Prefeitura de Solidão promove dedetização nas escolas municipais
Por André Luis
Nos dias 1º e 2 de março de 2025, a Prefeitura de Solidão, por meio da Secretaria de Educação, realizou a dedetização de todas as unidades escolares municipais e do prédio da Secretaria de Educação.
“A iniciativa visa eliminar pragas e insetos, proporcionando um ambiente mais seguro, higiênico e adequado ao aprendizado dos estudantes e ao trabalho dos profissionais da educação”, informou a assessoria de comunicação.
A dedetização faz parte das ações preventivas da gestão municipal para manter as escolas limpas e protegidas, evitando problemas de saúde e contribuindo para o bem-estar de toda a comunidade escolar. “Com essa medida, os espaços ficam mais preparados para acolher os alunos e garantir um ensino de qualidade”, diz a assessoria.
A secretária de Educação, Norma Zendron, reforçou a importância da iniciativa para o funcionamento adequado das escolas. “Nosso compromisso vai além da qualidade do ensino, pois também envolve o cuidado com o ambiente escolar. Essa ação é fundamental para que nossas escolas estejam sempre limpas, seguras e preparadas para receber nossos alunos e profissionais.”
“Cuidar das nossas escolas significa investir no futuro da nossa cidade. Com essa ação, proporcionamos um ambiente mais saudável e adequado aos nossos estudantes e educadores, reafirmando nosso compromisso com a qualidade do ensino em Solidão”, destacou o prefeito Mayco Pablo.
Da Coluna do Domingão Ciro Gomes, personagem rotulado de forma preconceituosa e intencional por setores da imprensa, tem toda razão. Para ele, os episódios recentes do desvio de quase R$ 7 milhões em joias e agora, o escândalo da ABIN Paralela, são muito graves, mas ainda pouco perto do maior crime cometido pelo ex-presidente Jair […]
Ciro Gomes, personagem rotulado de forma preconceituosa e intencional por setores da imprensa, tem toda razão.
Para ele, os episódios recentes do desvio de quase R$ 7 milhões em joias e agora, o escândalo da ABIN Paralela, são muito graves, mas ainda pouco perto do maior crime cometido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro: o de extermínio de milhares de pessoas na pandemia.
Ciro Gomes defende que Bolsonaro pague caro pelos crimes continuados que cometeu na Presidência da República, sendo o pior, na opinião do ex-ministro, o de genocídio.
O mais grave que ele cometeu foi o crime de genocídio. Aquilo que ele fez na pandemia, e provocou a morte de centenas ou dezenas de milhares de pessoas, eu não sei se os inquéritos devidos estão andando.
“Este inquérito tem que ser muito bem conduzido. E acho que dos três problemas, além do roubo das joias, da falsificação do cartão de vacinação, o grande crime é o genocídio. Porque ali tem homicídio generalizado, no mínimo, e como se caracterizou por uma ação muito reiterada do Bolsonaro, você tem claramente uma indução à morte”.
O ex-presidenciável disse ainda que a tentativa de golpe de Bolsonaro e seus aliados ocorreu, na verdade, antes do 8 de janeiro.
“Aquilo ali foi um ato de vandalismo, que tem que ser punido severamente. Mas o golpe aconteceu antes, com Bolsonaro na constância da Presidência da República, portanto, sendo ele o responsável. E ele fez aquela minuta, e ele fez aquela consulta. Ali, ele consumou a sua atitude criminosa de golpe”.
De fato, dos crimes cometidos pelo ex-presidente, nenhum se compara à ação na pandemia. Dos 712 mil mortos no Brasil, 693 mil morreram em seu governo. Até o fim do governo Bolsonaro, o Brasil era o segundo país com mais mortes no mundo.
Bolsonaro não comprou vacinas a tempo, trocou ministros mais alinhados à ciência por negacionistas, propagou fake news sobre as vacinas, não acudiu estados sem oxigênio e ainda estimulou tratamentos ineficazes como na difusão da cloroquina e de ivermectina. Muitos acreditaram nele e abriram mão do isolamento à vacina. Do tratamento adequado às medidas de prevenção.
Em março, a OXFAM Brasil publicou um estudo sobre Mortes Evitáveis por Covid-19 no Brasil que mostra o tamanho da desgraça de ter um governo negacionista na administração de uma pandemia.
