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Prefeitura de Iguaracy promove Caravana da Cidadania com serviços de saúde, cultura e assistência social

Por André Luis

A Prefeitura de Iguaracy realiza nos dias 29 e 30 de maio uma programação de serviços públicos ao lado do Centro de Artesanato Carlos Célio Santana. A ação inclui atividades nas áreas de saúde, cultura, educação, assistência social e procuradoria jurídica, com foco em atender à população do município.

Entre os principais serviços oferecidos está a Carreta Saúde Express, que realizará exames e consultas como ultrassonografias com Doppler Colorido, endoscopias, ecocardiogramas, eletrocardiogramas, testes ergométricos, monitoramento com MAPA e Holter de 24 horas, além de consultas cardiológicas. A equipe médica será formada por um cardiologista, um gastroenterologista e um ultrassonografista.

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, afirmou que a iniciativa busca promover a saúde e ampliar o acesso da população a serviços essenciais. Ele também destacou a atuação conjunta das secretarias de Saúde, Desenvolvimento e Assistência Social, Cultura e Turismo, Educação e Esportes, além da procuradoria jurídica, responsáveis pela execução da programação.

“Estamos trabalhando para levar o melhor para nossa comunidade, promovendo ações integradas e oferecendo serviços essenciais. Contamos com a colaboração de nossas equipes para fazer deste evento um grande sucesso”, afirmou o prefeito.

Além dos atendimentos médicos, a programação inclui a realização da 1ª Caravana da Cidadania, com atividades culturais, educativas e ações voltadas à promoção da cidadania e ao desenvolvimento social.

Outras Notícias

Em Brasília, Presidente do CIMPAJEÚ vai cobrar emendas para usina de asfalto

Também haverá participação no encontro da CNM, que quer R$ 4 bi para municípios O prefeito de Flores, Marconi Santana do PSB, que também lidera um grupo de prefeitos da região do Pajeú e Moxotó, através do Cimpajeú – Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú confirmou, durante entrevista ao jornalista Adriano Roberto, que volta […]

Também haverá participação no encontro da CNM, que quer R$ 4 bi para municípios

O prefeito de Flores, Marconi Santana do PSB, que também lidera um grupo de prefeitos da região do Pajeú e Moxotó, através do Cimpajeú – Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú confirmou, durante entrevista ao jornalista Adriano Roberto, que volta ao distrito federal, nesta terça-feira (17).

“Vou fazer o acompanhamento das consolidações das emendas parlamentares. Creio que todos àqueles de nos prometeram vão alocar estes recursos para a compra da usina de asfalto que irá contemplar quase 20 municípios da região do Pajeú e do Moxotó”, explicou Marconi.

Santana ainda fez um convite para os prefeitos pernambucanos para uma reunião que acontecerá na quarta-feira (18), na sede da CNM – Confederação Nacional dos Municípios, com a bancada de deputados federais e senadores votados em Pernambuco.  “Vamos consolidar essa união entre nós prefeitos, para que nós possamos lutar por nossa causa, a causa do municipalismo”, defendeu.

Na reunião será definida a pauta que será levada a sala das comissões da Câmara Federal, que terá com conteúdo central o pedido da edição de uma medida provisória para envio de Apoio Financeiro aos Municípios (AFM) de forma emergencial no valor de R$ 4 bilhões.

Edson Henrique aposta em cenário favorável para a oposição em 2024

Por: André Luis Nesta segunda-feira (21), o vereador de Afogados da Ingazeira, Edson Henrique (PTB), participou de uma entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, discutindo uma série de tópicos, desde as recentes mudanças na política local até as perspectivas para as eleições municipais de 2024. Mudança de Toinho da Ponte para […]

Por: André Luis

Nesta segunda-feira (21), o vereador de Afogados da Ingazeira, Edson Henrique (PTB), participou de uma entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, discutindo uma série de tópicos, desde as recentes mudanças na política local até as perspectivas para as eleições municipais de 2024.

