Notícias

Pesquisa socioeconômica será realizada durante Carnaval de Petrolina

Por André Luis

Com o objetivo de identificar o perfil do folião que chega a cidade de Petrolina e também levantar dados socioeconômicos junto aos ambulantes que irão trabalhar no Carnaval, a Secretaria de Cultura Turismo e Esportes, através da Diretoria de Turismo e, com apoio da Agência do Empreendedor (AGE), firmou parceria com a Universidade de Pernambuco (UPE) para realização de uma pesquisa de campo neste período carnavalesco.

Durante reunião, que aconteceu nesta quarta-feira (22), na UPE, ficou acordado que a avaliação será aplicada durante os dias de festa pelos alunos do curso de Matemática e Nutrição da UPE, em uma amostragem com consumidores e mais de 120 ambulantes que estarão localizados no principal corredor da folia, na Rua Joaquim Nabuco, centro da cidade. A metodologia adotada será bibliográfica e de campo.

Segundo a professora Nancy Lima Costa, coordenadora do curso de matemática, os alunos terão uma excelente oportunidade de colocar em prática o que é visto em sala de aula. “A participação dos nossos alunos nesse projeto é muito importante para o aprendizado, já que eles irão a campo coletar dados, tabular e transformar tudo em gráficos e tabelas. Eles saem da sala de aula para aplicar na prática”, comenta a coordenadora.

Para Marcus Pamponet, Diretor de Turismo, a pesquisa é essencial para nortear as ações da Prefeitura. “Estamos muito felizes em estabelecer essa parceria com a UPE, que muito contribuirá com a criação de um referencial do perfil dos turistas presentes no período do Carnaval e principalmente nos estudos econômicos que servirá para o nosso planejamento estratégico nos próximos eventos. Ganhamos nós, e os alunos com a experiência, não somente em suas áreas, mas também uma visão turística, importante para o desenvolvimento da nossa cidade”, relata Marcus.

Estiveram presentes também na reunião, a professora de Nutrição Claudileide de Sá Silva; o Diretor Presidente da Agência do Empreendedor (AGE), Sebastião José Amorim Gomes; a Gerente de Turismo Antônia Eulália e a Animadora Cultural, Nádja Batista.

Outras Notícias

Famílias atingidas pelas enchentes recebem pães produzidos por detentos

Numa iniciativa da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), por meio da Executiva de Ressocialização (Seres), pelo menos 35 detentos, que já trabalham nas cozinhas das unidades prisionais, irão produzir diariamente, a partir desta quinta-feira (01/06), pães franceses para serem distribuídos aos desabrigados e desalojados de pelo menos dez municípios do Agreste e Zona da […]

Numa iniciativa da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), por meio da Executiva de Ressocialização (Seres), pelo menos 35 detentos, que já trabalham nas cozinhas das unidades prisionais, irão produzir diariamente, a partir desta quinta-feira (01/06), pães franceses para serem distribuídos aos desabrigados e desalojados de pelo menos dez municípios do Agreste e Zona da Mata Sul atingidos pelas chuvas nos últimos dias. A Ceasa e Defesa Civil irão definir os primeiros municípios que irão receber os pães, por ordem de necessidade e emergência.

A iniciativa faz parte do conjunto de ações que o governador Paulo Câmara vem comandando pessoalmente para reestabelecer a normalidade e amenizar emergencialmente os danos causados pelas enchentes nas 24 cidades mais afetadas pelas chuvas. A parceria entre a SJDH, a Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco (Codecipe) e o Centro de Abastecimento Alimentar (Ceasa) na produção dos alimentos seguirá até que a situação nos municípios se normalize.

O alimento está sendo produzido nas três unidades prisionais do Complexo Prisional do Curado (Pjallb, Pamfa e PFDB); no Centro Regional do Agreste (CRA), em Canhotinho; no Presídio Romildo da Rocha Leão (PRRL), em Palmares; e no Presídio Juiz Plácido de Souza (PJPS), em Caruaru.

Os detentos que estão trabalhando na ação, apesar de já atuarem na cozinha das unidades, consideram este trabalho especial. “A gente faz isso todo dia mas agora é com mais amor ainda porque a gente está ajudando a quem precisa”, destaca Emerson Francisco da Silva, 20 anos, há três meses trabalha na padaria do Pjallb.

