do Velho Chico, em Juazeiro.
Para o líder oposicionista, está claro para a população que haverá consequências muito duras com uma possível venda do setor elétrico. A primeira delas será o aumento da conta da energia, coisa que já é admitida, inclusive, pelos próprios governistas. “Primeiro que não vai ter nada de bom com essa privatização. Eles mesmos reconhecem que vai haver aumento da conta de luz, o que significa um peso muito maior para as famílias”, acrescentou.
Humberto Costa reservou grande parte das críticas ao ministro das Minas e Energia, o petrolinense Fernando Bezerra Coelho Filho, segundo ele o “cabeça da venda da Chesf e da Eletrobrás”. Lembrou o senador que a venda da Chesf e da Eletrobrás não irá arrecadar nem de longe o que hoje vale o setor elétrico brasileiro, que é superavitário e desperta a cobiça do capital estrangeiro. Humberto chegou a demonstrar “vergonha” pela atuação do ministro. “Eu quero até pedir desculpas a vocês (o discurso foi em solo da Bahia), pois, infelizmente, o ministro que está tocando esse projeto absurdo é pernambucano. Mas é uma vergonha pra todos nós ter um ministro que vai ficar na História fazendo uma coisa dessa”, salientou.
O senador participou de toda a programação que incluiu concentração e protesto em frente à Igreja da Matriz, em Petrolina, uma grande caminhada até a margem do São Francisco, da qual participaram, além de políticos e sindicalistas, bandas e fanfarras de escolas locais. De lá, a comitiva seguiu numa travessia do Velho Chico, através de balsa, até Juazeiro, onde ocorreu apresentação de artistas da terra e pronunciamentos de lideranças políticas.
Do G1 Uma pesquisa do instituto Ibope foi divulgada hoje com índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2018. O Ibope ouviu 2.002 pessoas, em 143 municípios, nos dias 18 e 22 de outubro de 2017. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. […]
Uma pesquisa do instituto Ibope foi divulgada hoje com índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2018.
O Ibope ouviu 2.002 pessoas, em 143 municípios, nos dias 18 e 22 de outubro de 2017. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta segunda-feira, segundo o Ibope, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos percentuais, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
De acordo com o instituto de pesquisa, as perguntas nas quais a soma das porcentagens não totaliza 100% são decorrentes de arredondamentos ou de múltiplas respostas.
Pesquisa estimulada
Veja os resultados nos cenários estimulados, nos quais os pesquisadores apresentam uma lista de possíveis candidatos à Presidência:
Cenário 1:
Lula (PT): 35%
Jair Bolsonaro (PSC): 13%
Marina Silva (Rede): 8%
Geraldo Alckmin (PSDB): 5%
Luciano Huck: 5%
João Doria (PSDB): 4%
Ciro Gomes (PDT): 3%
Álvaro Dias (Podemos): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 1%
Chico Alencar (PSOL): 1%
Henrique Meirelles (PSD): 0%
João Amoêdo (Novo): 0%
Em branco/nulo: 18%
Não sabe/não respondeu: 5%
Cenário 2:
Jair Bolsonaro (PSC): 15%
Marina Silva (Rede): 15%
Luciano Huck: 8%
Ciro Gomes (PDT): 7%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
João Doria (PSDB): 5%
Álvaro Dias (Podemos): 3%
Henrique Meirelles (PSD): 1%
Fernando Haddad (PT): 1%
Ronaldo Caiado (DEM): 1%
Chico Alencar (PSOL): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Em branco/nulo: 28%
Não sabe/não respondeu: 6%
Cenário 3:
Lula (PT): 35%
Jair Bolsonaro (PSC): 15%
Marina Silva (Rede): 11%
Ciro Gomes (PDT): 5%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Álvaro Dias (Podemos): 3%
Ronaldo Caiado (DEM): 1%
Chico Alencar (PSOL): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Henrique Meirelles (PSD): 0%
Em branco/nulo: 19%
Não sabe/não respondeu: 4%
Cenário 4:
Lula (PT): 36%
Jair Bolsonaro (PSC): 15%
Marina Silva (Rede): 11%
Ciro Gomes (PDT): 5%
João Doria (PSDB): 5%
Álvaro Dias (Podemos): 3%
Ronaldo Caiado (DEM): 1%
Chico Alencar (PSOL): 1%
Henrique Meirelles (PSD): 1%
João Amoêdo (Novo): 0%
Em branco/nulo: 19%
Não sabe/não respondeu: 3%
Cenário 5:
Jair Bolsonaro (PSC): 18%
Marina Silva (Rede): 18%
Ciro Gomes (PDT): 9%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Álvaro Dias (Podemos): 4%
Chico Alencar (PSOL): 2%
Fernando Haddad (PT): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 1%
Henrique Meirelles (PSD): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Em branco/nulo: 31%
Não sabe/não respondeu: 5%
Cenário 6:
Jair Bolsonaro (PSC): 17%
Marina Silva (Rede): 19%
Ciro Gomes (PDT): 11%
João Doria (PSDB): 6%
Álvaro Dias (Podemos): 4%
Fernando Haddad (PT): 2%
Chico Alencar (PSOL): 1%
Ronaldo Caiado (DEM): 1%
Henrique Meirelles (PSD): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Em branco/nulo: 32%
Não sabe/não respondeu: 5%
Pesquisa espontânea
O Ibope também questionou, sem apresentar uma lista de possíveis candidatos, em quem os entrevistados votariam na eleição presidencial de 2018. Veja os resultados na pesquisa espontânea:
O Ministério das Cidades vai fornecer, amanhã ( sexta-feira (12/05), na Amupe, Av. Recife, 6205 um workshop de capacitação de técnicos para operar o Sistema de Operação e Gerenciamento do Programa Cartão Reforma (SisReforma), que foi desenvolvido pela Pasta. O treinamento ocorrerá das 9h às 13h. O workshop é destinado a técnicos de duas áreas específicas: […]
O Ministério das Cidades vai fornecer, amanhã ( sexta-feira (12/05), na Amupe, Av. Recife, 6205 um workshop de capacitação de técnicos para operar o Sistema de Operação e Gerenciamento do Programa Cartão Reforma (SisReforma), que foi desenvolvido pela Pasta.
O treinamento ocorrerá das 9h às 13h. O workshop é destinado a técnicos de duas áreas específicas: profissionais da área da construção civil e profissionais da área social, que possuem experiência em cadastramento de famílias em programas sociais.
Durante o treinamento, os profissionais poderão ver uma exposição sobre o Programa Cartão Reforma, com explicações sobre o programa, como ele funcionará e critérios de distribuição de recursos para estados e municípios.
Os estados e municípios vão cadastrar suas propostas por meio do SisReforma. Também será registrado pelo sistema a relação de famílias interessadas em receber o benefício, o aplicativo das visitas técnicas, as medições mensais, assim como a comunicação com o Ministério das Cidades.
O Cartão Reforma é um programa de melhoria habitacional do Governo Federal, que visa auxiliar famílias, com renda mensal de até R$ 2.811, na reforma, ampliação ou conclusão de suas moradias. Para tanto, o benefício será concedido por meio de cartão, cujos valores variam de R$ 2 mil a R$ 9 mil, destinado à compra de materiais de construção. A mão de obra é de responsabilidade das famílias.
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