Prefeito de Tabira anuncia ajuste fiscal depois de gastos excessivos com shows
Por Nill Júnior
O Prefeito Sebastião Dias reuniu sua equipe para propor uma reforma administrativa e alguns ajustes serão feitos de forma emergencial, aleando ajuste das contas.
Entre as decisões tomadas e anunciadas à imprensa, a suspensão de licença-prêmio e férias até dezembro, remanejamento de efetivos, redução das despesas com aluguéis em 10%, fim de contratos, redução da carga horária e salário em 50% dos contratos que ainda permanecerem e diminuição de gastos com combustível.
O que fica complicado de entender é, como diante de uma realidade de crise fiscal anunciada, não se economizou com shows, alguns de qualidade duvidosa, como aconteceu no Carnaval, e mais recentemente na Festa de Agosto. No fim, representantes de bandas, empresários e congêneres, saíram de Tabira com dinheiro no bolso. Servidores e contratados, são prejudicados.
Há muito o blog tem defendido por parte dos órgãos de controle mais rigor nas contas de gestões que tem indicativos deficitários no equilíbrio fiscal, e áreas como educação, saúde, saneamento e calçamento.
A política pão e circo – pouco dinheiro para áreas sociais e dinheiro sem falta para eventos públicos – já vem sendo condenada pelos órgãos de controle. Ministério Público de Contas e TCE tem emitido recomendações para combater a prática e já proibiram eventos grandes anunciados em cidades com problemas fiscais. Tabira pode ser a próxima.
Senadores querem protocolar requerimento na terça para cobrar Pacheco; oposição juntou 28 assinaturas, 1 além do necessário Com uma assinatura a mais que o mínimo necessário, a oposição no Senado ainda tenta engrossar com ao menos mais dois nomes o requerimento para criação de uma CPI sobre as suspeitas que envolvem o Ministério da Educação. […]
Senadores querem protocolar requerimento na terça para cobrar Pacheco; oposição juntou 28 assinaturas, 1 além do necessário
Com uma assinatura a mais que o mínimo necessário, a oposição no Senado ainda tenta engrossar com ao menos mais dois nomes o requerimento para criação de uma CPI sobre as suspeitas que envolvem o Ministério da Educação.
A ideia é ter força suficiente para pressionar o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a não segurar a instalação do colegiado, como fez com a CPI da Covid no ano passado, que só foi instalada por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal).
O entendimento é que as suspeitas de interferência do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas investigações ajudaram a aumentar essa pressão sobre o chefe do Senado.
Os oposicionistas também tentam evitar que haja defecções de nomes que já assinaram a lista, como o do senador Alexandre Giordano (MDB-SP), um dos últimos a defender a criação da comissão investigativa.
Ao mesmo tempo, a bancada do governo tenta desidratar as intenções dos opositores sugerindo a instalação de CPI que investigue suspeitas relacionadas aos governos do PT.
A possibilidade de instalação de uma CPI do MEC ganhou força após a prisão, na última quarta-feira (22), do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, suspeito de beneficiar um balcão de negócios de pastores que gerenciava liberação de verbas da pasta.
Até o momento, 28 senadores já assinaram o requerimento para que haja a CPI. O mínimo necessário é 27. A ideia é que o pedido seja protocolado nesta terça-feira (28).
Pacheco tem indicado que vê com ressalvas a instalação de uma comissão sobre o tema. Ele afirmou considerar que a proximidade do período eleitoral “prejudica o escopo de uma CPI”.
Além disso, afirmou que a prisão de Ribeiro foi um “fato relevante”, mas não “determinante” para a abertura da comissão.
Essas falas, porém, foram feitas antes da divulgação de uma escuta em que o ex-ministro afirma à filha ter recebido um telefonema do presidente Jair Bolsonaro no qual o chefe do Executivo teria indicado que haveria busca e apreensão por parte da PF.
No ano passado, Pacheco segurou por mais de dois meses a instalação da CPI da Covid e leu o requerimento apenas após decisão do STF.
