Precarização e falta de segurança dos trabalhadores da Compesa são relatadas na Alepe
Por André Luis
Denúncias de más condições de trabalho na Compesa motivaram o pronunciamento que abriu a Reunião Plenária da última quinta-feira (30), na Assembleia Legislativa. A deputada Rosa Amorim, do PT, repercutiu dossiê com relatos de falta de segurança e insalubridade nas subestações de tratamento de água e em outras unidades da empresa.
“É importante, inclusive, dizer, que quase toda a população se queixa da Compesa, mas a Compesa é uma empresa pública e, se ela está sendo precarizada, também é um projeto político. São inúmeras denúncias já formalizadas. Casos gravíssimos. Para vocês terem uma ideia, em janeiro, um trabalhador teve o local de trabalho invadido, foi amarrado e jogado no meio do mato”.
A parlamentar lembrou que o roubo de equipamentos e materiais também prejudica o abastecimento de água para a população. Rosa Amorim ainda se posicionou contra a proposta de privatizar a Companhia.
Um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro ter feito um passeio pelo comércio de Brasília em meio ao surto do novo coronavírus, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, recomendou que sejam mantidas as recomendações dadas pelos estados e defendeu o “máximo grau de isolamento social”. “Temos dialogado com os secretários dentro do que é técnico, cientifico, do que é preciso […]
Um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro ter feito um passeio pelo comércio de Brasília em meio ao surto do novo coronavírus, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, recomendou que sejam mantidas as recomendações dadas pelos estados e defendeu o “máximo grau de isolamento social”.
“Temos dialogado com os secretários dentro do que é técnico, cientifico, do que é preciso ter na Saúde para que a gente possa imaginar qualquer tipo de movimentação que não é essa que a gente está. Por enquanto, mantenha as recomendações dos estados. Porque ainda temos deficiências nos sistema”, disse Mandeta entrevista coletiva nesta segunda-feira (30) em Brasília.
Em várias ocasiões, ele repetiu os termos “técnico” e “científico” ao comentar as orientações e condutas da pasta diante do surto da Covid-19, doença causada pelo coronavírus Sars-CoV-2, que provocou mais de 150 mortes no Brasil.
“Estamos aumentando o sistema, estão chegando equipamentos. Tem que aguardar a quantidade de hospitais de campanha que estão sendo ainda construídos em várias cidades.”
Em outro momento, o ministro declarou que “distanciamento social não quer dizer isolamento absoluto”. “Não estamos ainda em lockdown absoluto”, disse, referindo-se ao termo em inglês para a paralisação total do fluxo de pessoas (com exceções).
O ministro disse mais de uma vez que a pandemia não é um problema que diz respeito apenas ao seu ministério: “Essa briga não é [somente] da Saúde.”
“Temos uma onda na Saúde e temos uma onda na Economia. Parece que é consenso de todos que fazer um lockdown absoluto não é, neste momento, o que a gente está precisando, porque vai ter muito problema lá na frente”, afirmou.
Em Itapetim, o prefeito Arquimedes Machado vistoriou a pavimentação em paralelepípedos da Rua Maria Ferreira da Silva, na Vila da Pousada. A obra era um desejo antigo dos moradores da rua. beneficiada. A pavimentação da Rua Maria Ferreira da Silva é executada pela Prefeitura Municipal, em parceria com o Governo de Pernambuco, através do Fundo Estadual de […]
Em Itapetim, o prefeito Arquimedes Machado vistoriou a pavimentação em paralelepípedos da Rua Maria Ferreira da Silva, na Vila da Pousada. A obra era um desejo antigo dos moradores da rua. beneficiada.
A pavimentação da Rua Maria Ferreira da Silva é executada pela Prefeitura Municipal, em parceria com o Governo de Pernambuco, através do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM).
Um dos destaques de 2015 foi quando primeira vez na história do Pacto Pela Vida, uma Área Integrada de Segurança atinge o índice da ONU que considera como patamar aceitável a quantidade de 10 CVLIs (Crimes Violentos Letais Intencionais ) para cada grupo de 100.000 habitantes. O índice foi alcançado pela área do 23o BPM, sediado […]
Um dos destaques de 2015 foi quando primeira vez na história do Pacto Pela Vida, uma Área Integrada de Segurança atinge o índice da ONU que considera como patamar aceitável a quantidade de 10 CVLIs (Crimes Violentos Letais Intencionais ) para cada grupo de 100.000 habitantes. O índice foi alcançado pela área do 23o BPM, sediado em Afogados da Ingazeira e cobrindo dez cidades da região.
Aos praças e oficiais do 23º BPM, o Coronel e Comandante Flávio Moraes compartilhou uma mensagem de agradecimento e estímulo para a tropa em 2016. Leia:
Passada a euforia pelo excelente ano que tivemos, no tocante às ações desenvolvidas no PPV em 2015, e totalmente consciente de que demos o nosso melhor ao longo do ano, agora nos resta a ótima sensação e sentimento do dever cumprido.
Assim sendo, hoje nos voltamos aos senhores para solicitar mais uma vez o empenho de td o nosso corpo de policiais militares que desempenham atividades operacionais e administrativas, para que possamos nos dedicar do mesmo modo que fizemos no ano passado.
Os desafios em 2016 serão maiores ainda devido as conquistas alcançadas e o excelente ano demonstrados através dos números do Núcleo de Gestão por Resultados da SDS.
Por isso estamos cônscios que a partir de agora as cobranças serão maiores ainda em relação à AIS 20.
E a única forma que temos de superar as expectativas criadas é exatamente continuar a realizar o trabalho que já estamos desenvolvendo desde o início do ano passado.
Precisamos estar sempre atentos, pois as adversidades e dificuldades serão muitas em 2016, principalmente em razão do quadro de estagnação político e econômico que o país atravessa.
Aliado a isso teremos um ano com muitos eventos previstos do calendário anual, bem como outros a exemplo das eleições municipais que serão extremamente concorridas.
Daí a necessidade de estarmos tds embuídos do mesmo senso de responsabilidade e compromisso com a segurança pública na Região do Pajeú, de modo que possamos cada vez mais prestar um serviço de qualidade e excelência à nossa população!
O Comando desta OME confia e acredita no trabalho de tds! Vamos à luta!
Morreu, na noite dessa sexta-feira (23), aos 69 anos de idade, o político José Levy Fidelix da Cruz, mais conhecido apenas como Levy Fidelix. Ele estava internado desde março em um hospital particular de São Paulo e morreu por complicações da Covid-19. A notícia foi divulgada por pessoas próximas de Levy, como o prefeito de Sorocaba, Rodrigo […]
Morreu, na noite dessa sexta-feira (23), aos 69 anos de idade, o político José Levy Fidelix da Cruz, mais conhecido apenas como Levy Fidelix.
Ele estava internado desde março em um hospital particular de São Paulo e morreu por complicações da Covid-19.
A notícia foi divulgada por pessoas próximas de Levy, como o prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga. “Que Deus conforte toda a família desse grande líder nacional…”, escreveu Manga. “Meus sentimentos à família do presidente do PRTB @levyfidelix”, postou o deputado federal José Medeiros.
A jornalista e cineasta Sandra Terena, também próxima de Levy, lamentou a notícia: “Com tristeza, informo o falecimento de um pioneiro do conservadorismo no Brasil, Levy Fidelix por COVID-19. O óbito foi confirmado às 20 horas desta sexta-feira (23). Que o Espírito Santo console a família. Meu marido, o jornalista Oswaldo Eustáquio, foi um grande amigo de Levy”.
Fidelix deixa sua mulher, Aldinea Rodrigues Cruz, e uma filha, Lívia Fidelix, que tentou se eleger deputada nas eleições de 2018.
Fundador do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), Fidelix se formou em Comunicação Social e começou a carreira como publicitário, trabalhando também em jornais como Correio da Manhã e Última Hora.
Já na política, trabalhou como assessor de comunicação e foi um dos fundadores da revista empresarial Governo e Empresa e também da revista política O Poder e, nos anos 1980, trabalhou como apresentador de TV, em que entrevistava especialistas em tecnologia e políticos.
