Permanência de ministro dependerá da repercussão política, decide Temer
Por Nill Júnior
Do G1
Do G1, em Brasília
Após se reunir com o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil), o presidente em exercício Michel Temer decidiu nesta segunda-feira (30) que, “por enquanto”, manterá Fabiano Silveira no comando do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, afirmaram ao G1 assessores do Palácio do Planalto. Segundo relatos de pessoas próximas a Temer, o peemedebista aguardará a repercussão política do caso antes de tomar uma decisão definitiva.
Fabiano Silveira procurou o presidente em exercício na noite deste domingo (29), no Palácio do Jaburu, para explicar o teor de sua conversa com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), na qual ele criticou a condução da Operação Lava Jato pela Procuradoria Geral da República (PGR), informaram assessores do Palácio do Planalto.
Reportagem exclusiva do Fantástico revelou neste domingo gravações na qual Fabiano Silveira, além criticar a PGR, dá conselhos a Renan Calheiros e ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado – ambos investigados no esquema de corrupção que atuava na Petrobras (assista ao vídeo acima). A conversa foi gravada por Machado, novo delator da Lava Jato, em 24 de fevereiro.
Segundo o G1 apurou, no encontro deste domingo com o ministro da Transparência, Temer avaliou que o caso de Fabiano Silveira é “menos grave” que o do senador Romero Jucá (PMDB-RR), flagrado em gravações de Sérgio Machado sugerindo um “pacto” para barrar a Operação Lava Jato. Em razão da repercussão negativa dos áudios, Jucá teve de deixar o comando do Ministério do Planejamento.
A exemplo do que fez no episódio que envolveu o ex-ministro do Planejamento, Temer pretende avaliar a repercussão política da conversa entreRenan Calheiros e o ministro da Transparência para decidir o futuro de Fabiano Silveira.
O conteúdo da gravação gerou intensa repercussão política em Brasília nesta segunda-feira. Enquanto parlamentares da base aliada de Temer cobraram explicações públicas do ministro, a oposição exigiu a saída de Fabiano Silveira do governo.
Na manhã desta segunda, o Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle (Unacon Sindical) – entidade que representa os servidores da extinta Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tesoureiro Nacional – cobrou, por meio de nota, a “exoneração imediata” do ministro da Transparência.
Foto: Pixabay/Reprodução Folhapress O Ministério da Saúde importou e distribuiu máscaras chinesas com suspeita de falsificação, sem garantir a segurança e eficácia dos produtos para uso por profissionais de saúde. A pasta não agiu para averiguar se a suspeita se confirma ou não, o que levou à paralisação das caixas de máscaras em galpões nos […]
O Ministério da Saúde importou e distribuiu máscaras chinesas com suspeita de falsificação, sem garantir a segurança e eficácia dos produtos para uso por profissionais de saúde.
A pasta não agiu para averiguar se a suspeita se confirma ou não, o que levou à paralisação das caixas de máscaras em galpões nos estados.
Documentos da Receita Federal sobre a importação dessas máscaras da China registram que o ministério foi o “importador” e “adquirente” dos produtos, com fabricação atribuída à Dongguan HuaGang Communication Technology. Outros documentos sobre o destino dos equipamentos mostram que a pasta foi responsável por distribui-los aos estados.
Foram importadas pelo menos 200 mil máscaras, do tipo KN95, a um custo unitário de US$ 1,70 (R$ 8,99, pela cotação do dólar de quarta-feira, 19).
O total envolvido é de US$ 340 mil (R$ 1,79 milhão). O Ministério da Saúde diz que essas máscaras foram doadas, mas não revela quem foi o doador. O material integrou lotes enviados aos estados para destinação a profissionais de saúde.
A importação, distribuição e falta de garantia sobre a segurança e autenticidade do material envolvem todas as gestões no Ministério da Saúde do governo de Jair Bolsonaro. A importação ocorreu em 12 de abril de 2020, na gestão de Luiz Henrique Mandetta. A distribuição e a falta de certificação sobre a eficácia das máscaras seguiram pelas gestões de Nelson Teich, Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga.
