Armando e João com agenda intensa no fim de semana
Por Nill Júnior
Litoral, Zona da Mata, Agreste e Região Metropolitana. Este é o destino de Armando Monteiro (PTB) e João Paulo, candidatos a governador e a senador, desta sexta-feira (1º) até segunda (4). A caravana da coligação Pernambuco Vai Mais Longe percorre cinco municípios, entre caminhadas, lançamentos de candidaturas e inaugurações de comitês.
Armando e João estão no início da noite desta sexta-feira (1º) em Tamandaré, no Litoral Sul. Os candidatos ao governo do Estado e ao Senado participam de uma caminhada às 18h30, com concentração na Praça Estrela do Mar. Na sequência, inauguram o comitê da candidata à Assembleia Legislativa Sueli Merêncio (PTB).
Ainda nesta sexta, Armando e João estarão em Camocim de São Félix, no Agreste, onde se reúnem com lideranças políticas da região, na casa do prefeito Uilson de Teté, também do PTB. Os candidatos também participaram da tradicional Festa de João Pedro.
No sábado (2), é a vez do Recife e de São Bento do Una, no Agreste Meridional. Na capital, Armando prestigia o vereador olindense Marcelo Santa Cruz (PT), que lança sua candidatura na Boa Vista, no Centro. Mais tarde, o senador licenciado segue para São Bento do Uma com João Paulo, onde se reúnem com lideranças locais a convite do candidato a deputado estadual Washington Cadete (PTB). Ainda no município agrestino, Armando e João participam da irreverente Festa da Galinha.
O domingo (3) está reservado para uma grande caminhada na Zona Norte do Recife. Com concentração marcada para as 9h, na Rua Japaranduba, em Água Fria, o evento deve arrastar milhares de pessoas ao lado de Armando.
SEGUNDA – A próxima parada de Armando será no Agreste. Na segunda-feira (4), o candidato começa o dia às 8h, com caminhada na feira livre de Riacho das Almas. Depois, o petebista concede entrevista a uma rádio de Caruaru, às 11h. O comércio da Capital do Forró também está na rota do candidato, com uma caminhada marcada para as 14h, com concentração na Rua Djalma Dutra.
Às 19h, de volta ao Recife, Armando terá uma sabatina no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação.
O Centro de Educação Comunitária Rural – CECOR está concluindo o trabalho de implementação de 40 tanques de pedra e 200 abrigos de armazenamento nos municípios de Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde, Flores e Carnaíba, no Sertão do Pajeú, em Pernambuco. O tanque de pedra (ou caldeirão) e os abrigos de armazenagem que estão […]
O Centro de Educação Comunitária Rural – CECOR está concluindo o trabalho de implementação de 40 tanques de pedra e 200 abrigos de armazenamento nos municípios de Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde, Flores e Carnaíba, no
Sertão do Pajeú, em Pernambuco.
O tanque de pedra (ou caldeirão) e os abrigos de armazenagem que estão sendo implementados são tecnologias sociais que fazem parte do Projeto Pernambuco Mais Produtivo – PMP, parceria MDS/Governo do Estado, executado pelo CECOR junto às famílias rurais de aproximadamente 170 comunidades nos quatro municípios, alcançando em média 600 famílias.
A instituição está implementando ainda estruturas para hortas e criação de pequenos animais (como galinhas e bodes) nos municípios de Serra Talhada, Sertânia, Custódia e Afogados da Ingazeira, onde foram construídas 212 cisternas calçadão através do Projeto PMP.
Tanque de pedra ou caldeirão – É uma tecnologia comum em áreas de serra ou onde existem lajedos, que funcionam como área de captação da água de chuva. São fendas largas, barrocas ou buracos naturais, normalmente de granito. O volume de água armazenado vai depender do tamanho e da profundidade do tanque. Para aumentar a capacidade, são erguidas paredes na parte mais baixa ou ao redor do caldeirão natural, que servem como barreira
para acumular mais água. É uma tecnologia de uso comunitário. A água armazenada é utilizada para o consumo dos animais, plantações e os afazeres domésticos.
