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População vai às ruas contra serviços da Compesa em Afogados da Ingazeira

Por André Luis

Ponto negativo foi a tentativa de um motorista em furar bloqueio na via. Ele quase atropelou manifestantes.

Por André Luis

Na manhã desta sexta-feira (8), um grupo de moradores de diversos bairros de Afogados da Ingazeira, realizaram um protesto pacifico contra a irregularidade na distribuição de água no município por parte da Compesa.

A concentração aconteceu às 08h na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, de onde os manifestantes saíram em passeata com apitos, buzinas de motos e carros e um carro de som até a sede regional da empresa na Avenida Artur Padilha, onde bloquearam a via com motos e carrinhos de picolé.

Os ânimos se exaltaram quando um motorista em uma S10 tentou avançar o bloqueio e jogou o carro em cima dos manifestantes, quase atropelando alguns. A polícia que estava presente tratou de apaziguar as coisas. O motorista foi obrigado a dar ré e desviar o caminho.

Uma comissão formada por: Maria Afonso (São Braz), Cida Nicácio (Sobreira), Danyele Suenya (Residencial Do Francisco), Luiz Carlos (Centro) e  Albertino Bezerra (Brotas), foram recebidos pelo Gerente Regional Gileno Alves, a Chefe de Distribuição Ayla Sarah Bezerra e Washington Jordão, que fizeram um breve histórico do que aconteceu para que a situação chegasse ao ponto em que está na distribuição de água, que vem atormentando a população de Afogados da Ingazeira.

Gileno voltou a dizer o que já vem sendo dito desde a audiência pública. “O problema é na capacidade de tratamento da água na ETA de Afogados. Hoje nós tratamos na base de 100 litros por segundo, desses somente 80 ficam para Afogados o restante vai para Tabira, precisamos de cerca de 130 Lt/s, para abastecer com folga a cidade de Afogados”, informou.

O Gerente  Regional disse entender a revolta da população e o fato de que algumas pessoas passam por problemas pelo fato de terem reservatórios pequenos, mas pediu um pouco mais de paciência e voltou a garantir que com a entrega da ETA de Tabira que acontece ainda neste mês de novembro, até o meio do mês de dezembro a situação se regulariza em Afogados.

Também garantiu que a caixa d’água da Imobiliária Rocha localizada no loteamento Vila Pajeú, vai dar um implemento importante no abastecimento, principalmente para as partes altas de bairros como São Braz, Sobreira, São Cristóvão e Residencial Dom Francisco – bairros que são abastecidos unicamente pelo sistema adutor Zé Dantas.

Questionado sobre o aumento no tempo de desabastecimento, Gileno informou que foram causados pelos constantes problemas que vem acontecendo na Adutora Zé Dantas. “Em setembro tivemos uma redução significativa no sistema Zé Dantas, que parou durante 21 dias devido a um problema mecânico em uma peça que teve que ser comprada fora. Depois dessa redução a gente vem fazendo o rodízio interno com a água que é tratada na ETA, não deixamos de abastecer, mas houve realmente uma dificuldade maior no abastecimento. A partir daí, a gente regularizou, depois desses 21 dias levamos mais umas duas semanas para regularizar”, explicou.

Alves ainda explicou que após o problema mecânico em uma peça na Adutora Zé Dantas, outros problemas como a queda de energia em quatro dos oito poços do sistema e uma ação de vândalos que causou um estouramento na tubulação agravaram o problema. “Qualquer intercorrência que acontece no sistema Zé Dantas, gera um problema gigante para a sequência do calendário”, afirmou.

Outro ponto questionado pelos membros da comissão, foi em relação aos valores cobrados nas contas de água. Gileno disse que as taxas são regulamentadas pela Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe) e orientou que quando houver discrepância nos valores levem as contas até o escritório regional na Avenida Artur Padilha para pedir uma reavaliação.

Ficou agendada para a próxima segunda-feira (11) uma visita dos membros da comissão a obra da ETA de Tabira, o convite foi feito pelo gerente regional, Gileno que quer mostrar o andamento das obras.

Outro ponto acertado durante a reunião foi a criação de um grupo de WhatsApp com os membros da comissão, o Gerente Regional Gileno Alves e a chefe de distribuição Ayla Bezerra. No grupo Gileno se dispôs a estar passando informações sobre o abastecimento nos bairros diariamente.

