Ex-prefeitos Anchieta Patriota e Ângelo Ferreira são nomeados assessores na Alepe
Por André Luis
Primeira mão
Os ex-prefeitos de Carnaíba e Sertânia, Anchieta Patriota (PSB) e Ângelo Ferreira (PSB), foram nomeados para cargos comissionados na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). As nomeações foram publicadas no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (14).
Anchieta Patriota, que fez seu sucessor no comando da Prefeitura de Carnaíba, foi nomeado assessor especial no gabinete do deputado estadual Diogo Moraes (PSB). A portaria assinada pelo presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto, estabelece que ele assumiu o cargo no dia 1º de março de 2025, com direito a uma gratificação de representação de 41,38%.
O mesmo cargo e percentual de gratificação foram atribuídos a Ângelo Ferreira, ex-prefeito de Sertânia, que também passa a atuar como assessor especial no gabinete do deputado Diogo Moraes. Diferentemente de Anchieta, Ferreira não conseguiu eleger sua sucessora nas eleições municipais, sendo derrotado pelo grupo político da prefeita Pollyanna Abreu (PSDB).
O efetivo do 23° BPM, após levantamento da equipe do NIS I, obteve a informação de um plantio de maconha na zona rural de Iguaracy. Já nas proximidades do local as equipes se depararam com um indivíduo suspeito em uma motocicleta Honda, ao avistar o policiamento ele arremessou algo no chão e empreendeu fuga, tomando […]
O efetivo do 23° BPM, após levantamento da equipe do NIS I, obteve a informação de um plantio de maconha na zona rural de Iguaracy.
Já nas proximidades do local as equipes se depararam com um indivíduo suspeito em uma motocicleta Honda, ao avistar o policiamento ele arremessou algo no chão e empreendeu fuga, tomando destino ignorado sendo verificado em seguida que o material jogado se tratava de uma porção de maconha pesando aproximadamente 216 gramas pronta para o consumo.
Durante uma varredura na localidade foi encontrado dentro da caatinga uma roça com cerca de 2.100 pés de maconha.
Diante dos fatos, foi feita a erradicação da referida droga e o restante do material foi apresentado na DPC de Afogados da Ingazeira.
O Boletim Policial não informou a localidade em que foi feito a apreensão da droga.
Pesquisa indica, mas não decide Pesquisa de opinião a um ano de eleição começa a ser melhor pra quem está por baixo do que pra quem tá por cima. Porque, por pior que seja, dá pistas de onde melhorar. Partindo dessa premissa, a pesquisa Uninassau para o JC e Leiajá, assunto deste fim de semana, […]
Pesquisa de opinião a um ano de eleição começa a ser melhor pra quem está por baixo do que pra quem tá por cima. Porque, por pior que seja, dá pistas de onde melhorar.
Partindo dessa premissa, a pesquisa Uninassau para o JC e Leiajá, assunto deste fim de semana, dá indicativos bem diretos ao governador Paulo Câmara e seu staff.
Eles sabem que o ponto de partida para começar a reverter a curva indigestamente negativa é estabilizar e reverter os indicadores de criminalidade. Governador que perde guerra pro crime é rotulado de sem comando, a quem falta liderança.
Por conseguinte, melhorar a saúde. Admitamos, já houve salto de qualidade, mas ainda há muito o que melhorar. De pronto, dar mais publicidade aos bons índices da educação. E, politicamente, falar a mesma língua. Hoje é um tal de Figueira pra lá, Danilo pralí, Sebastião acolá…
Já a oposição sabe que precisa consolidar um nome. Hoje Armando é o mais indicado. Mas é fato que também não descolou. Fosse assim, a rejeição a Câmara, com mais de 70% de desaprovação, encontraria uma guarita quando a análise fosse em quem votar em 2018. Não é o caso.
Resumo da ópera: com base nos números, pesquisa agora orienta muito e decide pouco. Vai na linha da canção. Amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada.
Bola fora
A fala menos compreensível no debate com Deputados da oposição na Pajeú veio de Augusto César. “Duque está certo em fazer parceria com o Estado. Serra é um canteiro de obras”. Isso em meio à agenda que questionava a quantidade de obras paradas do Estado, inclusive em Serra. Você entendeu? Nem eu…
As histórias de Ciro
Ciro Gomes falou ao “15 Minutos_ com Rudá Ricci. Dentre as histórias, uma de que um assessor de Alckimin ofereceu R$ 1.000,00 pra quem o esculhambasse num restaurante em SP. “Ninguém o fez porque formiga sabe o pau que rói”.
