Prefeitura de Afogados vai assumir administração da Asavap
Por André Luis
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira irá assumir, nesta quarta-feira (6), a administração do abrigo da Asavap e os cuidados integrais com os idosos que lá vivem.
A Prefeitura assumirá o controle atendendo a uma solicitação da justiça.
O Prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira, terá uma reunião na manhã desta quarta, às 8h, na Asavap, com os cuidadores que ainda atuam na unidade, secretários municipais de Saúde, Artur Amorim e Assistência Social, Madalena Leite, gestores do CRAS, CREAS e Vigilância em Saúde, para definir a logística e estrutura necessária para que a prefeitura possa assumir o controle da unidade.
“Mais do que o mero atendimento a uma demanda judicial, assumir o controle da Asavap é uma questão humanitária, de poder ajudar, de poder contribuir para levar saúde, resgatar o respeito e a dignidade dos idosos e idosas que lá vivem,” destacou Sandrinho Palmeira.
Por Josias de Souza A força-tarefa de Curitiba atualizou na última sexta-feira (12) a soma dos pedidos de ressarcimento feitos em processos judiciais da Lava Jato. Incluindo-se as ações penais (R$ 39,97 bilhões) e as ações por improbidade administrativa (R$ 14,93 bilhões), reivindica-se a devolução de R$ 54,9 bilhões em verbas roubadas do Estado. Eloquente, […]
A força-tarefa de Curitiba atualizou na última sexta-feira (12) a soma dos pedidos de ressarcimento feitos em processos judiciais da Lava Jato. Incluindo-se as ações penais (R$ 39,97 bilhões) e as ações por improbidade administrativa (R$ 14,93 bilhões), reivindica-se a devolução de R$ 54,9 bilhões em verbas roubadas do Estado. Eloquente, a cifra corresponde a tudo o que o BNDES pretende investir em projetos de infra-estrutura até o final de 2019. Entretanto, a verba efetivamente devolvida aos cofres públicos em quatro anos e meio de Lava Jato soma, por ora, pouco mais de R$ 2,5 bilhões —ou 4,5% do total requisitado.
Desde 2014, quando foi às ruas, a Lava Jato corroeu a Presidência de Dilma Rousseff, passou na chave o projeto presidencial de Lula e está perto de acertar as contas com Michel Temer. A operação também trancafiou a nata da oligarquia política e empresarial. Gente que estava escondida atrás da imunidade parlamentar foi surrada nas urnas de domingo passado, despencando na primeira instância Judiciário. Não se via tamanha movimentação nos salões do poder e nas cadeias desde a chegada das caravelas.
Quebraram-se paradigmas também na recuperação da verba roubada. Antes da Lava Jato, os pedidos de reparação rodavam na casa dos milhões. Depois, passaram a ser computados em bilhões. Mas o resultado, quando confrontado com o tamanho da pilhagem, não chega a entusiasmar. Graças aos acordos de delação premiada, os procuradores de Curitiba conseguiram obter de criminosos: confissões, provas e compromissos de devolver algo como R$ 12,3 bilhões. O problema é que o dinheiro roubado à vista será devolvido a prazo.
Há parcelamentos de até duas décadas. Daí a disparidade entre os valores solicitados e o montante ressarcido até o momento. A coisa se complica ainda mais nos casos em que a devolução depende não de acordos de colaboração, mas do desfecho de batalhas judiciais. Ouvido pelo blog, um dos procuradores da força-tarefa de Curitiba resumiu o drama:
“É um milagre termos no Brasil esse ressarcimento de pouco mais de R$ 2,5 bilhões. A Lava Jato é uma árvore frondosa crescendo no deserto. A regra no país era não recuperar nada. Antes da Lava Jato, todo o dinheiro repatriado somava menos de R$ 45 milhões. Mesmo depois, houve apenas um outro caso envolvendo repatriação de cerca de R$ 70 milhões. Desconheço qualquer outro caso que envolva recuperação superior a R$ 100 milhões. ”
O procurador acrescentou: “Nas ações penais e de improbidade, o dinheiro só será recuperado no final do processo, quando tudo transitar em julgado. Ou seja: no Dia de São Nunca. É muito comum que esses processos durem mais de dez anos. O réu tem que ter muito azar e a sociedade tem que ter muita sorte para conseguir a recuperação. Pedidos de ressarcimento viraram piada no Brasil. Quando se esgotam as possibilidades de recurso, o réu já se desfez de todo o patrimônio.”
