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Prefeitura de Carnaíba destaca inauguração de bloco cirúrgico do Altino Ventura

Por André Luis

Na manhã desta segunda-feira (30), foi inaugurado em Serra Talhada, o bloco cirúrgico da Fundação Altino Ventura, com capacidade para realizar até 400 cirurgias por mês.

O novo serviço de saúde ocular passa a atender também a população de 36 municípios das Macro Regiões III e IV, incluindo Carnaíba. O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, esteve presente na inauguração.

Agora, os moradores dessas regiões não precisam mais viajar até a capital para realizar procedimentos oftalmológicos, como operações de catarata, correção de miopia e tratamentos para glaucoma.

A Fundação Altino Ventura (FAV) é uma instituição sem fins lucrativos que atua desde 1986 na assistência de saúde ocular, auditiva, física e intelectual para pessoas de baixa renda. É reconhecida em Pernambuco e no Nordeste por sua contribuição significativa no campo da oftalmologia e das ciências visuais. A instituição oferece programas de pós-graduação e extensão, formando profissionais em todo o Brasil e em outros países.

Outras Notícias

Bolsonaro diz que fará ‘tudo o que for legal’ para extraditar Cesare Battisti

G1 O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (5) que fará “tudo o que for legal” para extraditar Cesare Battisti para a Itália “imediatamente”. Ex-ativista, Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália em 1993, sob a acusação de ter cometido quatro assassinatos no país nos anos 1970. Em 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou […]

G1

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (5) que fará “tudo o que for legal” para extraditar Cesare Battisti para a Itália “imediatamente”.

Ex-ativista, Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália em 1993, sob a acusação de ter cometido quatro assassinatos no país nos anos 1970. Em 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou o pedido de extradição apresentado pela Itália. O governo do país europeu já pediu novamente a extradição.

“Ele [ex-presidente Lula] decidiu, no apagar das luzes, dar status de refugiado a um terrorista italiano chamado Cesare Battisti. O que disse [no encontro com o embaixador da Itália] é que tudo o que for legal da minha parte nós faremos para devolver este terrorista para a Itália”, afirmou Bolsonaro nesta segunda.

Questionado, então, se Battisti deve ser extraditado, respondeu: “Voltará para a Itália, sim, imediatamente. Volta para lá. Vai depender do Supremo Tribunal Federal esta decisão”.

Bolsonaro deu as declarações ao conceder entrevista à TV Band. Ele comentou o encontro que teve mais cedo, nesta segunda, com o embaixador da Itália no Brasil, Antonio Bernardini.

Após o encontro, Bernardini disse ter conversado com o presidente eleito sobre o caso Battisti.

Também nesta segunda, a Procuradoria Geral da República (PGR) pediu ao STF que dê preferência ao julgamento da ação em que decidirá se Battisti deve ser extraditado para a Itália.

Na opinião do presidente eleito, “seria bom” para o Brasil Cesare Battisti ser extraditado porque ele é um “bandido” e “criminoso”.

Prefeitura de Campina Grande repassa culpa por episódio com Flávio José para empresa organizadora

A passagem de Gusttavo Lima pelo festival de São João de Campina Grande foi tumultuada, para dizer o mínimo. O cantor causou irritação em um sanfoneiro paraibano Flávio José, provocou a demissão de um segurança e ainda ouviu gritos de apoio a Luiz Inácio Lula da Silva –ele é apoiador declarado do ex-presidente Jair Bolsonaro. […]

A passagem de Gusttavo Lima pelo festival de São João de Campina Grande foi tumultuada, para dizer o mínimo.

O cantor causou irritação em um sanfoneiro paraibano Flávio José, provocou a demissão de um segurança e ainda ouviu gritos de apoio a Luiz Inácio Lula da Silva –ele é apoiador declarado do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Escalado para tocar antes de Gusttavo Lima na chamada “maior festa de São João do país”, Flávio José teve o seu tempo de apresentação reduzido para que o sertanejo passasse mais tempo no palco –foram 70 minutos para o veterano do Estado onde a festa acontece, contra duas horas e meia do Embaixador.

Incomodado, o sanfoneiro fez um desabafo durante o show. “Se ficar alguma música do repertório que vocês estão pensando em ouvir, e não vão ouvir, a culpa não é minha. Eu não tenho nenhum show para sair daqui correndo para fazer. Não foi uma ideia minha, entendeu?”, começou ele.

