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Prefeitura de Afogados reúne empresários para debater futuro do lar do idoso

Por Nill Júnior

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Colaborou Rodrigo Lima

A Prefeitura Municipal de Afogados e o grupo de voluntários que compõe a ASAVAP – Associação de Saúde do Vale do Pajeú – reuniram empresários e comerciantes na noite desta terça (23) para discutir ações conjuntas que viabilizem a conclusão do lar do idoso, cuja construção se arrasta há cerca de dez anos.

O pontapé inicial foi dado com a doação do terreno pela Prefeitura de Afogados, na gestão do ex-prefeito Totonho Valadares. De lá para cá, com o apoio e a doação de muitos Afogadenses, a obra vem se arrastando. A base principal já está de pé, mas ainda falta muita coisa para que os idosos possam ter um novo e mais confortável endereço.

O Prefeito José Patriota criou um grupo de trabalho no início de Novembro para discutir e planejar iniciativas que pudessem agilizar o término das obras. Técnicos e gestores municipais de várias secretarias estão, de forma voluntária, dando a sua contribuição. A equipe de engenheiros da Secretaria de Infraestrutura fez um levantamento minucioso de tudo o que falta para terminar a obra e elaborou uma planilha de custos.

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A agricultura estuda perfurar um poço para tornar o espaço autossuficiente na questão do abastecimento de água. A reunião de ontem foi planejada para envolver a sociedade civil. A assessoria de imprensa produziu um vídeo de sensibilização que contou com a locução do renomado radialista Bob Floriano, voz padrão dos comerciais das Casas Bahia. Ele gravou abrindo mão dos seus honorários por entender a importância da iniciativa. O contato com Bob foi feito pelo produtor musical Neto Spinelly, radicado em Afogados da Ingazeira.

Durante o encontro, o grupo de teatro da Secretaria de Cultura apresentou uma peça mostrando as dificuldades e limitações que todos nós vivenciaremos durante a velhice. Apesar de não poder estar presente devido a tradicional festa do padroeiro, o Padre Josenildo Nunes enviou uma carta, lida pelo locutor Evandro Lira, se solidarizando e aplaudindo a iniciativa. O melhor da noite foi o amplo e completo engajamento do público presente.

Cada grupo formado se encarregará de envolver mais gente e se responsabilizou por um determinado grupo de itens da obra. Paredes, painéis, divisórias, instalações hidráulicas, elétricas, esgotamento sanitário, cobertura, aquisição de portas e janelas, dente inúmeros outro. Os engenheiros da Secretaria de Infraestrutura estimaram em R$ 500.164,91 o custo para a conclusão e entrega do lar do idoso. A Prefeitura vai se responsabilizar pela compactação do terreno, limpeza e remoção de entulhos, além de outros itens da planilha.

Para dar mais agilidade ao trabalho, foi escolhido um líder, um articulador para cada grupo. São eles: Joseph e Maria do Carmo (Laboratório Maria do Carmo), Anchieta Mascena (BPM Serviços), Eraldo Feijó (CERALPA), Carlos Brito (Móveis São Carlos), Edu (Rotary Club), Simplício Sá (Hidro-Eletro), Zuquinha e Ademir Rodrigues (Casas Rodrigues), Vereadores Luiz Bizorão e Igor Mariano, e o ex-prefeito Totonho Valadares.

Todos juntos pelo lar do idoso – A associação de bombeiros civis do Sertão do Pajeú já está se mobilizando para organizar um grupo de pessoas (trabalhadores, profissionais liberais, pequenos comerciantes) para contribuir com a obra. O espaço do encontro de ontem também foi cedido, gratuitamente, pela direção da AABB em Afogados em solidariedade e apoio à iniciativa.

