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Prefeitura de Campina Grande repassa culpa por episódio com Flávio José para empresa organizadora

Por Nill Júnior

A passagem de Gusttavo Lima pelo festival de São João de Campina Grande foi tumultuada, para dizer o mínimo.

O cantor causou irritação em um sanfoneiro paraibano Flávio José, provocou a demissão de um segurança e ainda ouviu gritos de apoio a Luiz Inácio Lula da Silva –ele é apoiador declarado do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Escalado para tocar antes de Gusttavo Lima na chamada “maior festa de São João do país”, Flávio José teve o seu tempo de apresentação reduzido para que o sertanejo passasse mais tempo no palco –foram 70 minutos para o veterano do Estado onde a festa acontece, contra duas horas e meia do Embaixador.

Incomodado, o sanfoneiro fez um desabafo durante o show. “Se ficar alguma música do repertório que vocês estão pensando em ouvir, e não vão ouvir, a culpa não é minha. Eu não tenho nenhum show para sair daqui correndo para fazer. Não foi uma ideia minha, entendeu?”, começou ele.

“Infelizmente, são essas coisas que os artistas da música nordestina sofrem: ‘Precisa cantar uma hora e meia, não, uma hora tá bom!’. Vamos nos virar nos 30 aqui pra ver se a gente atende a vocês aí”, lamentou Flávio José.

No Twitter, a Prefeitura de Campina Grande repassou a culpa pelo ocorrido para os organizadores do evento. “Infelizmente, não conseguimos controlar a ordem dos shows, responsabilidade da empresa que venceu a licitação e realiza a festa. Mas estamos atentos e cobrando para que nossos artistas sejam respeitados e possam engrandecer o São João de Campina Grande.”

“A Flávio José, nossa solidariedade e sinceras desculpas. Nós respeitamos todos os artistas e queremos fazer um evento que valorize a nossa cultura e a tradição de 40 anos do Maior São João do Mundo. Esta é uma edição com o maior número de atrações regionais”, ressaltou a nota oficial.

Lula e demissão de segurança: depois de declarar apoio público a Jair Bolsonaro, Gusttavo Lima foi recebido no palco da Paraíba com gritos de “Lula” na plateia. Ele não disse nada sobre as provocações e seguiu com sua apresentação normalmente.

O sertanejo também é acusado de ter provocado a demissão do segurança José Fagner de Araújo. Tradicionalmente, o Embaixador distribui bebidas para o público de seus shows. Em Campina Grande, porém, ele ofereceu álcool para o profissional, que recusou beber em serviço.

“Se você for mandado embora, eu te levo comigo”, afirmou Lima, convencendo o segurança a dar um gole na bebida. De acordo com a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, ele foi advertido e desligado da empresa terceirizada na sequência. “Não tenho histórico nenhum de bebida em trabalho, mas foi uma brincadeira. Sou fã do Gusttavo Lima e entrei na brincadeira”, disse ele.
O sertanejo ainda não se manifestou sobre as críticas de Flávio José nem sobre a demissão de José Fagner de Araújo.

Outras Notícias

Arcoverde: a vergonhosa situação do Cemitério do São Miguel

  Se o governo LW sofre questionamentos com o tratamento aos vivos nas áreas periféricas, o que dizer dos mortos? O vereador Rodrigo Roa, do AVANTE, esteve no cemitério do São Miguel e verificou uma a situação absurda. Caixões acumulados, túmulos abertos, documentos jogados, bagunça e muita sujeira sem nenhuma fiscalização. “É necessária a presença […]

 

Se o governo LW sofre questionamentos com o tratamento aos vivos nas áreas periféricas, o que dizer dos mortos?

O vereador Rodrigo Roa, do AVANTE, esteve no cemitério do São Miguel e verificou uma a situação absurda.

Caixões acumulados, túmulos abertos, documentos jogados, bagunça e muita sujeira sem nenhuma fiscalização.

“É necessária a presença do poder público e Vigilância Sanitária. Como também atenção com o local do depósito que é uma estrutura antiga com muito risco de cair e provocar acidente”, denuncia.

As imagens são estarrecedoras e não há nenhuma fiscalização.  “Estou Fazendo o meu papel que foi outorgado pelo povo, fiscalizar”, diz o parlamentar. Com a palavra a gestão LW.

Especialistas temem que alongamento da crise chinesa afete recuperação do Brasil

A queda das ações chinesas, que abalou o mercado financeiro global nas últimas duas semanas, pode ter efeito duradouro sobre a economia mundial, caso a crise se prolongue. Segundo especialistas, se o estouro da bolha acionária no país asiático acarretar a desaceleração da segunda maior economia do planeta, países exportadores de bens agrícolas e minerais, […]

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A queda das ações chinesas, que abalou o mercado financeiro global nas últimas duas semanas, pode ter efeito duradouro sobre a economia mundial, caso a crise se prolongue. Segundo especialistas, se o estouro da bolha acionária no país asiático acarretar a desaceleração da segunda maior economia do planeta, países exportadores de bens agrícolas e minerais, como o Brasil, serão os mais prejudicados.

