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PF divulga balanço da Operação Polígono II no Sertão de Pernambuco

Por André Luis

Foram erradicados 276 mil pés de maconha, o que evitou a produção de 55 toneladas da droga no sertão pernambucano

A Polícia Federal deflagrou, entre 04 e 18/2, a Operação Polígono II para erradicação e destruição dos plantios de maconha no Sertão Pernambucano.

Foram realizadas três fases (levantamento, percursora e deflagração da operação), onde conseguiu-se erradicar e destruir cerca de 276 mil pés de maconha e destruição de 53 mil mudas que estavam em 52 plantios e apreender 12 kg de maconha já pronta para o consumo. 

Os plantios foram localizados através de levantamentos feitos pela Polícia Federal em algumas ilhas dos Rio São Francisco, na Região de Orocó, Salgueiro, Cabrobó, Belém do São Francisco, Betânia, Flores, Carnaubeira da Penha e Parnamirim.

A ação contou com a participação de policiais federais, militares, civis, penais. Os policiais trabalharam com incursões terrestres e fluviais, com o emprego de botes infláveis e duas aeronaves, sendo uma da Polícia Federal, através do CAOP – Coordenação de Aviação Operacional, e a outra da Secretaria de Defesa Social/PE, através do GTA-Grupo Tático Aéreo.

O ciclo produtivo da cannabis é acompanhado de perto por policiais federais e quando vai se aproximando o período da colheita novas ações são realizadas coibindo assim a secagem e a consequente introdução no mercado consumidor (pontos de vendas de drogas). 

As constantes operações policiais de erradicação de maconha no sertão de Pernambuco, não tem dado tempo ao traficante daquela região em produzir a droga em seu pleno desenvolvimento, o que tem levado a importação da droga do Paraguai. Isto também está demonstrado pelo aumento das apreensões feitas pela Polícia Federal de maconha vinda daquele país vizinho.

Caso os 276 mil pés de maconha fossem colhidos, prensados e colocados no mercado consumidor daria para se produzir 55 toneladas de maconha.

Assim com essas operações consecutivas, a Polícia Federal contribui significativamente para o desabastecimento dos pontos de venda de droga em nosso estado como também em outros estados da região nordeste, evitando assim a escalada da violência tais como: roubos, furtos, homicídios, latrocínios, guerra pelo domínio dos território de drogas dentre outros crimes violentos, geralmente essas ocorrências giram em torno do tráfico de drogas. Cada ponto de venda de droga desabastecido, significa um foco a menos de violência.

Outras Notícias

Rorró Maniçoba lidera a disputa em Floresta

Segundo pesquisa do Instituto Exatta, em parceria com o Diario, a socialista tem 41%, seguida por Flavinho Ferraz, com 29,3%, e Gustavo Novaes, com 11% Diário de Pernambuco Pesquisa do Instituto Exatta, em parceria com o Diario, aponta Rorró Maniçoba (PSB) na liderança das intenções de voto em Floresta, no Sertão. A socialista tem 41%, […]

Segundo pesquisa do Instituto Exatta, em parceria com o Diario, a socialista tem 41%, seguida por Flavinho Ferraz, com 29,3%, e Gustavo Novaes, com 11%

Diário de Pernambuco

Pesquisa do Instituto Exatta, em parceria com o Diario, aponta Rorró Maniçoba (PSB) na liderança das intenções de voto em Floresta, no Sertão. A socialista tem 41%, seguida de Flavinho Ferraz (Avante), que aparece com 29,3%. Gustavo Novaes (PSD) tem 11%. Votos em ninguém, brancos e nulos somam 6,3%. Não sabem e não opinaram, 12,3%. Foram ouvidas 300 pessoas, de 14 a 16 de outubro. A margem de erro é de 5,6%, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

Na pesquisa espontânea, Rorró Maniçoba ficou com 37,7%, Flavinho Ferraz com 26%, e Gustavo Novaes com 9,3%. Ninguém, branco ou nulo somam 4,3%. Não sabem e não opinaram, 22,7%.

No quesito rejeição, Flavinho Ferraz aparece com 32,3%, Gustavo Novaes com 30,7% e Rorró Maniçoba com 18,3%. Não rejeitam nenhum somam 22,7% e não souberam responder 7,7%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com o número PE-07632-2020.

