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Polícia identifica restos mortais de gêmeos que morreram no Largo do Paissandu

Por André Luis
Mãe dos gêmeos, Selma Almeida da Silva, ainda encontra-se desaparecida e é procurada nos escombros. Foto: Arquivo pessoal

Do Ig / Último Segundo

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou neste sábado (12) que restos mortais encontrados no escombros do edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu, no centro de São Paulo, são dos irmãos gêmeos Wendel e Werner, de 9 anos.

Os corpos dos gêmeos foram encontrados na quarta-feira (9), mas a mãe deles, Selma Almeida da Silva, de 40 anos, ainda é procurada nos escombros. Com a confirmação das identidades, Wendel e Werner tornam-se a terceira e quarta vítima a serem identificadas após a queda do prédio no Largo do Paissandu.

Os Bombeiros ainda buscam por três desaparecidos nos escombros do Largo do Paissandu além de Selma: Eva Barbosa Lima, de 42 anos, Walmir Sousa Santos, de 47 anos, e Gentil de Souza Rocha, de 53.

Segunda vítima morava no oitavo andar

Francisco Lemos Dantas, de 56 anos de idade, foi a segunda vítima do desabamento do edifício Wilton Paes a ser identificada. Ele trabalhava como confeiteiro, era morador do oitavo andar do prédio e foi dado como desaparecido apenas na última terça-feira (8), após notificação de sua ex-cunhada.

A primeira vítima a ser identificada foi Ricardo Oliveira Galvão Pinheiro, de 39 anos de idade, que morreu após retornar ao interior do edifício para tentar salvar moradores.

O edifício Wilton Paes de Almeida tinha 24 andares e foi tomado por um incêndio de grandes proporções na madrugada do dia 1º de maio após um curto-circuito em uma tomada no 5º andar.

Devido aos danos causados pelo fogo, o edifício desabou e ainda atingiu cerca de 90% da estrutura de uma Igreja Luterana que ficava ao lado do prédio. Antiga instalação da Polícia Federal, o edifício Wilton Paes atualmente era ocupado por moradores e famílias sem-teto.

O porta-voz da corporação, tenente Guilherme Derrite, afirmou nesta sexta-feira (11) que os trabalhos de buscas, como os que encontraram os restos mortais dos gêmeos e das outras duas vítimas, e remoção dos escombros devem se estender até a semana que vem.

Outras Notícias

Joelson consegue emendas no valor de R$ 1,8 milhão para Calumbi

Emendas foram destinas pelo então deputado federal Sebastião Oliveira Por André Luis O prefeito de Calumbi, Joelson, e o então deputado federal Sebastião Oliveira, ambos do Avante, se reuniram no Recife, na segunda-feira (30) para tratar das demandas e necessidades do município. Em suas redes sociais, Joelson divulgou que o parlamentar destinou uma emenda de […]

Emendas foram destinas pelo então deputado federal Sebastião Oliveira

Por André Luis

O prefeito de Calumbi, Joelson, e o então deputado federal Sebastião Oliveira, ambos do Avante, se reuniram no Recife, na segunda-feira (30) para tratar das demandas e necessidades do município.

Em suas redes sociais, Joelson divulgou que o parlamentar destinou uma emenda de R$ 1,3 milhão para a saúde de Calumbi e outra no valor de R$ 500 mil para custeios e investimentos.

“Agradeço ao amigo em nome de todos calumbienses e desejo sucesso em todas as etapas da vida, não tenho dúvida que fará muito mais e continuará trabalhando por todos”, destacou Joelson.

Sebastião Oliveira se despediu da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (31). Ele abdicou da reeleição para disputar como vice-governador na chapa da candidata Marília Arraes (Solidariedade), que perdeu para Raquel Lyra no segundo turno.

Médicas foram negligentes em procedimento que vitimou consultora que atua em Arcoverde

A família de Camila Wanderley, que é servidora pública e consultora de moda que mora e trabalha em Arcoverde acusa médicas do Recife de omissão após cirurgia causar dano cerebral grave. Camila foi internada no dia 27 de agosto de 2025 para retirada da vesícula e correção de hérnia inguinal, dois procedimentos de baixa complexidade […]

A família de Camila Wanderley, que é servidora pública e consultora de moda que mora e trabalha em Arcoverde acusa médicas do Recife de omissão após cirurgia causar dano cerebral grave.

Camila foi internada no dia 27 de agosto de 2025 para retirada da vesícula e correção de hérnia inguinal, dois procedimentos de baixa complexidade – o primeiro é um dos mais realizados no Brasil.

Após receber anestesia geral, ela teve sete apneias seguidas que culminaram em uma parada cardiorrespiratória, segundo a perícia independente que a família contratou para apurar o que aconteceu durante o procedimento.

A paciente teve um dano grave no cérebro, perdeu funções básicas e está internada em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) desde então.

O documento da perícia, divulgado com exclusividade pela Folha de São Paulo, afirma que as médicas ignoraram os alertas do monitor multiparamétrico e prosseguiram com a cirurgia. O equipamento teria alertado sobre a queda abrupta da saturação de oxigênio dezenas de vezes durante um período de 27 minutos.

