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Prefeito Wellington Maciel anuncia segunda Cozinha Comunitária de sua gestão

Por Nill Júnior

O Prefeito Wellington Maciel anunciou que está em fase final de conclusão a segunda cozinha comunitária da sua gestão, a qual irá funcionar no Residencial Maria de Fátima Freire, zona oeste de Arcoverde.

A nova cozinha é fruto de mais uma parceria da Prefeitura, através da Secretaria de Assistência Social, com o Governo do Estado, sendo viabilizada no contexto do Programa Bom Prato/PE, de responsabilidade da Secretaria Estadual de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas Sobre Drogas.

De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência Social, Rejane Maciel, o equipamento segue o mesmo padrão da primeira cozinha entregue na atual gestão, localizada no bairro de São Cristóvão, com produção mensal de aproximadamente 6 mil refeições, sendo 1,5 mil por semana e 300 por dia, preferencialmente, objetivando atender pessoas vulneráveis à insegurança alimentar e nutricional com prioridade para aquelas que estão em situação de rua, extrema pobreza, com deficiência, catadores de material reciclável, vítimas de violências e mães solo, dentre outras, que estejam inscritas no CadÚnico e/ou acompanhadas por equipamentos socioassistenciais do município, tipo CRAS, CREAS e outros.

“O programa, inclusive, permite que 25% do total de refeições produzidas nas cozinhas comunitárias sejam comercializadas. Todavia, o nosso Prefeito Wellington de forma alguma adotou essa permissão e, desde a instalação da primeira cozinha, em 2022, decidiu que toda a alimentação produzida nas cozinhas comunitárias de Arcoverde fosse distribuída gratuitamente e, preferencialmente, entre as populações mais carentes e vulneráveis à insegurança alimentar”, enfatizou a Secretária Rejane Maciel.

Ainda segundo a Secretária, uma das prioridades do programa é propiciar alimentação de qualidade e totalmente gratuita para as pessoas em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar, garantindo o efetivo direito humano à alimentação adequada.

“Na gestão do Prefeito Wellington, estando à frente da Secretaria de Assistência Social, sempre trabalhamos no sentido de que a população atendida pelo programa Bom Prato, através da Cozinha comunitária, cuja segunda estamos concluindo no Residencial Maria de Fátima, tenha acesso a uma refeição saudável e adequada, tendo as cozinhas um papel importante não apenas na inclusão social e produtiva das pessoas, mas, sobretudo, para o fortalecimento da ação coletiva e humanitária”, concluiu Rejane Maciel.

Outras Notícias

Ministra desiste de supersalário depois de repercussão

A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, desistiu hoje segundo sua assessoria,  do pedido para acumular o seu salário com o de desembargadora aposentada, o que lhe garantiria um rendimento bruto de R$ 61,4 mil. Ela reclamou que, por causa do teto constitucional, só pode ficar com R$ 33,7 mil, equivalente ao salário de um ministro do Supremo […]

A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, desistiu hoje segundo sua assessoria,  do pedido para acumular o seu salário com o de desembargadora aposentada, o que lhe garantiria um rendimento bruto de R$ 61,4 mil.

Ela reclamou que, por causa do teto constitucional, só pode ficar com R$ 33,7 mil, equivalente ao salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, a ministra afirma que “sem sombra de dúvidas” essa situação se assemelha ao trabalho escravo.

O caso foi revelado pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Em entrevista à rádio CBN, a Luislinda confirmou o pedido e disse que, como ministra tem “representatividade” e precisa se apresentar “trajada dignamente”.

“Eu, como desembargadora aposentada, posso botar um chinelinho simples e ir a qualquer lugar. Mas como ministra de Estado, não posso fazer isso. Eu tenho uma representatividade. Não de luxo, mas de pelo menos me apresentar trajada dignamente. É cabelo, é maquiagem, é perfume, é roupa, é sapato, é alimentação. Porque, se eu não me alimentar, eu vou adoecer e, aí, vou dar trabalho para o Estado. É tudo isso que tem que ter”.

Seguiu: “Então, eu pedi, formulei o pedido, como qualquer pessoa que se achar no direito pode requerer. Estou com um salário aqui, neste mês, de R$ 2.700. Para uma responsabilidade que se tem”, disse antes Luislinda Valois.

No pedido, a Luislinda justificou que por causa da regra do teto constitucional seu salário de ministra cai para R$ 3.292 brutos. O de desembargadora, de R$ 30.471,10, é preservado (o somatório dos dois, o que ela recebe, equivale justamente ao teto).