Outras Notícias

Água em Custódia e Petrolina na agenda entre Gonzaga Patriota e Paulo Câmara

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE) esteve nesta segunda feira (5) em audiência com o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, para solicitar a convocação dos primeiros sargentos da polícia militar e dos bombeiros militares do estado, que já tenham sido classificados e qualificados a ingressarem na academia, para que se graduem como tenentes. O governador informou […]

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE) esteve nesta segunda feira (5) em audiência com o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, para solicitar a convocação dos primeiros sargentos da polícia militar e dos bombeiros militares do estado, que já tenham sido classificados e qualificados a ingressarem na academia, para que se graduem como tenentes.

O governador informou que o número total pretendido de servidores ainda não foi convocado dada falta de recursos financeiros.

O deputado conversou ainda sobre o problema de abastecimento de água nos municípios de Custódia e Petrolina. Sobre Custódia, o governador emitiu autorização de estudo para que se leve água da adutora do Eixo Leste para o município.

O deputado solicitou agilidade nos trabalhos de enfrentamento à seca em Petrolina, para que não se permita mais em hipótese alguma a falta de água para a população.

Na audiência também trataram de projeto que tem como objetivo investir mais de 40 milhões de reais em saneamento; este assunto depende que o prefeito de Petrolina retire uma ação judicial contra a Compesa – Companhia Pernambucana de Saneamento.

“Fiquei muito satisfeito com o resultado da audiência com o governador. Diversos assuntos de relevância para o estado foram amplamente discutidos. Acompanharei de perto cada tema levado a ele”, ressaltou o deputado.

Vítimas da chacina de Santa Terezinha foram sepultadas

Somente na noite da segunda-feira os corpos dos jovens vitimados em chacina ocorrida na manhã do domingo chegaram a cidade de Santa Terezinha. De imediato Fernando Alves Cassiano, 18 anos foi transferido para a cidade Paraibana de Teixeira onde na mesma noite foi sepultado. Enquanto isso, Jucélio Simões Soares, 24 anos, e José Lucas Gonçalves, […]

Somente na noite da segunda-feira os corpos dos jovens vitimados em chacina ocorrida na manhã do domingo chegaram a cidade de Santa Terezinha. De imediato Fernando Alves Cassiano, 18 anos foi transferido para a cidade Paraibana de Teixeira onde na mesma noite foi sepultado. Enquanto isso, Jucélio Simões Soares, 24 anos, e José Lucas Gonçalves, 18 anos, tiveram os seus corpos enterrados em cemitérios diferentes ontem na cidade de Santa Terezinha.

De acordo com o blogueiro Gilson Pereira falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, o sepultamento de Lucas aconteceu no cemitério da Vila Maria Lica. O cortejo teve pequena participação, em virtude dos tiros que antecederam o ato.  O clima é de pavor na cidade. As pessoas estão evitando sair as ruas. 20h bares e lanchonetes e residências da cidade já estão de portas fechadas.

Revelados detalhes da prisão dos acusados de participar da chacina: a operação que prendeu os acusados da chacina foi comandada pelo Comandante da 5ªCIPM/PB e pelo Delegado da Depol de Princesa Isabel-PB, tendo a participação Operacional do 23º BPM do Oficial de Operações, NIS-I, Equipe da Malhas da Lei, Guarnições Ordinárias de Santa Terezinha e Solidão.

Foram presos Leandro Avelino de Souza, 18 anos, Ecleston Cleiton de Oliveira, 18 anos, Jonas dos Santos Silva, 20 anos, Ícaro Gabriel Silva, 20 anos e Darlan Almeida Xavier de Sales, 32 anos. Com eles drogas e farto armamento. Inicialmente responderão por tráfico e porte de armas na Paraíba. Depois, pelos homicídios em Pernambuco.

Polícia Civil de Pernambuco desmantela organização criminosa

A Polícia Civil de Pernambuco, com apoio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SENASP/MJSP), deflagrou nesta terça-feira (26) a 14ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada “LADYBUG”. A ação, inserida no Projeto IMPULSE do Programa Nacional de Enfrentamento […]

A Polícia Civil de Pernambuco, com apoio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SENASP/MJSP), deflagrou nesta terça-feira (26) a 14ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada “LADYBUG”.

A ação, inserida no Projeto IMPULSE do Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (ENFOC/MJSP), tem como objetivo desmantelar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

As investigações, iniciadas em fevereiro de 2022, resultaram na solicitação de sequestro de bens e bloqueio judicial de ativos financeiros no valor de R$ 15 milhões.

A operação também inclui a prisão de um alvo em São Paulo, além de mandados já cumpridos nos estados do Paraná, São Paulo, Pará e Santa Catarina, além de Pernambuco (Recife, RMR, Limoeiro e Caruaru).

No total, estão sendo cumpridos 28 mandados de prisão e 45 mandados de busca e apreensão domiciliar, todos expedidos pelo Juízo da Primeira Vara Criminal da Comarca de Paulista. A ação conta com a participação de 260 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães.