Apesar da volatilidade dos últimos dias, os economistas dizem que ainda não está claro se o tombo das ações de empresas chinesas foi apenas um movimento de correção ou se representa uma tendência duradoura. Embora tenha caído 37,4% desde meados de junho, o índice da Bolsa de Xangai acumula valorização de 48,2% nos últimos 12 meses. Além disso, as famílias chinesas aplicam cerca de 20% do patrimônio em instrumentos financeiros, percentual considerado baixo em relação a outros países.

“Os efeitos da crise chinesa dependem de esclarecer se a queda no mercado de ações é apenas um episódio ou significam que o ciclo de crescimento induzido pelas exportações e pelos investimentos está chegando ao fim. Isso a gente ainda não sabe”, afirma o vice-presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Júlio Miragaya. “Mesmo com a queda nas exportações, a China pode continuar a crescer fortemente se conseguir aumentar o consumo interno.”

Segundo o professor de economia André Nassif, da Universidade Federal Fluminense, o consumo das famílias soma 35% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) na China. No Brasil, o indicador está em torno de 65%. “Há potencial para a economia chinesa ampliar o consumo interno. O desafio é fazer a transição de um modelo exportador e apostar na economia doméstica”, diz.

Caso a crise passe do mercado financeiro para a economia real, no entanto, os especialistas advertem de que as consequências podem ser drásticas. Maior consumidor mundial decommodities (bens agrícolas e minerais com cotação internacional), a China influencia, de forma significativa, os preços e as quantidades comercializadas de produtos como soja, ferro e petróleo, afetando países exportadores.

Para Nassif, o Brasil será fortemente afetado no caso de uma desaceleração duradoura do segundo maior mercado exportador do país. “O aumento das vendas externas é a única variável que poderia fazer a economia brasileira voltar a crescer mais rápido. Neste ano, as exportações brasileiras caíram por causa da queda de preços internacionais. Se as quantidades também caírem, as consequências serão dramáticas”, aflrma Nassif. “Na crise de 2002 e 2003, o Brasil foi beneficiado pelo início da elevação de preços das commodities. Agora, esse fator não existe mais.”

Nos últimos sete anos, a economia da China tem experimentado queda no ritmo de crescimento. De 14% de alta do PIB em 2007, o país asiático deve encerrar 2015 com expansão de 6,9%. Caso a crise no mercado financeiro chinês se intensifique, o país poderá crescer entre 4% e 5% ao ano a partir de 2016. Mesmo com a desaceleração, o vice-presidente do Cofecon considera o índice ótimo. “Desde o fim dos anos 80, a China cresce 10% ao ano. É natural que esse índice não se sustente, mas um crescimento de 5% é ótimo sob qualquer padrão”, diz.

De acordo com Miragaya, a queda do preço das commodities não está relacionada apenas ao desempenho da economia chinesa. “Existem cartéis internacionais nos mercados de minério de ferro e de petróleo que estão aumentando a produção e jogando para baixo os preços em todo o mundo. Isso derruba não apenas as empresas menores, mas complica a situação de países que precisam de divisas para equilibrar as finanças, como o Brasil”, acrescenta.

Diógenes Patriota participa do 8º Congresso Pernambucano de Municípios 

O prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, marcou presença no 8º Congresso Pernambucano de Municípios, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), realizado entre os dias 28 e 30 de abril no Centro de Convenções, em Olinda. O evento reuniu prefeitos, gestores, parlamentares e técnicos de todo o estado para debater os desafios e soluções para […]

O prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, marcou presença no 8º Congresso Pernambucano de Municípios, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), realizado entre os dias 28 e 30 de abril no Centro de Convenções, em Olinda.

O evento reuniu prefeitos, gestores, parlamentares e técnicos de todo o estado para debater os desafios e soluções para uma gestão pública mais eficiente e inovadora.

Com o tema “Estratégias para uma gestão inovadora e sustentável”, o congresso trouxe painéis sobre educação, saúde, desenvolvimento social, meio ambiente, inovação tecnológica, entre outros eixos fundamentais para o fortalecimento das cidades pernambucanas.

Para o prefeito Diógenes, o momento foi uma importante oportunidade de diálogo e aprendizado:

“Tuparetama tem buscado constantemente inovar na gestão pública e participar de um evento como esse, onde podemos trocar experiências com outros municípios e ouvir especialistas em diversas áreas, fortalece ainda mais nosso compromisso com uma administração eficiente, transparente e voltada para as pessoas”, afirmou o gestor.

