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Pra quem perdeu a live com Itamar

Por Nill Júnior

 

Pra quem quiser me acompanhar e saber mais sobre nosso trabalho e o desafio do jornalismo nos dias de hoje, segue o papo com o blogueiro Itamar França, que atua no Pajeú.

Por mais de duas horas debatemos o papel da radiodifusão, as polêmicas que cercam o meio, a independência editorial, imparcialidade, política e muitas histórias. Contei  muitos casos que marcaram minha carreira de quase trinta anos entregue ao rádio. Claro, também falamos do blog, do desafio de informar primeiro e da missão na Asserpe.

Os internautas ajudaram mutos, questionando sobre furos, mancadas, histórias e resgatando um pouco de nossa história. Um dos capítulos foi da relação da mídia institucional com os veículos de comunicação.

Quarta, dia 10, a convite do advogado Jonas Cassiano estarei em uma live com ele e com o promotor Ariano Tércio pelo Instagram. Vários temas jurídicos, como as eleições, o embate jurídico na pandemia da Covid-19 e o papel do jornalismo estarão na pauta.

Como disse, não tenho aderido à onda das lives. Senão , vejamos: são quatro horas e meia ao vivo na Rádio Pajeú , com 90% de produção de conteúdo, mais o blog , onde tenho apoio do André Luiz e a gestão da Rádio. Nas horas restantes ainda discutindo virtualmente alguns temas ligados à Asserpe . Mas, quando convidado tenho conversado com os amigos que tomam essa iniciativa.

Outras Notícias

Romério Guimarães nega estar inelegível e diz estar a disposição da oposição em São José do Egito

O médico e ex-prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães (Sem Partido), negou que tenha havido  a suspensão de seus direitos políticos. Romério responde ao processo federal 0800047-86.2017.4.05.8303, fruto da Ação Civil de Improbidade movida pela gestão Evandro Valadares contra o ex-prefeito. O MPF é có-autor por também apontar a irregularidade. O caso teve […]

O médico e ex-prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães (Sem Partido), negou que tenha havido  a suspensão de seus direitos políticos.

Romério responde ao processo federal 0800047-86.2017.4.05.8303, fruto da Ação Civil de Improbidade movida pela gestão Evandro Valadares contra o ex-prefeito. O MPF é có-autor por também apontar a irregularidade.

O caso teve ampla repercussão e já gerou até bloqueio de bens do ex-gestor à época, a primeira por ordem do Juiz Federal Felipe Mota Pimentel de Oliveira, titular da 38ª Vara Federal.

A polêmica com repercussão jurídica e política tem relação com um convênio com o Ministério dos Esportes no fim de sua gestão, em 2016, para realização de um campeonato de futebol, até aí normal e legal.

Problema, acusaram prefeitura e MPF, Romerio usou sua senha de acesso quando já não era mais gestor e acessou o sistema no dia 04/01/2017 para fazer uma transferência de todo o dinheiro para empresa que teria sido contratada por seu governo de quase R$ 500 mil. O campeonato que deveria ter sido feito em 90 dias, foi um torneio relâmpago, feito em 7 dias.

Na época do bloqueio de bens, em fevereiro de 2017, Romério afirmou em nota que “a sociedade egipiciense é testemunha de que o evento foi realizado, pois foi parte ativa enquanto atletas e público que aplaudiu e prestigiou as competições”.

O juiz propôs interesse de acordo de persecução civil, que visa impedir o início de uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa mediante a aceitação de algumas condições e aplicação de sanções aos agentes responsáveis pela prática dos supostos atos de improbidade administrativa. Em dezembro de 2022, o blog informou que Romério teria proposto ao MPF reembolsar os 500 mil do convênio corrigidos, além de ficar inelegível por 5 anos. Romério nunca negou a informação.

Agora, a Itamar França, Romério tratou o assunto como “especulações e estratégia de setores do grupo de situação na cidade, os quais enxergam nele um nome forte e competitivo para a disputa eleitoral de 2024”.

Sem filiação partidária no momento, Romério analisa o atual cenário político para tomar uma decisão sobre sua participação nas eleições, lembrando que já esteve filiado ao PT e, posteriormente, ao Progressista. Seu nome está à disposição da oposição. Ou seja, Romério pode ter recuado do acordo e estaria disposto a disputar sub judice, ou confia na absolvição.

O Blog e a História: os 100 dias do primeiro governo Lula

Nos seus 100 dias do primeiro mandato, em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva administrou uma alta na taxa básica de juros logo na terceira semana do governo. O Banco Central, presidido então por Henrique Meirelles, aumentou a Selic de 25% para 25,5% ao ano, no dia 22 de janeiro. Na véspera, a […]

Nos seus 100 dias do primeiro mandato, em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva administrou uma alta na taxa básica de juros logo na terceira semana do governo.

O Banco Central, presidido então por Henrique Meirelles, aumentou a Selic de 25% para 25,5% ao ano, no dia 22 de janeiro. Na véspera, a meta de inflação havia sido revista e o teto da variação de preços fora fixado em 8,5%.

Assim como agora, o cenário em 2003 era de baixo crescimento econômico e a inflação preocupava. Quem deu o tom do início do governo foi o Ministério da Fazenda, tocado então por Antônio Palocci.

Uma grande diferença estava na retórica do presidente. Em um ambiente de tranquilidade institucional , Lula tomou posse pedindo o controle “das muitas e legítimas ansiedades sociais”, que seriam atendidas, em suas palavras, “no momento justo”.

O momento demoraria. No segundo mês do governo, o BC promoveu novo aumento da Selic, de 25,5% para 26,5% e apertou o crédito, elevando a alíquota do depósito compulsório de 45% para 60%. O ajuste era a palavra de ordem do começo de 2003, como ficou claro na reunião de Lula com os 27 governadores em 22 de fevereiro, quando se comprometeu a enviar a reforma da Previdência e a tributária ainda no primeiro semestre.

No primeiro mês do governo, o superávit primário do setor público alcançou 7,01% do PIB, melhor resultado em 12 anos. Estes primeiros movimentos tiveram resposta no mercado financeiro, com queda no risco-país. Em 4 de março, o FMI liberaria a segunda parcela do desembolso previsto para o Brasil, de US$ 4,6 bilhões (valores da época). A inflação também cedeu: o IGP-M em março foi de 1,53%, menor variação desde maio de 2002.

O aperto do governo federal também se refletia na relação com os Estados. Em 10 de março, Minas Gerais sofreu um bloqueio de contas pelo não cumprimento do acordo de reestruturação da dívida da União, celebrado em 2001.

Próximo à marca de 100 dias, Lula começou a soltar as amarras. No dia 31 de março anunciou o aumento do salário mínimo de R$ 200 para R$ 240, o que em termos reais significava um aumento de 1,85% em relação a abril de 2002.

Gordura para queimar não era problema para Lula: pesquisa do Ibope divulgada em 2 de abril mostrava o presidente com 51% de bom e ótimo e apenas 7% de ruim e péssimo, realidade muito diferente da atual. Mas a relação de Lula com suas bases começava a estressar. Um protesto de servidores federais reuniu milhares de pessoas em 8 de abril, contra a política de austeridade do governo.

João Campos recebe apoio da oposição de Iati liderada por Maria Augusta

Do Blog Ponto de Vista O prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, recebeu nesta terça-feira (16) a adesão do grupo de oposição de Iati, no Agreste Meridional, liderado pela ex-candidata a prefeita Maria Augusta (Avante). Com mais de 5 mil votos obtidos na disputa de 2024, Maria Augusta se consolida como […]

Do Blog Ponto de Vista

O prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, recebeu nesta terça-feira (16) a adesão do grupo de oposição de Iati, no Agreste Meridional, liderado pela ex-candidata a prefeita Maria Augusta (Avante). Com mais de 5 mil votos obtidos na disputa de 2024, Maria Augusta se consolida como uma das principais lideranças políticas da região e anunciou o apoio ao projeto liderado por João Campos para Pernambuco.