As conclusões do estudo são assustadoras e revelam o crime que foi cometido contra a população.
Cerca de pelo menos 120 mil vidas poderiam ter sido poupadas no primeiro ano de pandemia no Brasil se tivéssemos adotado medidas preventivas como distanciamento social, restrição a aglomerações e fechamento de estabelecimento comerciais e de ensino.
Ainda mais 305 mil mortes em relação ao normal no período, o que significa que muitos desses 305 mil podem ter morrido de Covid-19.
Ou seja, pela conta da proporcionalidade, do total de mortes, um planejamento eficaz, uníssono, coordenado e responsável, evitaria entre 30% e 40% das mortes.
Bolsonaro, gostem seus seguidores ou não, tem um preço muito maior a pagar com aquele Deus que ele diz, mas não segue. Antes disso, entre os nomes, precisa pagar pelos crimes de ladrão de galinha, como diz Ciro, das joias à minuta, do 8 de janeiro à ABIN Paralela. Mas não esqueçamos de algo muito maior: das mortes na pandemia.
O Prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da Amupe, José Patriota, é o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú, o último de 2019. Patriota fala da reta final do terceiro ano da sua segunda gestão, dos temas políticos e administrativos na pauta. Fala também sobre sua saúde. Ano passado, ele diagnosticou um tumor neuroendrócrino secundário no […]
O Prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da Amupe, José Patriota, é o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú, o último de 2019.
Patriota fala da reta final do terceiro ano da sua segunda gestão, dos temas políticos e administrativos na pauta. Fala também sobre sua saúde. Ano passado, ele diagnosticou um tumor neuroendrócrino secundário no fígado, passando a ter rigoroso tratamento de saúde.
A maior expectativa é sobre a agenda política: Patriota responde às dúvidas sobre o caminho que será tomado por seu grupo na discussão de 2020. Patriota defende o nome do atual vice, Alessandro Palmeira. O prefeito Totonho Valadares é pré-candidato. Ontem foi moderado na agenda política, dizendo que o gestor tem ciência da sua responsabilidade na condução do processo, mas crítico na pauta administrativa. Mais tarde, Daniel Valadares, filho de Totonho, foi duro contra a Patriota e o vice, Sandrinho. Ele ainda responde às perguntas dos ouvintes por telefone, WhatsApp e Internet.
O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando FM 104,9 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou no WhattsApp (87) 9-9956-1213.
Ainda pode ouvir o debate em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Ainda em aplicativos como radios.net ou Tunein Rádio.
Tocando sua pré-campanha rumo às eleições majoritárias de São José do Egito, Fredson da Perfil abriu diálogo com o vereador Vicente de Vevéi. Segundo informações de ambos, a primeira conversa já aconteceu, como registra a foto. Fredson da Perfil é empresário e se apresenta como uma nova opção política no município. Vicente de Vevéi é […]
Tocando sua pré-campanha rumo às eleições majoritárias de São José do Egito, Fredson da Perfil abriu diálogo com o vereador Vicente de Vevéi. Segundo informações de ambos, a primeira conversa já aconteceu, como registra a foto.
Fredson da Perfil é empresário e se apresenta como uma nova opção política no município. Vicente de Vevéi é jornalista, publicitário e está em seu primeiro mandato.
O vereador deixou a liderança do governo na Câmara Municipal, anunciou sua saída do grupo do prefeito Evandro Valadares e assumiu a postura política neutra.
“O importante da conversa é que as ideias e os objetivos são muito parecidos e isso pode possibilitar uma aliança política. Tanto eu como Vicente queremos o crescimento de São José do Egito a partir do atendimento aos que mais precisam até a geração de emprego e renda”, disse Fredson da Perfil.
Segundo Vicente de Vevéi, para uma primeira conversa, o alinhamento de ideias foi um fator importante. “Meu interesse na política é poder transformar a vida das pessoas com projetos que as façam entender que a política é instrumento de suporte e viabilidade para que o cidadão tenha seus direitos garantidos sem estar mendigando a políticos. Para apoiar um projeto daqui pra frente, preciso que a liderança maior seja comprometido com a honestidade e transparência e Fredson está alinhado com esses principios”, afirmou o vereador.