Como ministra, ela tem direito a carro com motorista, jatinho da FAB, cartão corporativo e imóvel funcional. A ministra diz que não pode ficar sem receber pelo trabalho no governo, caso contrário, seria trabalho escravo.

“Eu fiz uma alusão, uma simbologia (ao trabalho escravo), porque todo trabalho que se executa e que não tem as respectiva remuneração, ele não é correto, ele não é um trabalho legal” , disse Luislinda.

MPPE recomenda transparência sobre ausência de emendas parlamentares na Câmara de Paudalho

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de Paudalho, expediu recomendação à Presidência da Câmara Municipal para que adote medidas voltadas à transparência no exercício orçamentário 2025/2026. De acordo com o documento, a Casa Legislativa deve dar publicidade, no Portal da Transparência, ao fato de que não houve apresentação, aprovação […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de Paudalho, expediu recomendação à Presidência da Câmara Municipal para que adote medidas voltadas à transparência no exercício orçamentário 2025/2026.

De acordo com o documento, a Casa Legislativa deve dar publicidade, no Portal da Transparência, ao fato de que não houve apresentação, aprovação ou encaminhamento de emendas parlamentares individuais no período. Para isso, o MPPE recomendou a publicação de nota explicativa no prazo de 15 dias.

A Promotoria também orientou que o Portal da Transparência esteja tecnicamente preparado para receber e divulgar, de forma imediata, eventuais futuras proposições de emendas. Caso haja movimentação, deverão constar obrigatoriamente informações como identificação da origem e autoria, objeto detalhado, execução financeira, rastreabilidade dos recursos e mecanismos de controle de resultados.

O Ministério Público ainda recomendou a manutenção de dados em formato aberto, bem como a preservação das ferramentas de exportação já disponíveis no portal, assegurando a possibilidade de download em formatos estruturados, como CSV, JSON e XML, contemplando todos os campos técnicos exigidos.

A recomendação é assinada pelo promotor de Justiça Carlos Eduardo Domingos Seabra e foi publicada no Diário Oficial do Estado em 5 de fevereiro de 2026.

Ato alerta para risco de privatização do Banco do Nordeste

Um ato na próxima semana na Câmara de Vereadores de Sertânia vai alertar a sociedade para o risco de privatização do Banco do Nordeste. A ideia é reunir prefeitos, promotores, bancários, vereadores e representantes de outros setores da sociedade para a manifestação. É uma Frente em defesa do BNB. A ideia surgiu dos rumores que […]

Um ato na próxima semana na Câmara de Vereadores de Sertânia vai alertar a sociedade para o risco de privatização do Banco do Nordeste. A ideia é reunir prefeitos, promotores, bancários, vereadores e representantes de outros setores da sociedade para a manifestação. É uma Frente em defesa do BNB.

A ideia surgiu dos rumores que aumentaram de que o governo federal cogita privatizar o banco. Há ainda a possibilidade de que o banco seja incorporado ao Banco do Brasil.

Segundo funcionários do BNB, os rumores de privatização aumentaram nos últimos dias. O banco tem um papel determinante de fomento no desenvolvimento da região Nordeste para o campo e também no empreendedorismo para micro e pequenos empresários.

Segundo o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto a preocupação também chegou ao Sindicato dos Bancários do Estado. “Conversei com Suzileide Rodrigues, Presidente do Sindicato. Há movimentação clara para reordenamento de despesas”. Segundo ele, todos os cenários apontam para enfraquecimento do banco.

Em Petrolina, leitor cola tecla de urna e mesária é presa por fotografar

Em Pernambuco, sete pessoas foram presas; vandalismo em Petrolina e boca de urna foram destaques entre as ocorrências. Da Folha PE Um caso de vandalismo em Petrolina, no Sertão, foi uma das ocorrências que mais chamou a atenção em Pernambuco neste domingo (28), dia de votação de segundo turno das eleições no Brasil. Um eleitor […]

Em Pernambuco, sete pessoas foram presas; vandalismo em Petrolina e boca de urna foram destaques entre as ocorrências.

Da Folha PE

Um caso de vandalismo em Petrolina, no Sertão, foi uma das ocorrências que mais chamou a atenção em Pernambuco neste domingo (28), dia de votação de segundo turno das eleições no Brasil. Um eleitor colou na urna, com supercola, o número de um dos candidatos, e a urna teve que ser trocada.

Uma mesária de uma outra seção, identificada como Daniele Barbosa, veio fotografar a situação. Ela foi orientada a não fazer, porque estava divulgando nas redes sociais como sendo uma fraude, o que não estava ocorrendo. Por isso, foi presa e encaminhada para a delegacia, onde foi lavrado o termo de ocorrência para a juíza apreciar.

