Prefeitura de Petrolina anuncia R$ 1,5 milhão para pequenos produtores rurais
Por Nill Júnior
A edição do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) 2017 foi lançada em Petrolina nesta sexta-feira (10). A iniciativa destina cerca de R$ 1,5 milhão para a Prefeitura comprarprodutos diretamente de trabalhadores da agricultura familiar. O evento de lançamento do PAA teve a participação do prefeito Miguel Coelho, representantes de sindicatos e associações rurais.
O programa beneficiará em torno das 300 agricultores com a aquisição de produtos a preço de varejo sem a interferência de atravessadores para garantir maior margem de lucro aos pequenos produtores. Além da compra direta, a Prefeitura irá ajudar no transporte do material e no acompanhamento logístico do programa.
Para o prefeito Miguel Coelho, o PAA cumpre papel decisivo no suporte e equilíbrio financeiro dos produtores mais afetados pelos efeitos da seca. “A agricultura está enraizada em nossa história. E neste caso, o programa se torna ainda mais especial porque ajuda a agricultura familiar, que é responsável por 70% da comida que chega aos lares. Com seis anos de estiagem é preciso que a Prefeitura busque mecanismos para apoiar esse segmento tão importante”, defendeu o prefeito Miguel Coelho.
Todos os produtos adquiridos através do PAA serão doados a entidades socioassistenciais cadastradas na Secretaria de Desenvolvimento Social e com perfil voltado para pessoas em situação de vulnerabilidade. “Esse programa é muito importante para os agricultores mas também fortalece todas as nossas ações sociais no combate à fome”, ressaltou Kátia Carvalho, secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.
Os produtores podem se inscrever no PAA na sede da Secretaria de Desenvolvimento Social, localizada na Rua Santa Cecíli,a nº 35, Vila Mocó. Para participar, é necessário atender aos critérios do Governo Federal como estar no Pronaf. O atendimento na Secretaria ocorre de segunda à sexta, nos horários das 7h às 13h e 14h às 18h.
Festa vai contar com Pedrinho Pegação, Ramon Schnayder e Spok Frevo Foi divulgada a programação do Carnaval 2020 de Sertânia. Com o tema “Ser feliz é o que importa” a festa vai contar com mais de 10 atrações artísticas, que vão subir ao palco nos quatro dias de folia. A Praça de Eventos Olavo Siqueira […]
Festa vai contar com Pedrinho Pegação, Ramon Schnayder e Spok Frevo
Foi divulgada a programação do Carnaval 2020 de Sertânia. Com o tema “Ser feliz é o que importa” a festa vai contar com mais de 10 atrações artísticas, que vão subir ao palco nos quatro dias de folia. A Praça de Eventos Olavo Siqueira vai receber shows de artistas e grupos locais do dia 22 a 25 de fevereiro. As apresentações são oferecidas à população de maneira gratuita.
O Carnaval de Sertânia contará com uma estrutura de palco, som e iluminação e reunirá cantores e bandas que trazem uma mistura de ritmos, como Pedrinho Pegação, Orquestra Super OARA e Márcio Dhuka. Um dos destaques é a folia carnavalesca voltada para as crianças, como de costume, na tarde do domingo acontece o Carnaval da criançada, que esse ano terá a Matinê Infantil e Banda Nave Moleka.
O Carnaval 2020 em Sertânia será aberto oficialmente no sábado (22), mas um dia antes, na sexta-feira (21), acontece o tradicional bloco dos estudantes. A expectativa é de que mais de 40 blocos arrastem os foliões pelas ruas da cidade durante dos dias de festa. Este ano o Carnaval da Princesa do Moxotó apresenta uma novidade, pela primeira vez teremos o Rei e a Rainha do Carnaval. Para essa missão foram escolhidos os jovens Ray Mota e Sabrina Lira.
Para maior conforto e segurança do público haverá bainheiros químicos, barracas de comidas e bebidas, ambulância, equipe de apoio, presença do efetivo da Polícia Militar e seguranças privados contratados pela Prefeitura. “Além de promover a cultura e o entretenimento, o evento irá aquecer a economia e o turismo no município”, pontuou o Secretário de Juventude, Esporte, Cultura e Turismo, Zuza do Padre.
