Prefeito de Brejinho destaca participação no 6º Congresso Pernambucano de Municípios
Por André Luis
Por André Luis
O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira (30) para compartilhar sua participação no 6º Congresso Pernambucano de Municípios, evento organizado pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) que ocorreu entre os dias 28 e 30 de agosto.
A participação do prefeito teve um motivo especial: Brejinho foi uma das dez boas práticas municipais apresentadas no congresso, sendo reconhecida por sua abordagem no desenvolvimento rural.
A prática apresentada pelo município de Brejinho no Congresso tem como título: Promovendo o Desenvolvimento Rural através da Assistência Técnica. Essa estratégia de desenvolvimento econômico, localizada no Sertão do Pajeú, visa capacitar a população rural por meio de assistência técnica especializada, impulsionando a atividade agrícola e fortalecendo a economia local.
O prefeito expressou sua satisfação em poder apresentar o trabalho realizado na Queijeira Nascente do Pajeú durante o congresso. Ele destacou que esse foi um momento de evidenciar a parceria entre a prefeitura municipal e a iniciativa privada, que colabora para a geração de emprego e renda na cidade. A participação no evento permitiu a Brejinho compartilhar seu potencial e suas experiências com outros municípios de Pernambuco.
Afogados ganha a partir de hoje o Laboratório Anatômica – Patologia Cirúrgica e Citopatologia. O laboratório tem mais de duas décadas em Recife e Jaboatão, e chega agora a Afogados. O laboratório realiza biópsias, citologia ginecológica e citologia geral. A médica Bruna Vespaziano esclareceu a diferença entre um laboratório com esse perfil e um de análises […]
Afogados ganha a partir de hoje o Laboratório Anatômica – Patologia Cirúrgica e Citopatologia.
O laboratório tem mais de duas décadas em Recife e Jaboatão, e chega agora a Afogados.
O laboratório realiza biópsias, citologia ginecológica e citologia geral. A médica Bruna Vespaziano esclareceu a diferença entre um laboratório com esse perfil e um de análises clínicas.
“Muitas vezes acontece de as pessoas confundirem e achar que é um laboratório de análise de sangue, urina, mas na verdade o propósito do Laboratório de Citopatologia e Patologia é outro. O papel é analisar fragmentos ou fluidos retirados do corpo por algum motivo. Por exemplo, o paciente vai fazer uma endoscopia. O endoscopista vai ver se há alguma área suspeita. Ele coleta um fragmento desse material e encaminha para o patologista que vai verificar se há lesão e que tipo de lesão “.
Ele informou que o trabalho de coleta preventiva na citologia ginecológica ou geral é outro exemplo preventivo para doenças como câncer do colo de útero.
A doutora Luciana Oliveira é médica patologista com vasta experiência. Bruna Vespaziano, atuou como Médica da Família em Afogados da Ingazeira e disse que sua relação com a cidade e o seu desenvolvimento ajudaram na decisão de instalar a clínica.
“Um diagnóstico mais rapido favorece um tratamento mais rápido”, diz Bruna que está focando no momento o caráter administrativo do Laboratório.
O Laboratório Anatômica – Patologia Cirúrgica e Citopatologia fica na Rua Dr Roberto Nogueira Lima, 20-A.
Informações nos fones 87 9-8878-5728 e 81 9-8759-5728 . No Instagram o endereço é @laboratorioanatomica .
Irregularidades no trânsito são recorrentes em época de eleição, mas não deveria ser. Cumprimento da Lei ajuda a evitar possíveis tragédias. Por André Luis Na noite deste sábado (17), uma imprudência durante um ato político, em Machados-PE, terra da banana, quase acabou em tragédia. Um jovem ficou ferido após cair da frente de uma […]
Irregularidades no trânsito são recorrentes em época de eleição, mas não deveria ser. Cumprimento da Lei ajuda a evitar possíveis tragédias.
Por André Luis
Na noite deste sábado (17), uma imprudência durante um ato político, em Machados-PE, terra da banana, quase acabou em tragédia.
Um jovem ficou ferido após cair da frente de uma Toyota Bandeirante, que puxava a fila de carros do ato.
