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Bolsonaro pode cumprir agenda em Salgueiro na próxima semana

Por André Luis

Nesta sexta-feira (4), o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, durante entrevista ao programa ‘Política em Foco’ da Salgueiro FM, afirmou sobre a possível presença do Presidente da República, Jair Bolsonaro, na entrega da Estação de Bombeamento do Eixo Norte 3, em Salgueiro, no Sertão Central.

“Com o presidente Bolsonaro a gente terminou a Transposição, a gente fez a Transposição chegar no Ceará… E agora no dia 8 [de fevereiro], se Deus quiser, a gente vai estar aí em Salgueiro com o presidente. Eu não estou confirmando, mas estamos lutando pra levar o presidente”, disse.

Gilson Machado, que é conhecido no universo forrozeiro por ser líder da banda pernambucana Forrozão Brucelose, também falou sobre investimentos nas áreas de infraestrutura e turismo, destacando a transformação do frevo e do forró em patrimônios culturais do Brasil.

Ele também afirmou que espera o retorno das festas juninas este ano, com forte investimento do Governo Federal. As informações são do portal Nayn Neto.

Outras Notícias

Brasil registra 49,3 mil novos casos de covid-19 e 115 mortes

Agência Brasil  O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 22.499.525 Há 227.269 pessoas em acompanhamento por equipes de saúde. Neste sábado, foram notificadas 115 mortes. Com esse número, o total de pessoas que perderam a vida para a pandemia alcançou 619.937. Ainda há 2.830 mortes em investigação, em casos que […]

Agência Brasil 

O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 22.499.525 Há 227.269 pessoas em acompanhamento por equipes de saúde.

Neste sábado, foram notificadas 115 mortes. Com esse número, o total de pessoas que perderam a vida para a pandemia alcançou 619.937.

Ainda há 2.830 mortes em investigação, em casos que demandam exames e procedimentos posteriores para saber se a causa foi a covid-19. Até este sábado, 21.652.319 pessoas haviam se recuperado da doença.

Em geral, os números são mais baixos aos domingos, segundas-feiras e dias seguintes aos feriados por causa da redução das equipes que fornecem os dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral, há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo da lista de estados com mais mortes por covid-19 registradas estão São Paulo (155.370), Rio de Janeiro (69.530), Minas Gerais (56.728), Paraná (40.912) e Rio Grande do Sul (36.481).
Que tristeza, 2023…

O ano de 2023, no conjunto da obra, foi um dos piores da história, se não o pior, considerando o que entrega de desafios para 2024. Da minha geração,  o pior, com certeza. Não dá pra entrar em 2024 sem pensar no sofrimento das famílias palestinas, arrasadas,  dizimadas pelo poder opressor de Israel. Eu não […]

O ano de 2023, no conjunto da obra, foi um dos piores da história, se não o pior, considerando o que entrega de desafios para 2024. Da minha geração,  o pior, com certeza.

Não dá pra entrar em 2024 sem pensar no sofrimento das famílias palestinas, arrasadas,  dizimadas pelo poder opressor de Israel. Eu não consigo fechar os olhos sem pensar na imagem de crianças amontoadas nos hospitais que ainda restam.

Elas também são alvo pela ótica perversa de que no futuro, pela dor sofrem perdendo pais, mães,  irmãozinhos,  vão nutrir ódio por Israel. Benjamin Netanyahu age sobre a ótica de que, se um cacho de uvas está estragado,  que se dizime toda videira. Matar inocentes não deveria ser resposta para os terroristas do Hamas, que resistirá mesmo após o genocídio.

E olha que esquecemos haver outras guerras com o mesmo potencial de auto destruição humana, como na Ucrânia,  na Síria,  no Iêmen,  em parte da África. Não há nada que os faça parar.

Este foi o ano em que as mudanças climáticas transformaram o tempo. Tanto o tempo verbal quanto o meteorológico. Em 2023, elas deixaram de ser futuro e se tornaram presente.