Fredson da Perfil é do Partido Verde (PV) e Vicente de Vevéi deve ir para o Partido dos Trabalhadores (PT) na janela partidária de março. O PV e o PT fazem parte de uma federação partidária que também é composta pelo PC do B.
Fredson e Vicente devem voltar a conversar no próximo dia 07 de dezembro e novas notícias vão surgir.
Carlos Marques diz que pagamento não poderia ter sido autorizado por Câmara e garante haver jurisprudência O procurador do município, advogado Carlos Marques, disse em entrevista ao programa Manhã Total que ainda não teve fim o debate jurídico sobre o pagamento de quinquênios a professores da rede municipal, ao comentar Mandado de Segurança que determina […]
Carlos Marques diz que pagamento não poderia ter sido autorizado por Câmara e garante haver jurisprudência
O procurador do município, advogado Carlos Marques, disse em entrevista ao programa Manhã Total que ainda não teve fim o debate jurídico sobre o pagamento de quinquênios a professores da rede municipal, ao comentar Mandado de Segurança que determina o pagamento em até 30 dias sob pena de bloqueio das contas.
“Recebemos a intimação do Poder Judiciário. Ainda cabe o chamado Embargo de Execução. Temos mais 30 dias a partir do prazo dado que se encerra sexta feira. Isso vai para juíza que vai notificar a outra parte para se manifestar. Nossos embargos estão prontos e serão protocolados hoje a tarde”.
Carlos Marques sustenta que há uma corrente jurídica que já interpreta que em casos como o de Afogados não há base para pagamento dos quinquênios a partir de decisão da Câmara de Vereadores. “Temos uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no TJPE arguindo que o dispositivo que concede os quinquênios fere a constituição. Já há jurisprudência. Em Santa Cruz do Capibaribe, por exemplo, já há decisão nesse sentido. O Tribunal em 12/12/2014 reconheceu que não pode conter em Lei Orgânica direitos concedidos a servidores”.
Ele usa para justificar o chamado princípio do Vicio de Constitucionalidade de Origem. “O poder executivo não participa e sendo assim, os vereadores não podem legislar sobre direito a servidor. Podem quando a iniciativa vem do poder executivo. Já reconheceu a causa de um município de Minas Gerais”.
Ele concluiu dizendo que uma sentença judicial mesmo transitada em julgado, sendo inconstitucional não pode ter eficácia no munido do direito. “Isso vale para todas as outras ações em tramitação”.
Carlos, que era procurador na gestão Totonho, quando os quinquênios deixaram de ser pagos, afirmou que a decisão foi tomada através de um decreto que suspendeu o pagamento. “Há um ato administrativo. Nele já falávamos da inconstitucionalidade do pagamento”.
Dois candidatos a vereador tiveram seus registros indeferidos pela Justiça Eleitoral, por não atenderem as condições de elegibilidade. Em linhas gerais, foram apenas erros formais, sem ato de improbidade ou condenação, por exemplo. Resumindo, descuido ou desatenção com obrigações formais do registro. O candidato Janailson Valimil, que disputaria pelo União Brasil não teve seu registro […]
Dois candidatos a vereador tiveram seus registros indeferidos pela Justiça Eleitoral, por não atenderem as condições de elegibilidade.
Em linhas gerais, foram apenas erros formais, sem ato de improbidade ou condenação, por exemplo. Resumindo, descuido ou desatenção com obrigações formais do registro.
O candidato Janailson Valimil, que disputaria pelo União Brasil não teve seu registro deferido. A decisão teria relação com o prazo de transferências do domicílio eleitoral.
Na sua rede social, Janailson informou a decisão, e agradeceu os apoios que recebeu. “Nosso projeto foi apenas adiado”, disse.
O outro candidato foi Pedro Rafael, do Partido dos Trabalhadores. Segundo o site da justiça eleitoral, houve “ausência de condição de elegibilidade, em desatendimento a requisito formal (Lei 9.504/97)”.
Pedro ainda não comentou a decisão na sua rede social.
Antes dele, o Sargento Itamar França já havia renunciado de sua candidatura, alegando falta de estrutura para a disputa.
Com isso, Afogados caiu de 95 para 92 candidatos a vereador.
Você precisa fazer login para comentar.