Desta vez, ele não deve se posicionar oficialmente a respeito do tema da CPI do MEC até a medida estar protocolada.
Foi anunciada a programação oficial da Festa pelos 103 anos de Louro e 100 de Zé de Catota, em São José do Egito. A programação começa dia 3 e vai até 6 de janeiro. “Nesta edição, nosso homenageado, ao lado do aniversariante, Lourival Batista, é nossa metralhadora de versos, Zé Catota, que neste ano completou […]
Foi anunciada a programação oficial da Festa pelos 103 anos de Louro e 100 de Zé de Catota, em São José do Egito.
A programação começa dia 3 e vai até 6 de janeiro.
“Nesta edição, nosso homenageado, ao lado do aniversariante, Lourival Batista, é nossa metralhadora de versos, Zé Catota, que neste ano completou 100 anos de vida e arte”, diz o poeta Antonio Marinho, um dos organizadores.
As atrações wse dividirão entre o Beco de Zé Rocha, Instituto Lourival Batista, Bodega de Job Patriota e Espaço João Macambira. Na música, destaque para os shows de Radiola Serra Alta, Antonio Marinho, Ednardo Dali, Bia Marinho, Silvério Pessoa, Cátia de França, Ayrton Montarroios, Valdir Teles e Diomedes Mariano, Chico Pedrosa, Aline Paes, Val Patriota e muitos outros.
Dia 3, 19h, haverá Missa do Cantador celebrada pelo Pe. Luisinho, com os cantadores Lázaro Pessoa e Edezel Pereira. No Instituto Lourival Batista, 20h30, Abertura da Mostra Fotográfica Fotografia, um encantamento da alma, por Josimar Matos. E teaser do documentário O silencio da noite é que tem sido testemunha das minhas amarguras, de Petrônio Lorena. Haverá ainda documentário sobre o compositor Zé Dantas, com Direção de Antonio Carrilho e Juliana Lima.
Dentre as palestras, O Aventureiro e o Boêmio, por Raimundo Patriota e Marcos Nunes da Costa. Ainda, recital com Braulio Tavares, lançamento do livro Legado Filosófico de Poetas e Repentistas semianalfabetos, por Antônio José de Lima, palestra A décima na cantoria, por Antonio Carlos Nóbrega e muitas outras atividades.
Veja a programação completa, clicando aqui: Programação
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) defendeu em carta aberta a realização de eleições gerais em 2022. A nota é assinada por seu presidente, Glademir Aroldi. Com isso, defende a entidade, não haveria pleito este ano. Na carta, a CNM considera os inúmeros prazos a serem cumpridos, em atendimento à legislação eleitoral. Ainda o fato de […]
Com isso, defende a entidade, não haveria pleito este ano. Na carta, a CNM considera os inúmeros prazos a serem cumpridos, em atendimento à legislação eleitoral.
Ainda o fato de que atualmente 1.313 prefeitos em exercício têm mais de 60 anos e, destes, 1.040 têm o direito de concorrer à reeleição.
“Na última eleição, apenas 18% dos atuais prefeitos foram reeleitos. Portanto, atualmente, 82% dos prefeitos em exercício têm o direito de concorrer à reeleição. O direito à reeleição é constitucional”.
A CNM alega ainda que nas atuais condições, haverá a preponderância do poder econômico e a supremacia das oligarquias políticas no resultado das urnas, “pela inviabilidade da discussão pública de propostas e exposição de candidatos”.
“O risco para a democracia é gravíssimo já que a participação popular será tolhida pelo medo da infecção, pelo desconhecimento das plataformas políticas e até mesmo dos candidatos”.
A Confederação acrescenta que o próprio TSE divulgou estudo que aponta que nada mais nada menos que 55 (cinquenta e cinco) países adiaram as eleições.