Abrigos de Armazenagem: pequenas casas de alvenaria (medindo 5 m x 2,5 m) que servirão para estocagem da produção. Esta demanda surgiu a partir do uso dos calçadões como terreiros de secagem de grãos.
Apesar das unidades de saúde contarem com estoque suficiente para vacinar o público-alvo (pessoas entre 20 e 29 anos) contra o sarampo, a Secretaria Municipal de Saúde montou uma estratégia de ir em busca das pessoas. Nesta sexta, profissionais de saúde “estacionaram” próximo ao cruzamento das ruas Manoel Borba e Barão de Lucena, com foco […]
Apesar das unidades de saúde contarem com estoque suficiente para vacinar o público-alvo (pessoas entre 20 e 29 anos) contra o sarampo, a Secretaria Municipal de Saúde montou uma estratégia de ir em busca das pessoas. Nesta sexta, profissionais de saúde “estacionaram” próximo ao cruzamento das ruas Manoel Borba e Barão de Lucena, com foco no atendimento de comerciantes, comerciários e clientes que frequentam as inúmeras lojas do entorno.
Com o apoio do CDL-Afogados na mobilização, o dia foi bastante produtivo, com 178 pessoas imunizadas contra o sarampo. Neste Sábado (23), a campanha aporta na praça de alimentação, no mesmo horário (de 8h às 13h), para imunizar o público que vem à feira de Afogados.
“Nesses dois dias o nosso objetivo é mobilizar os comerciários, visto que muitos não tem tempo de procurar uma unidade de saúde, tendo em vista o horário de trabalho. Então nós decidimos vir até eles,” destacou Madalena Brito, coordenadora da vigilância municipal em saúde.
Lembrando que a campanha de vacinação contra o sarampo, em sua segunda etapa, segue nas unidades de saúde até o próximo dia 30 de novembro. “Essa busca ativa é uma estratégia que vem dando certo, haja vista que na primeira etapa da vacinação contra o sarampo, direcionada a crianças entre zero e seis anos, nós ultrapassamos as metas preconizadas pelo ministério da saúde para Afogados da Ingazeira,” informou o Secretário de Saúde, Artur Amorim.
Sem querer ser o supra sumo da verdade, mas como quem há 15 anos milita nesse pedaço do mundo chamada blogosfera, hoje cabe uma reflexão. O que deveria ser um universo de independência, que sirva à sociedade na ponta, ao leitor e não aos interesses de quem já tem e não se contenta com o […]
Sem querer ser o supra sumo da verdade, mas como quem há 15 anos milita nesse pedaço do mundo chamada blogosfera, hoje cabe uma reflexão.
O que deveria ser um universo de independência, que sirva à sociedade na ponta, ao leitor e não aos interesses de quem já tem e não se contenta com o poder, está virando o contrário.
Blogueiros, somados às novas figuras dos digitais influencers, alguns portais, tem sucumbido cada vez mais à venda de conteúdo editorial, no lugar de oferecer espaços para quem quiser aproveitar sua audiência e oferecer seus produtos e serviços. E isso é terrível.
Basta ver as manchetes quando o tema é política: “Zé ganha cada vez mais protagonismo no Agreste”; “Maria promete surpreender no Sertão”, “Nara é a voz da esperança não sei aonde”. Fico me perguntando se esse pessoal acha que a opinião pública cai nessa. Fora o cordão dos puxa-sacos que compartilham a matéria, qualquer leitor com o mínimo juizo crítico vai entender naquele conteúdo um chapa branquismo de dar náuseas.
Assim como no rádio há uma percepção de quem está vendendo a alma ao diabo, no que a política tenta se aproveitar muito bem, nos blogs, a cada dia mais profissionais aderem a essa filosofia do “pagou, calou”. Por isso, no meio a tantos, poucos ganham de fato protagonismo e respeito. É comum olhar o profissional e já dizer: “esse come de fulano”. Que feio!
O jornalismo se impõe pela condição que deveria ser inatacável de servir ao cidadão, de ter um propósito social, na luta por bandeiras republicanas, e não esse jogo caça níqueis sem pudor, na cara limpa e lisa.
