Prefeito Sebastião Dias e Flavio Marques cumprem agenda positiva no Recife
Por Nill Júnior
O Prefeito do município de Tabira, Sebastião Dias esteve com o Secretário de Administração, Flávio Marques em Recife visitando órgãos e instituições do Governo do Estado.
No primeiro compromisso do dia a comitiva tabirense se reuniu com o Comandante Geral da PMPE, Coronel Antônio Francisco Pereira Neto, para tratar da assinatura do Convênio do Trânsito Municipal entre a Prefeitura e a Polícia Militar de Pernambuco, bem como a reabertura do Posto Policial do Povoado de Borborema.
Em seguida o prefeito e o secretário estiveram na Empresa Pernambucana de Transportes Intermunicipal – EPTI. No encontro foi discutida a situação do Terminal Rodoviário de Tabira que se encontra em péssimo estado, com documentos comprobatórios da atual situação do terminal rodoviário.
A presidenta da EPTI, Luciana Nóbrega, garantiu que a sua equipe de engenharia estará na próxima segunda-feira dia 11 visitando o terminal para fazer o levantamento da situação física, bem como realizar uma intervenção emergencial de parte do teto. Segundo a presidenta da empresa no 2º semestre o terminal será requalificado.
O secretário Flávio Marques saiu do encontro satisfeito com a promessa e acredita que a reivindicação da gestão será atendida. “Pelo que percebi e senti na nossa reunião que existe, pelo menos da presidenta, uma disponibilidade e boa vontade para nos atender”, afirmou o secretário.
O prefeito Sebastião Dias também corroborou afirmando que espera providências urgentes para solucionar o problema.
Por André Luis – Jornalista do blog Enquanto milhões de brasileiros seguem enfrentando desemprego, filas no SUS, falta de moradia e escolas sucateadas, um grupo de parlamentares resolveu parar o Congresso Nacional para protestar… por causa de Jair Bolsonaro. Isso mesmo. Paralisam o país em nome de um réu por tentativa de golpe de Estado, […]
Enquanto milhões de brasileiros seguem enfrentando desemprego, filas no SUS, falta de moradia e escolas sucateadas, um grupo de parlamentares resolveu parar o Congresso Nacional para protestar… por causa de Jair Bolsonaro. Isso mesmo.
Paralisam o país em nome de um réu por tentativa de golpe de Estado, alguém que desrespeitou as regras da própria prisão domiciliar e que, como mostra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, continua afrontando as instituições democráticas.
A palavra certa para isso? Palhaçada.
Esses parlamentares de oposição dizem estar preocupados com o “pacote da paz”. Mas é uma paz fajuta, que só serve aos próprios interesses. Pedem anistia para quem quebrou, destruiu, invadiu e tentou rasgar a Constituição no 8 de janeiro — um verdadeiro atentado contra a democracia. É de uma incoerência brutal: onde estavam esses defensores da liberdade quando milhares de brasileiros morriam asfixiados na pandemia, enquanto o governo Bolsonaro promovia cloroquina, zombava de vacinas e debochava de caixões fechados?
Não vimos protestos, não vimos “esparadrapos na boca”, nem falas indignadas na tribuna diante do caos sanitário. Mas bastou a tornozeleira apertar no tornozelo do “mito” que, como num passe de mágica, se lembraram de obstruir votações importantes. O Brasil sangrava, e eles aplaudiam o capitão. Agora que a Justiça começa a funcionar, resolveram gritar por liberdade. Liberdade para quê? Para continuar acima da lei?
Pior ainda é a hipocrisia de atacar o foro privilegiado, quando o próprio grupo faz de tudo para blindar Bolsonaro da Justiça comum. Querem o fim do foro? Que comece com o ex-presidente! Ou será que o discurso só vale quando é conveniente?
Enquanto o povo paga impostos, enfrenta a carestia e tenta sobreviver à violência e ao desemprego, deputados e senadores se reúnem para fazer teatrinho no plenário, com esparadrapo na boca e cartazes. Uma cena digna de vergonha alheia.
