Em Arcoverde, o prefeito em exercício Siqueirinha (PSB) começa a semana com expectativa positiva.
Nesta segunda-feira (29), os vereadores da cidade vão votar o pacote de projetos do programa Supera Arcoverde.
O Auxílio Emergencial da Pandemia, envolve ajuda financeira às famílias carentes e aos artistas da cidade, além de prorrogação do pagamento de tributos municipais. A expectativa é de aprovação na íntegra pela Câmara Municipal.
Nesta sexta-feira (19), às 18h30, o pré-candidato a prefeito de Iguaracy, Albérico Rocha, e o pré-candidato a vice-prefeito, Francisco de Sales realizam plenária para a elaboração do plano de governo. O evento ocorrerá na residência do sr. João Amaral, localizada na Rua Baterista Júnior Brown. A plenária tem como objetivo reunir apoiadores, simpatizantes e moradores […]
Nesta sexta-feira (19), às 18h30, o pré-candidato a prefeito de Iguaracy, Albérico Rocha, e o pré-candidato a vice-prefeito, Francisco de Sales realizam plenária para a elaboração do plano de governo.
O evento ocorrerá na residência do sr. João Amaral, localizada na Rua Baterista Júnior Brown.
A plenária tem como objetivo reunir apoiadores, simpatizantes e moradores de Iguaracy para discutir e definir as diretrizes e prioridades que orientarão a administração municipal caso a chapa seja eleita. Albérico Rocha e Francisco de Sales destacaram a importância da participação popular na formulação das propostas.
“A elaboração do plano de governo é um momento crucial para ouvir as demandas da população e incorporar suas ideias em nosso projeto para Iguaracy. Queremos construir juntos uma cidade mais justa e desenvolvida”, afirmou Albérico Rocha.
Francisco de Sales, pré-candidato a vice-prefeito, também enfatizou a importância do evento: “Nossa proposta é trabalhar em conjunto com a comunidade, garantindo que cada cidadão tenha voz e vez na construção de um futuro melhor para todos.”
A expectativa é de que a plenária conte com a participação expressiva de moradores e lideranças locais. Os pré-candidatos convidam todos os interessados a comparecerem e contribuírem com suas ideias e sugestões, ressaltando que a colaboração de todos é fundamental para o sucesso do plano de governo.
Blog do Carlos Brito Quase quatro horas depois da ação entre o Prodecon e o Sindicombustíveis, que viabilizou o litro da gasolina a R$ 2,60 em 16 postos de Petrolina, a movimentação ainda é grande na cidade. Os carros e motos que foram abastecer no Posto Orla 2 começaram a chegar logo cedo. Às 6h30 […]
Ação formou filas enormes. Foto: Blog do Carlos Britto
Blog do Carlos Brito
Quase quatro horas depois da ação entre o Prodecon e o Sindicombustíveis, que viabilizou o litro da gasolina a R$ 2,60 em 16 postos de Petrolina, a movimentação ainda é grande na cidade. Os carros e motos que foram abastecer no Posto Orla 2 começaram a chegar logo cedo. Às 6h30 já havia mais de 100 veículos na fila. Devido ao limite de senhas, vários motoristas retardatários tiveram que procurar outros dos 16 postos que estão participando da campanha do ‘Dia sem Imposto’.
Por volta das 9h, a fila continuava grande: metade dos veículos não tinha sido atendidos ainda, conforme apurado pela reportagem do Blog. Também houve posto que colocou uma placa no último veículo da fila para informar que a ação encerrava-se ali.
Enquanto isso, a Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA) recebeu reclamações de que os motoristas da fila estavam obstruindo a passagem próximo ao viaduto. Um PM e um agente reordenaram os veículos para liberar o fluxo para os demais populares.
G1 A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao juiz federal Sérgio Moro que desbloqueie os bens da ex-primeira-dama Marisa Letícia. As informações constam em um processo que trata sobre a apreensão de valores que pertencem ao petista, após a condenação em uma das ações penais da Operação Lava Jato. Em julho deste […]
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao juiz federal Sérgio Moro que desbloqueie os bens da ex-primeira-dama Marisa Letícia. As informações constam em um processo que trata sobre a apreensão de valores que pertencem ao petista, após a condenação em uma das ações penais da Operação Lava Jato.
Em julho deste ano, Lula foi condenado a nove anos e meio de prisão por ter recebido um apartamento triplex da OAS, em Guarujá, no litoral paulista. Na sentença, Sérgio Moro considerou que a aplicação de penas contra a ex-primeira-dama era impossível, devido à morte dela, e extinguiu a punibilidade de Marisa Letícia.