As investigações contaram com o apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL) e do Laboratório de Lavagem de Dinheiro (LAB/PCPE), além do suporte operacional do Comando de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCPE) e das Polícias Civis dos estados de São Paulo, Paraná, Pará, Rondônia, Mato Grosso e Santa Catarina.

A Polícia Civil informou que os detalhes da operação serão divulgados pela Assessoria de Comunicação da instituição em momento oportuno.

Procuradores da Lava Jato de SP expõem divergência e pedem demissão coletiva

Decisão é resposta a conflito com procuradora no Ministério Público Federal; força-tarefa de Curitiba teve saída de Deltan Os oito procuradores da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo pediram para deixar seus cargos no grupo, em ofício apresentado à PGR (Procuradoria-Geral da República) nesta quarta-feira (2). A decisão é uma resposta a divergências com […]

Decisão é resposta a conflito com procuradora no Ministério Público Federal; força-tarefa de Curitiba teve saída de Deltan

Os oito procuradores da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo pediram para deixar seus cargos no grupo, em ofício apresentado à PGR (Procuradoria-Geral da República) nesta quarta-feira (2).

A decisão é uma resposta a divergências com uma procuradora com quem eles compartilham a divisão do Ministério Público Federal em São Paulo responsável por casos da operação. A medida foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

A força-tarefa de São Paulo cuida de desdobramentos da operação enviados para o estado. Entre os casos, há, por exemplo, acusações relativas ao ex-operador do PSDB Paulo Preto. Uma investigação sobre negócios de um filho do ex-presidente Lula (PT) também ficou com o grupo.

O pedido de demissão é mais um revés para a operação, que vive um embate nacional com a PGR e que, na terça-feira (1º), perdeu em Curitiba o coordenador Deltan Dallagnol. Sob pressão, ele decidiu se afastar da força-tarefa local alegando questões familiares.

A carta de renúncia da equipe em São Paulo é assinada pela coordenadora da equipe, Janice Ascari, que assessorou anteriormente o ex-procurador-geral Rodrigo Janot, e outros seis integrantes.

Eles querem que a saída não seja imediata e pedem um prazo, para as próximas semanas, para que haja tempo de trabalhos de transição.

No ofício, eles falam em “incompatibilidades insolúveis” com a atuação da procuradora Viviane de Oliveira Martinez, que também atua em São Paulo e não fazia parte formalmente da força-tarefa.

Procurada, a direção do Ministério Público Federal ainda não se manifestou a respeito do assunto. Leia a íntegra da matéria de Felipe Bächtold e José Marques, na Folha de São Paulo.

23º BPM diz apurar episódio envolvendo policiais

Uma briga envolvendo dois policiais militares foi registrada em um importante bar da cidade, o Alternativo Bar, no Bairro Sobreira, repercutiu nas redes sociais. O bar é um dos points da cidade, bastante movimentado. Muitos relatos ao blog indicam que o episódio aconteceu no sábado a noite. Oficialmente, os nomes dos PMs não foram revelados. […]

Uma briga envolvendo dois policiais militares foi registrada em um importante bar da cidade, o Alternativo Bar, no Bairro Sobreira, repercutiu nas redes sociais. O bar é um dos points da cidade, bastante movimentado.

Muitos relatos ao blog indicam que o episódio aconteceu no sábado a noite. Oficialmente, os nomes dos PMs não foram revelados. Sabe-se que não estavam a trabalho.

As informações que circulam indicam que pelo menos um deles teria sacado uma pistola, mas não houve disparos. Ocorreu luta corporal e pelo menos um dos envolvidos saiu ferido, conforme imagens que viralizaram nas redes. Houve confusão generalizada. Muitos clientes deixaram o ambiente. Outros voltaram no dia seguinte.

O que disse o 23º BPM: a Rádio Pajeú procurou Polícia Civil e 23º BPM.  No boletim da PM para imprensa, não houve registro do episódio. A Polícia Civil não se manifestou.

Sem gravar entrevista, o Tenente Coronel Cláusio Magnes, comandante do batalhão que assumiu há pouco, informou ao repórter Marconi Pereira, da Rádio Pajeú, que PM abriu investigação e apura circunstâncias do episódio.

Disse ainda que não poderia afirmar nada a princípio, que os policiais foram ouvidos e liberados. Eles não foram suspensos e no momento há apenas relatos de testemunhas, mas que carecem de mais elementos. A PM foi chamada ao local e não havia mais ninguém. Ele diz que há muitos rumores e não foram registradas imagens do episódio. Também não foi prestada queixa por proprietários .