A suspeita de falsificação e inutilização do material se somam a outras irregularidades na distribuição de máscaras pelo governo Bolsonaro. Em 17 de março, a Folha de S.Paulo revelou que o ministério comprou e distribuiu máscaras chinesas impróprias para uso por profissionais de saúde. O produto, também KN95, contém a expressão “non medical” na embalagem.
A empresa contratada para distribuir o material pertence a um empresário que atua no mercado de relógios de luxo suíços. Ao todo, foram importados 40 milhões de máscaras. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou que o produto não poderia ser usado em hospitais. Diante disso, os estados passaram a distribuir o material a quem não é profissional de saúde.
O caso passou a ser investigado na CPI da Covid no Senado. Em seu depoimento na quarta-feira (19), Pazuello foi questionado sobre o assunto e admitiu saber da recomendação contrária da Anvisa e não ter agido para resolver o problema.
Já as outras máscaras KN95, sobre as quais recai a suspeita de falsificação, tiveram o uso interditado pela Anvisa em junho, por não proporcionarem proteção adequada a profissionais de saúde.
A decisão seguiu ato similar da FDA (Food and Drug Administration), a “Anvisa” dos EUA. Entre as máscaras estão as fabricadas pela Dongguan HuaGang.
Uma nova resolução, em setembro, reforçou a interdição, estendida a distribuição e comércio. Faltavam critérios mínimos de filtração de partículas. Neste ano, descobriu-se que as amostras usadas para análise das máscaras eram falsificadas.
A FDA informou que circulam falsificações de diversos fabricantes chineses. Como amostras verdadeiras tinham laudos satisfatórios para filtração, a Anvisa revogou a interdição, em nova resolução em março, seguindo deliberação idêntica da FDA.
Mesmo com a nova medida, máscaras seguem estocadas e sem uso nos estados, pois não há uma comprovação sobre falsificação ou autenticidade dos produtos. Durante todo o período de interdição das máscaras, desde junho, não houve um recurso à Anvisa contra a medida, nem do fabricante nem do importador, segundo documentos da própria Anvisa.
Também não houve explicação ao MPF (Ministério Público Federal) sobre a suspeita de falsificação ou sobre a eficácia dos equipamentos. Tampouco houve apresentação de laudos do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) para atestar a autenticidade e segurança das máscaras. O MPF em Brasília investiga a compra e distribuição do material pelo ministério.
À Folha a Anvisa afirmou, em nota, que a falsificação foi constatada em produtos distribuídos ao mercado, e não somente em amostras; que cabe ao importador garantir segurança e eficácia; e que o uso por profissionais de saúde só está liberado se laudos do fornecedor ou fabricante comprovarem atendimento a normas técnicas das máscaras N95 e PFF2, indicadas para uso hospitalar.
A reportagem questionou o Ministério da Saúde se, como importador, garante a segurança e a eficácia das máscaras e se já descartou a suspeita de falsificação. Não houve resposta da pasta. O ministério também não respondeu para quais estados distribuiu os produtos.
Em nota, a pasta limitou-se a dizer: “As 200 mil máscaras KN95, recebidas em abril de 2020, foram doadas, portanto, não há contrato de compra. As máscaras foram distribuídas antes de qualquer deliberação da Anvisa.” No Rio Grande do Norte, por exemplo, há 23,7 mil máscaras paradas em estoque desde a interdição pela Anvisa. Parte do material chegou a ser enviada a hospitais, para uso por profissionais de saúde, mas acabou sendo recolhida diante da decisão da agência.
Até agora, não houve um atestado de segurança dos equipamentos pelo Ministério da Saúde, segundo gestores do estado.
“As máscaras interditadas continuam em quarentena, sem uso. E não chegou nenhum comunicado da Anvisa”, afirma Ralfo Medeiros, coordenador de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte.
O estado foi um dos primeiros a alertar sobre irregularidades nas máscaras distribuídas pelo Ministério da Saúde. Uma investigação teve início no MPF no estado, transferida depois para a Procuradoria da República no DF. Segundo a Anvisa, se houver dúvida sobre autenticidade dos produtos, é preciso fazer um contato direto com fabricantes “e outros na cadeia de suprimentos”. “Casos de suspeita de irregularidades devem ser encaminhados à agência para apuração. Até o momento não recebemos denúncia de possível falsificação”, afirma a Anvisa.
Conforme a agência reguladora, não houve necessidade de recolhimento das máscaras. “A Anvisa atua pautada por provas e não há provas de irregularidade.” Mesmo assim, segundo a Anvisa, o uso por profissionais de saúde só é possível se laudos comprovarem o atendimento às normas técnicas adotadas para N95 e PFF2.
Uma nota técnica da Anvisa de 8 de abril fez ressalvas ainda sobre máscaras fixadas com elástico ao redor da orelha, como é o caso das KN95, e não atrás da cabeça.
“O governo americano tem alertado que, até o momento, nenhum certificado de conformidade foi expedido para máscaras com tirantes de fixação ao redor da orelha, e que esta característica compromete a vedação necessária para a adequada filtragem, não havendo nenhuma máscara aprovada com essa característica”, afirma o documento.
O MPF, por sua vez, num parecer de 13 de abril, afirmou que máscaras interditadas pela Anvisa “não podem ser utilizados para uso médico/hospitalar, a não ser nos ambientes considerados de baixo risco e que não demandem máscaras cirúrgicas ou N95 e PFF2”.
O prefeito de Carnaíba, Berg Gomes, em entrevista ao programa Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (10), marcou posição sobre a autonomia de sua gestão frente à influência do ex-prefeito e aliado político Anchieta Patriota. Ao ser questionado sobre os rumores de uma possível tutela política em sua administração, o gestor foi enfático […]
O prefeito de Carnaíba, Berg Gomes, em entrevista ao programa Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (10), marcou posição sobre a autonomia de sua gestão frente à influência do ex-prefeito e aliado político Anchieta Patriota.
Ao ser questionado sobre os rumores de uma possível tutela política em sua administração, o gestor foi enfático ao separar as responsabilidades institucionais e pessoais. “Quem responde pelos meus atos sou eu. O meu CPF está atrelado ao CNPJ da prefeitura”, declarou o prefeito, reforçando que a caneta e o ônus legal das decisões pertencem ao atual ocupante do cargo.
Apesar de reafirmar sua independência administrativa, Berg Gomes tratou de dissipar qualquer boato de rompimento ou ingratidão política. Ele classificou Anchieta como o maior líder da história de Carnaíba e confirmou que o diálogo com o veterano é diário.
Divergências pontuais: O prefeito admitiu que nem sempre concordam em tudo, mas vê o processo como saudável. “Convergimos quase todas as vezes, divergimos de vez em quando”, pontuou.
Crítica ao isolacionismo: Sem citar nomes, Gomes criticou figuras que, após ascenderem ao poder, rompem com suas bases. “Muita gente entra na política e logo não olha pelo retrovisor, se distanciando de quem ajudou no processo”.
Para o atual gestor, o ex-prefeito funciona como um “balizador” para o grupo da Frente Popular de Carnaíba. A fala de Berg busca equilibrar a imagem de um administrador autônomo com a de um político fiel ao grupo que o elegeu, tentando evitar a narrativa de “criador contra criatura” que costuma desgastar coalizões municipais.