Moro determinou que os réus, incluindo Lula, paguem cerca de R$ 10 milhões à Petrobras, a título de compensação financeira pelos desvios que ocorreram na estatal e que teriam gerado a propina ao ex-presidente.
Os advogados de Lula dizem que o juiz não poderia ter bloqueado os bens que pertenciam ao casal, pois eles eram casados com comunhão universal de bens. Segundo a defesa, metade das coisas que pertencem ao ex-presidente também eram de propriedade da primeira-dama. Com a morte de Marisa Letícia, essa parte foi imediatamente separada para ser entregue aos cinco filhos dela.
A defesa também pediu a Moro para liberar valores depositados em poupanças, previdências privadas e valores recebidos de aposentadoria.
Agora, o juiz deverá avaliar os pedidos da defesa de Lula. Caberá a Moro decidir se desbloqueia ou não os bens solicitados pelos advogados. Não há prazo para que a decisão seja tomada.
Relatórios da PF, embates entre ministros do STF, questionamentos sobre a PGR e reações dos Três Poderes transformaram uma investigação sobre o Banco Master em uma crise de alcance institucional. Uma investigação que começou centrada em suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o extinto Banco Master passou, em poucos dias, a atingir algumas das principais instituições […]
Relatórios da PF, embates entre ministros do STF, questionamentos sobre a PGR e reações dos Três Poderes transformaram uma investigação sobre o Banco Master em uma crise de alcance institucional.
Uma investigação que começou centrada em suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o extinto Banco Master passou, em poucos dias, a atingir algumas das principais instituições da República.
Relatórios da Polícia Federal revelaram mensagens, citações e documentos envolvendo autoridades. Ministros do Supremo Tribunal Federal passaram a divergir publicamente, surgiram pedidos de investigação, procedimentos relacionados ao procurador-geral da República e manifestações do Palácio do Planalto.
Para facilitar a compreensão dos principais acontecimentos, o Blog reúne em dez pontos os fatos que marcaram a primeira semana de setembro.
Onde começou a crise?
A origem está na Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de irregularidades financeiras envolvendo o Banco Master e empresas relacionadas ao ex-controlador Daniel Vorcaro.
Durante as investigações, a Polícia Federal apreendeu o celular do empresário e recuperou mensagens, documentos e outros arquivos que passaram a integrar relatórios enviados ao Supremo.
O que inicialmente estava restrito às suspeitas envolvendo o banco ganhou dimensão institucional à medida que autoridades passaram a aparecer no material reunido pelos investigadores.
O que mudou nesta semana?
O ponto de virada ocorreu na terça-feira (1º), quando o ministro André Mendonça retirou o sigilo de relatórios produzidos pela Polícia Federal a seu pedido.
Os documentos continham referências a autoridades como o ministro Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
A partir daí, a discussão deixou de tratar apenas das operações financeiras investigadas e passou a incluir a atuação de integrantes do sistema de Justiça.
Por que Alexandre de Moraes ficou no centro do caso?
Relatórios da PF expuseram mensagens atribuídas a trocas entre Moraes e Vorcaro e levantaram questionamentos sobre a relação mantida entre os dois.
Entre o material estão conversas sobre encontros e mensagens relacionadas ao período anterior à prisão do ex-banqueiro.
Os investigadores também encontraram registros de edição digital de versões de contratos firmados entre empresas relacionadas a Vorcaro e o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advocacia, da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Os metadados indicariam alterações feitas por um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”.
Os elementos levantaram questionamentos, mas não representam, por si só, comprovação de irregularidade.
Moraes nega ter cometido qualquer irregularidade. O escritório de sua esposa afirma que os contratos foram firmados de acordo com a legislação.
Como André Mendonça também entrou no centro do embate?
Depois da divulgação dos relatórios, começaram questionamentos sobre a própria condução das investigações.
Moraes pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, providências relacionadas à atuação de Mendonça na condução do caso.
Entre os elementos citados estão relatórios de inteligência da Polícia Federal que levantam suspeitas sobre determinadas decisões e diligências.
Esses documentos, entretanto, possuem caráter de inteligência e não equivalem a provas produzidas em processo judicial.
Assim, a crise passou a envolver não apenas autoridades citadas nas mensagens de Vorcaro, mas também o ministro responsável por conduzir parte das investigações.
Há uma crise interna no STF?
A divergência entre Moraes e Mendonça deixou os bastidores e passou para o plano público.