João Paulo Costa cobra recuperação de rodovias no Sertão do Pajeú

A restauração de rodovias no Sertão do Pajeú foi solicitada pelo deputado João Paulo Costa (Avante) junto ao Governo do Estado, na Reunião Plenária desta quinta (13). A cobrança veio após visita a cinco municípios da região: Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Itapetim, Solidão e Iguaraci. “Essas ações de requalificação de estradas foram prometidas pelo governador […]

Foto: Jarbas Araújo/Alepe

A restauração de rodovias no Sertão do Pajeú foi solicitada pelo deputado João Paulo Costa (Avante) junto ao Governo do Estado, na Reunião Plenária desta quinta (13). A cobrança veio após visita a cinco municípios da região: Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Itapetim, Solidão e Iguaraci.

“Essas ações de requalificação de estradas foram prometidas pelo governador na campanha. Eu reitero o meu compromisso de lutar aqui na Alepe com o propósito de levar recursos para o Pajeú”, ressaltou o parlamentar no discurso.

Indignada e rifada por prefeito, vice renuncia em Lajedo

View this post on Instagram   Primeira mão A vice-prefeita de Lajedo, Lêda Maria Machado, acaba de renunciar ao mandato, após divergências com o prefeito Rossine Blesmany (PSD). Em uma fala genérica, ela fala de sua trajetória política como vereadora e vice e anuncia que renuncia ao cargo (vídeo). Detalhe: no vídeo aparece de camisa […]

 

Primeira mão

A vice-prefeita de Lajedo, Lêda Maria Machado, acaba de renunciar ao mandato, após divergências com o prefeito Rossine Blesmany (PSD). Em uma fala genérica, ela fala de sua trajetória política como vereadora e vice e anuncia que renuncia ao cargo (vídeo).

Detalhe: no vídeo aparece de camisa vermelha, uma das cores adotadas pelo opositor Antonio João Dourado, do PSB. Nos bastidores, ela demonstrou insatisfação com a escolha de Adelmo Duarte por Rossine. Ainda foi rifada com a escolha do vice Erivaldo Chagas, do DEM.

“Fui enganada, ignoraram sugestões, pedidos, planos. Tentaram calar a minha voz.  Se permanecer aqui neste cargo fugirei dos meus ideias. A situação atual de lajedo não me representa.  Coragem Lêda. Pois bem, a mim não falta a coragem da renúncia”, disse.

E conclui: “O apelo é a juventude. Enxerguem a real face dos políticos por traz das máscaras. Lajedo tem potencial pra ser grande, só depende de vocês. Não existe cor, existe coragem. Coragem para mudar.  Renuncio hoje ao cargo de vice prefeita da cidade de Lajedo porque jamais renunciarei aos meus princípios. O meu partido é o povo”.

Flávio Leandro grava seu novo DVD em Salgueiro

Herdeiro legítimo do autêntico forró, com raízes no baião e xote de Luiz Gonzaga, o pernambucano de Bodocó, Flávio Leandro volta ao sertão central para mostrar o seu trabalho e gravar o seu novo DVD. A nova obra intitulada “Estradar”, será no dia 25 de julho, na Estação do Forró em Salgueiro-PE. O ‘poeta e […]

Herdeiro legítimo do autêntico forró, com raízes no baião e xote de Luiz Gonzaga, o pernambucano de Bodocó, Flávio Leandro volta ao sertão central para mostrar o seu trabalho e gravar o seu novo DVD. A nova obra intitulada “Estradar”, será no dia 25 de julho, na Estação do Forró em Salgueiro-PE.

O ‘poeta e cantador’ promete uma noite especial com muito forró de qualidade, com a participação de vários artistas representantes da cultura popular nordestina como: Dorgival Dantas, Assisão, Chambinho do Acordeon, Targino Gondim, Margareth Menezes, Genival Lacerda, Fábio Carnerinho, Joãozinho do Exu, Valdir Teles e da banda Fulô de Mandacaru.

Início das vendas será em 1º de julho, as mesas custam R$ 100,00 – Camarote: R$ 30,00 – Pista: R$ 10,00

A cidade de Salgueiro será o ponto de encontro da legião de fãs de Flávio Leandro, transformando-se no maior encontro de forró e poesia do Brasil.

Governo “terceiriza” financiamento de programas como Minha Casa e Pronate

Do DP As duas principais vitrines eleitorais do governo Dilma Rousseff o Minha Casa Minha Vida e o Pronatec, deixarão de ser bancadas com recursos do Tesouro Nacional em 2016. De todas as receitas previstas para o Minha Casa Minha Vida no próximo ano, 90% deverão vir do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço […]

1

Do DP

As duas principais vitrines eleitorais do governo Dilma Rousseff o Minha Casa Minha Vida e o Pronatec, deixarão de ser bancadas com recursos do Tesouro Nacional em 2016. De todas as receitas previstas para o Minha Casa Minha Vida no próximo ano, 90% deverão vir do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), fonte de recursos formada com os 8% descontados todo mês dos salários de cada trabalhador com carteira assinada. Não são, portanto, recursos públicos. A remuneração do fundo para o trabalhador é de 3% ao ano mais Taxa Referencial (TR), muito abaixo da inflação, que já está em dois dígitos.

“O governo pediu uma intervenção no Minha Casa Minha Vida. Agora quem paga esse programa são os trabalhadores brasileiros e isso tem de ficar claro para a população”, diz Luigi Nese, representante da Confederação Nacional de Serviços (CNS) no conselho curador do FGTS. O órgão, cuja metade dos membros é indicada pelo governo, aprovou o repasse, em setembro, até para obras em andamento, com o argumento de que era preciso salvar os empregos da indústria da construção. Nese afirma que o FGTS vai gastar R$ 30 milhões em propaganda para informar os trabalhadores de que o dinheiro do FGTS está sendo usado, a fundo perdido, no Minha Casa.

Pronatec
Outro programa na corda bamba em 2016 se não fossem recursos privados é o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), voltado para o ensino técnico e profissional. A presidente prometeu, durante a campanha, que abriria 12 milhões de novas vagas no programa. Com os cortes no Orçamento, o governo, depois de eleito, diminuiu a meta para 5 milhões. O Pronatec teve as receitas, formadas por recursos públicos, cortadas pelo Congresso de R$ 4 bilhões deste ano para R$ 1,6 bilhão em 2016.

Está praticamente certo que boa parte do programa será bancada pelo Sistema S, mas o valor ainda não foi definido. Para isso, o governo vai reduzir a parcela da contribuição que as empresas são obrigadas a fazer para essas entidades, que incluem Sesi, Senai, Senac e Sebrae, para destinar a diferença ao Pronatec. Atualmente, as alíquotas variam de 0,2% a 2,5% do faturamento. Se a redução for de 20% a 30%, a perda para as entidades ficará entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões.

Ajustes
No Minha Casa Minha Vida, que tem a terceira fase sendo anunciada pela presidente Dilma desde a campanha eleitoral do ano passado, a previsão inicial do orçamento de 2016 era R$ 15,5 bilhões. Mas o forte ajuste nas contas públicas levou governo e Congresso a passarem a tesoura em R$ 8,6 bilhões para fechar o próximo ano no azul. Com isso, sobraram apenas R$ 6,9 bilhões. Se o MCMV contasse apenas com esses recursos, haveria um redução forte no ritmo de execução das obras e adiamento de novas contratações – como de fato ocorreu este ano.

A salvação do programa, que é chamariz para o governo em ano de eleições municipais, foi recorrer ao FGTS. O orçamento aprovado do fundo para o MCMV em 2016 é de R$ 60,7 bilhões. Até este ano, o FGTS só era usado no programa para bancar descontos e juros subsidiados dos financiamentos de famílias com renda de até R$ 6,5 mil – as chamadas faixas 2 e 3.

Agora, porém, o Fundo passou a arcar com as obras das moradias direcionadas às famílias com renda mais baixa, de até R$ 1,8 mil mensais. Nesse caso, porém, os recursos são aplicados a fundo perdido, ou seja, não voltam para o fundo. Para 2016, foram aprovados R$ 4,8 bilhões para pagar as casas destinadas a esse público de baixa renda. O conselho curador autorizou o FGTS a custear até 60% do valor do imóvel em 2016 – o limite é de R$ 45 mil por moradia. Também foi criada uma nova faixa, batizada de “faixa 1,5” com recursos do FGTS. Famílias com renda mensal de até R$ 2.350 terão subsídios de até R$ 45 mil na aquisição do imóvel com juros de 5% ao ano.

Bolsa Família
Apesar das ameaças, o Bolsa Família saiu ileso aos cortes dos programas sociais em 2016. O orçamento de R$ 28 bilhões do programa de transferência de renda foi mantido à custa da redução da meta de economia que o governo precisa fazer para o chamado superávit primário, pagamento dos juros da dívida pública – de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) para 0,5%. Essa foi uma das derrotas que pavimentaram a saída do ministro da Fazenda Joaquim Levy. Ele defendia a meta de superávit de 0 7% do PIB mesmo que isso significasse corte no programa criado no governo PT.