Outras Notícias

História: há 50 anos, Dom Francisco firmava voto de simplicidade sem privilégios no “Pacto das Catacumbas”. Entenda:

Dom Hélder Câmara também esteve entre os signatários Há exatos 50 anos, era redigido e assinado por quarenta religiosos participantes do Concílio Vaticano II, entre eles muitos bispos latino-americanos e brasileiros,  o chamado Pacto das Catacumbas. Em 16 de novembro de 1965, pouco antes da conclusão do Concílio. Este documento foi firmado após a eucaristia na Catacumba de Domitila. […]

Dom Francisco dentre participantes  do Concílio Vaticano II
Dom Francisco (direita) dentre participantes do Concílio Vaticano II

Dom Hélder Câmara também esteve entre os signatários

Há exatos 50 anos, era redigido e assinado por quarenta religiosos participantes do Concílio Vaticano II, entre eles muitos bispos latino-americanos e brasileiros,  o chamado Pacto das Catacumbas. Em 16 de novembro de 1965, pouco antes da conclusão do Concílio. Este documento foi firmado após a eucaristia na Catacumba de Domitila.

Por este documento de 13 itens, os signatários comprometeram-se a levar uma vida de pobreza, rejeitar todos os símbolos, os privilégios do poder e a colocar os pobres no centro do seu ministério pastoral. Comprometeram-se também com a colegialidade e com a co-responsabilidade da Igreja como Povo de Deus, e com a abertura ao mundo e a acolhida fraterna. Um dos proponentes do pacto foi Dom Hélder Câmara. Este pacto influenciou a nascente teologia da libertação e os rumos da Segunda Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, realizada em Medellín.

Os bispos brasileiros signatários do pacto foram Dom Antônio Fragoso, da Diocese de Crateús-CE, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho da Diocese de Afogados da Ingazeira, PE, Dom João Batista da Mota e Albuquerque, arcebispo da Arquidiocese de Vitória, ES, o Pe. Luiz Gonzaga Fernandes sagrado bispo auxiliar de Vitória dias depois, Dom Jorge Marcos de Oliveira, da diocese de Santo André, SP, Dom Helder Câmara, Dom Henrique Golland Trindade, OFM, arcebispo da arquidiocese de Botucatu, SP, Dom José Maria Pires, arcebispo da arquidiocese da Paraíba, PB.

Dentre os compromissos firmados, procurar viver segundo o modo ordinário da população, no que concerne à habitação, à alimentação, aos meios de locomoção e a tudo que daí se segue.” Para sempre renunciamos à aparência e à realidade da riqueza, especialmente no traje (fazendas ricas, cores berrantes), nas insígnias de matéria preciosa (devem esses signos ser, com efeito, evangélicos).”

E segue: Não possuiremos nem imóveis, nem móveis, nem conta em banco, etc., em nosso próprio nome; e, se for preciso possuir, poremos tudo no nome da diocese, ou das obras sociais ou caritativas”. O texto ainda define que no comportamento, nas relações sociais, evitariam aquilo que pode parecer conferir privilégios, prioridades ou mesmo uma preferência qualquer aos ricos e aos poderosos, como banquetes oferecidos ou aceitos, classes nos serviços religiosos.

“Do mesmo modo, evitaremos incentivar ou lisonjear a vaidade de quem quer que seja, com vistas a recompensar ou a solicitar dádivas, ou por qualquer outra razão. Convidaremos nossos fiéis a considerarem as suas dádivas como uma participação normal no culto, no apostolado e na ação social.”

12246787_1714641135445032_6665726398996676997_nDiz ainda :”Poremos tudo em obra para que os responsáveis pelo nosso governo e pelos nossos serviços públicos decidam e ponham em prática as leis, as estruturas e as instituições sociais necessárias à justiça, à igualdade e ao desenvolvimento harmônico e total do homem todo em todos os homens, e, por aí, ao advento de uma outra ordem social, nova, digna dos filhos do homem e dos filhos de Deus”.

O Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol, de Afogados da Ingazeira, comentou em artigo na sua página no Facebook a decisão tomada por aqueles religiosos, principalmente Dom Francisco. “Quem teve a graça de conviver, de perto, com Dom Francisco, pode testemunhar o quanto ele levou a sério o compromisso assumido no documento, que marcou seu longo caminho de despojamento, de entrega aos mais pobres, de cuidado com o povo do Pajeú”.