Tomada de três furos
Na mesma entrevista, Ciro disse estar indignado com o que chamou de “golpe” na queda de Dilma. E profetizou: “a única coisa que o Temer não vai acabar do tempo do Lula é a tomada de três furos”.
Em Afogados
Uma pessoa quis legalizar um trailler. Perguntou na recepção da Prefeitura quem procurar. “Pergunte naquela portinha”, ouviu. “Vá na Cagep. Se conseguir”, disse a pessoa da “portinha”. Na Cagep, a responsável não estava. Era 11 da manhã. “Não sei se volta”, disse a atendente. Que lindo…
Poderia ser outro
Carlos Evandro (PSB) se escalar para defender Paulo Câmara das críticas dá oposição em Serra Talhada foi forçada de barra. Telhado de vidro pelos problemas quando gestor, poderia ter passado o bastão.
Poupado
O recém reeleito Presidente da AMUPE e prefeito José Patriota foi poupado das críticas da oposição na Alepe em sua terra. Pelo contrário, foi tratado respeitosamente.
Frases da semana:
“Ele é como pavão, pois só que aparecer, mas para os aliados é mandacaru: nem dá sombra nem dá encosto”. Álvaro Porto, sobre Sebastião Oliveira.
“Júlio é um deputado inexperiente e pouco eficiente e o Álvaro Porto tem perfil psicopata”. De Sebastião Oliveira sobre as críticas que recebeu da oposição.
O candidato ao governo do estado pelo PTB, Armando Monteiro, afirmou nesta quarta-feira (24) que está arrependido por ter votado no prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), nas eleições municipais de 2012. O senador afirmou que o cenário de 2012, marcado por divisões internas dentro do PT, fizeram com que ele procurasse outras alternativas. Alternativa […]
O candidato ao governo do estado pelo PTB, Armando Monteiro, afirmou nesta quarta-feira (24) que está arrependido por ter votado no prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), nas eleições municipais de 2012. O senador afirmou que o cenário de 2012, marcado por divisões internas dentro do PT, fizeram com que ele procurasse outras alternativas. Alternativa essa que ele agora afirma que não atingiu as suas expectativas. “Me arrependi do voto”, afirmou o candidato, durante entrevista a uma rádio local.
Ao fazer um “mea culpa” pelo voto dado a Geraldo, o petebista disse identificar que falta ao prefeito do Recife “um elemento de natureza política”, além da “capacidade de entender as principais carências da cidade”. De acordo com o candidato, em atos de campanha por bairros da periferia recifense, ele tem presenciado uma “situação de abandono” creditada por ele a Geraldo Julio. “O gestor me parece muito ausente na administração” afirmou o petebista.
Armando comentou também a imagem de “anti-Eduardo” que vem sendo vinculada a ele por membros da Frente Popular, entre eles, Geraldo Julio. “Eu estive com Eduardo, estivemos juntos no mesmo palanque. Geraldo Julio votou em mim em 2010 e eu votei nele em 2012. Querer me apresentar como um “anti-Eduardo” é uma forçação de barra”, afirmou o petebista, que criticou ainda uma visão “maniqueísta” e “fundamentalista” da Frente Popular.
O candidato abordou também o cenário eleitoral mostrado pelas últimas pesquisas de intenção de voto. Mais uma vez, ele ressaltou que se “configura uma situação de empate técnico” entre ele e o candidato do PSB, Paulo Câmara. Sobre a tentativa da Frente Popular de trazer a comoção de volta ao debate eleitoral, com participação de Renata Campos nos guias, e dos filhos de Eduardo em compromissos de campanha, o petebista afirmou que enxerga a razão dando lugar a comoção. “Eu tenho muito respeito pela família do ex-governador, mas a família irá tutelá-lo (Paulo Câmara)?”, questionou.
Armando apontou que o eleitor identifica quando a tragédia que vitimou o ex-governador está sendo explorada com objetivos eleitorais. “A exploração da tragédia é outro fato que Pernambuco identifica claramente. A exploração política desse fato”, afirmou. “O candidato ( Paulo Câmara) revela despreparo, a todo momento ele fala do ex-governador, a todo momento ele usa a figura do ex-governador”, complementou o petebista.