Mudança de Toinho da Ponte para a base governista

O ponto de partida da conversa foi a decisão do vereador Toinho da Ponte de migrar para a base governista, deixando Edson Henrique como o único representante da oposição na Câmara Municipal. Quando questionado sobre como enxerga essa mudança e a possibilidade de se sentir isolado no cenário político, Edson Henrique destacou a consciência prévia que tinha sobre a minoria na Câmara devido ao número desigual de candidatos na eleição de 2020.

“Desde que colocamos nosso nome à disposição da população no pleito de 2020, tínhamos consciência de que estaríamos em minoria no Poder Legislativo. Ao entrarmos no exercício do mandato, nossa prioridade foi nos posicionar e, nesse sentido, quero deixar claro que nunca me deixei intimidar pela quantidade. Tenho plena consciência de que minha voz representa muitos afogadenses, pessoas que compartilham das mesmas ideias que defendo. Portanto, ao ecoar essas vozes nos microfones da Câmara, não me sinto minoria, pois estou cumprindo meu papel de representante de forma plena”, afirmou o vereador.

Perspectivas para as eleições de 2024

Quando abordado sobre as perspectivas para as eleições municipais de 2024, Edson Henrique mostrou otimismo em relação ao fortalecimento da oposição. Ele enfatizou que a insatisfação crescente com a Frente Popular, combinada com o desgaste natural de longos anos no poder, contribuirá para uma eleição com maior representação opositora. 

“Ao analisar a situação, fica evidente que a Frente Popular não possui mais a mesma força que tinha anteriormente. Isso é algo que já foi mencionado antes, e vou reiterar. A Frente Popular perdeu até mesmo o candidato mais bem votado e o segundo mais votado da base governista, demonstrando a falta de liderança tanto do prefeito quanto da Frente Popular. O desgaste é cada vez mais perceptível, acentuado pela permanência prolongada no poder”, destacou Edson.

Questionado se o prefeito Sandrinho Palmeira poderia abrir dissidência e ir contra a decisão do PSB para disputar a eleição com apoio de Raquel Lyra, Edson Henrique afirmou que Sandrinho não teria pulso para tomar uma decisão dessas.

“Ele seguirá e cumprirá a orientação do partido sem hesitar. O PSB e o PSDB, a nível nacional, estadual e local, são opostos, não se alinham. Por isso, reitero que o PSB de Afogados da Ingazeira enfrentará uma eleição atípica em 2024, já que água e óleo não se misturam”, afirmou o vereador

Questionamentos ao prefeito Alessandro Palmeira

Questionado se havia se arrependido das palavras duras que usou contra o prefeito Alessandro Palmeira, Edson Henrique disse que não e voltou a criticá-lo. “Votamos a LOA em novembro de 2022, definindo as disposições e dotações orçamentárias para o ano subsequente, onde a receita é aplicada conforme as despesas. Em dezembro de 2022, uma Medida Provisória do governo Bolsonaro elevou o valor do salário mínimo de R$ 1.212 para R$ 1.302, e posteriormente, em maio deste ano, outra Medida Provisória do governo Luiz Inácio Lula da Silva elevou o valor para R$ 1.320. No entanto, mesmo com todas essas mudanças, o prefeito agiu de maneira irresponsável e desonesta, como eu o caracterizei, ao continuar pagando aos servidores com base no salário mínimo de 2022, ou seja, R$ 1.212”, disse Edson.

União na oposição e possíveis candidaturas

“Zé Negão é o nome natural, mas não somos obstáculos para uma união, pelo contrário, buscamos unidade na oposição. Um nome sólido pode surgir nesse contexto, como o de Danilo Simões. Estamos prontos para apoiar, pois apesar de minha pouca idade e da minha história de acompanhamento ativo, tenho memória e conheço o legado de Giza Simões e de Orisvaldo Inácio. Danilo cresceu cercado por aqueles que contribuíram positivamente para Afogados da Ingazeira. Se o nome dele for considerado em 2024, será bem aceito”.