Bolsonaro recebe da Feplana proposta de proteção da cana de açúcar

No final da manhã desta sexta-feira (15), no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, receberam uma comitiva de lideranças de produtores rurais brasileiros, formada, por exemplo, pelo líder da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Andrade Lima, e por Paulo Leonel, diretor do […]

(Brasília – DF, 15/03/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante audiência com Deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), Líder do Governo na Câmara.
Foto: Marcos Corrêa/PR

No final da manhã desta sexta-feira (15), no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, receberam uma comitiva de lideranças de produtores rurais brasileiros, formada, por exemplo, pelo líder da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Andrade Lima, e por Paulo Leonel, diretor do Grupo Adir, um dos empreendimentos mais tradicionais da pecuária.

Foram tratados temas vitais para economia do país vinculadas ao agronegócio, como a nova securitização das dívidas rurais. Além dessa e demais pautas, a Feplana também abordou sobre um tema com repercussão internacional: o mercado de etanol dos EUA no Brasil e os seus reflexos sobre o etanol e a cana de açúcar nacional.

Em agosto, conforme definido pelo governo Temer, encerrará o prazo de taxação da importação de uma parcela do etanol de milho dos EUA.   “Portanto, se a partir de setembro, não continuar a taxação, gerará um grande prejuízo sobre a cadeia produtiva do etanol brasileiro. O prejuízo vem da depreciação do preço do etanol com reflexos na matéria-prima diante da competitividade desleal gerada pelo etanol de milho americano. E também frente à injustiça neste mercado bilateral, com o milho americano subsidiado pelo governo de lá para entrar aqui em forma de etanol e competir com o nosso de cana, sem subsídio; e sem a reciprocidade da isenção de nosso açúcar para entrar nos EUA”, disse para Bolsonaro o presidente da Feplana, Alexandre Andrade Lima.

Pelas regras atuais de importação, o Brasil poderia taxar 20% de todo o etanol de fora do Mercosul que entra no país, sendo uma tributação ainda inferior aos 35% permitidos pela Organização Mundial do Comércio.

“Desse modo, o governo poderá evitar a competição desleal entre os etanóis e impedirá o rebaixamento do preço do etanol nacional – uma diminuição que não é sentida pelo consumidor final e que ainda baixa a rentabilidade do agricultor da cana”, disse Andrade Lima.

O presidente da Feplana aproveitou ainda para dizer a Bolsonaro que falta para o Brasil uma objetividade e planejamento estratégico referente a liberação do etanol importado. Assim, o dirigente defendeu a garantia da taxação do etanol dos EUA para estancar a concorrência desleal com o etanol nacional, este que gera empregos e riquezas internas: é crucial para dar viabilidade socioeconômica para esta cadeia produtiva do país.

Ao lado de uma comitiva formada por deputados federais, a exemplo do líder do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO); do secretário de Políticas Fundiárias do Ministério de Agricultura, Nabhan Garcia, bem como de produtores, como Paulo Leonel, diretor do Grupo Adir, Andrade Lima frisou sobre a adoção de uma nova securitização para as dívidas rurais.

Antes da reunião com Bolsonaro, Lima participou da atividade da liderança do governo na Câmara Federal, comandada pelo deputado Major Vitor Hugo. O parlamentar foi o responsável por incluir a Feplana nesta agenda do presidente da República.

Paulo Câmara sinaliza flexibilização progressiva do isolamento social

Blog da Folha O governador Paulo Câmara (PSB) afirmou que o Estado estuda a flexibilização das regras de isolamento social de forma progressiva e voltou a pedir a colaboração para que as medidas adotadas tenham reflexos positivos no combate ao novo coronavírus. De acordo com Câmara, o Governo está dialogando “com o setor produtivo, com […]

Blog da Folha

O governador Paulo Câmara (PSB) afirmou que o Estado estuda a flexibilização das regras de isolamento social de forma progressiva e voltou a pedir a colaboração para que as medidas adotadas tenham reflexos positivos no combate ao novo coronavírus.

De acordo com Câmara, o Governo está dialogando “com o setor produtivo, com a sociedade, sempre considerando o que dizem as autoridades sanitárias. As vitórias não podem ser colocadas em risco, porque representam vidas.”

Ele ressaltou, ainda, que estamos vivendo “dias decisivos” no enfrentamento à pandemia e que “só o engajamento coletivo pode nos levar às condições que permitam a reabertura gradual da economia, que todos queremos”.

“O Governo de Pernambuco estuda a flexibilização progressiva, dialogando com o setor produtivo, com a sociedade, sempre considerando o que dizem as autoridades sanitárias. As vitórias não podem ser colocadas em risco, porque representam vidas. O que virá, a seguir, depende de todos nós”, afirmou, em seu perfil no Twitter.

