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Por que essa palhaçada no Congresso é uma afronta à inteligência do povo brasileiro

Por André Luis

Por André Luis – Jornalista do blog

Enquanto milhões de brasileiros seguem enfrentando desemprego, filas no SUS, falta de moradia e escolas sucateadas, um grupo de parlamentares resolveu parar o Congresso Nacional para protestar… por causa de Jair Bolsonaro. Isso mesmo.

Paralisam o país em nome de um réu por tentativa de golpe de Estado, alguém que desrespeitou as regras da própria prisão domiciliar e que, como mostra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, continua afrontando as instituições democráticas.

A palavra certa para isso? Palhaçada.

Esses parlamentares de oposição dizem estar preocupados com o “pacote da paz”. Mas é uma paz fajuta, que só serve aos próprios interesses. Pedem anistia para quem quebrou, destruiu, invadiu e tentou rasgar a Constituição no 8 de janeiro — um verdadeiro atentado contra a democracia. É de uma incoerência brutal: onde estavam esses defensores da liberdade quando milhares de brasileiros morriam asfixiados na pandemia, enquanto o governo Bolsonaro promovia cloroquina, zombava de vacinas e debochava de caixões fechados?

Não vimos protestos, não vimos “esparadrapos na boca”, nem falas indignadas na tribuna diante do caos sanitário. Mas bastou a tornozeleira apertar no tornozelo do “mito” que, como num passe de mágica, se lembraram de obstruir votações importantes. O Brasil sangrava, e eles aplaudiam o capitão. Agora que a Justiça começa a funcionar, resolveram gritar por liberdade. Liberdade para quê? Para continuar acima da lei?

Pior ainda é a hipocrisia de atacar o foro privilegiado, quando o próprio grupo faz de tudo para blindar Bolsonaro da Justiça comum. Querem o fim do foro? Que comece com o ex-presidente! Ou será que o discurso só vale quando é conveniente?

Enquanto o povo paga impostos, enfrenta a carestia e tenta sobreviver à violência e ao desemprego, deputados e senadores se reúnem para fazer teatrinho no plenário, com esparadrapo na boca e cartazes. Uma cena digna de vergonha alheia.

O Congresso deveria ser casa do povo, não palco de espetáculo grotesco em defesa de interesses privados. É inaceitável ver parlamentares transformando uma instituição da República em bunker de proteção para um homem que desrespeitou a democracia do começo ao fim de seu governo — e que, agora, mesmo fora do cargo, continua desafiando as regras.

Bolsonaro está em prisão domiciliar porque violou medidas judiciais, não porque alguém está perseguindo um “coitadinho”. Ele participou de ato ilegal, usou redes sociais por meio de terceiros, descumpriu as ordens da Justiça e agora seus aliados querem jogar o país no caos como resposta.

Não aceitam o resultado das urnas, não aceitam o papel do Judiciário, não aceitam a Constituição. Querem um país onde vale a força, o grito e a desordem — desde que sirva ao seu líder. Um país onde o Congresso é paralisado por capricho. Um país onde a democracia é apenas um detalhe inconveniente.

Isso não é oposição, é sabotagem. É a prova cabal de que o que move esse grupo não é o bem do Brasil, mas a defesa do próprio umbigo — e de um projeto autoritário e falido.

Chega dessa encenação. O povo brasileiro merece seriedade.

Outras Notícias

Gilmar Mendes pede para STF retirar porte de arma e impedir entrada de Janot na Corte

G1 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes pediu nesta sexta-feira (27) a retirada do porte de armas do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O ministro pediu ainda que Janot seja impedido de entrar no tribunal. Os pedidos foram feitos em razão da entrevista na qual o ex-procurador-geral revelou a intenção de matar Gilmar Mendes. […]

G1

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes pediu nesta sexta-feira (27) a retirada do porte de armas do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O ministro pediu ainda que Janot seja impedido de entrar no tribunal.

Os pedidos foram feitos em razão da entrevista na qual o ex-procurador-geral revelou a intenção de matar Gilmar Mendes.

Em entrevistas aos jornais “O Estado de S. Paulo” e “Folha de S.Paulo” e à revista “Veja” publicadas nesta quinta (26), Janot revelou que, em 2017, quando estava à frente da Procuradoria Geral da República (PGR), entrou armado no Supremo com a intenção de matar Gilmar Mendes e se suicidar em seguida.

