Prefeitura de Afogados vai revitalizar nascente do sítio Três Umbuzeiros
Por André Luis
No mês em que celebramos o dia mundial do meio ambiente – 05 de junho, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira montou uma programação entre os dias 10 e 12 de junho para celebrar esse momento.
Na próxima terça (10), no âmbito do projeto municipal “Nascentes Vivas”, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente irá plantar 300 mudas de espécies nativas da Caatinga para revitalizar a nascente existente no sítio Três Umbuzeiros, assim como já foi feito na Carapuça. A ação está prevista para ter início às 8h.
Na quarta (11), a partir das 9h, haverá distribuição gratuita de mudas nativas da Caatinga na secretaria de meio ambiente, na Avenida Artur Padilha, quase em frente ao colégio municipal Padre Carlos Cottart. Às 15h, continuidade da ação de revitalização no sítio Três Umbuzeiros, com a participação de representantes do Rotary Club, de alunos da escola municipal São João, e de moradores da comunidade.
Na quinta (12), ação educativa com alunos da escola Dom Mota com plantio de mudas na área da escola, no âmbito do projeto “Semeando saberes, preservando a Caatinga,” às 8h30. Ainda na Dom Mota, a Prefeitura de Afogados vai lançar o projeto “Recicle o óleo”, com instalação de ponto de coleta na escola. Essa ação em parceria da prefeitura com o centro Cactos. Às 10h, acontece a reativação da Associação de Apicultores de Afogados da Ingazeira, e apresentação para os alunos da importância do trabalho dos apicultores para a preservação do meio ambiente.
“Essa é uma pauta de toda a sociedade. Nós, enquanto gestão pública, estamos trabalhando para preservar a nossa Caatinga, revitalizar nossas nascentes e disseminar o plantio de mudas nativas do nosso bioma, que é uma das nossas maiores riquezas,” destacou Adelmo Santos, secretário de Meio Ambiente de Afogados. A programação será realizada em parceria com a Secretaria de Agricultura.
O governo federal trocou nesta sexta-feira (25) o diretor-geral da Polícia Federal. O delegado Márcio Nunes de Oliveira assumirá o cargo no lugar de Paulo Maiurino, que estava na função desde abril do ano passado. É a quarta vez que um diretor-geral da PF é substituído no governo Jair Bolsonaro. A mudança no comando da PF foi publicada no “Diário […]
O governo federal trocou nesta sexta-feira (25) o diretor-geral da Polícia Federal.
O delegado Márcio Nunes de Oliveira assumirá o cargo no lugar de Paulo Maiurino, que estava na função desde abril do ano passado.
É a quarta vez que um diretor-geral da PF é substituído no governo Jair Bolsonaro. A mudança no comando da PF foi publicada no “Diário Oficial da União” e é assinada pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.
A Polícia Federal é vinculada ao Ministério da Justiça . Segundo o ministro da pasta, Anderson Torres, Paulo Maiurino passará a comandar a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas.
“Hoje convidei o DG da @policiafederal, dr Paulo Maiurino, para assumir a relevante função de secretário da Senad no @justicagovbr. Em seu lugar, na PF, assume o dr Márcio Nunes que, como secretário-executivo do @JusticaGovBR, nos deixa um grande legado”, publicou Torres em uma rede social.
O atual chefe da Senad é Luiz Roberto Beggiora. A secretaria, que cuida de temas como a uso de bens apreendidos com criminosos em ações de combate à drogas, tem em sua estrutura a Diretoria de Gestão de Ativos (DGA) e a Diretoria de Políticas Públicas e Articulação Institucional (DPPA).
A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e a Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (FENADEPOL) divulgaram nota desejando êxito ao novo diretor-geral, mas ressalvaram que “sucessivas trocas no comando da instituição geram consequências administrativas e de gestão, que podem prejudicar a celeridade e a continuidade do trabalho de excelência apresentado pela PF”.