Durante o encontro, realizado no Recife, João Campos destacou a importância do gesto político vindo de um grupo representativo do interior. “Receber o apoio de Maria Augusta e do grupo de oposição de Iati é motivo de muita alegria e responsabilidade. Ela tem história, força política e representa milhares de pessoas que querem ver sua cidade avançar. Nosso compromisso é com quem quer trabalhar por Pernambuco, e estará sempre aberta para esse time que quer ver Iati crescer.”

Maria Augusta, por sua vez, falou da confiança no projeto que vem sendo construído por João Campos no estado. “João tem mostrado que sabe fazer, tem energia e sensibilidade para liderar um novo tempo em Pernambuco. Assim como Eduardo Campos fez no passado, eu acredito que João não deixará Iati de lado. Ele sabe a importância dos pequenos municípios e vai caminhar com a gente para levar desenvolvimento ao nosso povo”, afirmou.

Duque “tira casquinha” de episódio com Paulo Câmara e militância do PT no Recife

Filiado ao PT, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, afirmou que as vaias sofridas por Paulo Câmara (PSB) neste sábado em evento com Haddad (PT) mostram que a militância petista não aprova o atual governador. Ao subir no palanque para discursar, em ato político no Centro do Recife, Paulo foi recebido com vaias e […]

Filiado ao PT, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, afirmou que as vaias sofridas por Paulo Câmara (PSB) neste sábado em evento com Haddad (PT) mostram que a militância petista não aprova o atual governador.

Ao subir no palanque para discursar, em ato político no Centro do Recife, Paulo foi recebido com vaias e gritos de golpista, segundo veículos do Recife que acompanharam o ato. Paulo Câmara acabou fazendo um discurso mais rápido que o normal, deixando o microfone para que Fernando Haddad pudesse falar.

“As pessoas não esqueceram que Paulo Câmara tomou uma posição no impeachment. Ele ficou ao lado de Temer, liberando quatro secretários para votarem contra a ex-presidenta Dilma”, lembrou Duque. “Paulo esteve com Temer desde o início e foi fiador das reformas que tiraram direitos dos trabalhadores e atolaram o país na maior crise da sua história”, afirma.

O prefeito diz que o PSB promoveu manobras para impedir que Marília Arraes fosse candidata ao governo do Estado, mesmo com ela aparecendo bem posicionada em todas as pesquisas de intenção de voto e tendo a candidatura defendida pelos delegados da legenda.

“Paulo e o PSB perseguem a oposição na tentativa de permanecer no poder. Essas vaias de hoje são o resultado de uma forma atrasada de fazer política, impondo suas vontades pela força, são uma resposta da militância às mentiras de um governador que tem sua gestão reprovada pela grande maioria da população”, acrescentou.

Luciano Duque foi um dos principais articuladores da pré-campanha de Marília, mas como a vereadora do Recife não conseguiu viabilizar a própria candidatura, ele acabou declarando apoio a Armando Monteiro (PTB). Em Serra Talhada rivaliza com um governista, Sebastião Oliveira, do PR.

Em silencio, Luciano Duque deixou o PT

Adilson Gomes continua buscando levá-lo ao PSB, diz jornalista Sem fazer barulho, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, desligou-se do PT e está sem pressa para se filiar a um novo partido. Ele será candidato a deputado estadual ou a federal em 2022, com grandes chances de ser eleito. O candidato do grupo à […]

Adilson Gomes continua buscando levá-lo ao PSB, diz jornalista

Sem fazer barulho, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, desligou-se do PT e está sem pressa para se filiar a um novo partido. Ele será candidato a deputado estadual ou a federal em 2022, com grandes chances de ser eleito.

O candidato do grupo à sua sucessão será a secretária municipal de saúde, Márcia Conrado, que já tomou gosto pela candidatura. Luciano Duque já pertenceu ao PSB e foi muito próximo, politicamente, do ex-governador Miguel Arraes. Candidatou-se pelo PT em 2012 porque todas as outras legendas estavam sob controle de seus adversários.

O secretário-geral do PSB, Adilson Gomes, que é seu amigo, há tempos o cerca com o intuito de levá-lo para o PSB, mas ele ainda não lhe deu resposta. A informação é do blogueiro Inaldo Sampaio.