Objetivo foi apresentar os resultados alcançados em 2024, bem como pactuar as novas metas para este ano Sob o comando da secretária de Defesa Social de Pernambuco (SDS), em exercício, Dominique de Castro Oliveira, foi realizada, nesta quarta-feira (8), a primeira reunião de monitoramento do Programa Juntos pela Segurança de 2025. O encontro, que aconteceu […]
Objetivo foi apresentar os resultados alcançados em 2024, bem como pactuar as novas metas para este ano
Sob o comando da secretária de Defesa Social de Pernambuco (SDS), em exercício, Dominique de Castro Oliveira, foi realizada, nesta quarta-feira (8), a primeira reunião de monitoramento do Programa Juntos pela Segurança de 2025.
O encontro, que aconteceu no Centro Integrado de Comando e Controle Estadual (CICCE), reuniu diversos integrantes das Forças de Segurança pernambucana, entre comandantes militares, delegados e demais servidores da SDS, inclusive com a participação on-line de profissionais do interior do Estado. O objetivo foi apresentar os resultados alcançados em 2024, bem como pactuar as novas metas para este ano.
Na ocasião, a Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional (Seplag-PE) apresentou um detalhamento da criminalidade no Estado, com um comparativo entre os índices locais e nacionais, onde foi possível fazer uma análise com vistas a uma maior redução das estatísticas. As Forças Policiais debateram, ainda, a propagação dos registros das ocorrências relacionadas à violência contra mulher, além das condutas já realizadas, com o objetivo de reforçar as decisões e intensificar as ações.
Dentre os encaminhamentos da reunião, foram definidos protocolos para resoluções de crimes; criações de métricas visando uma notificação mais precisa de roubo e furto de veículos e demais indicadores de Crimes Contra o Patrimônio e violência contra a mulher; reforço nas abordagens; dos cumprimentos de mandado de prisão e na apreensão de armas de fogo.
JUNTOS PELA SEGURANÇA – Pernambuco fechou o ano de 2024 com duas excelentes notícias na área da segurança pública: o último mês do ano registrou a maior redução de homicídios dos últimos 11 anos e, na comparação com 2023, de janeiro a dezembro o Estado diminuiu o número de assassinatos em 5,4%. Segundo dados preliminares, em 2024 Pernambuco registrou, no acumulado do ano, a retração de 5,4%, com 3.639 boletins de ocorrência em 2023 e 3.441 casos em 2024.
“Esses resultados nascem de um diagnóstico detalhado e preciso que, juntamente com o comprometimento e trabalho integrado das nossas forças de segurança, nos permitiu entender os problemas e otimizar os recursos que já estavam disponíveis. Com o nosso trabalho diário, vamos continuar avançando na construção de uma segurança pública mais eficiente e próxima da população”, cravou a secretária de Defesa Social de Pernambuco (SDS), em exercício, Dominique de Castro Oliveira.
O Programa Juntos pela Segurança reúne diversas ações de fortalecimento das operações policiais, de trabalho e repressão qualificada e prevenção social. Entre as suas metas está a redução dos homicídios, dos crimes contra o patrimônio e das ocorrências de violência contra a mulher em 30% até o ano de 2026.
Mais um político do Pajeú anuncia obra com recursos próprios, do bolso. Em Olho D’água da Conceição, na divisa dos municípios de São José do Egito e Tabira, o presidente da Câmara de Vereadores Antonio Andrade, entregou uma ponte que liga os dois municípios. Ele disse pra todo mundo ouvir que investiu cerca de R$ […]
Mais um político do Pajeú anuncia obra com recursos próprios, do bolso. Em Olho D’água da Conceição, na divisa dos municípios de São José do Egito e Tabira, o presidente da Câmara de Vereadores Antonio Andrade, entregou uma ponte que liga os dois municípios.
Ele disse pra todo mundo ouvir que investiu cerca de R$ 30 mil na obra. Andrade, eleito no bloco governista, faz oposição ao prefeito Evandro Valadares e até articulou uma CPI contra a gestão. A entrega da “Ponte do Bolso” teve as presenças do ex-prefeitos Romério Guimarães e Zé Marcos.