Vale lembrar que o Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Camaragibe e São Lourenço da Mata estão seguindo regras mais rígidas de isolamento desde o dia 16 de maio. A medida vale até o próximo domingo (31).

Miguel Coelho defende agricultura familiar e garante apoio aos trabalhadores do campo

O pré-candidato ao governo de Pernambuco, Miguel Coelho, disse, durante agenda na manhã deste domingo (3), que o trabalhador do campo será um parceiro da sua gestão e a agricultura familiar voltará a ser valorizada.  O compromisso do postulante pelo União Brasil foi reafirmado ao participar de uma assembleia geral de agricultores nos acampamentos Universo […]

O pré-candidato ao governo de Pernambuco, Miguel Coelho, disse, durante agenda na manhã deste domingo (3), que o trabalhador do campo será um parceiro da sua gestão e a agricultura familiar voltará a ser valorizada. 

O compromisso do postulante pelo União Brasil foi reafirmado ao participar de uma assembleia geral de agricultores nos acampamentos Universo e Pantorra, no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife (RMR). 

O local agrupa 380 famílias de trabalhadores rurais que há 20 anos lutam pela oficialização do assentamento e posse da terra.

O ato teve a participação do senador Fernando Bezerra, do pré-candidato a deputado federal, Delegado Rezende, o deputado estadual Romero Sales Filho e lideranças ligadas ao campo. 

Na conversa com os agricultores, Miguel Coelho recebeu da direção estadual do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST) uma proposta de colaboração para o seu plano de governo relacionada à agricultura familiar.

O documento aborda temas distintos para o desenvolvimento do setor, como  investimento em assistência técnica, facilidade na concessão de crédito fundiário, avanço na reforma agrária com a titulação e concessão de posse da terra e políticas de incentivo voltadas à juventude do campo. 

No bate-papo, o ex-prefeito de Petrolina falou ainda sobre ações desenvolvidas na sua gestão na cidade sertaneja, como o fornecimento de carros-pipas para reforçar o abastecimento, a abertura de crédito fundiário para as famílias que vivem no campo, a instalação de mais de mil cisternas e a construção de mais de 12 postos de saúde para atender as famílias da Zona Rural.

Miguel Coelho também ressaltou que vai recuperar o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) e o Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco (Iterpe), atualmente sucateados e omissos com os trabalhadores rurais. O pré-candidato disse que vai priorizar a valorização, assistência e parceira com o homem do campo, como ocorreu em sua gestão em Petrolina.

“Nosso objetivo é agrupar o povo pernambucano respeitando as diferenças, governando com liderança. A força da agricultura transforma vidas, lugares, e queremos a oportunidade de fazer a boa política, da transformação, do papo reto, do governo que vai à Zona Rural e ajuda o agricultor, que cuida do homem do campo com amor e carinho”, declarou. 

Miguel destacou ainda que vai aumentar em 50% o número de agricultores atendidos pelo programa Novo Chapéu de Palha e oferecer uma bolsa de R$ 300 para cursos de qualificação técnica e profissional.

Coluna aponta aposta da gestão Márcia Conrado na relação com o governo Lula para melhorar aprovação

Publicada neste domingo (11), a Coluna do Domingão, do blog, avaliou que o ato político com a presença do ministro Alexandre Padilha, em Serra Talhada, expôs uma estratégia central da gestão da prefeita Márcia Conrado (PT): ampliar ao máximo os ganhos políticos e institucionais decorrentes de sua proximidade com o governo Lula para elevar os […]

Publicada neste domingo (11), a Coluna do Domingão, do blog, avaliou que o ato político com a presença do ministro Alexandre Padilha, em Serra Talhada, expôs uma estratégia central da gestão da prefeita Márcia Conrado (PT): ampliar ao máximo os ganhos políticos e institucionais decorrentes de sua proximidade com o governo Lula para elevar os índices de aprovação.

Segundo a análise, o evento demonstrou que a prefeita deve intensificar o uso de sua articulação em Brasília como vitrine de resultados, buscando transformar investimentos e parcerias com o governo federal em capital político local.

A Coluna destaca ainda que, a estratégia é uma tentativa de garantir uma votação expressiva para o deputado estadual Breno Araújo (PSB) e preparar o terreno para seu candidato à sucessão em 2028, melhorando sua aprovação que deve estar em torno de 75%.

A avaliação sugere que, com a crescente polarização e disputas antecipadas pelo comando do município, a capacidade de entregar obras, serviços e recursos federais será decisiva para consolidar a influência do grupo político ligado à prefeita.