Diz Dom Bisol que “Dom Francisco viveu a pobreza: vestia com simplicidade, não amava insígnias, muito menos luxuosas. Por muitos anos sua alimentação vinha na marmita do hotel vizinho. Para se locomover usou, enquanto pôde, os transportes públicos. Sua residência era sóbria e aberta a todos”.

“Estava sempre disponível para atender os que o procuravam: ele passava manhãs inteiras acolhendo as pessoas, em sua maioria pobres, ouvindo, falando, aconselhando, oferecendo ajuda. Tudo o que possuía estava a serviço do povo e do trabalho pastoral”.

Clique aqui e leia O Pacto das Catatumbas na íntegra

O que explica variação de idades imunizadas contra Covid no Pajeú?

A Gerente Regional de Saúde da XI Região, Karla Milena, disse ao programa Revista da Cultura que, apesar da independência dos municípios para administrar doses, há algumas explicações para cidades que estão mais ou menos avançadas na faixa etária da vacinação contra a Covid-19. “A relação de vacinados tem por base a vacinação contra a […]

A Gerente Regional de Saúde da XI Região, Karla Milena, disse ao programa Revista da Cultura que, apesar da independência dos municípios para administrar doses, há algumas explicações para cidades que estão mais ou menos avançadas na faixa etária da vacinação contra a Covid-19.

“A relação de vacinados tem por base a vacinação contra a gripe do ano passado. Pode ter havido problema entre quem vacinou e não informou corretamente”.

Ela destacou que algumas cidades receberam doses extras para quilombolas, indígenas, aldeados. “Essas sobras são aplicadas para que não se percam e pode avançar a vacinação”.

Ela disse que assim, cidades um pouco menores podem avançar mais. “Ainda há cidades que vacinam de domingo a domingo, enquanto outras apenas de segunda a sexta-feira”.

No Pajeú, há cidades que imunizaram a população a partir dos 30 anos, como Flores, 40, como Serra Talhada e 50 anos ou mais, como boa parte das outras cidades. Isso tem gerado alguma confusão e críticas de quem mora nas cidades mais atrasadas.

Mais vacinas: Serra Talhada recebeu 3.365 doses da vacina da Janssen (Johnson & Johnson) contra a Covid-19 chegando ao município.

O imunizante de dose única começa a ser usado a partir da próxima segunda-feira, 28 de junho, nos grupos prioritários já autorizados e público em geral a partir de 40 anos.

A XI Geres recebeu ainda 1.410 doses de Butantan para trabalhadores do transporte coletivo rodoviário das 10 cidades da regional, 680 doses de Butantan para Guarda Municipal de todas as cidades, 2.490 doses de Pfizer para comorbidades e PCD p 9 cidades da XI GERES, exceto Serra Talhada.

Afogados: com apoio da CDL, Saúde busca público alvo e vacina contra o Sarampo

Apesar das unidades de saúde contarem com estoque suficiente para vacinar o público-alvo (pessoas entre 20 e 29 anos) contra o sarampo, a Secretaria Municipal de Saúde montou uma estratégia de ir em busca das pessoas. Nesta sexta, profissionais de saúde “estacionaram” próximo ao cruzamento das ruas Manoel Borba e Barão de Lucena, com foco […]

Apesar das unidades de saúde contarem com estoque suficiente para vacinar o público-alvo (pessoas entre 20 e 29 anos) contra o sarampo, a Secretaria Municipal de Saúde montou uma estratégia de ir em busca das pessoas. Nesta sexta, profissionais de saúde “estacionaram” próximo ao cruzamento das ruas Manoel Borba e Barão de Lucena, com foco no atendimento de comerciantes, comerciários e clientes que frequentam as inúmeras lojas do entorno.

Com o apoio do CDL-Afogados na mobilização, o dia foi bastante produtivo, com 178 pessoas imunizadas contra o sarampo. Neste Sábado (23), a campanha aporta na praça de alimentação, no mesmo horário (de 8h às 13h), para imunizar o público que vem à feira de Afogados.