O juiz federal Sérgio Moro, que está à frente da Operação Lava Jato, participou de um evento com empresários em Curitiba, no Paraná, na noite de quarta-feira (9). Durante o evento, ele se defendeu das acusações que tem sofrido sobre motivações partidárias. “As motivações minhas nunca foram partidárias. Eu não tenho ligação nenhuma, zero, zero, […]
O juiz federal Sérgio Moro, que está à frente da Operação Lava Jato, participou de um evento com empresários em Curitiba, no Paraná, na noite de quarta-feira (9). Durante o evento, ele se defendeu das acusações que tem sofrido sobre motivações partidárias.
“As motivações minhas nunca foram partidárias. Eu não tenho ligação nenhuma, zero, zero, com partido ou pessoa ligada ao partido”, disse. No encontro, realizado no Castelo do Batel, o juiz federal falou por mais de uma hora.
Moro declarou ainda que acredita que a crise econômica do país não é culpa da Operação Lava Jato. “Meu assunto é jurídico, mas eu fico consternado com esse quadro econômico, de recessão e desemprego. Acredito que a culpa não é da Lava Jato”, revelou.
Ele também citou a responsabilidade das empresas no combate à corrupção. “Muito pode ser feito contra a corrupção. As empresas têm uma responsabilidade tremenda, enorme. Não adianta apenas ficar reclamando de político e de agentes públicos desonestos. Tem que ter a coragem de dizer ‘não’ ao pagamento de corrupção, de extorsão em qualquer hipótese”, disse.
Nesta quinta-feira (10), o juiz federal participa de outro evento, o 2º Fórum Transparência e Competitividade, também em Curitiba. A intenção é debater, mais uma vez, medidas para combater a corrupção nas empresas.
O evento é promovido pelo Sistema Fiep e CIFAL Curitiba e tem início às 19h. Além de Moro, também participa do fórum o jornalista William Waack, da Rede Globo. As inscrições estão encerradas. (G1)
O secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, comentou o aumento dos casos de Covid-19 no município. Durante entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, nesta quinta-feira (27), ele destacou que o crescimento já era esperado para este período e reforçou a importância da vacinação. “Desde o fim da pandemia, a gente […]
O secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, comentou o aumento dos casos de Covid-19 no município.
Durante entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, nesta quinta-feira (27), ele destacou que o crescimento já era esperado para este período e reforçou a importância da vacinação.
“Desde o fim da pandemia, a gente sempre alertou que a Covid veio para ficar e que precisaríamos aprender a conviver com ela. Felizmente, a vacina tem evitado casos graves”, afirmou.
Segundo Artur, a alta circulação de pessoas no retorno às aulas e a proximidade do Carnaval contribuíram para o aumento recente. “Na semana passada, registramos 24 casos notificados de Covid-19. Nenhum deles apresentou complicações”, disse. Ele também alertou para o impacto das mudanças climáticas no aumento de doenças respiratórias e adiantou que a vacinação contra a gripe pode ser antecipada no Nordeste.
Vacinação disponível e fake news preocupam
O secretário reforçou que todas as vacinas contra a Covid-19 estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde e incentivou a população a manter o esquema vacinal atualizado. “Quem tiver dúvida sobre sua situação vacinal deve procurar o posto de saúde. Temos um sistema que registra todas as doses aplicadas”, explicou.
Artur também criticou a disseminação de boatos sobre vacinas, que têm levado à queda na imunização de crianças. “Infelizmente, ainda circulam áudios espalhando mentiras sobre a tríplice viral. Isso faz com que pais deixem de vacinar seus filhos, colocando-os em risco. Vacina salva vidas, não há discussão sobre isso”, alertou.
Saída da ministra da Saúde
Ao comentar a recente demissão da ministra da Saúde, Nísia Trindade, Artur Amorim reconheceu o trabalho da gestora na reestruturação do SUS, mas apontou que a decisão teve forte motivação política. “Nísia pegou um sistema degradado e conseguiu organizar muita coisa, mas sempre houve uma pressão política para substituí-la”, avaliou.
O secretário reforçou que, apesar dos desafios, a saúde municipal segue monitorando os casos de Covid e garantindo a vacinação da população. “Se houver qualquer alteração no cenário epidemiológico, vamos informar a população. O importante é que todos façam sua parte e se protejam”, concluiu.
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