Futuro partidário e apoio

“Transmiti a Romero Sales [novo deputado estadual do grupo] o engajamento da população em Afogados, que cobra ações concretas. Ele se mostrou disposto e atencioso, especialmente em relação à retomada dos serviços, como a PE-380. A escolha do partido será feita com base em consultas e análises, e há a possibilidade de considerar o PSDB, que faz parte da trajetória de Armando Monteiro e Raquel”, pontuou Edson Henrique.

Dilma e Aécio fazem debate mais propositivo na Record

A presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) amenizaram o tom dos ataques no debate presidencial deste domingo (19), transmitido pela TV Record. Os candidatos discutiram sobre vários temas. No tópico sobre o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), do governo federal, e os PEPs (Programa de Educação […]

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A presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) amenizaram o tom dos ataques no debate presidencial deste domingo (19), transmitido pela TV Record. Os candidatos discutiram sobre vários temas. No tópico sobre o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), do governo federal, e os PEPs (Programa de Educação Profissional), do governo de Minas Gerais.

A presidente Dilma falou do “orgulho” que sente pelo Pronatec, já que seu governo construiu 218 escolas técnicas, além das 214 erguidas na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A petista ainda acusou a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Vocês proibiram o governo federal de construir escolas técnicas, o que foi revogado pelo Lula”.

“Como você acha que um governo vai proibir a construção de escolas técnicas. A senhora não leu a lei”, respondeu prontamente o tucano, afirmando que o “Pronatec não vem sendo administrado como deveria”.

“As pessoas se matriculam, saem alguns dias depois, mas continuam nas estatísticas de seu governo”.O presidenciável do PSDB fazia referência a uma reportagem deste domingo, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que, com base em relatório da CGU (Controladoria-Geral da União), aponta falhas no acompanhamento dos alunos matriculados no programa. Segundo a reportagem, não é possível precisar quantos são os estudantes desistentes e se o repasse de recursos continua sendo feito às instituições parceiras. Mais cedo, a presidente afirmou que o relatório mostra apenas que é preciso “aperfeiçoar a fiscalização”.

No debate, Aécio discutiu a experiência criada por ele em Minas Gerais sobre escolas técnicas, os PEPs. “Nos PEPs, que a senhora não sei se conhece, a avaliação é mensal. Se o aluno não vai um mês ele sai da estatística. (…) Em Minas todas as áreas são avaliadas”.

Aécio perguntou a Dilma sobre infraestrutura. Na réplica, o candidato criticou o andamento de algumas obras, como a transposição do São Francisco. “A maioria das obras anunciadas pelo seu governo estão no meio do caminho e, algo grave, com sobrepreços”, disse. Na tréplica, Dilma disse que Aécio é “ousado” e citou o custo de R$ 1,1 mi do centro administrativo de MG, obra do governo de Minas.

Tucano falou em atraso de obras essenciais, como Ferrovia Transnordestina e transposição do rio São Francisco, e perguntou sobre atrasos. Petista disse que entregou Ferrovia Norte Sul, usinas de Jirau e Santo Antônio, aeroportos. “Nós investimos R$ 200 bilhões”, afirmou a petista, que também citou números menores do governo FHC.

Na resposta, Dilma apresentou exemplos de ações que já beneficiam a região Norte-Nordeste. Dentre as ações, falou da Adutora do Pajeú.

Na réplica, a candidata do PT defendeu os investimentos do governo federal na área de segurança pública e propôs integração de forças estaduais e federais, por meio de centros de comando e controle. Na tréplica, Aécio afirmou que MG tem a quinta menor taxa de homicídios do país e disse que a União não investiu todo o orçamento que tinha disponível.