Este foi um ano de eventos extremos, agravados por um El Niño intenso, que levou o clima do planeta ao que a Organização Meteorológica Mundial (OMM) chamou, em julho, de mergulho em “território desconhecido”.

Um território que se revelou repleto de ondas de calor, tempestades, inundações, incêndios, secas, nevascas, ciclones, furacões e tornados. O ano termina com as maiores anomalias e sucessão de extremos climáticos já testemunhadas pela Humanidade. E, segundo a OMM, é só o primeiro ano de uma nova era de extremos das mudanças climáticas.

A média da temperatura global deve ficar 1,4ºC acima da do período pré-industrial. É a maior elevação desde o início dos registros, em 1850. E 2023 veio na esteira de nove anos seguidos de tendência de elevação.

Aqui,  mais da metade dos 5.568 municípios brasileiros foi afetada por fenômenos extremos em 2023. Cerca de 2.797 cidades decretaram estado de emergência ou calamidade por causa de desastres naturais. Vimos regiões do estado do Amazonas registrarem neste ano os menores índices de chuva, no período de julho a setembro, dos últimos 40 anos.

No Sul, alagamentos e mortes. Aqui no Nordeste, nem a nós nativos, havia sido imposto tamanho calor.

Pior é a nossa incapacidade de buscar reverter a curva do caos. Pelo contrário,  líderes mundiais alimentam mais guerras,  mais eventos climáticos adversos, mais dor.

No Brasil,  a intolerância de parte da sociedade nos faz indagar o que de fato houve com os reais valores que deveriam nos regir no caminho da fraternidade e solidariedade. Um pedaço de nossa comunidade julgou e condenou vítimas sociais.  Adoraram a Bolsonaro.  Condenaram padre Júlio Lancelotti.

Se vale o registro,  o Deus que acredito me estimula a não perder o direito de acreditar,  esperançar,  resistir. Depois da escuridão,  a luz sempre renasce.

Feliz Ano Novo!

Miguel Coelho inicia em Olinda e Ipojuca série de encontros com prefeitos

Em busca de troca de experiências e estreitamento dos laços entre os municípios pernambucanos, o prefeito Miguel Coelho percorrerá diversas regiões do Estado ao longo da semana. As primeiras agendas ocorreram, na manhã desta segunda (26), com os prefeitos de Olinda, Professor Lupércio, e de Ipojuca, Célia Sales. Secretário-geral da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), […]

Em busca de troca de experiências e estreitamento dos laços entre os municípios pernambucanos, o prefeito Miguel Coelho percorrerá diversas regiões do Estado ao longo da semana.

As primeiras agendas ocorreram, na manhã desta segunda (26), com os prefeitos de Olinda, Professor Lupércio, e de Ipojuca, Célia Sales.

Secretário-geral da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), Miguel deve se encontrar com cerca de 20 prefeitos nos próximos dias. Além da pauta política, o gestor petrolinense pretende discutir temas de interesse comum das prefeituras relacionados à economia, enfrentamento à pandemia, educação, desenvolvimento social; assim como, a criação de um intercâmbio de projetos municipais.

“Vamos percorrer a Metropolitana, Agreste e Mata para falar da situação de cada região. Estamos num momento histórico no mundo inteiro, que precisa ser enfrentado com união e superação. Como secretário-geral da FNP, estou buscando integrar os municípios e os prefeitos para recuperar Pernambuco, construir uma mensagem de esperança para nossa população, que tem sofrido tanto nos últimos anos”, explicou Miguel após as reuniões com Professor Lupércio e Célia Sales.

A agenda também conta com a presença do senador Fernando Bezerra, além dos deputados Fernando Filho e Antonio Coelho. Nesta segunda, ainda ocorrerão reuniões com os prefeitos de Jaboatão, Anderson Ferreira, e do Cabo de Santo Agostinho, Keko do Armazém.