Ao som de música alta, primeiro, os apoiadores de um candidato a Prefeitura da cidade, subiram no automóvel e quase o viraram, depois dois homens sentam no para choque da Toyota e quando esta arranca um deles se desequilibra e cai na frente do automóvel, que quase passa por cima do homem. As pessoas gritaram desesperadas para o motorista parar. Veja vídeo acima.
Segundo informações, a vítima foi socorrida de ambulância para o hospital local e já recebeu alta.
O blog, inclusive já alertou para práticas desse tipo durante as eleições, que além de um risco para a vida das pessoas é irregular , inclusive com proibição prevista em lei. Relembre aqui.
Para sanar o problema e parar com a prática desse tipo de imprudência e irregularidade, uma ação simples da Polícia Militar resolveria. Bastava fazer cumprir a Lei.
A disputa – Em Machados, três nomes disputam a cadeira do Executivo municipal. Cido (PL), João Moraes (MDB) e Juarez da Banana (PSB). Todos tiveram as suas candidaturas deferidas pela Justiça Eleitoral.
Quarenta e dois candidatos disputam nove vagas no legislativo. Assim como os candidatos a prefeito, todos também já tiveram as candidaturas deferidas para o pleito de 2020.
Por André Luis O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se encontrou nesta quarta-feira (11) com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro da Infraestrutura do governo Bolsonaro. O encontro aconteceu no Palácio do Planalto e foi divulgado nas redes sociais de Lula. “Na campanha, falei que respeitaria e […]
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se encontrou nesta quarta-feira (11) com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro da Infraestrutura do governo Bolsonaro.
O encontro aconteceu no Palácio do Planalto e foi divulgado nas redes sociais de Lula.
“Na campanha, falei que respeitaria e trabalharia com todos os governadores, pelo bem do Brasil. É o que estamos fazendo”.
Também participaram da reunião os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Rui Costa (Casa Civil), além do secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo, Gilberto Kassab.
Artigo contra disseminação de fake news é vetado O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos a Lei 14.197, de 2021, que revoga a Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170, de 1983), criada durante a ditadura militar. Além de revogar a LSN, o texto aprovado pelo Congresso estabelece uma série de tipos penais em […]
O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos a Lei 14.197, de 2021, que revoga a Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170, de 1983), criada durante a ditadura militar.
Além de revogar a LSN, o texto aprovado pelo Congresso estabelece uma série de tipos penais em defesa do Estado Democrático de Direito.
Bolsonaro, porém, vetou vários artigos, entre eles o que previa até cinco anos de reclusão para quem cometesse o crime de “comunicação enganosa em massa”. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (2).
Segundo Bolsonaro, a tipificação das fake news contraria o interesse público “por não deixar claro qual conduta seria objeto da criminalização”. De acordo com o presidente, “a redação genérica” do artigo não especificava se a punição seria para quem gera ou para quem compartilha a notícia falsa.
“Enseja dúvida se o crime seria continuado ou permanente, ou mesmo se haveria um ‘tribunal da verdade’ para definir o que viria a ser entendido por inverídico a ponto de constituir um crime punível”, argumenta.
Para Bolsonaro, que é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito das fake news, o dispositivo poderia “afastar o eleitor do debate político”, “inibir o debate de ideias” e “limitar a concorrência de opiniões”.
O presidente da República também vetou um dispositivo que permitia aos partidos políticos com representação no Congresso Nacional promover ação privada subsidiária caso o Ministério Público não atuasse no prazo estabelecido em lei.
A previsão valeria apenas para os chamados crimes contra as instituições democráticas no processo eleitoral (interrupção do processo eleitoral, comunicação enganosa em massa e violência política).
Para Bolsonaro, a medida “não se mostra razoável para o equilíbrio e a pacificação das forças políticas” e poderia “levar o debate da esfera política para a esfera jurídico-penal”. “Não é atribuição de partido político intervir na persecução penal ou na atuação criminal do Estado”, justificou.
O presidente barrou ainda o capítulo que tipificava como crime o atentado a direito de manifestação, com pena que poderia chegar a 12 anos de reclusão. Para Bolsonaro, haveria “dificuldade” para caracterizar “o que viria a ser manifestação pacífica”.
“Isso colocaria em risco a sociedade, uma vez que inviabilizaria uma atuação eficiente na contenção dos excessos em momentos de grave instabilidade, tendo em vista que manifestações inicialmente pacíficas poderiam resultar em ações violentas, que precisariam ser reprimidas pelo Estado”, disse.