O funcionário público Igor Bezerra, de 27 anos, tomou um susto quando retornou de uma festa do carnaval de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, e encontrou parte do vidro do carro aberto. O que tinha tudo para virar mais um registro de furto em uma delegacia, teve outro final. No banco do motorista ele achou […]
O funcionário público Igor Bezerra, de 27 anos, tomou um susto quando retornou de uma festa do carnaval de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, e encontrou parte do vidro do carro aberto. O que tinha tudo para virar mais um registro de furto em uma delegacia, teve outro final. No banco do motorista ele achou um bilhete com o recado: “Boa noite. Pegamos seus pertences para ninguém roubar. Amanhã liga, que devolvemos”.
O incidente ocorreu na madrugada do domingo (27). O funcionário público estacionou o carro na Orla da cidade, local de concentração de um dos polos da festa de carnaval. No veículo que tem vidro elétrico ficaram pertences de valor como celular, óculos novos, som, camisas, comida, perfumes e documentos. O equipamento do carro permite o fechamento dos vidros mesmo com o carro desligado e sem a chave no contato.
“Quando sai da festa fui aonde estava meu carro e encontrei o vidro do passageiro abaixado, Imaginei que quando travei o carro, os vidros não subiram e eu esqueci de verificar. Quando vi pensei logo no pior. Quando abri a porta do motorista encontrei um bilhete e verifiquei que tudo que tinha deixado no carro tinha sumido. A primeira coisa que imaginei foi que tinha sido roubado e que o suposto ladrão tinha deixado um bilhete em tom de deboche para mim”, explicou.
Igor disse que só percebeu o que tinha acontecido quando chegou em casa, após falar com os pais. Ele contou que a mãe havia ligado para o celular, mas quem atendeu foi um outro homem. Por telefone o rapaz se identificou, disse que estava no carnaval com a mãe e a namorada e que quando retornou ao carro para ir embora percebeu que o vidro estava abaixado. Foi quando ele retirou tudo e deixou um bilhete.
“Fiquei assustado quando ouvi o que minha mãe me contou. Ainda pensei se não seria um golpe ou se o cara estava querendo fazer outro contato. Mas no outro dia falei com ele por um aplicativo de mensagem e combinamos o encontro em uma igreja católica. Ele disse que passaria lá e ia me devolver. Chamei dois amigos para ir comigo, caso fosse uma emboscada. Gentilmente ele chegou com duas mulheres e me devolveu absolutamente tudo o que eu tinha”, conta o funcionário público.
Quem ajudou Igor foi o estudante Filipe Segatto de 24 anos, que mora na cidade vizinha de Juazeiro, na Bahia . O jovem explicou que tomou a iniciativa para evitar que o rapaz fosse roubado.
“Observei que estava aberto e a primeira atitude foi deixar minha mãe e minha namorada lá e fui até o palco para pedir ao locutor para anunciar a placa e avisar ao dono do carro. Como não consegui, pensei que seria melhor levar as coisas dele para que outra pessoa não roubasse e resolvi deixar um bilhete para que ele não ficasse assustado ao chegar”, disse o estudante.
Surpreso e grato com a atitude, o jovem disse que ainda ofereceu uma recompensa. “Eu ofereci uma quantia em dinheiro e os três prontamente recusaram. Eu ainda argumentei, pedi para eles aceitarem porque me livraram de um grande prejuízo. E para o meu choque e espanto, a mãe do rapaz disse que não aceitaria e pediu para que eu fizesse o mesmo por outra pessoa” disse Igor.
O caso foi compartilhado em uma rede social, já tem quase três mil compartilhamentos e mais de mil comentários. “Achei uma grandiosidade imensurável. A gente sabe que atitudes como essa seria a obrigação de todos. Porém, nos dias atuais, infelizmente vai se tornando raridade. Muitas pessoas não roubariam, mas ignorariam e não pegariam os meus pertences para guardar, assim como ele fez”, falou agradecido.
“Pensei em mim que também ando com as coisas no meu carro e que não seria nada agradável chegar e ver tudo roubado. Resolvi ajudar porque hoje está muito propício para o mal, mas nem todo mundo é assim. A gente tem que plantar o bem”, falou Filipe.
Em meio a toda situação, Igor lembrou que na adolesncência, também ajudou uma pessoa de forma semelhante. “Quando eu tinha 15 anos encontrei uma conta de energia em um ônibus coletivo. Enrolado com a conta havia o valor de R$ 75. Como na conta tinha o endereço, fui lá na casa da pessoa e devolvi”, relembra Igor.
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