A defesa da família denunciou uma das médicas ao Cremepe, que é o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco. Em nota, a instituição diz que apura e que “todas as denúncias recebidas e sindicâncias instauradas pela autarquia correm em sigilo processual para não comprometer a investigação”.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Hospital Esperança afirmou que as médicas não trabalham na unidade e foram escolhidas pela paciente.

A defesa da cirurgiã Clarissa Guedes Noronha afirma que a cirurgia foi realizada com absoluta precisão, e que o monitoramento dos sinais é uma atribuição técnica da anestesiologia.

A defesa da anestesiologista Mariana Parahyba informou que não irão se manifestar no momento.

Camila Wanderley é servidora da Justiça no Estado de Pernambuco e filha do juiz federal Roberto Nogueira, do TRF-5. Casada e mãe de dois filhos, divide o tempo entre o emprego público e consultoria de moda.

Na Rádio Itapuama, Camila Wanderley tem um quadro com dicas de moda dentro do programa De Primeira Categoria.

Segundo o pai de Camila, “ela não fala, não anda, não vê. Respira sozinha, mas perdeu as partes cognitiva e locomotora. Quando eu fico com ela, a olho o tempo todo. É como se fosse um bebê de novo”, diz o pai.

Registros de câmeras de segurança do hospital mostram que Camila chegou andando na unidade por volta das 5h. Ela deixa o elevador acompanhada pelo marido, o médico oftalmologista Paulo Menezes. A admissão no hospital ocorre às 5h24.

Às 10h47, o monitor multiparamétrico emitiu o primeiro alerta para apneia, segundo a perícia particular contratada pela família. O alerta, diz a perícia, indicava “problema grave: desconexão, obstrução ou falha ventilatória”. O documento afirma que o quadro evoluiu para alta prioridade, já que Camila teria ficado 1 minuto e 42 segundos em apneia [interrupção da respiração], o que exigiria ação imediata.

A segunda apneia aconteceu às 10h56, de acordo com o documento da perícia. “Problema ventilatório recorrente não resolvido”, classifica o laudo, indicando que a saturação da paciente caiu de 88% para 61% em 67 segundos.

Em entrevista à Folha, o médico Leonardo Queiroga Marinho, que assina o documento, afirma que a falta de intervenção indica erro grave de omissão, mas destaca que a avaliação depende dos órgãos competentes. Os dados do quadro clínico de Camila foram obtidos com o hospital, por meio do cartão de memória dos aparelhos.

“Todas as informações, como pressão e saturação, são mostradas no monitor para o médico acompanhar instantaneamente. Esse equipamento tem vários sensores, alarmes visuais e é primordial para procedimentos cirúrgicos”, afirma Queiroga.

“Essas informações ficam registradas em um cartão de memória, sob o controle do fabricante, que repassa em casos de solicitação do hospital. Com acesso a esse equipamento, conseguimos fazer a análise do quadro segundo a segundo”, diz.

Nesse momento, a equipe de reanimação é acionada. A paciente volta a ter sinais vitais às 11h33, após 15 minutos de parada. Ela ainda teve mais uma apneia antes de ser transferida para a UTI, às 12h42.

As câmeras do hospital mostram a transferência. A anestesiologista Mariana Parahyba aparece ao lado da equipe de enfermagem, usando o celular com uma mão, enquanto manuseia o ambu (aparelho de ventilação manual) com a outra.

Além da denúncia ao Cremepe, a família prepara uma ação judicial, segundo o advogado Igor Cesar Rodrigues. “Nós queremos que todos os crimes cometidos no decorrer desse procedimento desastroso sejam apurados, bem como reaver os danos materiais decorrentes”, diz.

“A cirurgia seguiu com a paciente praticamente morta ali na mesa. Defendemos que é uma conduta dolosa. É como pegar um carro em uma avenida movimentada, avançar o sinal vermelho, causar um acidente e continuar avançando”, compara Rodrigues.

“Os filhos vivem perguntando por ela. O mais velho, Arthur, de seis anos, criou uma espécie de defesa, não quer falar sobre o assunto. Eu passei dois meses morto-vivo depois do que aconteceu. Pedi a Deus para me levar no lugar dela. Ela era minha amiga, conselheira, quem me dava sermão”, lembra o pai.

O Hospital Esperança disse que prestou “todo o suporte necessário assim que tomou conhecimento da intercorrência”. “O hospital reafirma seu compromisso permanente com a qualidade assistencial, ética, a transparência e, sobretudo, com a segurança de seus pacientes”, diz a nota.

A defesa da cirurgiã Clarissa Guedes diz que reitera seu profundo respeito e solidariedade à família “diante do trágico evento adverso ocorrido”.

“A atuação técnica da doutora Clarissa durante a colecistectomia (cirurgia para retirada da vesícula biliar) foi executada com absoluta precisão e sem qualquer falha de execução, não havendo qualquer intercorrência ou falha no ato cirúrgico propriamente dito. Portanto, inexiste nexo de causalidade entre o agir de Clarissa Guedes e o dano neurológico sofrido pela paciente. É fundamental ressaltar que a função do cirurgião exige concentração absoluta no campo operatório, sendo o monitoramento uma responsabilidade da anestesiologia”, afirma.