“A gente tenta obter bloqueios cautelares”, prosseguiu o procurador. “Mas se você vai bloquear recursos de uma empreiteira, elas trabalham alavancadas. A indústria, a fábrica, todos os fornecedores já têm uma, duas ou três hipotecas. O Estado entra em quarto lugar na fila. Não pode bloquear capital de giro, porque mata a empresa e gera desemprego. Quando conseguimos bloquear o patrimônio dos réus, pessoas físicas, o bloqueio permanece até o final do processo. Um dia, se os crimes não prescreverem, a gente conseguirá recuperar.”
Como se vê, mesmo nos casos submetidos aos novos padrões de investigação e julgamento, o dinheiro surrupiado do Estado continua sendo como pasta de dente que sai do tubo. Colocar de volta não é tarefa simples. A encrenca não se restringe a Curitiba. No Rio de Janeiro, a Lava Jato pleiteia ressarcimentos de R$ 2,3 bilhões. A Receita Federal já aplicou a empresas e pessoas enroladas no petrolão autuações fiscais de R$ 17,1 bilhões. Só nesses três guichês, o Estado tenta receber notáveis R$ 74,3 bilhões.
“Desafio alguém encontrar um processo contra mim em qualquer instância da justiça brasileira. Tenho 16 anos de vida pública e posso dizer com orgulho que sou ficha limpa”. Foram com essas palavras que o deputado federal e candidato à reeleição Sebastião Oliveira abriu o seu bate-papo com a população do município de Ferreiros, na Mata […]
“Desafio alguém encontrar um processo contra mim em qualquer instância da justiça brasileira. Tenho 16 anos de vida pública e posso dizer com orgulho que sou ficha limpa”. Foram com essas palavras que o deputado federal e candidato à reeleição Sebastião Oliveira abriu o seu bate-papo com a população do município de Ferreiros, na Mata Norte pernambucana, na noite desta terça-feira (18).
Além de apresentar o seu trabalho e ouvir propostas, Sebastião ressaltou que o seu segundo mandato, em Brasília, continuará defendendo as bandeiras da democracia e dos trabalhadores. “Fui e serei contra todo tipo de projeto que retire direitos da classe trabalhadora. Não apoiei o golpe contra Dilma, pois sempre defenderei a vontade do povo, que é soberana e se manifesta por meio do voto”, disse Sebá.
Em Ferreiros, Sebastião Oliveira tem o apoio do grupo político de Zé Roberto, que conta com os vereadores Júnior do Canto, Davi, Gil e Tarcísio, além do candidato a deputado estadual Gustavo Gouveia.
A expectativa para saber o destino de Marília Arraes nas eleições deste ano ainda deve continuar por mais alguns dias. Isto porque a reunião entre a parlamentar e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo, nesta segunda-feira (21), parece não ter definido nada ainda. Em nota divulgada à imprensa, a parlamentar passou […]
A expectativa para saber o destino de Marília Arraes nas eleições deste ano ainda deve continuar por mais alguns dias.
Isto porque a reunião entre a parlamentar e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo, nesta segunda-feira (21), parece não ter definido nada ainda.
Em nota divulgada à imprensa, a parlamentar passou informações vagas. Se limitou a dizer que conversaram sobre o quadro político nacional e analisaram a situação eleitoral em Pernambuco.