Pergunta a Lula foi rigorosamente jornalística 

As oposições em várias cidades do país,  inclusive Pernambuco,  tem usado a resposta do presidente Lula à minha pergunta para atacar atuais gestores, dizendo que mentiram ao falar de crise do FPM. Vale o registro: minha pergunta foi rigorosamente jornalística,  dada a polêmica criada ano passado sobre o tema. Adversários acusavam Lula de iniciar um […]

As oposições em várias cidades do país,  inclusive Pernambuco,  tem usado a resposta do presidente Lula à minha pergunta para atacar atuais gestores, dizendo que mentiram ao falar de crise do FPM.

Vale o registro: minha pergunta foi rigorosamente jornalística,  dada a polêmica criada ano passado sobre o tema. Adversários acusavam Lula de iniciar um ciclo de vacas magras para as prefeituras. Aliados falavam da crise, mas diziam ser efeito da isenção fiscal de Bolsonaro. Cheguei até a comentar com um gestor do estado que trataria do tema, dada a polêmica do ano passado.  Ele até concordou com a pauta.

Achei que o presidente iria adotar um tom rigorosamente parceiro com os prefeitos,  o que ele até faz no curso da resposta. Mas a cutucada inicial dizendo que distribuiu R$ 345 milhões a mais de FPM em 2023 está sendo usada em inúmeros municípios para tentar descredenciar gestores que falaram de crise e decretaram calamidade financeira.

Registre-se, os prefeitos costumam se contrapor a essa fala dizendo que esse valor a mais foi carcomido pelos pisos, combustíveis e inflação. Ou seja, em valores corrigidos, houve sim perda real do poder de uso do FPM se comparado a 2022, o que Lula, no seu papel, rebate.

“Nós trataremos bem todos os prefeitos brasileiros. Eles sabem. Se quiser fazer política façam, se quiserem falar mal, falem. Se quiserem falar bem, falem. Mas o dado concreto é o seguinte: ninguém do governo Federal faltará com respeito a nenhum prefeito desse país independente do partido que ele for, do discurso que ele tiver. se tiver direito e tiver projeto, vai ter recurso”, disse.

Resumindo, não fiz a pergunta para levantar bola pra prefeitos ou oposicionistas. A fiz por ser jornalista.

Prefeitura socorre famílias atingidas por temporal em Flores

Centenas de famílias receberam durante toda esta quarta-feira (25), o apoio imediato da Prefeitura de Flores, após o alerta da Defesa Civil de que o volume do rio Pajeú estaria aumentando e atingiria as residências dos moradores das ruas Benjamin Constant, Farmacêutico Otoni Andrada, Ruy Barbosa e Siqueira Campos. Com o volume de água crescente […]

Centenas de famílias receberam durante toda esta quarta-feira (25), o apoio imediato da Prefeitura de Flores, após o alerta da Defesa Civil de que o volume do rio Pajeú estaria aumentando e atingiria as residências dos moradores das ruas Benjamin Constant, Farmacêutico Otoni Andrada, Ruy Barbosa e Siqueira Campos.

Com o volume de água crescente nas últimas horas no rio Pajeú, a ponte de ferro no Sítio Matolotagem foi levada pelas águas; estradas rurais e passagens molhadas foram danificadas e moradores do Bairro Catolé ficaram ilhados durante algumas horas.

“Orientamos nosso pessoal da Defesa Civil e Secretaria de Infraestrutura, logo pela madrugada, da necessidade de fazer o monitoramento, e, cedinho levamos todos os veículos da prefeitura, ajudamos aos moradores retirarem seus pertences, disponibilizamos um local para abrigá-los, abrimos uma estrada para retirar os moradores do Catolé do isolamento, e,  acionamos a Polícia Militar dispersar e orientar a população sobres os riscos de ficarem aglomerados na ponte”; detalhou Marconi Santana, prefeito do município.

A atuação foi coordenada pela Defesa Civil Municipal e Secretaria de Infraestrutura na realização de ações de socorro às famílias atingidas, visando amenizar os impactos causados pela enchente, e restabelecendo a normalidade nas áreas atingidas pela as águas do Pajeú.  A Defesa Civil do Município, mantém o sinal de alerta e mantém membros da equipe de plantão. O atendimento, para registro de novas ocorrências está sendo feito pelo telefone, 9.9802-3355.