“Infelizmente, são essas coisas que os artistas da música nordestina sofrem: ‘Precisa cantar uma hora e meia, não, uma hora tá bom!’. Vamos nos virar nos 30 aqui pra ver se a gente atende a vocês aí”, lamentou Flávio José.

No Twitter, a Prefeitura de Campina Grande repassou a culpa pelo ocorrido para os organizadores do evento. “Infelizmente, não conseguimos controlar a ordem dos shows, responsabilidade da empresa que venceu a licitação e realiza a festa. Mas estamos atentos e cobrando para que nossos artistas sejam respeitados e possam engrandecer o São João de Campina Grande.”

“A Flávio José, nossa solidariedade e sinceras desculpas. Nós respeitamos todos os artistas e queremos fazer um evento que valorize a nossa cultura e a tradição de 40 anos do Maior São João do Mundo. Esta é uma edição com o maior número de atrações regionais”, ressaltou a nota oficial.

Lula e demissão de segurança: depois de declarar apoio público a Jair Bolsonaro, Gusttavo Lima foi recebido no palco da Paraíba com gritos de “Lula” na plateia. Ele não disse nada sobre as provocações e seguiu com sua apresentação normalmente.

O sertanejo também é acusado de ter provocado a demissão do segurança José Fagner de Araújo. Tradicionalmente, o Embaixador distribui bebidas para o público de seus shows. Em Campina Grande, porém, ele ofereceu álcool para o profissional, que recusou beber em serviço.

“Se você for mandado embora, eu te levo comigo”, afirmou Lima, convencendo o segurança a dar um gole na bebida. De acordo com a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, ele foi advertido e desligado da empresa terceirizada na sequência. “Não tenho histórico nenhum de bebida em trabalho, mas foi uma brincadeira. Sou fã do Gusttavo Lima e entrei na brincadeira”, disse ele.
O sertanejo ainda não se manifestou sobre as críticas de Flávio José nem sobre a demissão de José Fagner de Araújo.

Haddad vota em SP

Após tomar um café da manhã com aliados em São Bernardo do Campo, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, se disse confiante em um segundo turno e afirmou que ficará “mais fácil” para o eleitor escolher na segunda etapa, em referência ao líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL). Ele ainda criticou o presidenciável […]

Após tomar um café da manhã com aliados em São Bernardo do Campo, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, se disse confiante em um segundo turno e afirmou que ficará “mais fácil” para o eleitor escolher na segunda etapa, em referência ao líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL).

Ele ainda criticou o presidenciável do PSL por ele ter dito que não ligaria para um adversário em caso de derrota. Haddad afirmou que nunca teria uma atitude como a de Bolsonaro. “Quem não coloca o povo acima das suas pretensões pessoais é que tem esse tipo de atitude. Para mim, a vontade popular tem que ser acima de tudo.” Ele se disse um democrata “desde que nasci” e que vai celebrar a vontade popular, independentemente de derrota ou vitória.

Ao falar de um segundo turno contra Bolsonaro, Haddad apostou em destacar que haverá diferenças de projetos, mas evitou tecer ataques mais duros ao adversário, amenizando o tom que adotou na última semana de campanha antes do primeiro turno. “São dois projetos tão diferentes que vai ficar mais fácil para o cidadão votar no segundo turno.”

Houve panelaço de vizinhos da escola onde vota, na zona sul de São Paulo.

A militância reagiu cantando: “Bate panela, pode bater, quem tira o povo da miséria é o PT”. O candidato minimizou o protesto. “Dia de eleição é normal esse tipo de manifestação. Desde que seja pacífica, não tem problema nenhum”.

Sandrinho assina projeto que dá pontapé à municipalização do trânsito

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, assinou ao vivo no Debate das Dez do programa Manhã Total o Projeto de Lei 009/2022, que prevê a municipalização do trânsito de Afogados da Ingazeira. A assinatura aconteceu na Rádio Pajeú pelo fato de que a emissora foi historicamente foi demandada sobre a pauta histórica. O […]

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, assinou ao vivo no Debate das Dez do programa Manhã Total o Projeto de Lei 009/2022, que prevê a municipalização do trânsito de Afogados da Ingazeira.