Ocorrências

No Brasil, o segundo turno das eleições neste domingo (28) já teve 221 ocorrências, das quais 104 foram prisões. Os dados foram divulgados no balanço das 15h do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que apenas em Pernambuco já houve sete prisões até agora.

Pela manhã, houve prisões nos municípios de Bonito e Gravatá. No início da tarde, em Petrolina, Mirandiba e Ipojuca, houve cinco prisões, em seções distintas, todas elas por boca de urna.

O caso de Mirandiba também foi registrada a tentativa de fotografar a urna durante a votação e o eleitor foi preso. Em Ipojuca, os cinco eleitores foram presos por boca de urna, tentando cooptar votos no dia da eleição. Em Pernambuco, até o momento foi registrado um total de sete presos, sendo uma mesária. Os casos de Gravatá e Mirandiba foram apenas detenção.

Luciano Duque cobra diálogo a Márcia. “Não se faz política com assessor em grupo de WhattsApp”

Parlamentar questionou falta de discussão da gestora com bloco governista, defendeu Cleonice Maria e disse estar muito preocupado. “Eu não vejo esse diálogo acontecer em Serra Talhada” Fim da trégua: o Deputado Estadual Luciano Duque disse ao comunicador Francys Maya na Vilabella FM que falta diálogo à prefeita Márcia Conrado na discussão para 2024. Perguntado […]

Parlamentar questionou falta de discussão da gestora com bloco governista, defendeu Cleonice Maria e disse estar muito preocupado. “Eu não vejo esse diálogo acontecer em Serra Talhada”

Fim da trégua: o Deputado Estadual Luciano Duque disse ao comunicador Francys Maya na Vilabella FM que falta diálogo à prefeita Márcia Conrado na discussão para 2024.

Perguntado se estarão juntos em 2024, Duque disse que só trata 2024 em 2024.  “Tá longe. Deixa as especulações continuarem. Eu sou grupo e dentro do grupo vamos discutir todos nós o caminho”.

Duque defendeu a presidente do PT, Cleonice Maria, que se colocou no debate interno do partido para 2024.  “Fui acusado de lançar a candidatura de Cleonice Maria. É um direito dela. Foi conversar comigo e externou a insatisfação com o governo Márcia. De fato, tá insatisfeita. Não vou discutir motivos. Cabe à prefeita conversar, chamar , dialogar. Ela é a presidente do partido do qual ela é candidata a prefeita”.

Em outro momento, seguiu: “quem quer ser candidato tem que sentar com as pessoas e dialogar e principalmente com a presidente do PT, do partido dela. Se não dialogar, ela vai dialogar com quem? Quem conhece o PT sabe como funciona. Ela foi uma escolha de consenso na eleição passada, e hoje Cleonice está insatisfeita e tá colocando a insatisfação dela. Chama Cleonice pra conversar, dialogar. E não é porque o marido dela foi demitido. Ele foi convidado agora pro Ministério porque é um grande quadro, reconhecido na cultura brasileira”.

Sobre necessidade de diálogo: “O exercício da política coloca na nossa frente a capacidade de dialogar e não perder nunca esses caminhos. Eu sempre fui de diálogo, com contra, a favor, e Márcia é resultado disso. Porque eu consegui juntar a maior frente da historia de Serra Talhada e fizemos dela a prefeita com a maior vitória , com 17 mil votos de frente. Foi fruto de muito diálogo. Não foi fruto de uma decisão de Márcia nem esse resultado foi Márcia, foi de um grupo político e esse grupo politico tem que voltar a discutir, a sentar”. Deu exemplo das candidaturas de vereadores no bloco, num cenário muito mais difícil. “Se não houver diálogo a  coisa fica muito difícil”.

E reclamou: “eu não vejo esse diálogo acontecer em Serra Talhada. Estou muito preocupado e volto a dizer: tô pronto pra dialogar, pra construir, e pra ajudar. agora, Não existe politica sem conversa nem diálogo. Não é com conversa de assessor em WhattsApp que se ganha eleição”. A fala foi endereçada à prática do assessor César Kayke.

Perguntado se estará com Márcia, disse: “Ela que tem que responder se eu estarei com ela. E 24 se trata em 24. Espero construção de um dialogo efetivo com todo o grupo do qual eu faço parte, um dialogo franco e aberto, não trincado, monitorado por auditor ou assessor. Jogo sujo não permito. Tão jogando sujo. Não basta ser amiga de Lula, não basta de ser amiga de Raquel. Ela tem que ter um projeto. Qual o caminho que ela quer para Serra Talhada?” – questionou.

Ouça a polêmica e forte fala de Luciano Duque: