Plantações foram localizadas na Ilha do Aracapá, em Orocó, e foram erradicadas nos dias 12 e 23 de fevereiro, no decorrer da Operação PHASEOLI II.
Por Juliana Lima
Uma ação conjunta das polícias Civil e Militar de Cabrobó, juntamente com a Polícia Federal, erradicou 37.480 pés de maconha no município de Orocó, no Sertão de Pernambuco. As ações aconteceram nos dias 12 e 23 de fevereiro, no decorrer da operação intercalada PHASEOLI II.
Os plantios ilícitos estavam sendo cultivados na Ilha do Aracapá e foram localizados através de drones. Para chegar ao local as equipes utilizaram botes infláveis na execução da ação policial, de forma a garantir a segurança e êxito das equipes envolvidas no planejamento operacional de combate ao tráfico ilícito de entorpecentes na região.
Ademais, os plantios estavam sendo cultivados “camuflados” ou consorciados em plantios de milho, cultura de subsistência familiar do sertanejo, para dificultar a sua localização por parte das forças de segurança.
Todo plantio foi incinerado no local e reservada uma amostra para posterior perícia e constatação do cultivo, de forma a subsidiar a continuidade das investigações no decorrer do inquérito policial instaurado pela autoridade policial com o objetivo de identificar os responsáveis pelas plantações.
Blog do Magno Principal e mais experiente diretor da empresa, Rômulo Aurélio, engenheiro e funcionário de carreira da estatal há 40 anos, deve deixar o cargo nos próximos dias. Desde 2015 à frente da diretoria técnica de engenharia, responsável por tocar as principais obras de expansão em todo o Estado, não está mais aguentando o […]
Principal e mais experiente diretor da empresa, Rômulo Aurélio, engenheiro e funcionário de carreira da estatal há 40 anos, deve deixar o cargo nos próximos dias. Desde 2015 à frente da diretoria técnica de engenharia, responsável por tocar as principais obras de expansão em todo o Estado, não está mais aguentando o amadorismo, a falta de organização e a ausência de planejamento na gestão Manuela Marinho.
Com atendimento personalizado aos empreiteiros, a presidente, do alto do seu pedestal, não se curva diante do conhecimento e da experiência dos profissionais que realizaram, nos últimos 12 anos, cerca de 7 bilhões de reais em investimentos na expansão e melhoria dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
Informações apontam que Pedro Campos, irmão do candidato a prefeito do Recife João Campos, está cotado para assumir a diretoria. Recém concursado como engenheiro da Compesa, mesmo tendo pouco mais de um ano de experiência na estatal, Pedro já ocupa desde o início da gestão de Manuela cargo de confiança como assessor de diretoria.
Uma empresa com a capilaridade e o poder de fogo da Compesa, que atende mais de 170 municípios em todo o Estado e investe mais de R$ 800 milhões por ano, pode ser utilizada pela primeira vez como uma máquina para eleger prefeitos, bombeando votos ao invés de água.
O depoimento de João Vaccari Neto iniciou às 10h02. No momento em que o dirigente petista entrou no plenário, um funcionário da Câmara soltou cinco ratos no recinto. Os animais geraram gritos e confusão (assista ao vídeo ao lado). A assessoria da Câmara informou que o homem que soltou os ratos no plenáriose chama Márcio […]
O depoimento de João Vaccari Neto iniciou às 10h02. No momento em que o dirigente petista entrou no plenário, um funcionário da Câmara soltou cinco ratos no recinto. Os animais geraram gritos e confusão (assista ao vídeo ao lado).
A assessoria da Câmara informou que o homem que soltou os ratos no plenáriose chama Márcio Martins de Oliveira. Ele era funcionário em cargo de comissão da Segunda-Vice-Presidência da Casa. Depois do espisódio, a assessoria do órgão informou que ele foi exonerado.
Segundo a assessoria da Câmara, Oliveira foi admitido no cargo em março deste ano. Entre abril de 2014 e 8 de março de 2015, ele atuava como secretário legislativo do deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força.