“Nos mais de 3.000 Municípios com até 20.000 habitantes, a campanha eleitoral acontece sobretudo no “corpo-a-corpo”: de casa em casa, no encontro direto com o eleitor, com a exposição presencial de projetos, visitas domiciliares, o que será impossível em nome da defesa da saúde dos munícipes”.
Para a entidade, as redes sociais, embora promovidas a grande instrumento de propaganda, não valem para o debate local, pois boa parcela dos candidatos não tem instrumentos tecnológicos capazes de realizar sua inserção em todas as mídias e de produzir posts que promovam favoravelmente sua candidatura.
“Na atual conjuntura, não há possibilidade de assegurar a igualdade de oportunidades entre os concorrentes”.
Sobre os custos, diz que é totalmente inoportuna a gastança com as campanhas e o próprio pleito que, segundo Estudos, chegam a valores em torno de 3,5 a 4,5 bilhões de dólares (de 19 a 24 bilhões de reais) pois estes recursos precisam ser destinados para suprir as deficiências do sistema de saúde e possibilitar que mais vidas sejam salvas.
Ainda cita estudos que mostram a falta de controle da pandemia no Brasil, como o publicado pelo “Imperial College London”, no qual o Brasil é atualmente considerado o epicentro da Covid-19 na América Latina e o estudo do laboratório de inovação de dados da Universidade de Singapura que sinaliza que no Brasil o surto irá pelo menos até a virada do ano de 2020 para 2021.
No anúncio que fez da programação da Expoagro, o prefeito Sandrinho Palmeira disse que aguarda uma atração cedida pelo governo de Pernambuco. A programação terá atrações de 29 de junho a 3 de julho. “Ainda serão anunciadas atrações locais e uma atração do estado”, disse. Claro, a situação de Afogados da Ingazeira é diferente de […]
No anúncio que fez da programação da Expoagro, o prefeito Sandrinho Palmeira disse que aguarda uma atração cedida pelo governo de Pernambuco.
A programação terá atrações de 29 de junho a 3 de julho. “Ainda serão anunciadas atrações locais e uma atração do estado”, disse.
Claro, a situação de Afogados da Ingazeira é diferente de Serra Talhada pelo menos em relação ao período. A programação de Afogados acontecerá um mês após a festa da Capital do Xaxado.
Assim, há mais tempo para que haja o anúncio da gestão Raquel Lyra para a atração em Afogados.
Blog do Magno Principal e mais experiente diretor da empresa, Rômulo Aurélio, engenheiro e funcionário de carreira da estatal há 40 anos, deve deixar o cargo nos próximos dias. Desde 2015 à frente da diretoria técnica de engenharia, responsável por tocar as principais obras de expansão em todo o Estado, não está mais aguentando o […]
Principal e mais experiente diretor da empresa, Rômulo Aurélio, engenheiro e funcionário de carreira da estatal há 40 anos, deve deixar o cargo nos próximos dias. Desde 2015 à frente da diretoria técnica de engenharia, responsável por tocar as principais obras de expansão em todo o Estado, não está mais aguentando o amadorismo, a falta de organização e a ausência de planejamento na gestão Manuela Marinho.
Com atendimento personalizado aos empreiteiros, a presidente, do alto do seu pedestal, não se curva diante do conhecimento e da experiência dos profissionais que realizaram, nos últimos 12 anos, cerca de 7 bilhões de reais em investimentos na expansão e melhoria dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
Informações apontam que Pedro Campos, irmão do candidato a prefeito do Recife João Campos, está cotado para assumir a diretoria. Recém concursado como engenheiro da Compesa, mesmo tendo pouco mais de um ano de experiência na estatal, Pedro já ocupa desde o início da gestão de Manuela cargo de confiança como assessor de diretoria.
Uma empresa com a capilaridade e o poder de fogo da Compesa, que atende mais de 170 municípios em todo o Estado e investe mais de R$ 800 milhões por ano, pode ser utilizada pela primeira vez como uma máquina para eleger prefeitos, bombeando votos ao invés de água.
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