Militares
Bolsonaro também vetou o inciso que aumentava a pena para militares envolvidos em crimes contra o Estado Democrático de Direito. Pelo projeto, eles estariam sujeitos a perda do posto, da patente ou da graduação. Para o presidente, o dispositivo “viola o princípio da proporcionalidade”.
“Coloca o militar em situação mais gravosa que a de outros agentes estatais, além de representar uma tentativa de impedir as manifestações de pensamento emanadas de grupos mais conservadores”, escreveu.
O Palácio do Planalto vetou outras duas hipóteses de aumento de pena nos crimes contra o Estado Democrático de Direito: se cometido com emprego de arma de fogo ou por servidor público. “Não se pode admitir o agravamento pela simples condição de agente público em sentido amplo”, justificou.
O que diz a lei
Algumas regras da extinta Lei de Segurança Nacional foram incorporadas ao Código Penal (Decreto Lei nº 2.848, de 1940) em um título que trata dos crimes contra o Estado Democrático de Direito. Os capítulos punem violações à soberania nacional, às instituições democráticas, ao processo eleitoral, aos serviços essenciais e à cidadania.
A nova lei tipifica o crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, “impedindo ou restringindo o exercício dos Poderes constitucionais”. Nesse caso, a pena é de prisão de 4 a 8 anos, além da pena correspondente à violência empregada.
Já o crime de golpe de estado propriamente dito — “tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído” — gera prisão de 4 a 12 anos, além da pena correspondente à violência.
Negociar com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar atos típicos de guerra ou invasão pode gerar prisão de 3 a 8 anos — e pena aumentada da metade até o dobro se for declarada guerra em consequência dessa ação.
Praticar violência ou grave ameaça com a finalidade de desmembrar parte do território nacional para constituir país independente tem pena prevista de 2 a 6 anos, além da pena correspondente à violência.
O texto prevê ainda crimes contra o processo eleitoral (interrupção do processo, violência política e ação penal privada subsidiária) e de sabotagem contra o funcionamento de “serviços essenciais” — os meios de comunicação ao público, estabelecimentos, instalações ou serviços destinados à defesa nacional.
A nova lei também revoga um artigo da Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei 3.688, de 1941) que trata dos crimes referentes à paz pública. O dispositivo revogado previa prisão por seis meses para quem participasse em segredo de associação periódica de mais de cinco pessoas.
A nova lei é resultado do projeto de lei (PL) 2.108/2021, que tramitou por 30 anos no Congresso Nacional. O texto foi aprovado por deputados em maio e pelos senadores em agosto deste ano.
O relator foi o senador Rogério Carvalho (PT-SE). Durante a discussão da matéria, Carvalho sublinhou que a Lei de Segurança Nacional foi usada pelo governo para punir opositores do presidente Jair Bolsonaro. O número de inquéritos instaurados com base na lei aumentou a partir de 2019 e chegou a 51 em 2020. As informações são da Agência Senado.
Faleceu aos 68 anos em Calumbi, o ex-prefeito do município João Cordeiro Neto, o João Mocó. Ele tinha 68 anos e faleceu em sua cidade. A última vez que disputou a prefeitura do município foi em 2012, quando foi eleito vice prefeito na chapa encabeçada por Joelson. Pouco antes do fim do mandato do gestor […]
Faleceu aos 68 anos em Calumbi, o ex-prefeito do município João Cordeiro Neto, o João Mocó. Ele tinha 68 anos e faleceu em sua cidade. A última vez que disputou a prefeitura do município foi em 2012, quando foi eleito vice prefeito na chapa encabeçada por Joelson. Pouco antes do fim do mandato do gestor anterior, já não tinha a mesma participação política.
Em 2000, disputou pela última vez a prefeitura como cabeça de chapa, quando perdeu para Cícero Simões. Em 2004 defendeu a candidatura da esposa, Lourdes Cordeiro, quando Cícero Simões foi reeleito.
Mas João Mocó protagonizou a sena política em Calumbi por quase três décadas. O velório do ex-gestor acontece em sua casa. O sepultamento será às 17h no cemitério de Calumbi. A Prefeita Sandra Magalhães, a Sandra da Farmácia, que era oposicionista a João, decretou luto oficial de três dias.
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