Andrade disse ter feito porque o atual gestor não atendeu o pedido dos legisladores. “Está ai uma obra que fiz com dinheiro de meu bolso, obra que teria que ser do poder público, que nada faz pelos mais pobres e menos favorecidos de São José do Egito”.
Apesar do “gesto de nobreza”, a intervenção com recursos pessoais para coisa pública é proibida por lei. Lenta ou não, cabe ao ente público a realização de ações que atendam à coletividade. Gestos similares já deram muita dor de cabeça a políticos da região no passado.
Em 2012, o Ministério Público proibiu e deu dez dias ao então Prefeito de Tabira Dinca Brandino para responder, sob pena de improbidade administrativa, porque queria construir o asfalto do Povoado do Brejinho com seu próprio dinheiro. Dinca teve que desfazer a promessa, mesmo dizendo que “ de qualquer maneira faria o asfalto”.
Em 2008, o secretário de Transportes do Governo de Pernambuco, Sebastião Oliveira, deu entrada na Procuradoria de Defesa do Patrimônio Público a uma notícia-crime contra o então vereador Luiz Odon (PCdoB), de Afogados da Ingazeira.
Usando picaretas e um grupo de pessoas, o vereador resolveu o problema de um contorno no trevo de Ibitiranga, na PE 320. Sebá ainda pediu ao secretário de Defesa Social para investigar o caso, assim como solicitou ao escritório regional do DER acompanhar o processo de perto e tomar providências legais na justiça.
Bolsonaro já perguntou qual é a ameaça que ele ofereceu à democracia. Sem considerar os atos golpistas de 2023, como a reunião ministerial e as atitudes questionando o resultado, além da participação em articulações que culminaram no 8 de janeiro, listamos aqui dez vezes em que o presidente ofereceu ameaça à democracia. Dia 23 de […]
Bolsonaro já perguntou qual é a ameaça que ele ofereceu à democracia. Sem considerar os atos golpistas de 2023, como a reunião ministerial e as atitudes questionando o resultado, além da participação em articulações que culminaram no 8 de janeiro, listamos aqui dez vezes em que o presidente ofereceu ameaça à democracia.
Dia 23 de agosto de 2022, o presidente Jair Bolsonaro mais uma vez atacou o Supremo Tribunal Federal (STF). Chamou os ministros de “surdos de capa preta”. Enquanto ele falava, seus apoiadores gritavam que “Supremo é o povo”. O artigo 2º da Constituição afirma que os três poderes da República devem ser “independentes e harmônicos”. A todo momento, o presidente provoca desarmonia entre os poderes. Toda vez que ele provoca desarmonia entre os poderes, ele ameaça a democracia.
No mesmo dia, o presidente convocou as pessoas a irem às ruas no dia Sete de Setembro “pela última vez”. Para que o Supremo entenda o que é “a voz do povo”. Um princípio basilar do Direito é que o juiz deve julgar de maneira imparcial. Ainda que isso seja uma impossibilidade prática do mundo real, ainda que se sabia que um juiz, como qualquer cidadão, tem suas posições políticas, ele deve se esforçar ao máximo para evitar que elas interfiram nas suas decisões. Os ministros do Supremo devem procurar realizar seus julgamentos à luz do Direito, e não da pressão popular. Se Bolsonaro ou qualquer pessoa do governo diverge de alguma decisão do STF, precisa divergir tecnicamente, com recursos jurídicos. Quando coloca o povo contra as decisões tomadas por um poder, Bolsonaro ameaça a democracia.
Bolsonaro começa a repetir, assim, o que fizera no Sete de Setembro do ano passado, quando disse, em discurso, que não mais obedeceria a decisões judiciais que fossem tomadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Qualquer cidadão que desrespeita uma ordem judicial sofre sanções por isso. Normalmente, o cidadão comum vai preso. Quando um presidente diz que não cumprirá uma ordem judicial, dá um péssimo exemplo para os demais cidadãos. Na ocasião, o STF deixou claro ao presidente que, nessa balada, haveria consequências. Bolsonaro recuou. E recuou porque sabia que, naquele momento, ameaçava a democracia.