Ainda na nota, Marília reafirmou o compromisso com a candidatura do ex-presidente, e só. Um banho de água fria em quem esperava uma revelação bombástica após a reunião com o cacique petista. Principalmente após a nota dura divulgada por Marília na noite deste domingo (20), acusando o PT-PE de usar seu nome como massa de manobra.
Uma fonte próxima à deputada me revelou que ainda esta semana todos vamos conhecer o destino da parlamentar nas eleições de outubro. Continuamos esperando. Leia abaixo a íntegra da nota da deputada:
“Tive uma boa conversa política hoje em São Paulo com o presidente Lula. Conversamos sobre o quadro político nacional, analisamos a situação eleitoral em Pernambuco e as alternativas que se colocam no Estado, reafirmando o compromisso com a candidatura do presidente Lula para reconstruir o país.”
O Blog Sertão Central afirma que teve acesso a um parecer que foi entregue aos órgãos fiscalizadores, onde existem indícios de que houve furto de aproximadamente R$1,5 milhão referente a combustível na gestão do ex-prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro. Segundo o blog, este é mais um caso de corrupção envolvendo a gestão de Clebel. “Outros já […]
O Blog Sertão Central afirma que teve acesso a um parecer que foi entregue aos órgãos fiscalizadores, onde existem indícios de que houve furto de aproximadamente R$1,5 milhão referente a combustível na gestão do ex-prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro.
Segundo o blog, este é mais um caso de corrupção envolvendo a gestão de Clebel. “Outros já estão nas mãos dos órgãos responsáveis como: TCE, MPPE, MPF, Policia Civil e Policia Federal, que em breve serrão manchetes mais uma vez”, afirma o blog.
Ainda segundo o Sertão Central, no parecer existem vários casos, como: um único veículo fazendo vários abastecimentos com valores considerados altos em pouco intervalo de tempo; veículo sucateado, dado com perca total que não sai do local sendo “abastecido” com frequência; moto sendo abastecida com mais de 20 litros, onde o máximo da capacidade do tanque é 12 litros.
Ainda: cartão de abastecimento em mãos de um funcionário da prefeitura que também trabalha no posto onde eram realizados os abastecimentos. Também existe denuncia de abastecimento em veículos particulares e abastecimento fantasma, onde se paga com o cartão e em vez de colocar combustível, o valor era pago em espécie para o funcionário da Prefeitura.
“Durante os anos de 2017 a 2020 o município era manchete negativa nos noticiários do estado e do Brasil, como foi o caso da prisão do prefeito acusado de furto e ações da Polícia Federal para combater fraudes em licitações que teve como principal alvo o sobrinho do então vice-prefeito Dr. Chico que faleceu em 2020”, Afirma o Sertão Central.
Caro Nill Júnior, Meu nome é Osvaldo Gomes. Moro no centro de Afogados da Ingazeira. Gostaria de fazer uma reivindicação: quando nossa cidade vai ter uma rodoviária de vergonha? A cidade cresceu, se desenvolveu, mas a rodoviária ficou esquecida no passado. Não faz jus à grandeza e importância dessa cidade que é um polo comercial e universitário, […]
Meu nome é Osvaldo Gomes. Moro no centro de Afogados da Ingazeira. Gostaria de fazer uma reivindicação: quando nossa cidade vai ter uma rodoviária de vergonha?
A cidade cresceu, se desenvolveu, mas a rodoviária ficou esquecida no passado. Não faz jus à grandeza e importância dessa cidade que é um polo comercial e universitário, agora inclusive com curso de Direito.
Seus 36.866 mil afogadenses e os que vem de outra cidade merecem uma rodoviária bem maior e estruturada, diferente daquele prédio ultrapassado dos anos 80.
Outra questão é a localização. Onde está hoje na minha opinião não facilita em nada o fluxo de passageiros. Fica essa observação.
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