Conforme informações do Portal da Transparência da Câmara, Oliveira ocupava um Cargo de Natureza Especial (CNE) 15, com remuneração de R$ 3.020,85.
No início da sessão, Paulinho afirmou ao G1 que o “povo” faria um ato público na CPI, mas não especificou o que ocorreria. Após a confusão, policiais legislativos passaram a barrar a entrada de pessoas não-credenciadas no plenário.
A assessoria da Câmara informou que Márcio Oliveira poderá responder judicialmente por tumulto em ato público, uma contravenção penal. A denúncia poderá ser oferecida após a conclusão das investigações pela Polícia Legislativa.
Conforme a assessoria, no depoimento que prestou aos policiais legislativos, Oliveira negou ter soltado os roedores e afirmou estar sendo vítima de um equívoco. Imagens do circuito interno de TV da Câmara dos Deputados serão analisadas para verificar o que ocorreu durante a audiência. (G1)
do O Globo Candidata do PT à reeleição, a presidente Dilma Rousseff não participou da série de entrevistas promovida pelo “Jornal da Globo”. Depois de Marina Silva (PSB) ter participado na segunda-feira, seria a vez de Dilma nesta terça, conforme a ordem por sorteio, que ainda terá Aécio Neves nesta quarta. Foi a primeira vez […]
Candidata do PT à reeleição, a presidente Dilma Rousseff não participou da série de entrevistas promovida pelo “Jornal da Globo”. Depois de Marina Silva (PSB) ter participado na segunda-feira, seria a vez de Dilma nesta terça, conforme a ordem por sorteio, que ainda terá Aécio Neves nesta quarta. Foi a primeira vez que aconteceu esta recusa por parte de algum candidato à Presidência. O motivo da recusa não foi informado ao Jornal.
“Como faz desde 2002, o ‘Jornal da Globo’ abriu ontem (segunda-feira) com Marina Silva, do PSB, a série de entrevistas com os principais candidatos à Presidência. A desta terça-feira seria com a candidata do PT, Dilma Rousseff, mas ela se recusou a dar entrevista, naturalmente um direito dela”, disse o apresentador William Waack ao anunciar a falta da presidente.
Foto: Breno Laprovitera O Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou irregulares as contas da Assembleia Legislativa de Pernambuco, no ano de 2016. A decisão foi publicada no Diário Oficial do TCE. Segundo a decisão, foram duas questões que resultaram no julgamento pela irregularidade das contas: “o pagamento de licença-prêmio a servidores em atividade” e […]
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou irregulares as contas da Assembleia Legislativa de Pernambuco, no ano de 2016. A decisão foi publicada no Diário Oficial do TCE.
Segundo a decisão, foram duas questões que resultaram no julgamento pela irregularidade das contas: “o pagamento de licença-prêmio a servidores em atividade” e “irregularidades na Adesão à Ata de Registro de Preços 08/2014”.
Além da irregularidade das contas, foi aplicada uma multa ao deputado estadual Diogo Moraes (PSB), que era primeiro-secretário na época dos fatos. O valor da multa aplicada foi R$ 8.502,50.
A relatora original, conselheira Alda Magalhães, apontou suposta irregularidade no pagamento em dinheiro de licença-prêmio a servidores da ativa, que não estavam aposentados, o que, segundo o TCE, seria vedado por lei.
“Segundo o Relatório de Auditoria (doc.108), a ALEPE, durante o exercício de 2016, efetuou pagamentos a título de indenização por licença-prêmio não gozada a servidores em atividade, no montante de R$ 5.223.804,32. Segundo a explicação técnica, tais pagamentos são vedados pelo disposto no art.1º, § 2º, V, da Lei Complementar Estadual 3/1990, alterada pela Lei Complementar 16/1996, e pelo art. 131, § 7º, III, da Constituição Estadual, com redação alterada pela Emenda Constitucional Estadual 16/1999”, disse o voto da conselheira Alda Magalhães.
Segundo o TCE, a outra suposta irregularidade foi a adesão a uma licitação feita pela Assembleia do Tocantins para serviços de informática.
“O Relatório de Auditoria (doc.108) aponta como irregularidade a adesão pela ALEPE a ata de registro de preços de outro ente federativo (Ata de Registro de Preços – ARP 08/2014 da Assembleia Legislativa do Tocantins para aquisição do ‘Projeto de Modernização Administrativa’ fornecido pela empresa SISTEMATECH Informática Eireli – ME). Segundo a tese esposada pela auditoria, a adesão a atas de registros de preços lavradas por outros entes federativos não tem base constitucional (nem legal) porque seu uso permanece autorizado unicamente em instrumentos infralegais. A Auditoria atribuiu a irregularidade ao Sr. Diogo Casé Moraes (Primeiro Secretário), responsável por homologar a adesão à ARP 08/2014 de ente federativo divers”, disse o voto de Alda Magalhães.
Quase todos os conselheiros do TCE acompanharam o voto pela irregularidade das contas.
Segundo o Diário Oficial, o presidente do TCE, Dirceu Rodolfo, estava ausente da sessão, sendo o julgamento presidido por Ranilson Ramos, que, por isso, não votou. O único conselheiro que divergiu do voto pela irregularidade, segundo o Diário Oficial, foi o conselheiro Carlos Neves.
O TCE determinou ainda a abertura de uma auditoria especial para “analisar a execução do Contrato 51/2015” e para “aprofundar a análise das irregularidades identificadas na folha de pessoal da ALEPE apontadas no item OA.2 do relatório de auditoria”.
O julgamento no TCE não é definitivo, os interessados ainda podem apresentar recursos no próprio TCE.
O escritor e advogados Milton Oliveira criticou a retirada de árvores da Avenida Rio Branco, para dar espaço aos canteiros centrais da requalificação da via. “Na década de 1980, o prefeito de então fez algumas reformas nessa famigerada avenida, arborizando-a devidamente, transformando-a em dois braços abertos ao redor de um corredor de fronde víride a acolher […]
Milton e as árvores retiradas: escritor diz que houve garantia de que não se mexeria com elas. Informações e fotos: BLOG DO FINFA
O escritor e advogados Milton Oliveira criticou a retirada de árvores da Avenida Rio Branco, para dar espaço aos canteiros centrais da requalificação da via.
“Na década de 1980, o prefeito de então fez algumas reformas nessa famigerada avenida, arborizando-a devidamente, transformando-a em dois braços abertos ao redor de um corredor de fronde víride a acolher os visitantes e os moradores do lugar. Trinta anos depois, lá vem nova mudança. A preocupação dos moradores dessa querida avenida se focou nas árvores frondosas, de sombras aprazíveis”, disse Oliveira.
Diz Milton que o prefeito José Patriota e nomes de sua equipe haviam dito que não haveria corte das árvores históricas. “Para alívio geral, assegurou o prefeito e seus asseclas envolvidos no novo empreendimento de reformulação da avenida que nem uma árvore – vejam bem! – nem uma delas seria sacrificada; pelo contrário, outras mais viriam juntar-se ao arvoredo atual, para a maior beleza e encantamento dessa via pública tão amada”.
Milton pergunta: “E o que vemos, agora, com o início da execução do projeto?” Ele próprio responde: “Trator voraz arranca árvores enormes, serra enlouquecida corta trocos e raízes, numa destruição desnecessária e irresponsável. Onde havia verdor impera destroços, terra revirada, folhas secas. Trinta anos de fecundidade e floração, de vicejo e guarida jogados no lixo!”, reclama.
O escritor diz não ser contrário ao novel projeto, menos ainda alimenta qualquer animosidade em relação ao atual prefeito e aqueles responsáveis pelo empreendimento reformatório. “Faço objeção à mentira, principalmente aquela alardeada em praça pública e com fito único de enganar”.
E conclui: “Sou radicalmente contrário ao crime ambiental e a destruição desnecessária que a administração pública da minha cidade está cometendo, sem o mínimo de respeito à natureza e aos munícipes, em especial àqueles, como eu, residem e sempre viveram na Avenida Rio Branco. Volto a enfocar que não me estimula medo algum no que afirmo; a sinceridade já se contenta com a coragem indispensável ao seu nascedouro”, conclui.
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