Quem escreve aqui, repito, certamente tem defeitos a fole, mas nunca condicionou a oferta de espaços institucionais a veto de conteúdo. “Não negociamos linha editorial”, é o mantra que se repete a cada solicitação de tratativa.
Um exemplo: todas as recomendações ou decisões de TCE, recomendações ou ações de MP ou MPCO, do judiciário são publicadas, não importa contra quem. Claro, o recomendado ou condenado tem direito ao contraditório. Mas nunca ao veto. Não é o que ocorre no estado a depender do veículo.
Da mesma forma oferece espaços a quem milita na oposição onde quer que seja. Claro, há uma proporção editorial entre quem ocupa cargos e quem milita no campo que questiona. Mas não deve existir fechar de porta. Há quase um decreto em alguns quando fecham determinadas parcerias. “A partir de agora declaro só falar a favor de fulano. E revogam-se as disposições em contrário”.
No mais, o espaço à sociedade deve ser sagrado para a pauta cidadã, como no “Internauta Repórter” aqui criado, nas redes sociais e até para o questionamento, desde que republicano, ao próprio blog.
A ótica é justamente essa: quão mais buscar ser ético, responsável jornalisticamente, na defesa de causas e não necessariamente de agentes públicos, ser a favor da vida, de mais emprego, saúde, habitação digna, saneamento, distribuição de renda, acesso a água, combate à corrupção, mais respeito se conquista. E respeito é também a chave para condições dignas de trabalho, que são consequência e não origem da questão.
Não esqueço de um episódio: estando em Brasília, a pedido de um tio que visitei, fui ao encontro de um sertanejo que morava lá há alguns anos. Soube que eu estava lá e pediu ao tio que me levasse de todo jeito. Veio agradecer a mim pela morte da mãe. Isso mesmo, pela morte da sua mãe.
Explico: a mãe estava em leito de morte em uma unidade hospitalar da região. A Direção havia informado à família que, como era de rede complementar, não podia ficar com a paciente pelo alto custo do tratamento e que iria dar uma espécie de alta forçada para ela morrer em casa. A condição da família era precária e não permitia abrigar a mãe com a dignidade de ter ao menos medicamentos que aliviassem dor e sofrimento. Eles não permitiram e me acionaram.
Consegui o contato do Diretor e disse que, ou se decidia pela manutenção da senhora com os acompanhantes e suporte clínico digno, ou em até cinco minutos eu contaria toda a história com detalhes, escancarando o nome da empresa.
A Direção mudou de ideia e a senhora teve uma morte digna, pelo que o filho me agradeceu com um forte abraço, aos prantos. Um detalhe sobre a unidade: era um dos melhores contratos da Rádio Pajeú. Mas não valia a dignidade daquela senhora. No jornalismo, há valores que não se negociam…
A foto é da ordenação do sacerdote sertanejo de Afogados da Ingazeira, Mateus Henrique Ataíde da Cruz, no último domingo, na Basílica de São Pedro, Roma. Na parte final da transmissão, chamou atenção um rápido diálogo entre Mateus e o Papa Francisco, que presidiu celebração e ordenação. Em, seguida, Mateus abençoa o Sumo Pontífice. Falei […]
A foto é da ordenação do sacerdote sertanejo de Afogados da Ingazeira, Mateus Henrique Ataíde da Cruz, no último domingo, na Basílica de São Pedro, Roma. Na parte final da transmissão, chamou atenção um rápido diálogo entre Mateus e o Papa Francisco, que presidiu celebração e ordenação. Em, seguida, Mateus abençoa o Sumo Pontífice.
Falei pouco depois da celebração com o Mateus, muito feliz e emocionado. Ele comentou a imagem ao fim da celebração. “A primeira benção sacerdotal é muito especial. Geralmente é dada a alguém da família. mas pela pandemia eu não pude receber meus pais. Perguntei se ele aceitava receber. E ele aceitou”.
Chamou atenção a homilia do Papa, destacando o serviço a que deve se prestar o sacerdote. Disse que o padre não deve se apegar à carreira, bens ou administração. Tem que primar pelo serviço ao povo. “Parar e dar um tempo para ouvir os que querem partilhar”.