O fato está narrado no livro de memórias de Janot, mas sem o nome do ministro.

O pedido de Gilmar Mendes foi feito ao ministro Alexandre de Moraes em inquérito que apura ofensas aos ministros da Corte. O documento é sigiloso porque a investigação corre em segredo. Não há previsão de prazo para decisão por parte de Moraes.

Após deixar o cargo de procurador-geral, em setembro de 2017, Janot voltou a ser subprocurador-geral da República – o topo da carreira do Ministério Público Federal. Há cerca de 60 subprocuradores em atuação na PGR, que atuam em processos nos tribunais superiores.

Em abril deste ano, Janot se aposentou do cargo e passou a advogar. Atualmente, tem escritório e atua na área de compliance.

Todos os integrantes do Ministério Público Federal têm direito a porte de armas. De acordo com a lei orgânica do Ministério Público, o procurador aposentado mantém as prerrogativas do procurador em atividade. Logo, mesmo aposentado, Janot mantém o direito ao porte de arma.

Seminário de Educação do Poder Legislativo acontece na próxima semana‏

A programação do V Seminário Estadual de Educação do Poder Legislativo foi definida pela Comissão de Educação. O evento ocorrerá nos dias 4 e 5 de junho, das 9 às 18h, no Auditório do Anexo I da Assembleia. O Seminário abordará os desafios para elaborar o Plano Estadual de Educação, que vem sendo discutido pela […]

cartazA programação do V Seminário Estadual de Educação do Poder Legislativo foi definida pela Comissão de Educação. O evento ocorrerá nos dias 4 e 5 de junho, das 9 às 18h, no Auditório do Anexo I da Assembleia.

O Seminário abordará os desafios para elaborar o Plano Estadual de Educação, que vem sendo discutido pela Comissão junto com o Fórum Estadual de Educação, composto por várias entidades governamentais e da sociedade civil, envolvidas com a educação em Pernambuco.

“Identificamos dois gargalos principais que podem afetar a implementação do plano: como garantir a aplicação de políticas afirmativas e como financiar as ações. Por isso, decidimos dar atenção especial a esses temas no Seminário”, observou a presidente da Comissão, Teresa Leitão (PT).

A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) e o professor Benedito Medrado, da UFPE, falarão sobre as políticas afirmativas na Educação. Já o presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Paulo Rubem Santiago, tratará do financiamento das ações do plano. O evento também terá a participação do coordenador-geral da Diretoria de Cooperação e Planos de Educação do MEC, Roberval Ângelo Furtado.

O Seminário vai ser realizado em parceria com a Escola do Legislativo (Elepe). As inscrições podem ser feitas tanto na Escola, localizada na Avenida João de Barros, nº 651, quanto na sala da Comissão de Educação, no quinto andar do Anexo I da Alepe, na Rua da União, nº 439. A inscrição é gratuita, aberta a qualquer cidadão e limitada a 120 participantes.

Folha do Pajeú premiou melhores do ano

O jornal Folha do Pajeú premiou esta semana os melhores do ano, com base em pesquisa em parceria com a MV4 Publicidade e Marketing. O jornalista Mário Viana não só premiou os homenageados como também levou para tirar quaisquer dúvidas os questionários da pesquisa realizada em Afogados da Ingazeira no fim do ano passado. O […]

O jornal Folha do Pajeú premiou esta semana os melhores do ano, com base em pesquisa em parceria com a MV4 Publicidade e Marketing.
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O jornalista Mário Viana não só premiou os homenageados como também levou para tirar quaisquer dúvidas os questionários da pesquisa realizada em Afogados da Ingazeira no fim do ano passado.
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O evento primou pela organização. Além de pesquisa de opinião, que escolheu os melhores em 40 categorias, o jornal ainda agraciou vencedores de uma pesquisa feira pela internet, com seis agraciados entre políticos e secretários, além do evento Cantilena, o melhor cultural de 2014.
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Para concluir, entregou a representantes de segmentos do empresariado uma premiação especial pela contribuição para o desenvolvimento da cidade.
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O nosso blog foi agraciado na sua categoria. Também fomos honrosamente lembrados na categoria melhor comunicador e a Rádio Pajeú, representada por Michelli Martins, melhor emissora.
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Veja mais fotos clicadas por Cláudio Gomes abaixo. Você pode ver a cobertura completa com fotos no site do jornal: www.folhadopajeu.com.br. Parabéns  aos vencedores!
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Governo de Duque tem mais gente rejeitando que aprovando, atesta Múltipla