O Congresso deveria ser casa do povo, não palco de espetáculo grotesco em defesa de interesses privados. É inaceitável ver parlamentares transformando uma instituição da República em bunker de proteção para um homem que desrespeitou a democracia do começo ao fim de seu governo — e que, agora, mesmo fora do cargo, continua desafiando as regras.
Bolsonaro está em prisão domiciliar porque violou medidas judiciais, não porque alguém está perseguindo um “coitadinho”. Ele participou de ato ilegal, usou redes sociais por meio de terceiros, descumpriu as ordens da Justiça e agora seus aliados querem jogar o país no caos como resposta.
Não aceitam o resultado das urnas, não aceitam o papel do Judiciário, não aceitam a Constituição. Querem um país onde vale a força, o grito e a desordem — desde que sirva ao seu líder. Um país onde o Congresso é paralisado por capricho. Um país onde a democracia é apenas um detalhe inconveniente.
Isso não é oposição, é sabotagem. É a prova cabal de que o que move esse grupo não é o bem do Brasil, mas a defesa do próprio umbigo — e de um projeto autoritário e falido.
Chega dessa encenação. O povo brasileiro merece seriedade.
A Prefeitura Municipal de Serra Talhada, através da Secretaria de Saúde do Município, apresentou para autoridades municipais, funcionários públicos, lideranças comunitárias e diversos outros seguimentos da sociedade, o Plano de Mobilização para intensificação das ações de vigilância e controle do vetor transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. O evento aconteceu na manhã desta quinta-feira, […]
A Prefeitura Municipal de Serra Talhada, através da Secretaria de Saúde do Município, apresentou para autoridades municipais, funcionários públicos, lideranças comunitárias e diversos outros seguimentos da sociedade, o Plano de Mobilização para intensificação das ações de vigilância e controle do vetor transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. O evento aconteceu na manhã desta quinta-feira, 10, no Plenário Vereador Manoel Andrelino Nogueira, na Câmara de Vereadores da cidade.
Participaram da solenidade e da composição da mesa do evento representantes de diversas entidades e autoridades municipais, como a Secretária de Saúde Márcia Conrado, o Secretário Executivo de Saúde, Aron Lourenço, a Primeira-dama Karina Rodrigues, o Prefeito Luciano Duque, e políticos locais como os vereadores Paulo Melo, Marcos Oliveira e Manoel enfermeiro, e o vice-presidente da Câmara de Vereadores, Sinézio Rodrigues, representando o presidente da casa.
Além deles, a presença da líder comunitária Chica Bezerra, do representante da Câmara dos Dirigentes Lojistas, Everaldo de Melo, da representante da XI Gerencia Regional de Saúde, Tatiane de Sá, foram primordiais para o fortalecimento da ação. Também estavam presentes vários secretários municipais e agentes de saúde da cidade.
Durante sua fala, a líder comunitária Chica Bezerra pediu a união de todos na luta contra o mosquito transmissor de doenças. Já o representante da CDL Everaldo de Melo, destacou a importância de todos os setores da sociedade no combate ao aedes aegypti. Tatiane de Sá, que falava pela Geres, afirmou que “o plano de mobilização só vem complementar e renovar todas as ações que vem sendo realizadas pela Prefeitura de Serra Talhada”.
Márcia Conrado e Aron Lourenço, Secretária e Secretário Executivo de Saúde, reiteraram que o Plano de Mobilização busca conscientizar e movimentar a sociedade para realizar um grande mutirão contra o vírus que vem se alastrando no estado e as graves consequências provocadas por esse mosquito transmissor de doenças.
O prefeito Luciano Duque, falou sobre o assunto e fez um chamamento durante seu discurso. “Esse não é um problema do governo, é um problema da sociedade, e estamos aqui para ser parceiros da sociedade, para que em parceria possamos eliminar essa epidemia da nossa realidade e do nosso futuro”, disse Duque.
do Diário de Pernambuco “Devido as condições climáticas nós vamos aguardar e chamar novamente”. Essas foram uma das últimas palavras ditas pelo co-piloto do avião Cessna 560XL, que transportava o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos. A gravação, divulgada pela Rede Globo, comprova que o co-piloto buscou informações sobre o tempo e confirmou que iria arremeter. […]
“Devido as condições climáticas nós vamos aguardar e chamar novamente”. Essas foram uma das últimas palavras ditas pelo co-piloto do avião Cessna 560XL, que transportava o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos. A gravação, divulgada pela Rede Globo, comprova que o co-piloto buscou informações sobre o tempo e confirmou que iria arremeter.
