Pré-candidato a vereador anuncia duas emendas para Tabira
Por André Luis
Filiado ao PSL e pré-candidato a vereador, Junior Policial anunciou ontem falando a Rádio Cidade FM a conquista de duas emendas que beneficiarão o município de Tabira.
O Deputado Estadual Joel da Harpa disponibilizou uma emenda no valor de R$ 60 mil reais para a aquisição de uma ambulância para o transporte de pacientes. Junior disse que tentará contrapartida da gestão Sebastião Dias (PTB) para que a ambulância adquirida seja moderna para melhor atendimento da população.
Com o deputado Luciano Bivar, o Policial disse ter conquistado emenda de R$ 100 mil junto ao Ministério do Desenvolvimento Regional, para o desenvolvimento de Políticas de Segurança Pública, Prevenção e Enfrentamento à Criminalidade.
Serão equipamentos para a Guarda Municipal. “Minha atuação política será em benefício do povo de Tabira, independente de quem esteja no governo”, concluiu Junior Policial. A informação é de Anchieta Santos ao blog.
A sombra de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deputado afastado da presidência da Câmara e do mandato desde o último dia 5, tem despertado críticas e receios entre aliados de Michel Temer e integrantes do PMDB no Senado. O núcleo do governo interino se esforça para minimizar a nomeação de pessoas próximas a Cunha em postos-chave para […]
A sombra de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deputado afastado da presidência da Câmara e do mandato desde o último dia 5, tem despertado críticas e receios entre aliados de Michel Temer e integrantes do PMDB no Senado.
O núcleo do governo interino se esforça para minimizar a nomeação de pessoas próximas a Cunha em postos-chave para a nova administração, mas o deputado demonstra disposição em impor gente de sua confiança como interlocutores inevitáveis de Temer com o Congresso.
Cunha foi afastado do cargo a menos de uma semana da votação do impeachment no Senado. Era um período delicado para Temer, mas o deputado foi à residência oficial do hoje presidente interino no domingo seguinte a sua queda.
Na conversa com Temer, deixou claro que não pretendia recolher as armas. Disse que lutaria na Justiça para reaver o mandato e que se manteria politicamente organizado. A prova de que falava sério veio dias depois.
O afastamento de Cunha alçou Waldir Maranhão (PP-MA) à presidência da Câmara. Deputado de pouca expressão, sempre foi aliado do peemedebista, de quem só se afastou às vésperas do impeachment. Maranhão tentou se firmar no cargo, mas foi alvejado por aliados de Cunha e por PSDB e DEM.
Ameaçado até de expulsão por sua sigla, voltou-se para o peemedebista. Conseguiu uma trégua. Desde o afastamento de Cunha, Maranhão foi pelo menos duas vezes à casa dele. “Mesmo afastado, Cunha continua usando seu poder para comandar a Casa por meio do presidente interino”, avaliou Pauderney Avelino (AM), líder do DEM.
A maior prova da força de Cunha, no entanto, veio à tona esta semana, quando deputados do chamado “centrão” reuniram cerca de 300 assinaturas para impor a escolha de André Moura (PSC-SE) como líder do governo Temer na Casa. O bloco teve participação decisiva na eleição do peemedebista para a presidência da Câmara, em 2015.
O número de apoios a Moura fez Temer ceder. As primeiras críticas vieram pelo currículo de Moura, que já foi acusado até de tentativa de assassinato, o que ele nega.
Senadores criticaram a posição de Temer –Renan Calheiros (PMDB-AL) o fez publicamente–, e, os mais próximos ao interino manifestaram preocupação com que ele se torne “refém” de Cunha.
Numa tentativa de amenizar essa impressão, deputados aliados ao presidente interino afirmam que, uma vez indicado, Moura tende a se afastar de Cunha para formar seu próprio núcleo de influência. “Hoje Cunha não é o mesmo que era ontem. E amanhã já não será mais o mesmo de hoje”, define um deputado do PMDB.
O Planalto, por sua vez, tenta disseminar a versão de que Moura é o sintoma de um movimento mais amplo de todos os partidos pequenos e médios da Câmara para mudar o eixo do poder na Casa e minimizam o poder de Cunha sobre o governo interino.
O Instituto Expressão divulgou nesta sexta-feira (23) os resultados de uma pesquisa que avaliou os primeiros 100 dias da administração do prefeito de Ingazeira, Luciano Torres (PSB). Reeleito em 2024 com 76,83% dos votos válidos. De acordo com o levantamento, 77% da população aprova o desempenho do prefeito neste início de mandato. Entre os entrevistados, […]
O Instituto Expressão divulgou nesta sexta-feira (23) os resultados de uma pesquisa que avaliou os primeiros 100 dias da administração do prefeito de Ingazeira, Luciano Torres (PSB). Reeleito em 2024 com 76,83% dos votos válidos.
De acordo com o levantamento, 77% da população aprova o desempenho do prefeito neste início de mandato. Entre os entrevistados, 47,6% classificaram a gestão como “boa” e 16,2% como “ótima”. Outros 26,5% consideraram “regular”, enquanto 3,4% avaliaram como “ruim” e 2,9% como “péssima”. Não souberam ou não quiseram responder 3,4% dos participantes.
Recentemente, Luciano Torres esteve em Brasília, onde participou da Marcha dos Prefeitos e anunciou a conquista de aproximadamente R$ 2 milhões em recursos para obras de pavimentação asfáltica no município.
