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Pisos x LRF e transporte escolar também estiveram na pauta de prefeitos com presidente do TCE

Por Nill Júnior
Foto: Alex Brassan
Foto: Alex Brassan

Boa parte da Diretoria da Amupe, mais alguns prefeitos que tem acompanhado a discussão sobre o repasse da iluminação pública pela Celpe aos municípios estiveram na audiência com o presidente do Tribunal de Contas do Estado, Valdecir Pascoal, noticiada pelo blog.

Alegaram ao presidente da entidade Valdecir Pascoal que os municípios estão em negociação com a Celpe há mais de um ano, para recebimento dos ativos conforme Resolução Normativa nº 414 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). O impasse para a assinatura do Contrato de Transferência de Ativos se dá porque a concessionária não realizou os serviços de manutenção na rede como deveria. “Eles querem entregar uma rede sucateada para os municípios, o que vai onerar ainda mais os cofres públicos que já não suportam mais tanta carga”, defendeu Patriota.

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Os prefeitos  aproveitaram a ocasião para levantar outros pontos importantes para a relação dos municípios com o TCE. O  cumprimento  dos pisos e o confronto com a LRF e o transporte escolar estiveram na pauta.

A Amupe sugeriu que a Escola de Contas contemple os consórcios, uma alternativa cada vez mais crescente para os municípios conseguirem realizar ações com custos reduzidos.

Além de Patriota, ainda participaram da reunião os prefeitos Eduardo Tabosa (Cumaru), Evilásio Araújo (Taquaritinga do Norte), Débora Almeida (São Bento do Una), Luciano Torres (Ingazeira), Francisco Dessoles (Iguaracy), Edson Vieira (Santa Cruz do Capibaribe), Lourival Simões (Petrolândia), José Neves (São Caetano) e Dhonikson do Nascimento (Lagoa Grande).

Outras Notícias

Dilma: Desmatamento na gestão Marina não é excepcional

do Estadão Conteúdo Em resposta às críticas da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, disparadas contra a política ambiental do governo, a presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira (23) que os números de desmatamento na gestão de Marina à frente do Ministério do Meio Ambiente (MMA) “não são excepcionais”. Ao apresentar dados com a […]

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do Estadão Conteúdo

Em resposta às críticas da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, disparadas contra a política ambiental do governo, a presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira (23) que os números de desmatamento na gestão de Marina à frente do Ministério do Meio Ambiente (MMA) “não são excepcionais”. Ao apresentar dados com a série histórica de 2004 até 2013, referentes à quantidade de quilômetros quadrados devastados na Amazônia Legal, Dilma disse que em números absolutos, “sem dúvida” fez mais que a ex-ministra no combate ao desmatamento.

“Ela (Marina) saiu (do governo) em maio de 2008 e estavam os quilômetros quadrados (desmatados) em 12.911, se você pegar o ano anterior, estava em 11 mil. Teve subida de 2007 pra 2008. Hoje, estamos em 5.891 km quadrados”, disse Dilma, mostrando aos repórteres um gráfico com dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes), divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Dilma concedeu coletiva de imprensa a jornalistas após participar da Cúpula do Clima, fórum das Nações Unidas que reuniu chefes de Estado do mundo inteiro para discutir ações ambiciosas na política climática.

Questionada pela reportagem se os dados indicavam que ela fez mais que Marina no combate ao desmatamento, Dilma respondeu: “Olha, se você falar em termos absolutos, sem dúvida que sim, agora ela (Marina) estava numa trajetória e eu estou em outra.”

RETROCESSO – Marina tem reforçado nos últimos dias o discurso contra a política ambiental da presidente Dilma Rousseff. No último domingo (21), afirmou que Dilma “é um retrocesso na agenda do desenvolvimento sustentável” e que o “atual governo tem implantado medidas que só fazem andar para trás na questão ambiental”. No programa eleitoral exibido na televisão, a ex-ministra do Meio Ambiente já acusou o governo Dilma de não ter dado prioridade para a questão do combate ao desmatamento.

“Bom, quero saber onde está o retrocesso? Porque quem definiu 36 a 39% (redução nas emissões de CO?) voluntariamente, quem reduziu em 650 milhões de toneladas de CO2 emitidos na atmosfera por ano, foi no meu governo e o governo do presidente Lula e não foi na época dela”, rebateu a petista.

“Ela (Marina) deu a contribuição dela, o que acho interessantíssimo é que os dados dela não são excepcionais. Os nossos, em termos internacionais, são excepcionais.”

LULA – Questionada por um repórter se seria possível separar a política ambiental de Marina e a política ambiental do governo Lula, Dilma respondeu: “Olha, não é possível, não. A política ambiental do governo Lula, como eu disse, foi do início de 2003 até o final de 2010. Até 2008 foi coordenada pela ministra Marina, tivemos altos, e baixos, tivemos altos porque em 2004 nós tivemos a segunda maior taxa de desmatamento que foi 27 mil (27.772 km2)”, alfinetou a presidente.

Diante da insistência do repórter, retrucou: “Sei perfeitamente onde chegaremos com essa pergunta, não estou dizendo que houve erro de A, B ou C. Estou dizendo que a vida é assim: o governo viu, olha, o desmatamento deu um pico, aí tomamos a providência pra reduzir, viemos reduzindo”.

Serra: “Último Debate” terá interação de entidades com candidatos e cobertura de todo estado

Para que o encontro seja o mais propositivo possível, formato terá presença de representantes de instituições serra-talhadenses, rigor nas regras e cobertura dos principais veículos do Estado O Último Debate, promovido pela Rádio Cultura FM quinta às 19h, terá cobertura dos principais veículos do Estado. Além da geração da Cultura FM, o programa especial será reproduzido […]

Para que o encontro seja o mais propositivo possível, formato terá presença de representantes de instituições serra-talhadenses, rigor nas regras e cobertura dos principais veículos do Estado

O Último Debate, promovido pela Rádio Cultura FM quinta às 19h, terá cobertura dos principais veículos do Estado. Além da geração da Cultura FM, o programa especial será reproduzido pela Rádio Pajeú, com flashes para Rádio Cultura de Caruaru, Rádio Jornal do Comércio e os blogs do Magno, Nill Júnior, Carlos Britto, Jamildo, além da tradicional cobertura local.

Os convidados são Márcia Conrado (PT), Marquinhos Dantas (PRB), Socorro Brito (Avante) e Victor Oliveira, do PR.

Outra novidade é que será o primeiro debate com plateia institucional, respeitando o protocolo de Covid-19. Como sendo o último encontro, a Cultura FM convidou 30 personalidades das diversas  áreas do município, para participar com perguntas e/ou testemunhar esse encontro histórico.

Dentre as instituições convidadas estão CDL, Sindicom, Câmara de Vereadores, Paróquias de Nossa Senhora da Penha, do Carmo e de Cristo Rei, Grupo Fé e Política da Diocese de Afogados da Ingazeira, Igreja Presbiteriana, Igreja Batista, MP, Poder Judiciário, jornalistas,  STR, representante das clínicas privadas, SENAC, OAB, Fafopst, FIS, Revista Movimento, GERES, COMPESA e GRE do Sertão do Alto Pajeú. Os representantes das entidades poderão ser ouvidos no pré debate sobre as expectativas do encontro.

Com isso, diante dessa seleta audiência, mais os milhares de ouvintes que nos acompanharão no rádio e pelas plataformas digitais, haja um debate do mais alto nível, demonstrando a qualidade dos candidatos e o credenciamento para gerir Serra Talhada.

“Os questionamentos são inerentes ao debate, mas apelamos para que, quando acontecerem, sejam feitos de norma educada e respeitosa. As últimas análises indicaram que os últimos encontros careceram de bom nível, o que gera a iniciativa da Cultura FM por um encontro dos mais respeitosos”, diz a emissora em comunicado aos candidatos.

Para isso, a emissora também se cercou de alguns cuidados no formato e nas regras, evitando ao máximo margem para agressões pessoais:  um assessor jurídico isento irá julgar os pedidos de direito de resposta. Os blocos temáticos não poderão ser utilizados para retomada de temas que ficaram eventualmente em aberto no bloco anterior. Da mesma forma, as perguntas feitas pelos representantes institucionais não poderão ter o tempo de resposta usado para temas anteriormente abordados.

Será rigorosamente proibida a presença de militantes no entorno do prédio da Câmara. Essa medida visa respeitar a determinação do TRE para fim das campanhas de rua, sem nenhuma permissão para aglomerações. No pré debate, as instituições convidadas participarão conclamando candidatos (as) a um bom nível, tal como exige a sociedade serra-talhadense.

Ex-prefeito de Tacaratu morre em acidente aos 55 anos

Na madrugada desta quarta-feira, o ex-prefeito de Tacaratu, José Gerson da Silva, 55 anos, morreu em acidente no litoral do Rio de Janeiro. As informações ainda são inconsistentes sobre as circunstâncias do acidente. Sabe-se que Gerson estava acompanhado do filho, Gersinho Silva, e do motorista, Nando, que saíram com vida do ocorrido. Segundo Itamar França […]

Na madrugada desta quarta-feira, o ex-prefeito de Tacaratu, José Gerson da Silva, 55 anos, morreu em acidente no litoral do Rio de Janeiro.

As informações ainda são inconsistentes sobre as circunstâncias do acidente. Sabe-se que Gerson estava acompanhado do filho, Gersinho Silva, e do motorista, Nando, que saíram com vida do ocorrido. Segundo Itamar França para a Manhã Total, eles teriam sido vitimados por uma tentativa de assalto. Ao escapar, o veículo teria capotado.

Gerson era muito ligado aos deputados Rodrigo Novaes e Augusto Coutinho. Ele  governou Tacaratu por dois mandatos, entre entre 2013 e 2020. Nas redes sociais, a prefeitura de Tacaratu, gerida por Washington Araújo (MDB), anunciou o luto oficial. Washington era seu adversário político, já que Gerson apoiou a cabelereira Sandra Regina, do PSB.