A aeronave decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e se dirigia ao Aeroporto de Guarujá, em São Paulo. No momento em que a aeronave se preparava para o pouso, arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato. O áudio mostra que, após a arremetida, a base aérea tentou por dez vezes contato com a cabine mas não obteve sucesso.
No aeródromo, componentes da base aérea e membros do PSB, que aguardavam a chegada da comitiva, foram informados que o avião estava desaparecido. Devido o mau tempo, uma busca visual foi descartada. A queda ocorreu em Santos, no litoral paulista, por volta das 10h, atingindo residências do bairro Boqueirão.
De acordo com o Tribunal, notificação foi emitida após denúncia de um fiel que estava presente na pregação Do JC Online O bispo-auxiliar da Arquidiocese de Olinda e Recife, Limacêdo Antonio da Silva, foi notificado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) para que “se abstenha de fazer propaganda eleitoral de qualquer natureza (direta ou […]
De acordo com o Tribunal, notificação foi emitida após denúncia de um fiel que estava presente na pregação
Do JC Online
O bispo-auxiliar da Arquidiocese de Olinda e Recife, Limacêdo Antonio da Silva, foi notificado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) para que “se abstenha de fazer propaganda eleitoral de qualquer natureza (direta ou indireta) em benefício de quaisquer dos candidatos em templos religiosos”. O documento, emitido nessa quinta-feira (25), é assinado pelos juízes da Propaganda Eleitoral do Recife Dr. Heraldo José dos Santos, Dr. André Vicente Pires Rosa e Dr. Flávio Augusto Fontes de Lima.
A denúncia, por meio do aplicativo Pardal, ocorreu após homilia na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Olinda, na segunda-feira (22). Em um vídeo, que teria sido gravado durante a celebração, o bispo fala sobre não votar “em quem defende a tortura”. “Quem viveu a ditadura não vota em quem defende”, afirmou Limacêdo.
“A gente não pode votar em quem defende a tortura, minha gente. Se defender a tortura, não está defendendo o respeito à vida. Pode até dizer que defende a vida, mas na prática não defende. Defender a vida é defender políticas públicas para que as pessoas possam estudar, ter acesso a universidades”, disse o bispo.
De acordo com o assessor-chefe da Corregedoria Regional Eleitoral, Orson Santiago Lemos, não é a primeira vez que isso acontece em Pernambuco. No primeiro turno, outras notificações sobre propaganda eleitoral foram emitidas.
“O Paulo Garcia [arcebispo de Igreja Episcopal Carismática], o Padre Evilásio, do Pina, também foram [notificados]. A Faculdade de Direito do Recife também. Se trata de um atendimento a uma denúncia de um fiel da igreja onde ele fez a pregação, que entendeu a fala dele como propaganda política”, afirmou Orson. Garcia foi notificado por usar slogans de Bolsonaro em suas pregações.
Lemos explicou que a notificação não gera abertura de processo. “A postura do TRE é a de notificar para que ele se abstenha de fazer comentários políticos em suas pregações, pois isso pode ser entendido como propaganda eleitoral, o que é crime. Mas essa notificação não gera abertura de processo, é apenas uma advertência”, esclareceu.
A Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de Olinda e Recife confirmou o recebimento da notificação por dom Limacêdo. Segundo a instituição, o religioso não citou o nome de nenhum presidenciável em seu discurso.
Correspondente da Globo Leonardo Monteiro recebeu soco no estômago e foi empurrado. g1 Ao fim da cúpula do G20, enquanto outros governantes davam entrevistas coletivas, o presidente Jair Bolsonaro saiu para encontrar apoiadores perto da embaixada brasileira, no centro de Roma. O presidente tratou de forma hostil os jornalistas. E os seguranças que estavam ao […]
Correspondente da Globo Leonardo Monteiro recebeu soco no estômago e foi empurrado.
g1
Ao fim da cúpula do G20, enquanto outros governantes davam entrevistas coletivas, o presidente Jair Bolsonaro saiu para encontrar apoiadores perto da embaixada brasileira, no centro de Roma. O presidente tratou de forma hostil os jornalistas. E os seguranças que estavam ao redor dele usaram violência contra quem tentou fazer perguntas.