O Grupo de Trabalho em Prevenção Positivo (GTP+), realiza de 06 a 10 de novembro a Caravana da Prevenção no Sertão de Pernambucano. A ação percorre os municípios de Arcoverde, Ouricuri, Salgueiro e Serra Talhada. Os personagens Lampião e Maria Bonita irão conversar com o público presente sobre a prevenção combinada, que são os métodos […]
O Grupo de Trabalho em Prevenção Positivo (GTP+), realiza de 06 a 10 de novembro a Caravana da Prevenção no Sertão de Pernambucano. A ação percorre os municípios de Arcoverde, Ouricuri, Salgueiro e Serra Talhada.
Os personagens Lampião e Maria Bonita irão conversar com o público presente sobre a prevenção combinada, que são os métodos eficazes para barrar Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTS) e o HIV/Aids.
Na ocasião, estarão sendo disponibilizados testes rápidos de fluido oral para detecção do HIV. Além disso, a equipe pedagógica do GTP+ estará entregando preservativos femininos, masculinos, lubrificante íntimo e autoteste para o HIV.
Para o coordenador de Projetos do GTP+, Abreu Dylan, a Caravana tem por objetivo levar informações sobre Prevenção Combinada ao HIV/Aids e outras IST’s a municípios do interior do Estado. “Esperamos ampliar as estratégias de cuidado, assistência e informação entre as populações mais vulneráveis, que tem vivenciado um maior distanciamento dos serviços de saúde de forma geral, e particularmente nos campos das IST’s e HIV/Aids”, afirmou.
A iniciativa é realizada pelo GTP+, em cooperação com a Unesco e em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde dos municípios e as respectivas prefeituras. Além do Programa Estadual de IST/Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Saúde do Estado e o Governo do Estado de Pernambuco.
Programação da Caravana da Prevenção:
Arcoverde – 6/11 (Segunda-feira)
Local: Residencial Maria de Fátima
Horário: 14h
7/11 (Terça-feira)
Local: Praça Winston Siqueira
Horário: 8h
Ouricuri – 8/11 (Quarta-feira)
Local: Pátio de Eventos de Ouricuri
Horário: 8h
Salgueiro – 9/11 (Quinta-feira)
Local: Rua Otávio Leitinho, Santo Amaro, em frente ao ACS.
Divulgado na última terça-feira (24), um levantamento do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) mostrou que 1.370.000 pessoas tiveram que abandonar os planos de saúde migrando para o SUS. “A crise e o desemprego, que aumentou durante o governo do golpista Temer, estão causando essa migração. As pessoas não têm condições de pagar um […]
Divulgado na última terça-feira (24), um levantamento do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) mostrou que 1.370.000 pessoas tiveram que abandonar os planos de saúde migrando para o SUS. “A crise e o desemprego, que aumentou durante o governo do golpista Temer, estão causando essa migração. As pessoas não têm condições de pagar um plano de saúde e acabam buscando atendimento na rede pública”, afirmou o líder do PT no Senado, Humberto Costa.
O parlamentar alertou para o impacto de milhares de pessoas, a partir de agora, passarem a utilizar o SUS. “O grande problema é que, além do número alto de usuários que passarão a depender do sistema público, teremos a implantação da PEC da Maldade, que vai limitar os gastos na Saúde. Isso vai tornar o SUS completamente inviável. Poderemos ter verdadeiras tragédias no país inteiro. A PEC 55 é uma grande irresponsabilidade que esse presidente não eleito conseguiu aprovar e que vai provocar ainda muitas mortes”, denunciou Humberto.
A região Sudeste puxou esse “abandono” dos planos privados, com erca de 1,1 milhão desistências. Só no estado de São Paulo, mais de 630 mil deixaram os planos de saúde, segundo levantamento do IESS. Em seguida vem a região Nordeste com 103, 9 mil vínculos rompidos e as regiões Sul e Centro-Oeste, com 95,8 mil e 42,6 mil contratos encerrados, respectivamente.