Ao comentar o resultado da pesquisa, o prefeito afirmou: “Tenho a satisfação de dizer que, ao longo de quatro mandatos, estou à frente da Prefeitura de Ingazeira, sempre buscando o melhor para nossa cidade e nossa gente. Essas avaliações reforçam que estamos no caminho certo e motivam nossa equipe a continuar trabalhando por uma Ingazeira cada vez melhor”.
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, inaugurou no último sábado (21), o calçamento das Ruas Hortência Marques da Silva, Roldão Marques da Silva e do pátio da igreja, totalizando 1.200 m² de vias pavimentadas. Além de inaugurar o novo calçamento, o Prefeito José Patriota também inaugurou a iluminação do campo de futebol do […]
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, inaugurou no último sábado (21), o calçamento das Ruas Hortência Marques da Silva, Roldão Marques da Silva e do pátio da igreja, totalizando 1.200 m² de vias pavimentadas.
Além de inaugurar o novo calçamento, o Prefeito José Patriota também inaugurou a iluminação do campo de futebol do Unidos da Vila, time do São João Novo. O início da festa se deu com um jogo amistoso entre o time dos veteranos do São João contra a equipe do governo. Na festa, o que menos interessava era o placar.
A festa foi animada pela Banda Marcial da Escola Francisca Lyra, pelo cantor Zé Edson e pelo grupo Vaqueirões do Forró.“O calçamento é uma reivindicação antiga da comunidade que estamos atendendo em apenas um mês de iniciada a obra. E vem muito mais por aí,”declarou o Prefeito José Patriota se referindo à construção da nova escola que irá atender à região e a quadra poliesportiva coberta que está sendo construída no São João Velho –a primeira quadra coberta da zona rural de Afogados da Ingazeira.
Estiveram presentes na agenda esportivo-administrativa, os Secretários Municipais de Cultura, de Saúde, de Educação e de Infraestrutura, e os vereadores Augusto Martins, Luiz Bizorão, Zé Carlos e Pedro Raimundo. O jornalista Magno Martins também acompanhou e registrou a festa.
Diário de Pernambuco A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou, nesta quinta-feira (11), 1.059 novos casos da Covid-19. Além disso, foram confirmadas 102 mortes ocorridas desde o dia 15 de abril. Entre os confirmados hoje, 788 são casos leves e 271 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). Agora, Pernambuco totaliza 42.994 casos, sendo […]
A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou, nesta quinta-feira (11), 1.059 novos casos da Covid-19. Além disso, foram confirmadas 102 mortes ocorridas desde o dia 15 de abril.
Entre os confirmados hoje, 788 são casos leves e 271 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). Agora, Pernambuco totaliza 42.994 casos, sendo 16.557 graves e 26.437 leves.
Do total, 70 óbitos (69%) ocorreram entre os dias 20 de abril e 06 de junho e 32 (31%) ocorreram desde a última segunda-feira (08). Com isso, o estado totaliza 3.633 mortes pela doença. Os detalhes epidemiológicos serão repassados ao longo do dia pela Secretaria Estadual de Saúde.
O candidato do Avante à Prefeitura da Pedra, Junior Vaz, está sendo alvo de um pedido de cassação da chapa feito pela coligação da Frente Popular acusado da compra de voto e abuso de poder econômico. O pedido foi protocolado através de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral – AIJE e pode tirar do páreo […]
O candidato do Avante à Prefeitura da Pedra, Junior Vaz, está sendo alvo de um pedido de cassação da chapa feito pela coligação da Frente Popular acusado da compra de voto e abuso de poder econômico.
O pedido foi protocolado através de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral – AIJE e pode tirar do páreo o candidato oposicionista no município. Na ação, o candidato do Avante é acusado da compra de votos no bairro do Alto da Boa Vista.
Segundo a AIJE, foi feito flagrante a onde o candidato a vereador Erick Tenório assume que o candidato Junior Vaz providenciou a construção de poço artesiano em Propriedade de eleitores em troca de votos. Vaz também é acusado de fazer compra de voto no valor de R$ 700 no referido bairro.
Diz no corpo da denúncia que uma senhora, “que já buscou advogados para tentar fazer denúncia ao MP, afirma que recebeu vantagem de R$ 700 reais e que o mesmo grupo distribuiu quantias similares por toda a rua em que ela reside e que a mesma pegou o dinheiro, pois é muito pobre e iria se aproveitar da conduta criminosa praticada em prol de Junior Vaz para ajudar no sustento da sua casa”.
Na categoria de abuso de poder econômico, a coligação apresenta também provas de abastecimento de combustível sendo distribuído no “Posto Mergulhão”, comandado por empresário ligado ao grupo.
“Essas e outros 11 fatos posteriormente protocolados por meio de AIJE, serão usadas para defender a lisura do pleito contra os abusos dos poderosos que buscam cercear a liberdade do eleitor”, ressalta o representante da coligação da Frente Popular da Pedra.
Caso a Justiça Eleitoral aceite as provas apresentadas, reconhecendo a gravidade das circunstâncias do abuso de poder político e condutas vedadas praticados pelos investigados, eles poderão ser condenados a perda dos direitos políticos com a decretação da inelegibilidade por 8 (oito) anos e a cassação do registro ou diploma, caso eleito.
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