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Prefeitura de Flores divulga calendário de entrega do boleto do garantia-safra

Por Nill Júnior
Garantia safra auxilia agricultores na maior estiagem dos últimos 50 anos

A prefeitura de Flores, através do gabinete do prefeito, vai iniciar na próxima segunda (08), a entrega dos boletos do garantia-safra. O ato começará às 7h, por ordem  alfabética, na quadra poliesportiva da  Escola Municipal Onze de Setembro.

Os agricultores da região do distrito de Fátima receberão o boleto na terça-feira (09), às 7h, no prédio da Fundação Ambiental Pedro Daniel. Já os agricultores da região de Sítio dos Nunes receberão os boletos, na quarta-feira (10), no mesmo horário, na Escola Dr. Paulo Pessoa Guerra.

Às 14h, do mesmo dia, os contemplados serão os agricultores da região do Povoado do Tenório. Na quinta-feira (11), às 8h, o ato de entrega será encerrado no Povoado de São João dos Leites, na Escola Municipal José Josino de Goes.

Outras Notícias

Como esperado, Dr Júnior tem candidatura confirmada em Santa Terezinha

O Juiz Carlo Henrique Rossi, da 99ª Zona Eleitoral deferiu a candidatura de Adalberto Gonçalves de Brito, Doutor Júnior, à  reeleição para a Câmara de Vereadores, sob o número 19000, pelo Podemos. Como já sinalizado pelo próprio candidato, foi anexada a certidão solicitada para o registro. “Em observância ao art. 35, II, da Resolução TSE nº […]

O Juiz Carlo Henrique Rossi, da 99ª Zona Eleitoral deferiu a candidatura de Adalberto Gonçalves de Brito, Doutor Júnior, à  reeleição para a Câmara de Vereadores, sob o número 19000, pelo Podemos.

Como já sinalizado pelo próprio candidato, foi anexada a certidão solicitada para o registro.

“Em observância ao art. 35, II, da Resolução TSE nº 23.609/2019, foi acostada a informação do Cartório Eleitoral. Vale dizer, também está consignada nos autos a ausência de impugnações ou notícia de inelegibilidade”, diz inicialmente  o magistrado. Ele explica que ao Recurso Eleitoral ID 17715179, foi acostada a certidão ID 18120874, que informa claramente que sobre o ora candidato não recai causa de inelegibilidade.

“Considero, desta feita, satisfeitos todos os requisitos necessários ao deferimento da candidatura”. Assim, deferiu o pedido de registro da candidatura de Adalberto Gonçalves ao cargo de Vereador do município de Santa Terezinha,  sob o número 19000, com nome de urna “Dr Júnior”, no pleito de 15/11/2020″.

Devido alagamentos, torcedores tiveram dificuldades para chegar a arena Pernambuco

Os torcedores que forem à Arena Pernambuco acompanhar o confronto entre Estados Unidos e Alemanha, nesta quinta-feira (26), a partir das 13h, pela terceira rodada do Grupo G da Copa do Mundo, terão que se preparar para enfrentar congestionamentos por conta das fortes chuvas. As duas principais vias de acesso ao estádio – as avenidas […]

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Os torcedores que forem à Arena Pernambuco acompanhar o confronto entre Estados Unidos e Alemanha, nesta quinta-feira (26), a partir das 13h, pela terceira rodada do Grupo G da Copa do Mundo, terão que se preparar para enfrentar congestionamentos por conta das fortes chuvas. As duas principais vias de acesso ao estádio – as avenidas Recife e Abdias de Carvalho – estão com vários pontos de alagamento, provocando a retenção do trânsito.

Na avenida Abdias de Carvalho, veículos pequenos estão com dificuldades para passar pelos pontos de alagamento. Nesse caso, pior para quem pretende ir de carro até o Parqtel (estacionamento oficial da Copa). No momento, o movimento é tranquilo nas estações do BRT e do metrô.

O pior ponto de retenção era na altura da Faculdade Estácio de Sá-FIR. Nas duas faixas o volume de água era muito grande. Depois da Abdias de Carvalho, o percurso foi mais tranquilo, percorrendo a BR 232 sem maiores problemas. A chegada ao estádio em São Lourenço da Mata aconteceu 1h depois da saída.

O único ponto de retenção foi na saída de Dois Irmãos para entrar em Camaragibe. A essa altura, por volta das 10h, a Rádio Jornal já informava que a avenida Caxangá estava parada, principalmente na altura da Iputinga. Vias alagadas e muito trânsito tiravam a paciência de quem transitava pelo local, seja para se dirigir à Arena Pernambuco ou por outro motivo. No mesmo horário, só que na avenida Recife, os bloqueios por conta da passagem das delegações complicavam ainda mais o caos.

Raquel Lyra inaugura sistema de abastecimento de água em Henrique Dias, distrito de Sertânia

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, cumpre agenda no município de Sertânia nesta sexta-feira (1º), onde participa da inauguração do sistema de abastecimento de água do distrito de Henrique Dias. A cerimônia está prevista para as 17h. A intervenção vai garantir o fornecimento regular de água aos moradores da localidade, ampliando o alcance da infraestrutura […]

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, cumpre agenda no município de Sertânia nesta sexta-feira (1º), onde participa da inauguração do sistema de abastecimento de água do distrito de Henrique Dias. A cerimônia está prevista para as 17h.

A intervenção vai garantir o fornecimento regular de água aos moradores da localidade, ampliando o alcance da infraestrutura hídrica na região.

A agenda marca mais uma entrega do Governo do Estado voltada ao acesso à água no semiárido e ocorre em parceria com a administração municipal de Sertânia.

Guilherme assume assessoria especial e ganha o bônus, mas vem o ônus

Ex-prefeito de Petrolina por dois mandatos e candidato a senador na chapa da então candidata a governadora Raquel Lyra (PSDB), Guilherme Coelho (PSDB), assumiu o cargo de assessor especial do Estado, quase quatro meses depois da posse de Raquel. Se houve quem comemorasse, teve também quem estranhasse Guilherme ter aceito um cargo geralmente dedicado ao […]

Ex-prefeito de Petrolina por dois mandatos e candidato a senador na chapa da então candidata a governadora Raquel Lyra (PSDB), Guilherme Coelho (PSDB), assumiu o cargo de assessor especial do Estado, quase quatro meses depois da posse de Raquel.

Se houve quem comemorasse, teve também quem estranhasse Guilherme ter aceito um cargo geralmente dedicado ao segundo time ou a aliados sem êxito eleitoral. “Ele é maior do que isso, tem estatura, não precisa estar nisso pelo salário, como normalmente acontece. Ele tem outro tamanho”, comentou um aliado do próprio Guilherme.

O fato é que não se sabe se ele assume para aquecer o seu nome para uma próxima disputa eleitoral ou vai mesmo para o exercício de se transformar no player do governo Raquel no Interior.

O bônus de falar pelo governo traz também o ônus das cobranças. E elas não são poucas. Só para falar do quintal do novo assessor em Afrânio e Dormentes, no Alto São Francisco, por exemplo, falta água por até 30 dias seguidos. Isso sem falar que a Compesa em Petrolina, trabalhando às margens do Rio São Francisco, é um desastre administrativo e de resultados medíocres. A conta agora é dele para oferecer as respostas.

Muito ligado ao agro, caberá ainda a Guilherme as cobranças e respostas sobre as estradas dos projetos irrigados, por onde escoam a fruticultura de todo o Vale do São Francisco, e que o governo do Estado teima em fechar os olhos em um cumplicioso silêncio.

Por outro lado, o ex-prefeito pode estar olhando um futuro cenário eleitoral onde pode ser engolido por Lucinha Mota (PSDB), que assumiu uma secretaria e poderia receber os olhares mais atenciosos da governadora. A vida é feita de escolhas, e toda escolha vem pelas causas. Mas gera consequências. As informações são do Blog do Carlos Britto.

Datafolha: Rejeição a Bolsonaro na gestão da pandemia bate recorde e vai a 54%

Para 43%, presidente é maior culpado pela crise da Covid; avaliação geral negativa está no pior nível A rejeição ao trabalho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na gestão da pandemia da Covid-19 disparou ao maior nível desde que a crise sanitária começou, há um ano. A reportagem é de Igor Gielow/Folha de S. Paulo. […]

Para 43%, presidente é maior culpado pela crise da Covid; avaliação geral negativa está no pior nível

A rejeição ao trabalho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na gestão da pandemia da Covid-19 disparou ao maior nível desde que a crise sanitária começou, há um ano. A reportagem é de Igor Gielow/Folha de S. Paulo.

Segundo o Datafolha, 54% dos brasileiros veem sua atuação como ruim ou péssima na semana em que foi apresentado o quarto ministro da Saúde de seu governo. Na pesquisa passada, realizada em 20 e 21 de janeiro, 48% reprovavam o trabalho de Bolsonaro na pandemia.​

Na rodada atual do Datafolha, o índice daqueles que acham sua gestão da crise ótima ou boa passou de 26% para 22%, enquanto quem a vê como regular foi de 25% para 24%. Não opinaram 1%.

O instituto ouviu por telefone 2.023 pessoas nos dias 15 e 16 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Consideram o presidente o principal culpado pela fase aguda da pandemia, que já matou mais de 280 mil no país e vê um colapso nacional do sistema de saúde devido ao pico de infecções, 43% dos ouvidos.

Já os governadores de estado, que em grande parte têm se batido com o governo federal por defenderem medidas mais rígidas de isolamento social, são vistos como culpados por 17%. Prefeitos ficam com 9% das menções.

A má imagem do presidente, que dificultou o início do ora lento processo de vacinação, impacta diretamente a avaliação geral de seu governo. Segundo aferiu o Datafolha, ela segue no pior nível desde que Bolsonaro assumiu, em 2019.

Reprovam o presidente 44%, uma oscilação positiva quase saindo do limite da margem de erro ante os 40% registrados em janeiro. A aprovação e o julgamento como regular seguem estáveis, de 31% para 30% e de 26% para 24%, respectivamente.

O cenário agora repete o pior já registrado, em junho do ano passado, embora seja notável a manutenção da base de apoio do presidente em cerca de um terço da população, apesar da crise.

Nas duas medições seguintes, sob o impacto do auxílio emergencial, visitas ao Nordeste e o arrefecimento do embate institucional por parte de Bolsonaro, o presidente viu sua popularidade crescer.

Com o fim do auxílio, conjugado com o recrudescimento da pandemia devido às novas e mais transmissíveis variantes do Sars-CoV-2, a curva voltou a se inverter.

Bolsonaro se aproxima agora da má avaliação até aqui recordista para um presidente eleito em primeiro mandato desde 1989.

No mesmo ponto do mandato, em 1992, Fernando Collor (PRN) era rejeitado por 68% e tinha 21% de avaliação regular. Só que seu apoio, já com o impeachment como realidade política, era menor que o registrado por Bolsonaro: 9%.

Todos os outros nomes neste estágio, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT), se saem muito melhor que o atual mandatário máximo.

O corte regional aferido desde a campanha eleitoral de 2018, que havia se diluído um pouco no segundo semestre do ano passado, volta a ficar claro.

A rejeição a Bolsonaro chega a 49% dos moradores do Nordeste, região mais atendida por políticas assistencialistas e a segunda mais populosa (27% da amostra do Datafolha). Nas fortalezas bolsonaristas do Sul (13% da amostra) e Norte/Centro-Oeste (17%), a aprovação é maior do que na média, em iguais 39% nos dois lugares.

No mais, Bolsonaro segue mais rejeitado entre os mais instruídos (55% de ruim e péssimo) e entre os mais ricos (54%). Sua aprovação é maior também entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos (35% de ótimo e bom) e no nicho evangélico (37%), que perfaz 24% da população ouvida.

O peso do vírus é evidente. Para quem rejeita a condução da crise por Bolsonaro, a avaliação geral de seu governo é de 75% de ruim ou péssimo. Na mão inversa, entre os que aprovam o presidente, seu trabalho específico na saúde é ótimo ou bom para 89%.

Confiança não é o forte de Bolsonaro, segundo os entrevistados. O índice dos que nunca acreditam no que diz o presidente oscilou de 41% para 45% em relação a janeiro, enquanto aqueles que confiam às vezes foi de 38% para 35% e os que dizem sempre confiar oscilaram de 19% para 18%.

A credibilidade cai muito entre mulheres: só 13% dizem sempre confiar no que o presidente diz, ante 23% dos homens. A desconfiança é maior entre quem tem curso superior e ganha mais de 10 salários mínimos, 52%.

Desde o começo da crise, Bolsonaro busca responsabilizar prefeitos e governadores, alegando que a liberdade dada a eles pelo Supremo Tribunal Federal para tomar medidas locais amarrou suas mãos —o que não é verdade, tanto que a corte lhe cobra uma coordenação nacional.

Além de considerá-lo culpado, 42% dos ouvidos creem que o presidente deveria ser o responsável pelo combate à pandemia, ante 20% que acham isso de governadores e 17%, dos prefeitos.

A culpabilização de Bolsonaro atinge seus maiores níveis entre quem possui diploma universitário (56% acham isso) e entre os mais ricos (57%).

Há também correlação entre a avaliação da narrativa presidencial e sua gestão da crise. Não confiam no que diz Bolsonaro 75% daqueles que consideram seu trabalho ruim ou péssimo na pandemia, número que vai a 85% entre os que reprovam seu governo no geral.

Os governadores lideram a percepção de que fazem o melhor trabalho contra o vírus: 38% disseram achar isso, ante 28% que elogiam prefeitos e apenas 16%, que apontam Bolsonaro.

Mas as boas notícias para os governadores acabam aí. O desgaste de suas imagens só piora: subiu de 26% para 35% a reprovação do trabalho dos chefes estaduais de janeiro para cá, enquanto a aprovação caiu de 42% para 34% e a avaliação regular seguiu em 30%.

Os moradores mais insatisfeitos com seus governadores são os da região mais populosa (43% da amostra), a Sudeste: 39% rejeitam o trabalho dos mandatários estaduais.

Também sai mal na fotografia o Ministério da Saúde, que no início da pandemia chegou a gozar de 76% de aprovação popular.

No ocaso da gestão do general Eduardo Pazuello, que agora passa o cargo para o médico Marcelo Queiroga, a avaliação positiva da pasta caiu de 35% para 28% de janeiro para cá, chegando ao menor índice desde a chegada do novo coronavírus.

Já aqueles que acham o trabalho ruim ou péssimo subiram de 30% para 39%, enquanto permaneceu estável os que o consideram regular (34% para 32%). A percepção de que o trabalho é ruim ou péssimo sobe para 59% entre quem ganha de 5 a 10 salários mínimos e a 56% no grupo mais instruído.