A reportagem é do Portal Folhapress com apuração e redação dos jornalistas Luis Eduardo de Sousa e Josué Seixas da Folha de São Paulo.

Petistas confiam na manutenção de Duque na legenda e dizem que nome do vice “sairá aos 45 do 2º tempo”

Tanto o presidente do PT serra-talhadense, Antonio Filho, o Toninho do PT, quanto o vereador Sinézio Rodrigues mantiveram a confiança em entrevista ao radialista Waguinho Nascimento na Cultura FM de que o prefeito Luciano Duque fica no na legenda. Hoje, mais rumores surgiram da possibilidade de que Duque migre para a base governista no Estado. […]

IMG-20160311-WA0061

Tanto o presidente do PT serra-talhadense, Antonio Filho, o Toninho do PT, quanto o vereador Sinézio Rodrigues mantiveram a confiança em entrevista ao radialista Waguinho Nascimento na Cultura FM de que o prefeito Luciano Duque fica no na legenda. Hoje, mais rumores surgiram da possibilidade de que Duque migre para a base governista no Estado. Petistas mais orgânicos, os dois não acreditam na possibilidade.

Eles ainda afirmaram que há muitos nomes para a discussão em torno da vice na chapa encabeçada pelo prefeito candidato a reeleição, sem manifestar predileção por nenhum  deles. “Essa coisa é tranquila. Enquanto a oposição se bica para escolher o candidato, temos muitos nomes para compor a vice. Todos os que estão colocados, são nomes competitivos”, disse o vereador.

IMG-20160311-WA0062Sinézio descartou, entretanto, que o nome seja do PT, o que configuraria uma chapa “pão com pão”. “Não cabe ao PT a vice, tem que ter maturidade política para entender isso. O nome será aquele que está com a gente, que vem reforçar nosso programa de governo. Aos 45 do segundo tempo deveremos decidir. Não teremos pressa, porque temos nomes com fartura”, afirmou.

36 anos do PT: A comemoração dos 36 anos do PT em Serra Talhada vai ter status de ato de desagravo a tentativa da oposição de  Impeachment de Dilma e defesa do ex-presidente Lula. O Presidente estadual das legenda, Bruno Ribeiro, estará no evento. O ato acontece às 9h, no Hotel São Cristóvão.

Após TAC, prefeitura pernambucana cumpre piso de ACS e Agentes de Endemias

A Prefeitura de Jataúba cumpriu o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que firmou com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), em 18 de junho deste ano, e pagou, na quinta-feira (1º), o piso salarial aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias do município. O piso é regulamentado na Lei […]

Imagem ilustrativa

A Prefeitura de Jataúba cumpriu o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que firmou com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), em 18 de junho deste ano, e pagou, na quinta-feira (1º), o piso salarial aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias do município.

O piso é regulamentado na Lei Federal número 13.708/2018 e na Lei Municipal número 658/2019.

O promotor de Justiça Antônio Rolemberg, ao firmar o TAC, explicou que a verba do piso é de nível federal, no valor de R$ 1.250,00, e que a União repassa a quantia ao município. O prefeito de Jataúba, Antônio Cordeiro de Nascimento, se comprometeu na ocasião a realizar o pagamento a partir do mês de julho.

Ficou ainda acordado que os valores referentes a diferença de janeiro de 2019 a junho de 2019, que somam de R$ 624,00, serão adimplidos na folha de julho de 2019, em parcela única. O compromisso foi cumprido e os valores retroativos foram pagos, além do quinquênio.

“A categoria trabalha em prol da saúde pública e merece ter seus direitos amplamente assegurados”, afirmou Antônio Rolemberg.

“Uma categoria que tem a garantia dos seus direitos trabalha com mais estímulo e realiza com mais zelo as atividades de prevenção para saúde dos jataubenses”, confirmou a agente comunitária de saúde, Maria Suely.

Prefeito promete para 90 dias a conclusão das casas populares de Ingazeira

Diante da queixa de um ouvinte sobre a demora de conclusão das casas populares no município de Ingazeira, o Prefeito Lino Morais se pronunciou ontem. Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM o gestor admitiu o atraso nas obras, mas isentou a administração Publica de Ingazeira. “A Prefeitura apenas apoia a ação. A obra […]

Diante da queixa de um ouvinte sobre a demora de conclusão das casas populares no município de Ingazeira, o Prefeito Lino Morais se pronunciou ontem.

Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM o gestor admitiu o atraso nas obras, mas isentou a administração Publica de Ingazeira.

“A Prefeitura apenas apoia a ação. A obra é do Governo do Estado através da CEAB. A empresa foi trocada e isso atrasou os trabalhos”.

Lino disse ainda que as casas populares da cidade de Ingazeira deverão estar prontas em até 90 dias. Quanto às do Povoado de Santa Rosa, o Prefeito não fez previsão.