Ao perguntar o motivo de o presidente não ter participado de alguns eventos do G20 com outros líderes, o correspondente da Globo, Leonardo Monteiro, recebeu um soco no estômago e foi empurrado com violência por um segurança.
A imagem não mostra o momento do soco, por causa da confusão. Antes, o presidente havia sido hostil com o trabalho do repórter.
Leonardo: “Presidente, presidente. O cara tá empurrando, gente. Presidente, por que o senhor não foi de manhã no encontro do G20?”
Bolsonaro: “É a Globo? Você não tem vergonha na cara…”
Leonardo: “Oi, presidente, por que o senhor não foi de manhã nos eventos do G20?”
Bolsonaro: “Vocês não têm vergonha na cara, rapaz.”
Leonardo foi empurrado.
Leonardo: “Ei, ei, ei… o que é isso, tá maluco?”
O repórter Jamil Chade, do UOL, filmou a violência contra os colegas para tentar identificar o agressor, mas o segurança o empurrou, o agarrou pelo braço para torcê-lo, e levou o celular. Instantes depois, o segurança jogou o aparelho num canto da rua. A imagem congela apontando para o céu, com o celular no chão.
Após as agressões, o segurança foi embora e seguiu em direção ao presidente. Não é possível saber se Bolsonaro assistiu às agressões, nem identificar se os agressores eram policiais ou seguranças particulares.
Mais cedo, seguranças e policiais italianos já haviam agido com truculência contra a repórter Ana Estela de Sousa Pinto, do jornal “Folha de S.Paulo”. Um agente que não quis se identificar empurrou a jornalista e disse que ela deveria se afastar do local, que é público. Depois, ela foi empurrada outras três vezes.
E antes mesmo de Bolsonaro chegar à embaixada, uma assistente da Globo que esperava para gravar imagens do presidente foi intimidada e denunciada como “infiltrada” por apoiadores dele. Um jornalista da BBC a socorreu, e ela se afastou dos manifestantes.
Nós pedimos esclarecimentos da embaixada do Brasil em Roma, mas ainda não tivemos resposta.
O jornal “Folha de S.Paulo” divulgou a seguinte nota sobre o ocorrido: “a Folha repudia as agressões sofridas pela repórter Ana Estela de Sousa Pinto e outros jornalistas em Roma, mais um inaceitável ataque da Presidência Jair Bolsonaro à imprensa profissional.”
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) também divulgou nota em que diz que “repudia com veemência e indignação as agressões sofridas por jornalistas brasileiros na cobertura das atividades do presidente Jair Bolsonaro em Roma. A violência contra os jornalistas, na tentativa de impedir seu trabalho, é consequência direta da postura do próprio presidente, que estimula com atos e palavras a intolerância diante da atividade jornalística. É lamentável e inadmissível que o presidente e seus agentes de segurança se voltem contra o trabalho dos jornalistas, cuja missão é informar aos cidadãos. A agressão verbal e a truculência física não impedirão o jornalismo brasileiro de prosseguir no seu trabalho. A ANJ espera que os atos de violência cometidos contra os jornalistas sejam apurados e os culpados, punidos. A impunidade nesse e em outros episódios é sinal de escalada autoritária.”
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) disse, em nota, que “repudia mais esse ataque à imprensa envolvendo a maior autoridade do país. Ao não condenar atos violentos de seus seguranças e apoiadores a jornalistas que tão somente estão cumprindo seu dever de informar, o presidente da República incentiva mais ataques do gênero, em uma escalada perigosa e que pode se revelar fatal. Atacar o mensageiro é uma prática recorrente do governo Bolsonaro que, assim como qualquer outra administração, está sujeito ao escrutínio público. É dever da imprensa informar à sociedade atos do poder público, incluindo viagens do presidente no exercício do mandato. E a sociedade, por meio do art 5º da Constituição, inciso XIV, tem o direito do acesso à informação garantido.”
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