A avaliação negativa do governo Luciano Duque, em quase dois anos de gestão, superou a avaliação positiva, segundo dados da pesquisa do Instituto Múltipla, de Arcoverde, encomendados ao Farol de Notícias. Para 21% dos entrevistados, a gestão Duque é péssima. Já 15% disseram que o governo está ruim. Ruim e péssimo somam 36%. O governo é bom para 30%, […]

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A avaliação negativa do governo Luciano Duque, em quase dois anos de gestão, superou a avaliação positiva, segundo dados da pesquisa do Instituto Múltipla, de Arcoverde, encomendados ao Farol de Notícias.

Para 21% dos entrevistados, a gestão Duque é péssima. Já 15% disseram que o governo está ruim. Ruim e péssimo somam 36%. O governo é bom para 30%, e regular 28%.  Apenas 3% disseram que o governo está ótimo. Ou seja, péssimo e ruim superaram bom e ótimo: 36% a 33%. Não souberam ou não quiseram opinar são 2%.

Outro dado indica que a rejeição à gestão é maior na zona urbana que na rural. A avaliação positiva do governo na zona urbana é de 29%. Na zona rural, no entanto, chega a 44%.

A consulta Múltipla foi realiza nos dias 17 e 18 de setembro de 2014 e ouviu 300 pessoas em todos os bairros e distritos de Serra Talhada. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número PE 00026/2014 e BR 00686/2014. O intervalo de confiança é de 95% para uma margem de erro de 5%, para mais ou para menos.

WhatsApp notifica agências que disparam mensagens anti-PT 

Rede social pediu que disparos em massa sejam interrompidos, e contas associadas foram banidas  Da Folha de São Paulo  O WhatsApp enviou notificação extrajudicial para as agências Quickmobile, Yacows, Croc services e SMS Market determinando que parem de fazer envio de mensagens em massa e de utilizar números de celulares obtidos pela internet, que as empresas usavam para aumentar o […]

Rede social pediu que disparos em massa sejam interrompidos, e contas associadas foram banidas 

Da Folha de São Paulo 

O WhatsApp enviou notificação extrajudicial para as agências Quickmobile, Yacows, Croc services e SMS Market determinando que parem de fazer envio de mensagens em massa e de utilizar números de celulares obtidos pela internet, que as empresas usavam para aumentar o alcance dos grupos na rede social.

A empresa também baniu as contas do WhatsApp associadas a essas agências. Reportagem publicada pela Folha nesta quinta-feira (18) mostrou que empresas bancaram uma campanha de mensagens anti-PT com pacotes de disparos em massa.

A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

A agência AM4 e outras estão sob investigação e serão notificadas caso sejam comprovadas as irregularidades.

O comportamento fere as regras do WhatsApp. O envio de mensagens em massa com conteúdo eleitoral não é ilegal, desde que use a base de usuários dos próprios candidatos, ou seja, listas com nomes e telefones celulares de apoiadores que voluntariamente os cederam.

No entanto, várias agências venderam bases de usuários de terceiros, segmentadas por região e perfil, de origem desconhecida —o que é ilegal.

“Estamos tomando medidas legais para impedir que empresas façam envio maciço de mensagens no WhatsApp e já banimos as contas associadas a estas empresas”, informou em nota o WhatsApp.

A empresa também disse que usa tecnologia de ponta para detectar contas com comportamento anormal para que elas não possam ser usadas para espalhar mensagens de spam.

A presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a ministra Rosa Weber, convocou para esta sexta-feira (19) uma reunião com PT e aliados para discutir o caso.

O partido do presidenciável Fernando Haddad entrou com ação na Justiça Eleitoral para investigar suposto financiamento ilegal de campanha por Jair Bolsonaro (PSL).

Weber falará à imprensa na tarde desta sexta, acompanhada da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e de outras autoridades.