Durante o congresso, Diógenes também destacou a importância da união dos municípios e o papel da Amupe como articuladora de boas práticas e políticas públicas de impacto regional.

Serra inaugura memorial em homenagem às vítimas da Covid-19

A Prefeitura de Serra Talhada inaugurou nesta quarta-feira (10), através das secretarias de Meio Ambiente e Obras e Infraestrutura, o Memorial em Homenagem às Vítimas da Covid-19.  Localizado ao lado do Museu do Cangaço, o memorial possui 1.400 m² de área verde, com 67 árvores nativas do Brasil (ipê amarelo, ipê branco, ipê roxo, ipê […]

A Prefeitura de Serra Talhada inaugurou nesta quarta-feira (10), através das secretarias de Meio Ambiente e Obras e Infraestrutura, o Memorial em Homenagem às Vítimas da Covid-19. 

Localizado ao lado do Museu do Cangaço, o memorial possui 1.400 m² de área verde, com 67 árvores nativas do Brasil (ipê amarelo, ipê branco, ipê roxo, ipê rosa, paineira rosa e oiti), canteiros de flores, espelho d’água, palmeiras, bicicletários, pergolado, bancos e totem digital com a biografia das 203 vítimas da doença no município. 

A solenidade de inauguração do memorial contou com a presença dos familiares dos serra-talhadenses homenageados, além do padre Josenildo Nunes e do pastor Elder Torquato, que levaram uma mensagem de fé para os presentes. A prefeita do município, Márcia Conrado, destacou a emoção de poder entregar às famílias um espaço dedicado à memória dos seus entes queridos.

“A pandemia foi um momento muito difícil para todos nós, onde muitas famílias perderam seus entes queridos e não tiveram sequer a chance de se despedirem no momento final. São 203 serra-talhadenses que nos deixaram e que para sempre serão lembrados, por isso pensamos neste memorial, um espaço onde as famílias poderão se encontrar e relembrar que o amor permanece e que as pessoas que se foram jamais serão esquecidas”, disse a prefeita. 

O secretário de Meio Ambiente, Sinézio Rodrigues, explica que além de homenagear as vítimas da Covid-19, o memorial será mais uma área verde na cidade. “O memorial é uma área verde, criada para proporcionar sombra e beleza, com dezenas de árvores nativas que florescerão por cores, atendendo todas as exigências da nossa Lei 1.732/2019 do Plano Municipal de Arborização Urbana. E para tornar o ambiente ainda mais especial, instalamos um equipamento com tecnologia de ponta sob o pergolado, um totem digital onde é possível consultar a foto e biografia de todas as vítimas da doença, através de um sistema criado pelo NTI. Além disso, revitalizamos o muro do Museu do Cangaço, que recebeu um grafite com um layout que representa muito bem a mensagem que gostaríamos de transmitir às pessoas.

Brejinho: criança de 4 anos morre após levar choque em ventilador 

Segundo informações do Repórter do Sertão, uma menina de 4 anos, morreu na manhã desta terça-feira (25), em Brejinho. Segundo informações do site, Anna Lara Oliveira Alves sofreu um choque em um ventilador. De acordo com informações, a criança residia no bairro Alto da Boa Vista. O site informa que ainda não há detalhes sobre […]

Segundo informações do Repórter do Sertão, uma menina de 4 anos, morreu na manhã desta terça-feira (25), em Brejinho.

Segundo informações do site, Anna Lara Oliveira Alves sofreu um choque em um ventilador. De acordo com informações, a criança residia no bairro Alto da Boa Vista.

O site informa que ainda não há detalhes sobre a tragédia, mas segundo informações, a menina teria tocado nos fios do ventilador que estava ligado a tomada e sem a parte de trás que protege a fiação.

A escola EMEI Manoel Teixeira de Carvalho, onde Anna Lara estudava, e a Secretaria Municipal de Saúde, lamentaram a morte da criança:

É com grande dor no coração que nós que fazemos a EMEI Manoel Teixeira de Carvalho comunicamos o falecimento da nossa aluna ANNA LARA OLIVEIRA ALVES, ocorrido nesta terça-feira, 25 de outubro. Nesse momento de profunda dor manifestamos condolência aos familiares e amigos, e pedimos em oração que Deus possa dar o conforto a cada um.

Nossos corações estão em luto!

EMEI Manoel Teixeira de Carvalho

É com profundo pesar que a Secretaria Municipal de Educação se solidariza com familiares da pequena Anna Lara Oliveira Alves, aluna da EMEI Manoel Teixeira de Carvalho.

Neste momento pedimos a Deus que conforte o coração de todos.

Secretaria Municipal de Educação de Brejinho