“Infelizmente, nós viveremos momentos terríveis em todo o setor público. Não teremos recursos nem para manter os serviços que já são oferecidos pelo governo. Não poderemos pensar em novos investimentos em nenhum setor nos próximos 20 anos. Isso não pode continuar, precisamos frear este presidente golpista e restaurar a democracia. Do jeito que está perderemos tudo o que já tínhamos conquistado”, conclamou Humberto.
Primeira mão Os ex-prefeitos de Carnaíba e Sertânia, Anchieta Patriota (PSB) e Ângelo Ferreira (PSB), foram nomeados para cargos comissionados na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). As nomeações foram publicadas no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (14). Anchieta Patriota, que fez seu sucessor no comando da Prefeitura de Carnaíba, foi nomeado assessor especial no […]
Os ex-prefeitos de Carnaíba e Sertânia, Anchieta Patriota (PSB) e Ângelo Ferreira (PSB), foram nomeados para cargos comissionados na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). As nomeações foram publicadas no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (14).
Anchieta Patriota, que fez seu sucessor no comando da Prefeitura de Carnaíba, foi nomeado assessor especial no gabinete do deputado estadual Diogo Moraes (PSB). A portaria assinada pelo presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto, estabelece que ele assumiu o cargo no dia 1º de março de 2025, com direito a uma gratificação de representação de 41,38%.
O mesmo cargo e percentual de gratificação foram atribuídos a Ângelo Ferreira, ex-prefeito de Sertânia, que também passa a atuar como assessor especial no gabinete do deputado Diogo Moraes. Diferentemente de Anchieta, Ferreira não conseguiu eleger sua sucessora nas eleições municipais, sendo derrotado pelo grupo político da prefeita Pollyanna Abreu (PSDB).
Estudo apresentado na Câmara dos Deputados indica retrocesso em mais da metade das metas Estudo aponta que o Brasil não apresenta progresso satisfatório em nenhuma das 169 metas dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030, estabelecida pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em 2015. Das 169 metas, 54,4% estão em retrocesso, 16% estagnadas, 12,4% […]
Estudo apresentado na Câmara dos Deputados indica retrocesso em mais da metade das metas
Estudo aponta que o Brasil não apresenta progresso satisfatório em nenhuma das 169 metas dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030, estabelecida pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em 2015. Das 169 metas, 54,4% estão em retrocesso, 16% estagnadas, 12,4% ameaçadas e 7,7% mostram progresso insuficiente.
Os dados constam no Relatório Luz 2021, produzido por entidades da sociedade civil, que mostra o grau de implementação dos objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS) no Brasil. O relatório foi lançado em audiência pública nesta segunda-feira (12) na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados.
Os objetivos incluídos na Agenda 2030, assinada pelo Brasil, incluem, por exemplo, a erradicação da pobreza e da fome, a adoção de medidas para combater a mudança climática, a promoção da educação inclusiva e a igualdade de gênero.
Nenhum parlamentar da base governista compareceu ao debate, que não contou com a participação de nenhum representante do governo.
Aumento da fome
Viviana Santiago, que integra o Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030, ressaltou alguns dos retrocessos apontados no Relatório Luz. “O ano de 2020 se encerrou com mais de metade da população do País (113 milhões de pessoas) em situação de insegurança alimentar, sem saber se teriam o que comer no dia seguinte. 19 milhões de pessoas passaram fome. Vale ressaltar que a fome atinge 10,7% das famílias negras, contra 7,5% das famílias brancas. Ou seja, a pandemia agrava a desigualdade social no Brasil”, afirmou.
Ainda segundo os dados, 27 milhões de pessoas passaram a viver em situação de extrema pobreza; mais de 14 milhões de pessoas estão desempregadas; mais de 9 mil famílias foram despejadas em 2020; 5,1 milhões de crianças estão fora da escola; e 39% das escolas estão sem saneamento básico. E ainda 493 novos agrotóxicos foram liberados em 2020.
Conforme o relatório, cerca de R$ 22,8 bilhões autorizados em orçamento para uso do Sistema Único de Saúde (SUS) em 2020 não foram utilizados pelo Ministério da Saúde. Adicionalmente, na lei orçamentária para este ano (LOA 2021), houve corte de 27% na educação (R$ 2,7 bilhões).