“Não esqueço um padre que passou a administrar. Um senhor funcionário idoso cometeu um erro. Ele o demitiu sumariamente e pouco depois, triste e desolado, esse homem morreu. Ele não agia mais como padre, mas como administrador”, contou o Santo Padre.
Mateus já celebrou sua primeira missa ontem. E em breve vem com o cardeal de sua Diocese à região. Aproveitei por telefone e pedi sua benção no que fui prontamente atendido. Não é toda vez que temos alguém que praticamente vimos crescer sendo ordenado pelo papa.
Por André Luis Na última quinta-feira (3), o vereador Edson Henrique (PTB), único parlamentar de oposição na Câmara de Afogados da Ingazeira, foi convidado para uma entrevista no programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú. Durante a conversa, Edson avaliou o trabalho do legislativo local, abordou os desafios enfrentados como oposição, discutiu a relação […]
Na última quinta-feira (3), o vereador Edson Henrique (PTB), único parlamentar de oposição na Câmara de Afogados da Ingazeira, foi convidado para uma entrevista no programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú.
Durante a conversa, Edson avaliou o trabalho do legislativo local, abordou os desafios enfrentados como oposição, discutiu a relação entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo, destacou a importância das emendas impositivas e trouxe à tona as principais demandas da população e suas esperanças para o futuro de Afogados.
Edson Henrique iniciou a entrevista mencionando os desafios que enfrenta como o único vereador de oposição na Câmara. Ele destacou que, embora as divergências sejam naturais devido às diferentes convicções dos vereadores, é essencial que haja convergência para melhorar as ações do legislativo e do executivo municipal.
O vereador ressaltou a importância das emendas impositivas como um mecanismo que permite aos vereadores se aproximarem da população. Entretanto, lamentou que, ao longo de quase três anos de mandato, o Poder Executivo não tem respeitado nem executado essas emendas, o que afeta negativamente a notoriedade da Câmara e dos vereadores. Ele enfatizou que essa questão vai além de partidos políticos e afeta todos os vereadores e, principalmente, a população.
“Nós sabemos que, diante de todos os mecanismos que a Câmara e os vereadores têm como prerrogativa, as emendas impositivas são o que considero mais importante. As emendas impositivas são um mecanismo pelo qual o vereador pode se aproximar da população”, informou Edson.
“Já se passaram dois anos e 11 meses de mandato, e estamos caminhando para o terceiro ano de mandato. O que temos observado, infelizmente, é que o Poder Executivo não tem respeitado nem executado as emendas impositivas dos vereadores. Isso automaticamente ofusca os trabalhos da Câmara e dos vereadores”, lamentou o vereador lembrando que o descumprimento das emendas impositivas pode configurar casos de improbidade administrativa.
Em relação às demandas da população, o vereador mencionou a necessidade de investimentos na conclusão do saneamento básico, melhoria das estradas rurais, segurança pública, valorização dos servidores públicos e a criação de um centro especializado para pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Ele ressaltou a importância de ouvir ativamente a comunidade e tomar medidas para atender às suas necessidades.
Provado por uma ouvinte a manifestar a sua visão com relação ao debate recente que surgiu na Câmara com relação à tradição dos bacamarteiros e com relação aos fogos de artifício com estampido, o vereador se mostrou favorável à manutenção da tradição dos bacamarteiros desde que haja um local adequado para suas apresentações, a fim de evitar prejuízos à comunidade.
Com relação aos fogos com estampido, Edson Henrique informou que está elaborando um projeto de lei para proibir o uso dos artefatos, considerando o impacto negativo que esses dispositivos têm sobre pessoas sensíveis e animais.
Por fim, quanto ao futuro de Afogados da Ingazeira, Edson Henrique expressou seu desejo de que a cidade possa se desenvolver com independência e alternância de poder, garantindo que a população tenha voz ativa na política. Ele espera que as eleições futuras escolham candidatos capacitados e responsáveis, comprometidos com o crescimento e desenvolvimento do município e o bem-estar de seus cidadãos.
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