A assinatura aconteceu na Rádio Pajeú pelo fato de que a emissora foi historicamente foi demandada sobre a pauta histórica. O projeto prevê a criação de uma mudança da nomenclatura da Secretaria de transportes, que passará a ser chamada de Secretaria de Trânsito e Transportes.

A previsão é de a estrutura ter Gerente de Trânsito, Chefes de Departamento, agentes e um engenheiro de trânsito. O primeiro passo será educativo, com previsão de até 6 meses de preparação para a parte punitiva. Um outro projeto será apresentado para definição de faixa azul, áreas de estacionamento e outras medidas.

O prefeito também falou da assinatura do contrato para o empréstimo de até R$ 30 milhões com o FINISA, junto à CEF. “A caixa já libera até R$ 24 milhões”. As primeiras medidas, o pátio de energia solar de R$ 5,2 milhões com economia de 200 mil mês. Ainda aquisição de máquinas para a Patrulha Rural. Outro passo futuro é o de , além das  37 ruas pactuadas com o governo Paulo Câmara, o projeto com a Caixa prevê mais 40 a 50 ruas.

Sandrinho disse ter ciência e observado secretários de sua gestão. “Temos pesquisa. Há secretarias com 55% de avaliação positiva. Outras, com 88% de aprovação como a Educação. Mas a pesquisa que temos acendeu a luz de alerta para mantermos a vigilância.  Reorganizar a gestão sim. Mudança, não”.

Sobre concurso, diz que sai ainda esse ano. Mas que há um conflito entre as vagas necessárias e o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Além da retomada da Dom Mota e reforma da Geraldo Cipriano, disse que a obra do Pátio da Feira tem previsão de entrega até fevereiro.

Pesquisa Datafolha: brasileiro é contra venda da Petrobras

Da Folha de São Paulo  A despeito da escalada de relatos de superfaturamento e propinas nos últimos meses, a maioria dos brasileiros considera que a Petrobras deve permanecer sob o comando do governo federal. Pesquisa feita pelo Datafolha dá números mais precisos e atuais a essa preferência, conhecida no mundo político: 61% dos entrevistados no país […]

Prédio_da_PetrobrásDa Folha de São Paulo 

A despeito da escalada de relatos de superfaturamento e propinas nos últimos meses, a maioria dos brasileiros considera que a Petrobras deve permanecer sob o comando do governo federal.

Pesquisa feita pelo Datafolha dá números mais precisos e atuais a essa preferência, conhecida no mundo político: 61% dos entrevistados no país disseram ser contra a privatização da empresa.

Apenas 24% defenderam a venda do controle da companhia, que vive a maior crise desde sua criação, em 1953. Outros 5% se disseram indiferentes, e 10% não souberam responder. Foi a primeira vez que o instituto perguntou sobre o tema.

O levantamento –o mesmo que captou a reprovação recorde à presidente Dilma Rousseff– ouviu 2.842 eleitores nos dois dias seguintes às manifestações de domingo (15) contra o governo.

Os dados mostram que a venda da petroleira é rejeitada em todas as faixas de renda, de idade e escolaridade, em todas as regiões do país e independentemente de inclinação partidária.

A rejeição chega a 67% entre os que declaram preferência pelo PT –em suas campanhas eleitorais, o partido ataca supostas intenções privatistas de seus rivais do PSDB. Entre os simpatizantes dos tucanos, são 56% contrários e 35% favoráveis.

Os resultados ajudam a entender por que a privatização da maior empresa nacional em patrimônio está fora da pauta política do país. Mas o embate ideológico em torno da estatal persiste.

Em contraste com tais ambições, a Petrobras enfrenta dificuldades para fechar as contas, ainda não conseguiu publicar o balanço de 2014 e iniciou um plano de desinvestimentos –venda de negócios e patrimônio no Brasil e no exterior– de US$ 13,7 bilhões.

Defensivamente, governo e PT acusam os críticos da corrupção na Petrobras de pretenderem rever o modelo de partilha, que estabelece a hegemonia da empresa no pré-sal, e a política de conteúdo nacional.

Em resposta à crise, a estatal ganhou uma diretoria de Governança, dedicada a zelar pelo cumprimento de normas internas e das impostas às empresas listadas em Bolsa –embora o governo detenha a maioria das ações com direito à voto, a maior parte do capital da Petrobras é negociada no mercado.