“Nesses dois dias o nosso objetivo é mobilizar os comerciários, visto que muitos não tem tempo de procurar uma unidade de saúde, tendo em vista o horário de trabalho. Então nós decidimos vir até eles,” destacou Madalena Brito, coordenadora da vigilância municipal em saúde.

Lembrando que a campanha de vacinação contra o sarampo, em sua segunda etapa, segue nas unidades de saúde até o próximo dia 30 de novembro. “Essa busca ativa é uma estratégia que vem dando certo, haja vista que na primeira etapa da vacinação contra o sarampo, direcionada a crianças entre zero e seis anos, nós ultrapassamos as metas preconizadas pelo ministério da saúde para Afogados da Ingazeira,” informou o Secretário de Saúde, Artur Amorim.

Maciel Melo bota pra lascar hoje em Iguaracy

Artista é principal atração da Festa de Janeiro hoje que ainda tem Magníficos Maciel Melo é a grande atração de hoje na reta final da Festa de Janeiro em Iguaracy, realização da Prefeitura Municipal com apoio do Governo de Pernambuco e Fundarpe. Embaixador cultural do município, o filho da terra retrata Iguaracy país afora em […]

Artista é principal atração da Festa de Janeiro hoje que ainda tem Magníficos

Maciel Melo é a grande atração de hoje na reta final da Festa de Janeiro em Iguaracy, realização da Prefeitura Municipal com apoio do Governo de Pernambuco e Fundarpe.

Embaixador cultural do município, o filho da terra retrata Iguaracy país afora em suas canções.

Tanto que um portal na entrada da cidade identifica o município como “Terra de Maciel Melo”. É autor do “Hino Popular”, e não oficial de Iguaracy, Um Veio D’água. “Tudo isso retrata Iguaraci/Numa cura fiel dos meus anseios/Matuto sem estilo eu sou um veio/D’água do Rio Pajeú”.

Maciel é a representação cultural da identidade iguaraciense e do Sertão do Pajeú, cantado em suas letras.

No show, novos e eternos sucessos. Não faltarão Caboclo Sonhador, Que nem Vem Vem, clássicos de Luiz Gonzaga e músicas que cantam suas raízes. Um show para ser abraçado por toda a região.

Ao final, a banda Magníficos de Monteiro, fecha a noite de hoje.

Em Serra, João Paulo elogia gestão Duque

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), recebeu na noite deste sábado (26) o candidato ao Senado João Paulo (PT), da coligação “Pernambuco vai Mais Longe”, com uma grande carreata que percorreu mais de três quilômetros pelas principais vias da cidade. O evento ainda contou com a participação do prefeito de Águas Belas, Genival […]

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O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), recebeu na noite deste sábado (26) o candidato ao Senado João Paulo (PT), da coligação “Pernambuco vai Mais Longe”, com uma grande carreata que percorreu mais de três quilômetros pelas principais vias da cidade.

O evento ainda contou com a participação do prefeito de Águas Belas, Genival Menezes (PT), vereadores e candidatos proporcionais como o deputado federal Pedro Eugênio (PT) e os candidatos à reeleição à Assembleia Legislativa Manoel Santos (PT) e Teresa Leitão (PT), presidente da legenda no Estado.

Segundo João Paulo, a resposta positiva das pessoas nas ruas foi uma demonstração de que o prefeito vem realizando uma boa administração. “Os recursos federais aplicados pela presidente Dilma na região, a exemplo da adutora do Pajeú, que custou mais de R$ 500 milhões, e do Mais Médicos, são muito importantes e a população percebe, na prática, o compromisso dos governos petistas em cuidar da melhoria da vida das pessoas”, ressaltou o petista.

Além do prefeito Luciano Duque, João Paulo e Armando Monteiro (PTB), candidato ao governo, contam com o apoio de 11 dos 15 vereadores do município, dos quais apenas dois são petistas.

Comitê – Após a carreata, as lideranças petistas participaram na inauguração do comitê do deputado e candidato à reeleição, Manoel Santos, que também é líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa. O evento contou com a presença de lideranças sindicais dos trabalhadores rurais, do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), da Fetape e do Incra.