Anchieta Patriota, sobre quem o blog falou há pouco acerca de seu futuro político, teve uma boa notícia: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou e o absolveu no pedido de Impugnação de Candidatura, Rejeição de Contas Públicas e Inelegibilidade. O Ministério Público Eleitoral havia pedido a inelegibilidade do ex-prefeito, o TRE de Pernambuco julgou improcedente o […]
Anchieta Patriota, sobre quem o blog falou há pouco acerca de seu futuro político, teve uma boa notícia: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou e o absolveu no pedido de Impugnação de Candidatura, Rejeição de Contas Públicas e Inelegibilidade. O Ministério Público Eleitoral havia pedido a inelegibilidade do ex-prefeito, o TRE de Pernambuco julgou improcedente o pedido do MPE que recorreu ao TSE.
O caso tem relação com uma prestação de contas quando era presidente da Câmara de Carnaíba, rejeitada pelo TCE e que deu muita dor de cabeça ao ex-gestor. Anchieta recorreu da decisão e sempre via seu nome na lista de inelegíveis divulgada pelo Tribunal. Como alegou não ter havido dolo, conseguiu posição favorável a disputar as últimas duas eleições.
Nesta última disputa a Estadual, ganhou no TRE, mas o MPE recorreu ao TSE. O Tribunal, por unanimidade, desproveu o recurso, nos termos do voto do Relator, Gilmar Mendes. Votaram com o Relator as Ministras Rosa Weber e Maria Thereza de Assis Moura e os Ministros Napoleão Nunes Maia Filho, Luciana Lóssio, Admar Gonzaga e Dias Toffoli (Presidente). Acórdão publicado em sessão.
Lamentavelmente temos uma bancada de vereadores de oposição em Serra Talhada que se comporta como verdadeiras “aves agourentas” e que são incapazes de enxergar os avanços que a nossa cidade alcança graças ao esforço de pessoas que só querem o bem para a nossa terra. Enquanto a cidade celebra centenas de empregos gerados e a inauguração […]
Lamentavelmente temos uma bancada de vereadores de oposição em Serra Talhada que se comporta como verdadeiras “aves agourentas” e que são incapazes de enxergar os avanços que a nossa cidade alcança graças ao esforço de pessoas que só querem o bem para a nossa terra.
Enquanto a cidade celebra centenas de empregos gerados e a inauguração de um grande empreendimento no nosso município, a bancada de oposição na Câmara Municipal deturpa a imagem de Serra Talhada com picuinhas e uma atuação indigna de quem ocupa um posto de representante do povo.
Infelizmente, os vereadores que nos fazem oposição não mostraram na nota contra Serra Talhada, enviada à imprensa, que o local ao qual se referem está em obras. Aliás, uma grande obra de infraestrutura com a duplicação da Avenida Waldemar Ignácio de Oliveira, que vai atender não somente o acesso ao Assaí, mas também, a Unidade Educacional do SENAC que será construída ao lado do atacadista e ainda ao shopping, outro importante empreendimento que vai gerar centenas de empregos.
Como é possível ver na imagem que enviamos junto a este esclarecimento, as máquinas estão trabalhando e a obra será concluída em breve, melhorando o acesso ao centro da cidade e aos novos empreendimentos no seu entorno.
Mais uma vez lamentamos a pequenez dos vereadores de oposição ao nosso município, porque quem se comporta da maneira como estes senhores agiram, só podem torcer contra o progresso e a geração de empregos em Serra Talhada.
Marcos Oliveira Secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Serra Talhada
Filha do comerciante tabirense Pipi da Verdura, a jovem Carla Vanubia de Sousa e Silva ganhou o direito a participação na novela Malhação, da Rede Globo. Como já pode se perceber, a garota está vivendo dias de sonho. Carla conseguiu uma participação especial que ainda vai ao ar através do quadro ‘Você em Malhação’. Nas […]
Filha do comerciante tabirense Pipi da Verdura, a jovem Carla Vanubia de Sousa e Silva ganhou o direito a participação na novela Malhação, da Rede Globo. Como já pode se perceber, a garota está vivendo dias de sonho.
Carla conseguiu uma participação especial que ainda vai ao ar através do quadro ‘Você em Malhação’. Nas fotos, ela toda radiante com o elenco no Projac, Rio de Janeiro.
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