Já o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos deixou de executar 38,7% dos quase R$ 400 milhões autorizados para 2021, que, de acordo com Viviane, já eram insuficientes para enfrentar um quadro de aumento de violência contra mulheres, com 12 registros de violência a cada hora.
Ainda de acordo com o Relatório Luz, houve aumento de 29% de mortes violentas de pessoas LGBT em 2020, em relação a 2019, e dobrou o registro de violência contra jornalistas. Já os registros de intolerância religiosa cresceram 41,2% e houve aumento de 91% no registro de novas armas.
Causas
“O que a gente apresenta, de fato, em resumo, é um país mais violento, com menor participação social, com menos direitos, com mais fome, com mais desemprego, trabalho infantil, com mais fundamentalistas ocupando as esferas de decisão e com um governo obviamente que nega a ciência e o resultado é um País que deixou de ser parte das soluções e se torna um problema para o mundo, de grande preocupação para a comunidade internacional”, sintetizou a coordenadora editorial do Relatório Luz 2021, Alessandra Nilo.
“O relatório mostra a destruição incontestável de um conjunto de direitos que foram arduamente construídos nos últimos anos”, completou. Segundo ela, o resultado é fruto de ataques ao arcabouço legal e de proteção de direitos, da desregulamentação das instâncias fiscalizadoras e das políticas estratégicas e do fomento de políticas de austeridade. Alessandra Nilo pediu a aprovação pelos parlamentares do PL 1308/21, que nacionaliza a Agenda 2030.
Falta de dados
Coordenador da Frente Parlamentar Mista em Apoio aos Objetivos de Desenvolvimentos Sustentáveis da ONU, o deputado Nilto Tatto (PT-SP) salientou que o Brasil caminha no sentido oposto ao dos objetivos de desenvolvimento sustentável, que estão assegurados na própria Constituição brasileira.
“Nós temos problemas, no governo Bolsonaro, de coleta de informações para monitorar os objetivos”, destacou. Segundo ele, a coleta de informações está sendo feita pela sociedade civil, quando deveria estar sendo feita pelo próprio governo para auxiliar na formulação de políticas públicas.
Denise Dora, da organização não-governamental Artigo 19, acrescentou que falta financiamento para institutos de pesquisa e que “bases de dados estão sendo derrubadas”.
Redução de instâncias participativas
Já o coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, Rodrigo Agostinho (PSB-SP), apontou, entre os principais retrocessos, a redução dos espaços de participação e controle social no governo, como no Conselho Nacional de Segurança Alimentar e outros conselhos e comissões. Ele salientou que diversos deputados apresentaram projetos de decreto legislativo para tentar reverter isso, mas esses projetos não tiveram apoio da ampla maioria da Casa.
Coordenadora da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Povos Indígenas, a deputada Joenia Wapichana (Rede-RR) disse que os povos indígenas estão entre os mais atingidos pelos retrocessos e muitas vezes não estão nem mesmo incluídos nos indicadores socioeconômicos, sendo invisibilizados. Entre os retrocessos, citou a aprovação do projeto que trata da exploração econômica em terras indígenas (PL 490/07) pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
Recomendações da ONU
Representante da Delegação da União Europeia no Brasil, a ministra Ana Beatriz Martins disse que a crise atual merece atenção e que promover os ODS é um caminho para desenvolvimento inclusivo e sustentável e para enfrentar e responder às consequências da pandemia de Covid-19.
O relatório traz uma série de recomendações para o País sair do quadro de crise, como revogar a Emenda Constitucional 95, do teto de gastos. Segundo ela, o Brasil assumiu o compromisso de “não deixar ninguém para trás” até 2030 ao assinar a Agenda 2030 da ONU, o que significa que todas as pessoas farão parte do processo de desenvolvimento.
A representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Katina Argueta, salientou que a atuação do Parlamento também é fundamental para a execução plena dos objetivos de desenvolvimento sustentável.
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