Moraes encaminhou a Fachin um pedido relacionado à atuação do colega, enquanto Mendonça passou a defender a análise institucional dos relatórios e das questões levantadas pela investigação.
O episódio expôs uma das maiores tensões recentes entre integrantes da Corte.
Por que Edson Fachin se tornou peça central?
Como presidente do STF, Fachin passou a concentrar algumas das principais decisões sobre a condução da crise.
Ele pediu informações à Polícia Federal, à Procuradoria-Geral da República e aos ministros envolvidos.
Fachin também afirmou que nenhuma autoridade está acima da Constituição e indicou que a Corte deverá dar uma resposta institucional aos fatos revelados.
Entre as possibilidades está levar determinadas questões para análise do plenário do Supremo.
E o inquérito das fake news?
O inquérito aberto em 2019 para investigar ataques e ameaças contra o STF também entrou no debate.
Relatado por Alexandre de Moraes, o procedimento foi utilizado inicialmente para encaminhar uma das questões relacionadas à atuação de Mendonça.
A situação reabriu discussões sobre a duração e o alcance do inquérito.
Em meio à crise, Fachin anunciou a intenção de encerrar o procedimento, que já dura mais de sete anos.
Como a PGR entrou na crise?
Os relatórios também contêm referências ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.
O Conselho Superior do Ministério Público Federal abriu um procedimento para analisar menções a Gonet em mensagens atribuídas a Vorcaro.
A medida não representa conclusão sobre irregularidade nem equivale a uma investigação criminal.
O objetivo inicial é analisar o conteúdo e avaliar se há necessidade de adoção de outras providências.
Por que Lula se manifestou?
A repercussão chegou ao Palácio do Planalto.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou um vídeo nas redes sociais no qual classificou o caso Master como “o maior roubo da história do Brasil”, criticou “vazamentos seletivos” e cobrou investigação sem proteção a autoridades.
“É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer”, afirmou.
Lula também defendeu mudanças no sistema político e no Judiciário e cobrou atuação do presidente do STF e da Procuradoria-Geral da República para garantir a confiança nas investigações.
O que acontece agora?
Ainda não há uma definição única sobre o rumo dos diferentes procedimentos.
Fachin deverá decidir como serão analisados os pedidos e questionamentos envolvendo Moraes e Mendonça e se parte das questões será submetida ao plenário do STF.
Paralelamente, continuam as investigações relacionadas ao Banco Master, as análises sobre referências a integrantes da PGR e as negociações de acordos de colaboração.
A crise também acelerou discussões já existentes dentro do Supremo, entre elas a criação de um Código de Ética para ministros da Corte e mudanças nos mecanismos internos de transparência e governança.
Por que a semana foi tão turbulenta?
Porque uma investigação inicialmente voltada a suspeitas financeiras envolvendo um banco e seu ex-controlador acabou chegando simultaneamente ao STF, à PGR, à Polícia Federal, ao Congresso e ao Palácio do Planalto.
A semana começou com dúvidas sobre mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro e terminou com um debate mais amplo sobre a credibilidade e o funcionamento das próprias instituições responsáveis por investigar, acusar e julgar.
Fonte: g1 Foto: Reprodução
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O repórter do povo, Orlando Santos, da Cultura FM, acompanhou na manhã de hoje a chegada do Instituto de Medicina Legal (IML) e da Polícia Científica ao local do grave acidente ocorrido na BR-232, em Serra Talhada, que vitimou um motociclista após a colisão com um cavalo. O acidente aconteceu por volta das 4h da […]
O repórter do povo, Orlando Santos, da Cultura FM, acompanhou na manhã de hoje a chegada do Instituto de Medicina Legal (IML) e da Polícia Científica ao local do grave acidente ocorrido na BR-232, em Serra Talhada, que vitimou um motociclista após a colisão com um cavalo.
O acidente aconteceu por volta das 4h da manhã, já no perímetro urbano do município, nas proximidades do posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Desde as primeiras horas do dia, equipes da PRF estiveram no local realizando o isolamento da área e os procedimentos iniciais.
A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local do impacto. Segundo as primeiras informações apuradas pela reportagem, o motociclista foi surpreendido pelo animal na pista, não conseguindo evitar a colisão.
A vítima já foi identificada, e o nome será divulgado na reportagem completa acompanhada pelo repórter Orlando Santos, que traz todos os detalhes diretamente do local do ocorrido. A presença do IML e da Polícia Científica foi necessária para a realização da perícia e remoção do corpo.
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