“Hoje, 11 de agosto de 2021, nos despedimos do ex – Prefeito do Município de Tacaratu, José Gerson da Silva, nascido no dia 26 de Julho de 1966, no sítio Malhada do saco, filho de Joaquina e Zé de Santa (in memorian), esposo de Diva de Souza Carvalho e pai de Gerson Junior”.

Gerson sempre residiu no distrito de Caraibeiras. Começou a trabalhar ainda na infância. “Sempre foi uma pessoa sonhadora e nunca desistiu dos seus sonhos, amante do futebol. Artesão, empresário e ex-prefeito do município, deixou um legado marcante para todos nós. Que descanse em paz, que Deus conforte todos os familiares e amigos”, conclui a nota.

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) através do seu presidente, José Patriota, lamentou profundamente a morte do ex-prefeito. “José Gerson possui relevantes trabalhos quando governou Tacaratu entre os anos de 2013 e 2020. Nossa solidariedade aos seus familiares e amigos, que Deus os conforte neste momento de dor”.

“Erro do PT foi não enfrentar os privilégios”, diz Boulos em entrevista

Do Poder 360 Em entrevista ao Portal Poder 360, o candidato a Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL), disse defender o direito da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas destacou que isso não o impede de ver os erros do PT. Boulos ganhou notoriedade como coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem […]

Foto: Reprodução/Youtube

Do Poder 360

Em entrevista ao Portal Poder 360, o candidato a Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL), disse defender o direito da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas destacou que isso não o impede de ver os erros do PT.

Boulos ganhou notoriedade como coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Em 2018 filiou-se ao Psol para concorrer à Presidência da República. Ele deu entrevista ao Poder360 na 3ª feira (28.ago.2018), 3 dias antes de o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cassar o registro da candidatura do ex-presidente.

Perguntado sobre o que diferenciaria sua gestão do governo do PT, respondeu que houve avanços, mas a administração do petista não enfrentou “os grandes grupos econômicos, empresários e banqueiros”.

“Faltou enfrentamento necessário contra essa turma do PMDB. Governou junto com José Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá. Não se dispôs a enfrentar os grandes privilégios”, disse Guilherme Boulos ao Poder360.

Ministro da Educação vira alvo de duas ações por ter pedido investigação de curso sobre golpe contra Dilma

Do Congresso em Foco O ministro da Educação, Mendonça Filho, virou alvo de duas representações – uma no Conselho de Ética da Presidência e outra na Procuradoria Geral da República – por violação da autonomia universitária e da liberdade de cátedra. As ações têm como base a decisão do ministro de acionar a Advocacia-Geral da […]

Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil

Do Congresso em Foco

O ministro da Educação, Mendonça Filho, virou alvo de duas representações – uma no Conselho de Ética da Presidência e outra na Procuradoria Geral da República – por violação da autonomia universitária e da liberdade de cátedra. As ações têm como base a decisão do ministro de acionar a Advocacia-Geral da União, o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) para investigar os organizadores do curso “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”, na UnB, por improbidade administrativa.

A representação contra Mendonça Filho pede também que sejam sustados os efeitos de ofícios e outras manifestações do Ministério da Educação (MEC) que tenham a intenção de constranger o professor Luís Felipe Miguel, que coordena o curso. Solicita ainda a instauração de processo contra o ministro por improbidade administrativa.

Mendonça Filho pediu investigação da conduta dos organizadores do curso, que deve começar no próximo dia 5, no Instituto de Ciência Política (Ipol), da UnB, para “se há algum ato de improbidade administrativa ou prejuízo ao erário a partir da disciplina”. As aulas devem ser dadas às segundas e quartas-feiras, das 10h às 11h50.

Segundo o ministro, a ideia do curso é “absurda”. Em nota divulgada ontem, o Ministério da Educação afirma que os acadêmicos fazem “proselitismo político e ideológico de uma corrente política usando uma instituição pública de ensino”. Em texto publicado no Facebook, Mendonça Filho disse que “não se pode ensinar qualquer coisa” em uma universidade pública. “Se cada um construir uma tese e criar uma disciplina, as universidades vão virar uma bagunça geral. A respeitabilidade no ambiente acadêmico fica na berlinda”, criticou.

As duas representações são assinadas pelo líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS), o deputado Wadih Damous (PT-RJ), o ex-reitor da UnB José Geraldo de Souza Júnior, o advogado Patrick Mariano Gomes e o ex-procurador-geral do Estado de São Paulo Marcio Sotelo Felippe.

Na representação contra o ministro, os signatários afirmam ser preocupante que o ministro desconheça a tese da liberdade acadêmica, da pesquisadora Ana Costa Travincas. A tese intitulada “A tutela jurídica da liberdade acadêmica no Brasil: a liberdade de ensinar e seus limites” foi uma das três premiadas no Grande Prêmio Capes de Tese, concedido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes) em 2017. “Talvez, se tivesse se dado ao trabalho da leitura, não teria atacado de forma tão agressiva a liberdade de cátedra e autonomia universitária”, diz o documento.

O MEC, até a última atualização desta reportagem, afirmou que não tinha conhecimento da representação.