Serra Talhada vai ganhar um novo Centro Especializado em Reabilitação

Nesta quarta-feira (26), técnicos da Secretaria Estadual de Projetos Estratégicos (Sepe) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES) estiveram em Serra Talhada realizando uma vistoria em um terreno que será destinado à construção de um Centro Especializado em Reabilitação tipo IV (CER IV). O projeto é fruto de uma parceria entre a Prefeitura Municipal de […]

Nesta quarta-feira (26), técnicos da Secretaria Estadual de Projetos Estratégicos (Sepe) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES) estiveram em Serra Talhada realizando uma vistoria em um terreno que será destinado à construção de um Centro Especializado em Reabilitação tipo IV (CER IV).

O projeto é fruto de uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Serra Talhada, sob a liderança da prefeita Márcia Conrado, e o governo do Estado, com o apoio da governadora Raquel Lyra.

A prefeita Márcia Conrado destacou a importância dessa conquista para a cidade. “A construção do CER IV é mais uma prova de nosso compromisso com a saúde e o bem-estar da população de Serra Talhada. Com este centro, vamos poder oferecer serviços especializados de reabilitação, garantindo uma melhor qualidade de vida para nossos cidadãos. Agradeço à parceria com o governo do Estado, que tem sido fundamental para realizarmos este projeto.”

O Centro Especializado em Reabilitação tipo IV (CER IV) será uma unidade de saúde voltada para a reabilitação de pessoas com deficiências físicas, auditivas, visuais, múltiplas e também com transtornos do espectro autista. O CER IV tem como objetivo oferecer atendimento especializado e integrado, visando promover a recuperação e a autonomia dos pacientes, melhorando a sua qualidade de vida e inserção social.

A secretária de Saúde de Serra Talhada, Lisbeth Rosa, reforçou a relevância do projeto para o município. “Estamos muito felizes com a realização desse projeto, que vai transformar a vida de muitas pessoas que necessitam de cuidados especializados. O CER IV será um marco para a saúde de Serra Talhada, e estamos comprometidos em trabalhar para que essa obra se concretize o mais rápido possível, oferecendo o melhor para nossa população”, concluiu.

Deputado não quer investigar institutos, mas reflexo das pesquisas no resultado das eleições

O deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) afirma que seu objetivo não é investigar os institutos, mas o reflexo das pesquisas no resultado das eleições. O deputado é autor do pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre pesquisas eleitorais. Um total de 171 dos 513 deputados apoiou o requerimento do deputado. Alcançando assim […]

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O deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) afirma que seu objetivo não é investigar os institutos, mas o reflexo das pesquisas no resultado das eleições. O deputado é autor do pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre pesquisas eleitorais.

Um total de 171 dos 513 deputados apoiou o requerimento do deputado. Alcançando assim o mínimo exigido, e, segundo a área técnica da Casa, o chamado “fato determinado”, outro dos requisitos exigidos.

“Não quero saber quem [que instituto] errou ou o motivo do erro”, afirmou Barros. “A investigação tem um objetivo claro: saber se divulgação de pesquisas interfere no resultado da eleição ou se é simples direito a informação. Se não interfere, não há que se tomar nenhum tipo de providência”, explicou o deputado.

Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, decidirá após o Carnaval se cria ou não a CPI. Apesar de se afirmar contra a instalação da comissão, disse que dará sequência à CPI se o pedido cumprir os requisitos técnicos.

Embora a área técnica da Câmara entenda que a exigência foi cumprida, Cunha ressaltou que pode não concordar com a recomendação. Outra hipótese é a CPI ser criada, mas com escopo reduzido em relação ao requerimento protocolado por Barros.

Ricardo Barros pede que seja investigada, a partir de 2000, a “metodologia de elaboração e divulgação de pesquisas eleitorais e seu reflexo no resultado das eleições […] para examinar as discrepâncias, contradições, distorções, erros e falhas verificados”.

O deputado cita como exemplo pesquisas para o governo de alguns Estados, entre elas a do Rio Grande do Sul em 2014. Na ocasião, José Ivo Sartori (PMDB) passou quase a totalidade da campanha em terceiro lugar nas pesquisas, mas subiu na reta final e venceu o pleito.