Quando concedeu perdão ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), que sofreria sanções por desobedecer a ordens judiciais, Bolsonaro realizou o mesmo tipo de ataque. Sinalizou ali que os “amigos do rei” estão libertos de obedecer à Justiça. Tipo de situação que faz engrossar o coro de que “Supremo é o povo”. Quando um dos poderes é desacreditado e tem sua harmonia e independência comprometida, a democracia está ameaçada.
Bolsonaro reuniu embaixadores de diversos países para repetir inverdades sobre o sistema eletrônico de votação. No mínimo, para repetir questionamentos sobre os quais ele não tem a menor comprovação. Valeu-se, assim, da estrutura de governo para lançar questões que só interessam a ele. Quebrou o princípio da impessoalidade. Lançou dúvidas à democracia. É inquestionável aqui a ameaça à democracia.
Ao longo de sua vida política toda, Bolsonaro enalteceu o regime militar brasileiro, que foi uma ditadura. A Comissão Nacional da Verdade (CNV) reconheceu 434 mortes e desaparecimentos políticos ocorridos durante a ditadura militar.
Ao votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff, Bolsonaro fez uma homenagem ao general Brilhante Ustra, o primeiro militar brasileiro condenado por tortura. No regime militar, Dilma Rousseff foi torturada. Não há tortura em uma democracia.
Quando deputado, certa vez Bolsonaro pregou o “fuzilamento” do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Curiosamente pela defesa que Fernando Henrique fazia á época da privatização de estatais. Hoje, o presidente Bolsonaro privatiza a Eletrobrás e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, defende a privatização da Petrobras. Pode-se até discutir a privatização de estatais. Mas sugerir fuzilamento de presidente é ameaça à democracia.
Em uma entrevista em 1999, Bolsonaro pregou que os problemas brasileiros só se revolveriam com uma guerra civil em que morressem “uns 30 mil”. Emendou dizendo que morreriam “uns inocentes, mas tudo bem”. O estado democrático de direito não pode admitir por normal uma situação em que morram inocentes. A declaração é uma ameaça à democracia.
Somente pela covid-19, já morreram no Brasil mais de 700 mil inocentes. A ação deliberadamente genocida também é um ataque à democracia.
Agora, prestes a responder por seus atos, incluindo desvio de joias, rachadinha, tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito, Bolsonaro diz não ter percebido as seguidas ameaças que faz à democracia, e o dano que isso provocou, dado ele ter sido o presidente da República. O nome disso é medo da cadeia, receio, aperreio, cagaço…
Em Arcoverde, nomes da política e analistas de plantão já tem na ponta da língua uma resposta que não tinham a meses atrás para esta pergunta: quem vai ser o principal adversário de Madalena Brito em 2016? Depois de muitos nomes cotados, a maioria sem força para incomodar a atual gestora, eis que ganhou força […]
Em Arcoverde, nomes da política e analistas de plantão já tem na ponta da língua uma resposta que não tinham a meses atrás para esta pergunta: quem vai ser o principal adversário de Madalena Brito em 2016?
Depois de muitos nomes cotados, a maioria sem força para incomodar a atual gestora, eis que ganhou força Eduíno Brito, do PHS, Deputado Estadual. E não é difícil responder porque essa possibilidade ganhou força.
Eduíno foi uma das surpresas das eleições de 2014, ganhando uma vaga de Deputado Estadual. Após a posse, teve um mandato com visibilidade, tendo mais exposição m alguns momentos até que Júlio Cavalcanti, irmão do Federal Zeca.
No mais, tem muito mais a ganhar que a perder, qualquer que seja o resultado. No pior cenário, vai ter seu nome em grande exposição, aumentando o que estatísticos chamam de recall, melhorando a presença no sentimento e intenção de voto do eleitorado arcoverdense. Isso, dois anos antes de mais uma disputa estadual e a quatro de um processo onde Madalena teria que criar um nome, como fez Zeca com ela própria em 2012.
Outra coisa que favorece Brito é a falta de opções competitivas na oposição a Madalena. Zeca Cavalcanti não vai para o embate por questões óbvias, quer manter a visibilidade e o protagonismo de seu mandato federal.
Com exceção dele, salvo Júlio que também não vai, não resta ninguém com capilaridade. Luciano Pacheco, que era ventilado, não tem força pra tao e deve tentar mais um mandato na Câmara. Assim, Eduíno pode ser a opção mais óbvia para oposição.
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